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A teoria de que o povoamento das Américas teria se dado por duas levas migratórias vindas do nordeste da Ásia – com população de traços africanos e australianos – e outra de ameríndios semelhantes aos indígenas atuais acaba de ser desmontada.

Um estudo feito a partir de DNA fóssil, com amostras dos mais antigos esqueletos encontrados no continente, confirmou a existência de um único grupo populacional ancestral de todas as etnias da América.

Com isso, o rosto com traços, marcadamente, africanos de Luzia – como foi batizado o crânio da jovem paleoamericana descoberto na década de 1970 – foi redesenhado. Esta é a nova face de Luzia.

O trabalho foi desenvolvido por 72 pesquisadores de oito países, pertencentes a instituições como a Universidade de São Paulo (USP), Harvard University, nos Estados Unidos, e Instituto Max Planck, na Alemanha.

Os dados arqueogenéticos – que mesclam conhecimentos de arqueologia e genética – mostram que todas as populações da América descendem de uma única população que chegou ao Novo Mundo pelo Estreito de Bering há cerca de 20 mil anos.

Pelo DNA, é possível confirmar a afinidade dessa corrente migratória com os povos da Sibéria e do norte da China. Os resultados da pesquisa foram publicados nesta quinta-feira (8), na revista científica “Cell”.

Reconstrução facial

A primeira reconstrução facial de Luzia, uma mulher que viveu em Lagoa Santa (MG) há 12.500 anos, foi feita na década de 1990 pelo especialista britânico Richard Neave.

As formas tiveram como base a teoria do professor Walter Neves, da USP, segundo o qual o povo de Luzia, que se refere ao conjunto fóssil encontrado em Minas Gerais, no século XIX, teria chegado à América antes dos ancestrais dos povos indígenas atuais.

A primeira leva, portanto, teria características africanas ou dos aborígenes australianos. A teoria usava como base de comparação a morfologia craniana que indicava que esse povo era muito diferente dos nativos atuais.

O arqueólogo André Menezes Strauss, do Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da USP, que coordenou a parte brasileira do estudo, explica que a contribuição de Neves permitiu saber que havia diferenças entre os habitantes ancestrais e os indígenas recentes, mas os estudos genéticos – com as tecnologias atuais – desmontam a tese dele de que essa diferença se deu no processo migratório entre continentes.

“Essa conexão com essa população anterior da África não existiu. A diferença entre Lagoa Santa e os nativos atuais tem origem dentro da própria América”, disse.

O novo rosto de Luzia foi feito por Caroline Wilkinson, da Liverpool John Moores University, na Inglaterra, especialista em reconstrução forense e discípula de Neves.

Os descendentes da corrente migratória ancestral que chegou pela América do Norte se diversificaram em duas linhagens há cerca de 16 mil anos.

Os integrantes de uma das linhagens cruzaram o istmo (pequena porção de terra) do Panamá e povoaram a América do Sul em três levas consecutivas e distintas.

A primeira leva aconteceu entre 15 mil e 11 mil anos atrás, e a segunda se deu há, no máximo, 9 mil anos. O estudo aponta a presença de DNA fóssil das duas migrações em todo o continente sul-americano. A terceira leva é mais recente – cerca de 4,2 mil anos – e se fixou de forma concentrada nos Andes centrais.

Os dados genéticos mostram que o povo de Luzia tem forte conexão com a cultura Clóvis, uma linhagem de humanos que fez o trajeto norte-sul há cerca de 16 mil anos.

Não se sabia até então que esse grupo havia migrado para o sul. Essa população, no entanto, não perdurou por muito tempo.

“A partir de cerca de 9 mil anos atrás, ela desaparece, sendo substituída pelos ancestrais diretos dos grupos indígenas que habitavam o Brasil durante o período colonial”, indica o estudo. Não são conhecidos os motivos que levaram ao desaparecimento dos grupos Clóvis.

Contribuição

Strauss explica que a nova técnica de arqueogenética traz informações que, até então, não eram acessíveis aos arqueólogos.

“Ela abre um mundo de possibilidades analíticas, não só de relações de ancestralidade, miscigenação, determinação de sexo, estabelecer relações de parentesco, investigar o fenótipo, investigar doenças, investigar o metagenoma, é uma infinidade de tipos de estudo e informações que a gente passa a poder tirar”, apontou.

Ele explica que esses avanços tecnológicos se deram aproximadamente nos últimos dez anos, especialmente pela atuação do Instituto Max Planck, e estão revolucionando os estudos arqueológicos.

No caso dos fósseis de Lagoa Santa, uma das dificuldades foi a extração do DNA, tendo em vista o clima tropical que deteriora mais rapidamente o material genético.

“Em 2012, começamos as primeiras tentativas, ainda um pouco tímidas. No começo, não estava dando certo. Então, levou, pelo menos, dois anos para a gente aprender como era um protocolo de extração de DNA que funcionasse para Lagoa Santa”, relatou.

O instituto alemão, no entanto, já tinha conseguido extrair DNA neandertal em 2010. Dos 49 indivíduos pesquisados, sete esqueletos com idade entre 10,1 mil e 9,1 mil anos são provenientes de Lapa do Santo, abrigo rochoso em Lagoa Santa.

Além do Brasil, foram utilizados fósseis da Argentina, Belize, Chile e Peru, totalizando 15 sítios arqueológicos.

Strauss destaca que os próximos passos da pesquisa envolvem o aumento da amostragem de DNA para entender com mais detalhes o processo de ocupação da América.

“Encontrar outras populações, outros sítios arqueológicos e esqueletos, que a gente possa extrair o material genético para entender quando exatamente que essa população chega, qual a relação deles com outras populações”, explicou.

Um laboratório de arqueogenética deve ser montado no Brasil, na USP, em 2019. “A gente espera virar um centro que atraia os colegas latino-americanos para realizar as análises aqui, sempre em colaboração com os colegas da Europa e dos Estados Unidos”, disse o arqueólogo.

Crânio de Luzia

Quase uma centena de crânios escavados por Neves e Strauss nos últimos 15 anos se encontram atualmente na USP.

Muitas das campanhas de escavação tiveram financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

Outros fósseis estão guardados na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.

De acordo com a fundação, no entanto, a grande maioria desse acervo arqueológico estava depositada no Museu Nacional, no Rio de Janeiro, o qual foi consumido por um incêndio no dia 2 de setembro deste ano.

O crânio de Luzia estava exposto no museu carioca ao lado do busto com suas feições feito por Neves. A representação do rosto original perdeu-se no fogo, mas há cópias. Felizmente, fragmentos do crânio foram encontrados nos escombros.

Trata-se de um dos mais antigos fósseis já encontrados no continente americano. “É natural que se estenda o que foi observado para os 12 esqueletos analisados agora, o que é bastante. PraticamentÉe, todos eles apontam na mesma direção, a gente assume que a Luzia também seja. Claro, não tem como ter certeza sem analisar o fóssil”, explicou Strauss.

Ele informou que deve ser extraído DNA dos fragmentos do crânio de Luzia, recuperados do incêndio, a partir da liberação do material pela curadoria do Museu Nacional.

“O material foi exposto a temperaturas altíssimas e se tem uma coisa que o DNA não gosta é de calor, porque ele fragmenta o material. Temos que manter as expectativas em níveis comedidos”, finalizou.

(Fonte: Agência Brasil)

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Seleção de Central do Maranhão

Noite de goleadas na segunda rodada da etapa de Pinheiro do Campeonato Maranhense de Beach-Soccer de Seleções Municipais 2018, competição promovida pela Federação de Beach-Soccer com o patrocínio do governo do Estado e da Cerveja Glacial por meio da Lei de Incentivo ao Esporte. Nessa quarta-feira (7), as seleções de Central do Maranhão e de Peri-Mirim deram um passo bastante importante para chegar às semifinais da seletiva ao golearem na rodada.

No primeiro jogo da noite, Central do Maranhão começou a todo vapor. Com um ataque bastante eficiente, o selecionado chegou a abrir 3 a 0 no placar. No entanto, no fim do período inicial, Palmeirândia descontou e esboçou uma reação.

Seleção de Peri-Mirim

No tempo seguinte, as equipes buscaram o gol a todo custo, mas pararam nos goleiros. O resultado de 3 a 1 favorável para Central do Maranhão persistiu por todo o período.

Nos 12 minutos finais, as redes voltaram a balançar. Melhor para a equipe de Central do Maranhão que marcou duas vezes para vencer o duelo por 5 a 2. O resultado fez a equipe assumir a liderança do Grupo C com 3 pontos.

 

Reabilitação

No outro jogo da rodada, Peri-Mirim entrou em quadra pressionado após ter sido derrotado por 5 a 4 por Pinheiro. Talvez por isso, a equipe só precisou de poucos segundos para abrir o placar diante da Seleção de Bequimão. O gol no início deu moral ao selecionado, que fechou os 12 minutos iniciais com ampla vantagem: 3 a 0.

O cenário do segundo período foi o mesmo. Peri-Mirim manteve o ritmo forte para construir a goleada por 6 a 0. Com o resultado favorável, a equipe diminuiu a intensidade no último tempo. No fim do jogo, Bequimão ainda descontou, mas já era tarde: 6 a 1 foi o placar final.

Enquanto isso, no duelo entre Turilândia e São Bento, vitória turilandense por 1 a 0.

Próximos jogos

Nesta quinta-feira (8), a segunda etapa do Campeonato Maranhense de Beach-Soccer de Seleções Municipais 2018 prosseguirá com a realização dos seguintes jogos: Palmeirândia x Viana, Pinheiro x Bequimão e Central do Maranhão x Viana. A bola rola a partir das 19h na arena montada no Parque do Povão, em Pinheiro.

Acompanhe no “site” da FMBS (www.beachsoccerma.com.br) e em suas redes sociais oficiais (@beachsoccerma), a transmissão ao vivo dos jogos da etapa de Pinheiro.

TABELA DE JOGOS
TERÇA-FEIRA (6/11)
Turilândia 2 x 3 Santa Helena
Pinheiro 5 x 4 Peri-Mirim

QUARTA-FEIRA (7/11)
Central do Maranhão x Palmeirândia
Peri-Mirim x Bequimão
Turilândia x São Bento

QUINTA-FEIRA (8/11)
19h – Palmeirândia x Viana
A seguir – Pinheiro x Bequimão
A seguir – Central do Maranhão x Viana

(Fonte: Assessoria de comunicação)

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Seleção de Pinheiro

A segunda etapa do Campeonato Maranhense de Beach-Soccer de Seleções Municipais 2018, competição promovida pela Federação de Beach-Soccer com o patrocínio do governo do Estado e da Cerveja Glacial por meio da Lei de Incentivo ao Esporte, começou em grande estilo na noite dessa terça-feira (6). A arena montada no Parque do Povão, em Pinheiro, recebeu um grande público que prestigiou a rodada dupla da seletiva. Em quadra, melhor para as seleções de Santa Helena e de Pinheiro que começaram o torneio vencendo.

Na partida de abertura, Turilândia e Santa Helena fizeram um duelo bastante equilibrado. As duas equipes criaram muitas chances de gol, mas esbarravam nas boas atuações dos goleiros. Apesar do equilíbrio, o selecionado santaelenense conseguiu se impor no fim do jogo para conseguir uma importante vitória por 3 a 2 e ficar perto das semifinais da etapa.

Seleção de Santa Elena

No jogo principal da noite, a Seleção de Pinheiro fez a alegria da torcida e estreou com vitória apertada sobre Peri-Mirim. Após empate por 4 a 4 no tempo normal, os donos da casa marcaram na prorrogação e conseguiram vencer por 5 a 4. Apesar do placar apertado, o triunfo dá tranquilidade para os pinheirenses avançarem às semifinais.

Nesta quarta-feira (7), a segunda etapa do Campeonato Maranhense de Beach-Soccer de Seleções Municipais 2018 prosseguirá com a realização dos seguintes jogos: Central do Maranhão x Palmeirândia, Peri-Mirim x Bequimão e Turilândia x São Bento. A bola rola a partir das 18h.

Segunda etapa

Ao todo, nove seleções irão participar desta segunda seletiva. Em disputa, estão duas vagas para a fase final do Campeonato Maranhense, previsto para ocorrer em janeiro de 2019, em São Luís. Nesta seletiva, a FMBS confirmou a participação das seguintes seleções: Pinheiro, Peri-Mirim, São Bento, Turilândia, Viana, Santa Helena, Palmeirândia, Bequimão e Central do Maranhão.

As seleções participantes foram distribuídas em três chaves com três times em cada uma. Na primeira fase, enfrentam-se dentro de seus respectivos grupos e apenas o campeão da chave avança às semifinais, além da melhor seleção segunda colocada no geral. As quatro equipes semifinalistas disputam as vagas para a grande decisão na sexta-feira (9).

No “site” da FMBS (www.beachsoccerma.com.br) e em suas redes sociais oficiais (@beachsoccerma), estão disponíveis todas as informações da competição estadual.

TABELA DE JOGOS
TERÇA-FEIRA (6/11)
Turilândia 2 x 3 Santa Helena
Pinheiro 5 x 4 Peri-Mirim

QUARTA-FEIRA (7/11)
18h – Central do Maranhão x Palmeirândia
A seguir – Peri-Mirim x Bequimão
A seguir – Turilândia x São Bento

Próximas etapas regionais (cidade-sede)

Baixada Maranhense (Pinheiro) – de 6 a 10 de novembro
Cocais (Caxias) – de 20 a 24 de novembro
Sul (Imperatriz) – de 27 de novembro
Lençóis/Munim (Barreirinhas) – de 5 a 9 de dezembro
Baixo Parnaíba (Tutoia) – de 18 a 22 de dezembro
Etapa Final (São Luís) – de 2 a 6 de janeiro de 2019

(Fonte: Assessoria de comunicação)

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O presidente eleito, Jair Bolsonaro, criticou, nessa segunda-feira (5), o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e considerou a prova realizada no último domingo (4) como um “vexame” e uma “doutrinação exacerbada”. Em entrevista ao jornalista José Luiz Datena, na TV Band, Bolsonaro afirmou que a questão ideológica é grave no país que precisa ser enfrentada.

“Tão mais grave que a corrupção é a questão ideológica no Brasil, que está muito arraigada por parte de alguns aqui em nossa pátria, e você tem que lutar contra isso. Até a própria prova do Enem, é um vexame você ver o que é uma prova do Enem, o que mede conhecimento, por exemplo, essa primeira parte realizada no domingo passado, ou seja, uma doutrinação exacerbada”, declarou Bolsonaro.

O presidente disse ainda que o Enem deveria cobrar “conhecimentos úteis” para a sociedade em vez de tratar de assuntos que possam influenciar os jovens futuramente. “Uma questão de prova que entra na dialética, na linguagem secreta de gays e travestis não tem nada a ver, não mede conhecimento nenhum. A não ser obrigar para que no futuro a garotada se interesse por esse assunto”, afirmou.

Mais cedo, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL), também criticou o Exame. Em sua conta no Twitter, o filho do presidente eleito compartilhou um comentário pejorativo sobre uma das questões em que havia um texto sobre “o dialeto secreto” usado por gays e travestis. “Aviso que não é requisito para ser ministro da educação saber sobre dicionário dos travestis ou feminismo”, escreveu Eduardo Bolsonaro.

A pergunta, no entanto, não cobrava dos estudantes o conhecimento sobre o vocabulário dos gays e travestis, mas trazia um texto de apoio sobre o tema e questionava quais as características técnicas para que uma linguagem seja considerada um dialeto.

O deputado ainda recomendou aos estudantes que eles estudem o que os deixarão aptos para a vida. “Prezados estudantes, quando vocês forem ser entrevistados para um emprego ou estiverem abrindo um empreendimento aviso: sexualidade, feminismo, linguagem travesti, machismo e etc terão pouca ou nenhuma importância. Portanto, estude também o que lhe deixará apto para a vida”, escreveu Eduardo Bolsonaro.

O deputado também compartilhou um “post” que chama o Enem de “bizarro” e defende a aprovação do projeto que quer instituir a chamada Escola sem Partido.

Enem

A prova aplicada no domingo (4) teve questões de linguagem, ciências humanas e redação, que abordaram temas como direitos humanos, racismo, ditadura militar e violência contra a mulher. O tema da redação foi “Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet”. O conteúdo da prova teve boa repercussão entre especialistas e professores.

O segundo dia de provas do Enem será realizado no próximo domingo (11). Na segunda etapa, os estudantes farão questões de ciências da natureza e matemática.

(Fonte: Agência Brasil)

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Metade da população brasileira ouve músicas e assiste a vídeos pela “internet”. A informação foi divulgada, nesta segunda-feira (5), pelo Comitê Gestor da Internet (CGI) no Fórum da Internet no Brasil, que ocorre nesta semana, em Goiânia. Ela faz parte da pesquisa TIC Domicílios Cultura, elaborada pelo CGI como detalhamento do estudo anual TIC Domicílios, lançado em julho deste ano.

Entre os entrevistados, 29% baixam músicas, 26% publicam textos, fotos ou vídeos de criação própria, 16% fazem “download” de filmes e 10% baixam séries. Entre 2014 e 2017, o hábito de consumir em tempo real áudio e vídeo (ou “streaming”, no termo em inglês) aumentou de 2014 até 2017: saiu de cerca de 58% para 71%. Já a prática de baixar obras sonoras ou audiovisuais ficou menos popular, caindo de 51% para 42% no caso de músicas e de 29% para 23% em relação a filmes.

“A ampliação do consumo é muito devido às plataformas de ‘streaming’. Essa prática, que antes era mais predominante de fazer ‘download’ e ter arquivo próprio no seu computador, agora as pessoas estão conseguindo mais acessar plataformas que disponibilizam esses conteúdos ‘on-line’”, analisa a coordenadora da pesquisa TIC Cultura, Luciana Lima.

Tipo de conexão

O tipo de conexão impacta esse acesso a conteúdos culturais. Enquanto o hábito de ouvir músicas na “internet” é de 70% dos usuários com conexão em banda larga fixa, entre aqueles que dependem de 3G e 4G o índice cai para 59%. No caso de vídeos, a diferença entre as pessoas com conexões fíxas e móveis é de 72% e 57%. Entre aqueles que usam a “internet” para ler notícias, os percentuais são, respectivamente, de 57% e 43%.

“Você tem uma questão de renda. Enquanto as classes mais altas têm conexão tanto 3G quanto “wi-fi” [conexão sem fio], a população de baixa renda depende exclusivamente do dispositivo móvel. Isso tem impacto no consumo de conteúdos culturais, pois faz com que quem tem conexões fixas de banda larga no seu domicílio consuma mais ‘streaming’ do que quem tem acessos só no celular”, destaca Alexandre Barbosa, gerente do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic-BR), órgão vinculado ao Comitê Gestor da Internet.

Frequência e origem

Quanto à frequência, o tipo de conteúdo consumido mais comumente é a música: 29% da população ouve todo dia, 16%, pelo menos, uma vez por semana e 3% uma vez por mês. O restante não informou. A popularidade do “streaming” de filmes é menor: 12% assistem todo dia, 15%, pelo menos, uma vez por semana e 5%, pelo menos, uma vez por mês. Entre os fãs de séries, os índices foram, respectivamente, de 11%, 10% e 3%.

Os serviços pagos ainda não têm grande preferência entre a população. Do total, 10% pagam para ver filmes ou séries, 5% são clientes de “streaming” de música, e 3% relataram que compram filmes para baixar e assistir em seus computadores ou telefones celulares.

A pesquisa também perguntou aos entrevistados a origem dos conteúdos consumidos. Do total, 48% ouvem músicas brasileiras, e 28%, estrangeiras. No caso dos filmes, a diferença é menor, com 26% de obras nacionais e 24% internacionais. Em relação às séries, a preferência se inverte: 21% assistem a programas estrangeiros, e 13% veem obras produzidas aqui.

Publicações e compartilhamento

O estudo avaliou o comportamento dos usuários na produção e compartilhamento de conteúdos diversos. Enquanto o hábito de postar textos, imagens e vídeos em “blogs”, “sites” e plataformas como redes sociais ficou estável entre 2014 e 2017, a prática de compartilhar esses tipos de mensagens e conteúdos cresceu no mesmo intervalo, saindo de 60% para 73% dos usuários de “internet”.

O tipo de informação mais difundido é a imagem, publicada por 24% da população. Em seguida, vêm textos, com 13%, vídeos, com 11%, e músicas, com 4%. A motivação mais comum, conforme o levantamento, foram a divulgação de situações cotidianas, com 17%, dar opinião sobre temas de seu interesse, com 14%, e aproximar-se de pessoas com interesses comuns (13%).

A pesquisa TIC Domicílios é realizada, anualmente, pelo Comitê Gestor da Internet. Na edição relativa ao ano de 2017, foram ouvidos moradores de 23.592 domicílios em 350 cidades entre novembro de 2017 e maio de 2018.

(Fonte: Agência Brasil)

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Desde o início, os cruzeirenses mostraram determinação para construir o placar elástico. Com grande atuação de Guilherme Barbosa – autor de três tentos – o Ippon Cruzeiro não teve dificuldades para vencer na rodada.

Quem também venceu bem foi o Moto Club: 4 a 1 sobre o Elmo Tarrafas. Apesar da goleada, os meninos do Papão não tiveram vida fácil, mas foram mais eficientes nos momentos decisivos para sair de quadra com a vitória.

Em um duelo de 11 gols, o Afasca derrotou o R.C.D. Guarani por 6 a 5 em um jogaço. O Guarani chegou a abrir 4 a 2, mas o Afasca reagiu e conseguiu o gol da vitória a dez segundos do apito final com um belo gol de Vinícius Maranhão.

Outros resultados

A rodada desse fim de semana do Campeonato Maranhense Sub-16 contou, ainda, com outros cinco jogos: CMT 5 x 2 CMT/Titans Itapecuru, Independente Barreirinhas 5 x 1 Aurora Futsal, CAD CBP 2 x 3 Túnel do Sacavém, Desportiva Ribamarense 0 x 8 Magnólia e Xandanga Luneng E.C. 5 x 4 Nafte Juventude.

Sub-12 e Sub-14

Também no sábado (3), a Fefusma deu prosseguimento às disputas do Campeonato Maranhense de Futsal Sub-14. Três partidas movimentaram a rodada no Ginásio Costa Rodrigues: Corinthians do Bequimão 9 x 1 ECEF, Ippon Cruzeiro 4 x 5 CMT/Titans Itapecuru e Independente Barreirinhas 3 x 1 Magnólia.

Na sexta-feira (2), o Ginásio da APCEF foi palco dos jogos da Estadual Sub-12. Em oito jogos realizados, foram marcados 51 gols, o que significa uma média de 6,3 gols por partida. E essa elevada média se deve à vitória do Cruzeiro APCEF por 10 a 0 sobre a Escolinha Toque de Craque. Os outros resultados foram os seguintes: Moto Club 4 x 0 CBPJ, Palmeirinha 5 x 1 R13 Futsal, Ippon Cruzeiro 3 x 1 CAD CBP, CMT/Titans 2 x 3 CT Sports/Alemanha, Meninos de Ouro Santa Rita 4 x 3 Juventude Maranhense, Estrelinha Bom de Bola 4 x 5 RAF 07 e Sport Vila Embratel 4 x 2 Túnel do Sacavém.

Nas redes sociais oficiais da Federação de Futsal do Maranhão (@fefusma) estão disponíveis os resultados, tabelas de jogos e fotos das partidas de todas as categorias.

(Fonte: Assessoria de comunicação)

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A partir desta terça-feira (6), a cidade de Pinheiro será palco da segunda etapa do Campeonato Maranhense de Beach-Soccer de Seleções Municipais 2018, competição promovida pela Federação de Beach-Soccer com o patrocínio do governo do Estado e da Cerveja Glacial por meio da Lei de Incentivo ao Esporte. As disputas ocorrerão na arena montada no Parque do Povão, até o sábado (10).

Ao todo, nove seleções irão participar desta segunda seletiva. Em disputa, estão duas vagas para a fase final do Campeonato Maranhense, previsto para ocorrer em janeiro de 2019, em São Luís. Após a realização de uma etapa apenas, duas seleções estão classificadas para a fase final: São Luís e Paço do Lumiar.

Para esta segunda seletiva, a FMBS confirmou a participação das seguintes seleções: Pinheiro, Peri-Mirim, São Bento, Turilândia, Viana, Santa Helena, Palmeirândia, Bequimão e Central do Maranhão. Os grupos e a tabela serão definidos antes de a bola começar a rolar, durante o Congresso Técnico.

As seleções participantes serão distribuídas em três chaves com três times em cada uma. Na primeira fase, enfrentam-se dentro de seus respectivos grupos e, apenas, o campeão da chave avança às semifinais, além da melhor seleção segunda colocada no geral. As quatro equipes semifinalistas disputam as vagas para a grande decisão na sexta-feira (9).

No “site” da FMBS (www.beachsoccerma.com.br) e em suas redes sociais oficiais (@beachsoccerma), estão disponíveis todas as informações da competição estadual.

Próximas etapas regionais (cidade-sede):

Baixada Maranhense (Pinheiro) – de 6 a 10 de novembro
Cocais (Caxias) – de 20 a 24 de novembro
Sul (Imperatriz) – de 27 de novembro a 1º de dezembro
Lençóis/Munim (Barreirinhas) – de 5 a 9 de dezembro
Baixo Parnaíba (Tutoia) – de 18 a 22 de dezembro
Etapa Final (São Luís) – de 2 a 6 de janeiro de 2019

(Fonte: Assessoria de comunicação)

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Começou, em Goiânia, o Fórum da Internet no Brasil sobre tecnologias da informação e comunicação e o mundo “on-line” no país. Até o próximo dia 7, no Centro de Eventos da Universidade Federal de Goiás, serão debatidos temas como inteligência artificial, proteção de dados, papel das plataformas, desinformação e notícias falsas, acervos digitais, crimes cibernéticos, privacidade, gestão e governança.

A iniciativa é do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI-BR), órgão multissetorial responsável pela concessão de domínios na “web” no país, por estudos na área e pelo debate acerca de diretrizes para políticas relacionadas ao setor. Esta é a oitava edição do evento, realizado anualmente.

Uma das marcas do encontro é a participação de diversos setores nos debates. Todas as palestras contam com representantes do Poder Público, de organizações da sociedade civil, de pesquisadores e docentes de instituições de ensino superior e do segmento empresarial, especialmente da área de tecnologias da informação e comunicação. A participação dos quatro setores espelha a composição do comitê e dos espaços de governança internacionais.

Um dos principais temas é o papel da “web”, especialmente das redes sociais, nessas eleições. Mesas de debates vão analisar o fenômeno das chamadas notícias falsas, as mensagens discriminatórias e de incitação à violência contra segmentos da sociedade e o uso de recursos “on-line” nas campanhas, como o impulsionamento de conteúdos.

Outro assunto previsto na programação é o futuro da política de proteção de dados no país. Em julho, foi aprovada a Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709), sancionada com vetos a alguns pontos pelo presidente Michel Temer. O principal veto diz respeito à criação de um órgão regulador denominado Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). Pela redação aprovada no Senado, o órgão ficaria responsável pela edição de normas complementares e pela fiscalização das obrigações previstas na lei. O desafio agora é definir como será a transição até a sua entrada em vigor, o que só ocorrerá em fevereiro de 2020.

As discussões, durante o encontro, servirão de base para reflexão coletiva sobre temas relacionados à “web”, políticas públicas e polêmicas do mundo digital, bem como à atuação do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI-BR).

(Fonte: Agência Brasil)

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No primeiro domingo do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem), foram aplicadas as provas de linguagem, ciências humanas e redação. Alguns temas abordados foram a Declaração Universal dos Direitos Humanos, racismo, ditadura militar e violência contra a mulher.

Logo na sexta questão, a prova citou a diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, Audrey Azoulay, em uma fala sobre a existência da discriminação e do ódio na sociedade. “A Declaração Universal dos Direitos Humanos está completando 70 anos em tempos de desafios crescentes, quando o ódio, a discriminação e a violência permanecem vivos”.

Racismo

O exame também incluiu o trecho de uma matéria de jornal que cita a “intolerância do internauta” brasileiro, traduzida em mensagens de racismo, posicionamento político e homofobia. O racismo também foi abordado em um poema que aborda o discurso racista internalizado na sociedade. O racismo apareceu ainda na prova de ciências humanas, por meio da ativista Rosa Parks.

Rosa Parks foi uma costureira negra norte-americana que entrou para a história da luta pela igualdade de direitos civis ao recusar-se a ceder seu lugar no ônibus a uma pessoa branca. Parks foi presa por um dia, mas seu gesto deu início a um boicote ao transporte público local e culminou, meses depois, com o fim da lei que determinava a separação de negros em assentos separados dos brancos nos Estados Unidos. O episódio com Rosa Parks foi incluído na prova.

Violência contra a mulher

A violência contra a mulher foi outro tema levantado nas provas de hoje. Na prova de linguagens, códigos e suas tecnologias, uma campanha publicitária contra o assédio a mulheres em trens de Porto Alegre foi tema de uma questão.

Uma peça publicitária da década de 1940 foi tema de outra questão na prova de ciências humanas e suas tecnologias. A peça reforça os estereótipos de mulher submissa, e a prova questionou o estudante sobre essas distorções da visão, predominante à época, que se tinha da mulher.

Ditadura militar

A ditadura militar foi tema na prova de ciências humanas. O exame reproduziu a carta do cartunista Henfil ao presidente Ernesto Geisel escrita em 1979. Na carta, Henfil declara a devolução do seu passaporte, uma vez que os passaportes de outras oito pessoas, dentre elas Leonel Brizola e Miguel Arraes, tinham sido negados.

“Considerando que, desde que nasci, me identifico plenamente com a pele, a cor dos cabelos, a cultura, o sorriso, as aspirações, a história e o sangue destes oito senhores. […] venho por meio desta devolver o passaporte que, negado a eles, me foi concedido pelos órgãos competentes do seu governo”, diz um trecho da carta reproduzida no exame.

Redação

Hoje, os estudantes fizeram provas de linguagem, ciências humanas e redação. O tema da redação foi “Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet”. O exame continua no dia 11 de novembro, quando os estudantes farão provas de ciências da natureza e matemática.

Prova mais conteudista

Para o professor de redação, sócio e vice-presidente de educação do curso “on-line” Descomplica, Rafael Cunha, o Enem manteve o padrão das provas dos últimos anos. “Muita leitura, uma variedade bastante grande de textos, desde técnicos, passando por literários, gráficos, ilustrações, fotografias e obras de arte”.

Segundo Cunha, a prova foi essencialmente de leitura e interpretação. “Foi uma prova de diversos textos ligados a questões sociais bastante relevantes como imagem da mulher, preconceito em relação à mulher, racismo. Uma prova com preocupação social bastante forte”.

O professor de filosofia e sociologia do curso pré-vestibular “on-line” ProEnem, Leandro Vieira, concorda que o Enem 2018 seguiu tendência de anos anteriores e estava mais complexa. “A prova estava mais complexa, mais conteudista. Os participantes precisavam de mais conteúdo e menos intepretação para resolver questões”, diz e acrescenta: “A prova estava extremamente cansativa, muitos textos longos. Exigiu do aluno atenção e cuidado, exigiu que se mantivesse calmo".

De acordo com o professor, as questões sociais foram mantidas e havia mais questões de história. Geografia perdeu um pouco o espaço, na avaliação de Vieira.

A tendência conteudista, para Vieira, pode excluir estudantes menos preparados. “Eu acho que o Enem, quando iniciou lá atrás, tinha a proposta de ser uma prova mais abrangente, que possibilitava abranger o Brasil em maior escala. Está perdendo um pouco esse viés. Distanciando alunos que não tem acesso a cursinho e à educação de maior qualidade”.

A partir das 20h30, professores irão corrigir, ao vivo, no especial “Caiu no Enem”, veiculado na TV Brasil, na “web” e nas rádios Nacional e MEC. Os candidatos podem participar do programa pela “web”, em tempo real, enviando as dúvidas e comentários para as redes sociais da TV Brasil com a “hashtag” #CaiuNoEnem.

Segundo domingo de provas

O segundo domingo de provas será dia 11 de novembro, quando os estudantes farão provas de ciências da natureza e matemática.

A estrutura para aplicação do Enem envolve 10.718 locais de aplicação, 155.254 salas e mais de meio milhão de colaboradores. Foram impressas 11,5 milhões de provas de doze Cadernos de Questões diferentes. Haverá, ainda, uma videoprova em Língua Brasileira de Sinais (Libras). Ao todo, são quase 600 mil pessoas envolvidas na aplicação do exame.

A nota do exame poderá ser usada para concorrer a vagas no ensino superior público pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), a bolsas em instituições privadas, pelo Programa Universidade para Todos (Prouni) e para participar do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Gabarito

O gabarito oficial do Enem 2018 será divulgado pelo Inep até 14 de novembro. Já o resultado deverá ser divulgado no dia 18 de janeiro de 2019.

Ao todo, 5.513.726 estudantes estão inscritos para fazer o exame em 1.700 cidades.

(Fonte: Agência Brasil)

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O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) teve o menor percentual de faltantes desde 2009, de acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), 24,9%, o que representa cerca de 1,4 milhão de estudantes do total de 5,5 milhões de inscritos.

Até então, a menor porcentagem de ausentes foi registrada em 2011, quando 26,4% não fizeram as provas. De acordo com o ministro da Educação, Rossieli Soares, o número final de faltantes será divulgado no segundo dia do exame, 11 de novembro. Aqueles que comparecerem no segundo dia de prova serão considerados presentes.

Para Soares, a redução das faltas se deve, entre outros motivos, pela mudança nas regras do exame. Os estudantes isentos que faltarem perderão a isenção no próximo Enem caso não justifiquem a ausência. Além disso, contribuiu o fato das provas serem realizadas em dois domingos e não mais em um sábado e um domingo. “Importante termos esse resultado. Avançarmos na questão dos ausentes", diz Soares. Na avaliação dele, a logística “funcionou e está funcionando maravilhosamente bem".

Do total de inscritos, 10,55% até hoje (4), no primeiro dia do Enem, não acessaram o cartão de confirmação, que contém o local de prova, o que equivale a 581.892 participantes. Na avaliação do Inep, o acesso foi grande.

Hoje, os estudantes fizeram provas de linguagem, ciências humanas e redação. O exame continua no dia 11 de novembro, quando os estudantes farão provas de ciências da natureza e matemática.

O gabarito oficial será divulgado em 14 de novembro, com os Cadernos de Questões, no “site” do Enem e no Aplicativo. Já o resultado deverá ser divulgado no dia 18 de janeiro de 2019.

Provas canceladas

As provas tiveram que ser canceladas em dois locais de prova, um em Porto Nacional (TO) e um em Franca (SP) devido à falta de energia elétrica. Segundo o Inep, esses estudantes poderão fazer o segundo dia de prova normalmente. O Enem será reaplicado nos dias 11 e 12 de dezembro para esses estudantes. Aqueles que forem prejudicados poderão fazer apenas o dia do exame que não conseguiram fazer na data regular.

Segurança

Duas pessoas foram presas em Montes Claros (MG) por uso de ponto eletrônico no exame. Essas pessoas já vinham sendo monitoradas pela Polícia Federal. Além desses participantes, 69 foram eliminados, dois por se recusarem a ser revistados por detector de metal e 67 por descumprimento das regras do edital, como ausentar-se antes do horário permitido, não atender a orientações dos fiscais, entre outras.

Neste ano, a aplicação do Enem conta com cinco vezes mais detectores de metais. Todos os banheiros passaram a contar com detectores. Além disso, todas as medidas de segurança da edição passada foram mantidas.

O Enem é monitorado, pela primeira vez, no Centro Integrado de Comando e Controle Nacional (CICCN), além dos Centros Integrados de Comando e Controle Regionais (CICCR), distribuídos pelas Unidades da Federação e com representantes de todas as forças de segurança envolvidas na aplicação.

Denúncias

Os candidatos também poderão usar a Página do Participante para denunciar qualquer intercorrência que tenha atrapalhado a execução da prova. Podem usar o canal para denunciar também “fake news”, notícias falsas que recebam. Os participantes podem também entrar em contato com o Inep pelo telefone 0800-616161.

(Fonte: Agência Brasil)