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A carteira estudantil digital começará a ser emitida em 90 dias e será ofertada nas lojas Google Play e Apple Store. Com o documento, os estudantes vão poder pagar meia-entrada em “shows”, cinema, teatro e outros eventos culturais. O prazo começa a contar hoje (9), com a publicação da medida provisória (MP) que dispõe sobre o pagamento de meia-entrada no “Diário Oficial da União”.

O estudante que solicitar a carteira digital terá que consentir com o compartilhamento dos dados cadastrais e pessoais com o Ministério da Educação (MEC) para subsidiar o Sistema Educacional Brasileiro — o novo banco de dados nacional dos alunos, a ser criado e mantido pela pasta.

O MEC poderá usar essas informações apenas para formulação, implementação, execução, avaliação e monitoramento de políticas públicas. O sigilo dos dados pessoais deve ser garantido sempre que possível.

O estudante com idade igual ou superior a 18 anos e o responsável legal pelo aluno menor de idade responderão pelas informações autodeclaradas e estarão sujeitos às sanções administrativas, cíveis e penais previstas em lei na hipótese de fraude.

De acordo com a MP, a carteirinha digital poderá ser emitida pelo MEC; pela Associação Nacional de Pós-Graduandos; pela União Nacional dos Estudantes (UNE); pela União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes); por entidades estudantis estaduais, municipais e distritais; diretórios centrais dos estudantes; centros e diretórios acadêmicos e outras entidades de ensino e associações representativas dos estudantes, conforme definido em ato do ministro da Educação.

O MEC poderá ainda firmar contrato ou instrumento congênere com a Caixa Econômica Federal para emissão gratuita ao estudante do modelo físico da carteira de identificação estudantil.

Segundo a MP, a nova carteira estudantil física solicitada em um ano será válida até 31 de março do ano seguinte e a digital, enquanto o aluno permanecer matriculado em estabelecimento que forneça os níveis e as modalidades de educação e ensino. O documento perderá a validade quando o estudante se desvincular do estabelecimento.

(Fonte: Agência Brasil)

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Este domingo (8) marca a passagem do Dia Internacional da Alfabetização, data instituída pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco), no século passado (em 1966), para incentivar o pleno letramento da população internacional. Apesar da melhoria do acesso às escolas, nos últimos 53 anos em diversos países, ainda existem em todo o planeta 750 milhões de jovens e adultos que não sabem ler nem escrever.

Se todas essas pessoas morassem em um único país, a população só seria inferior a da China e da Índia, que têm, cada uma, mais de 1 bilhão de habitantes. A nação hipotética do analfabetismo tem mais do que o dobro de toda a população dos Estados Unidos. Nesse contingente, duas de cada três pessoas que não sabem ler são mulheres.

Ainda segundo a Unesco, o problema do analfabetismo perdurará por muito tempo. No ano passado, 260 milhões de crianças e adolescentes não estavam matriculados nas escolas.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2018, havia 11,3 milhões de pessoas analfabetas com 15 anos ou mais de idade. Se todos residissem na mesma cidade, este lugar só seria menos populoso que São Paulo – a capital paulista tem população estimada de 12,2 milhões.

A taxa do chamado “analfabetismo absoluto” no Brasil é de 6,8%. Como ocorre com os dados internacionais, o analfabetismo não atinge a todos da mesma forma. “Na análise por cor ou raça, em 2018, 3,9% das pessoas de 15 anos ou mais – de cor branca – eram analfabetas, percentual que se eleva para 9,1% entre pessoas de cor preta ou parda. No grupo etário 60 anos ou mais, a taxa de analfabetismo das pessoas de cor branca alcança 10,3% e, entre as pessoas pretas ou pardas, amplia-se para 27,5%”, descreve nota do IBGE.

Netos e avós

Segundo os pesquisadores ouvidos pela Agência Brasil, o volume de analfabetos é bastante alto e não diminui por falta de investimentos na Educação de Jovens e Adultos (EJA). “Para um gestor público, prefeito, governador, interessa muito mais investir em educação básica, não na Educação de Jovens e Adultos, porque é uma parcela muito pequena”, critica Maria do Rosário Longo Mortatti, professora titular da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e também presidente emérita da Associação Brasileira de Alfabetização. Segundo ela, o investimento no EJA é “secundarizado”.

Por trás desse comportamento, há antigo raciocínio entre gestores públicos de que a “dinâmica demográfica”, com a renovação das gerações, extinguiria o analfabetismo absoluto no passar dos anos, conforme lembra Maria Clara Di Pierro, professora de Educação da Universidade de São Paulo (USP), especializada em políticas públicas de jovens e adultos.

“Esse raciocino não é novo. O ex-ministro [da Educação] já falecido Paulo Renato usava muito esse argumento, dizendo ‘vamos concentrar os nossos esforços nas novas gerações. A sucessão geracional se encarregará de eliminar o analfabetismo’. Alguns pesquisadores e jornalistas compartilham essa visão, mas ela é duplamente equivocada”, aponta.

“De um lado, porque a gente continua produzindo analfabetismo, não se trata apenas de um resíduo do passado, e os idosos estão vivendo mais. De outro lado, nós temos o analfabetismo funcional mediado pelo sistema educativo. Então, essa esperança ‘vamos deixar os velhinhos morrerem para acabar com o problema’ é uma ilusão, e não faz frente ao que temos de enfrentar”, complementa Di Pierro.

A mesma visão tem a professora Francisca Izabel Pereira Maciel, diretora do Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Ela ressalta que o Poder Público “não pode descuidar-se do analfabetismo absoluto” e que “é direito das pessoas aprender a ler e escrever”.

Ainda que o analfabetismo absoluto atinja, predominantemente, os mais idosos, a professora Francisca Izabel salienta que, em muitas famílias, são os avós que cuidam dos netos enquanto os pais trabalham. A falta de escolaridade entre os mais velhos dificulta o acompanhamento escolar e pode desestimular o interesse pelos estudos entre os mais novos.

Analfabetismo funcional

As estatísticas do IBGE consideram as pessoas com 15 anos ou mais que foram declaradas como analfabetas em pesquisa periódica de amostra domiciliar. Os números, no entanto, podem ser ainda mais graves se for medida a “capacidade de compreender e utilizar a informação escrita e refletir sobre ela” – como faz o estudo Indicador de Alfabetismo Funcional, elaborado pelo Instituto Paulo Montenegro e pela Ação Educativa.

Testes cognitivos aplicados no ano passado em 2.002 pessoas residentes em áreas urbanas e rurais de todo o país verificou que 29% das pessoas podem ser consideradas analfabetas funcionais e que não superam o nível rudimentar de proficiência. Apenas 12% da população é considerada “proficiente”.

Roberto Catelli Jr., coordenador-adjunto da Ação Educativa, explica que o analfabeto funcional é considerado a pessoa “capaz de identificar palavras, números, assinar o nome e ler frase. Mas não consegue realizar tarefa se precisar ler um pouco mais que isso – um parágrafo de um texto da vida cotidiana”, como recorte de jornal, um cartaz ou, até mesmo, uma receita de bolo.

A proporção de analfabetos funcionais no Brasil totaliza 38 milhões de pessoas. O volume dessa população é maior que quase todos os Estados brasileiros, só perde para o total de residentes no Estado de São Paulo (41,2 milhões).

Política de alfabetização

Os problemas de alfabetização também são assinalados pelo Ministério da Educação (MEC) que está iniciando a instalação da Política Nacional de Alfabetização (PNA). O caderno de apresentação da PNA consolida vários indicadores educacionais, entre eles os resultados da Avaliação Nacional da Alfabetização (ANA), feita em 2016, que contabiliza que “54,73% de mais de 2 milhões de alunos concluintes do 3º ano do ensino fundamental apresentaram desempenho insuficiente no exame de proficiência em leitura”. Na mesma pesquisa, um terço dos alunos apresentavam níveis “insuficientes” em escrita.

Outros dados compilados pelo MEC são os resultados do Programa Internacional de Avaliação dos Estudantes, mais conhecido pela sigla Pisa , que, em inglês, significa “Programme for International Student Assessment”. Conforme a avaliação, o Brasil ficou em 59º lugar em leitura num “ranking” de 70 países.

“Os resultados obtidos pelo Brasil nas avaliações internacionais, e os próprios indicadores nacionais revelam um grave problema no ensino e na aprendizagem de leitura, de escrita e de matemática. É uma realidade que precisa ser mudada. Por isso, a Política Nacional de Alfabetização pretende oferecer às redes e aos alunos brasileiros, por meio de programas e ações, a valiosa contribuição das ciências cognitivas, especialmente da ciência cognitiva da leitura. Uma política de alfabetização eficaz terá reflexos positivos não apenas na educação básica, mas em todo o sistema educacional do país”, aponta o ministro Abraham Bragança de Vasconcellos Weintraub em nota de apresentação da PNA.

Desigualdade social

Conforme os especialistas ouvidos pela Agência Brasil, o analfabetismo resiliente no Brasil, absoluto ou funcional, reflete a exclusão do passado, faz sombra ao presente e mina possibilidades do futuro. “A discussão sobre analfabetismo se inicia no século XIX com o Brasil independente querendo se tornar nação como uma questão inicialmente sobre quem tinha direito. Era uma questão de voto. Quem podia votar”, ressalta Maria do Rosário Longo Mortatti, professora da Unesp.

“Existe uma desigualdade social que se espelha na própria desigualdade educacional. As oportunidades não são iguais para todos. Existe uma desvalorização da educação para pessoas de baixa renda”, lamenta Roberto Catelli Jr., da Ação Educativa, ao pensar sobre as dificuldades atuais do país acabar com o analfabetismo.

“Chegar à idade adulta na condição de analfabeto numa sociedade letrada predominantemente urbana, grafocêntrica [centrada na escrita] é uma situação que ocorre por processo de exclusão social que são múltiplos, que não são estritamente educacionais”, opina a professora Maria Clara Di Pierro, da USP, prevendo a perpetuação do quadro social.

“Não é um problema estritamente educativo. É um sintoma cultural de um processo mais amplo de exclusão. Reverter isso para os grupos mais vulneráveis requer mais políticas intersetoriais”, aconselha.

(Fonte: Agência Brasil)

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O Campeonato Maranhense Sub-15 de Futebol 7, competição promovida pela Federação Maranhense de Futebol 7 (FMF7), prossegue neste domingo (8), com a realização da segunda rodada. Três partidas movimentarão o torneio no campo do A&D Eventos, no Bairro do Turu. A bola rola a partir das 7h45.

Grêmio Maranhense e Grêmio Vinhais abrem a rodada, em duelo válido pelo Grupo A. Enquanto o time do Bairro do Vinhais tenta a segunda vitória consecutiva, o rival terá força máxima em busca do primeiro triunfo no Estadual, após ter sido derrotado na estreia para o Grupama por 3 a 1.

Na sequência, às 9h, é a vez do Grêmio Maranhense B enfrentar o Instituto Craque na Escola, que estreia nesta rodada. A partida movimentará o Grupo B que, até agora, é a chave mais disputada.

Às 9h40, a garotada do Maranhão Atlético terá seu primeiro compromisso no Estadual Sub-15. Pelo Grupo C, o time atleticano enfrentará o Grupama Maranhense B.

No “site” (www.fut7ma.com.br) e nas redes sociais oficiais da federação (@fmf7ma) estão disponíveis todas as informações da competição estadual. O Campeonato Maranhense Sub-15 de Futebol 7 é uma realização da Federação Maranhense de Futebol 7 (FMF7) e conta com os apoios da A&D Eventos e AP Assessoria de Imprensa.

PRÓXIMOS JOGOS
Domingo (8/9/19)
7h45 – Grêmio Maranhense x Grêmio Vinhais
9h – Grêmio Maranhense B x Instituto Craque na Escola
9h40 – Maranhão Atlético x Grupama B

(Fonte: Assessoria de comunicação)

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O Projeto Samba Que Roda pede passagem nas comemorações dos 407 anos de São Luís. Neste sábado (7), a partir das 19h, os sambistas Serrinha do Maranhão, Nivaldo Santos e Boscotô comandam a maior roda de samba do Estado. O Ceprama abre suas portas para este projeto, uma realização do Grupo Oito e da OCTOP Entretenimento que conta com os patrocínios da Glacial e do governo do Estado por meio da Lei de Incentivo à Cultura. Para quem curte uma boa música, nada melhor do que aproveitar um sábado à noite com samba da melhor qualidade. E detalhe: a entrada é gratuita.

Nesta edição do Samba Que Roda, serão mais de seis horas de música. São Luís vai simplesmente respirar samba porque “quem não gosta de samba, bom sujeito não é”. Serrinha, Nivaldo e Boscotô serão os anfitriões da festa, mas não os únicos a subirem ao palco.

O trio de bambas terá a companhia de convidados ilustres do cenário local. Inácio Pinheiro, Marlon Reis, Chico Chinês, Fernando Macaé, Adão Camilo e Dadá Maravilha já estão confirmados no Samba Que Roda. No repertório dos sambistas, estão composições de artistas da terra e, também, de grandes nomes do cenário nacional.

“Vai ser uma autêntica roda de samba com parte dos representantes desse gênero que, há, pelo menos, 30 anos, já fazem o samba acontecer em São Luís e no Maranhão. Vamos curtir uma roda de samba como nunca se fez na capital e em um local escolhido de forma especial. Vai comparecer um público que gosta do bom samba, daqueles sambas que são imortais e que ficaram marcados ao longo dos tempos. Vamos fazer um passeio por todas essas músicas. Vamos proporcionar um ambiente muito bem organizado, com cerveja gelada, com espaço para se divertir, dançar, sambar. A expectativa é muito positiva para uma noite que será memorável”, afirmou Boscotô, um dos nomes que comandará a noite.

Idealizadora do Samba Que Roda, a produtora-executiva do projeto, Cássia Melo, explica que a intenção é levar o samba de raiz para outras localidades de São Luís e, posteriormente, para outras cidades. Para ela, é importante oferecer a toda a população a oportunidade de conhecer e aproveitar o que há de melhor na música maranhense.

“O projeto nasceu de uma ideia de fazer uma itinerância do samba de raiz do Maranhão para outros municípios, outros bairros. Por isso que o nome é Samba Que Roda. Ele abre este ano, no Ceprama, no aniversário de São Luís, e a ideia é dar a sequência dessa festa em outros bairros com entrada franca e acesso a um lazer genuinamente maranhense para toda a população, ocupando os espaços públicos”, revelou.

Perfis

Serrinha do Maranhão não é apenas uma voz que canta samba. É o próprio samba se expressando em “sua mais perfeita” tradição. Não é apenas mais um cantor de samba, mas a “cara e a alma” desse gênero musical tipicamente brasileiro. Em seu currículo, já tocou com nomes como Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz, Beth Carvalho, Jorge Aragão, dentre outros bambas do samba. Atualmente, seu trabalho de maior destaque está no projeto Samba de Iaiá, onde divide o palco com Chico Chinês.

Nivaldo Santos já tocou em parceria com César Teixeira, Nanina da Vila, Mestre Joca, dentre outros. Em 2014, venceu o Festival de Música Carnavalesca na categoria Melhor Música e Intérprete. Entre os anos de 2014 e 2016, foi homenageado com o prêmio Melhores do Samba.

Boscotô é músico percussionista, intérprete, compositor e produtor cultural atuante do tradicional reduto cultural de São Luís, o Bairro da Madre Deus. É membro-fundador de diversos grupos, como o Regional Trezentos e Dez, do bloco carnavalesco Máquina de Descascar’alho, da Companhia Barrica de Teatro de Rua, do Conjunto Madrilenus, dentre outros. Como músico, já participou de “shows” com artistas locais e nacionais, como Naninha da Vila Maria, Alcione, Martinho da Vila, Arlindo Cruz, Paulinho da Viola, entre muitos outros.

SERVIÇO
O quê: Projeto Samba Que Roda
Quando: 7 de setembro, às 19h
Onde: Ceprama
ENTRADA GRATUITA

Patrocínios: Glacial e governo do Estado
Realização: Grupo Oito e OCTOP Entretenimento

(Fonte: Assessoria de comunicação)

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Como resultado da articulação e de requerimento apresentado pela bancada do Maranhão no Congresso Nacional, o plenário da Câmara dos Deputados aprovou, na última quarta-feira (4), por 330 votos a 98, o regime de urgência para o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 523/19. A proposta contém o Acordo de Salvaguardas Tecnológicas (AST) relacionado a lançamentos de satélites a partir da Base de Alcântara (MA), assinado entre Brasil e Estados Unidos, em março deste ano.

“Temos que exaltar o esforço dos colegas da bancada desde a assinatura do AST. Esse acordo é muito importante do ponto de vista estratégico, econômico e social para o Brasil, o Maranhão, São Luís e Alcântara. A expectativa é que algo em torno de US$ 4 bilhões sejam investidos em nosso Estado nos próximos cinco anos, o que vai movimentar a economia e gerar empregos”, diz o coordenador da bancada federal maranhense, deputado Juscelino Filho (DEM-MA).

O acordo de salvaguardas estabelece regras para o uso do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) por países que utilizam tecnologia norte-americana, presente em 80% dos componentes de foguetes e lançadores. O texto também contém cláusulas que protegem essa tecnologia e estabelece normas de uso e circulação por técnicos brasileiros. Juscelino Filho disse que “não se trata de expansão e utilização de novas áreas, mas de garantirmos a viabilidade comercial e de guardarmos as tecnologias americanas que serão aplicadas na Base de Alcântara”.

Segundo o coordenador da bancada do Maranhão, o próximo passo é a aprovação do mérito do PDL 523/19 pelo plenário da Câmara, quando seguirá para apreciação do Senado Federal. “Nossa bancada vai continuar mobilizada para que as votações nas duas Casas ocorram o quanto antes. Esse projeto significa desenvolvimento e inteligência. O Brasil e o Maranhão não podem mais esperar”, defendeu o deputado federal Juscelino Filho.

(Fonte: Assessoria de comunicação)

O presidente Jair Bolsonaro assinou, nesta sexta-feira (6), uma medida provisória (MP) que cria a carteira de identificação estudantil, em formato digital. O documento será chamado de ID Estudantil e poderá ser obtido após um cadastro na “internet” ou em agências da Caixa Econômica Federal. A MP altera a Lei nº 12.933/2013, que regulamentou a meia-entrada, para permitir que o Ministério da Educação (MEC) possa emitir a identificação, que será gratuita para o estudante. As entidades que tinham a prerrogativa exclusiva de emissão da Carteira de Identificação Estudantil, como a Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG), a União Nacional dos Estudantes (UNE) e a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), poderão continuar emitindo o documento.

Segundo o governo, a ID Estudantil poderá ser utilizada por todos os estudantes da educação básica, profissional e tecnológica e superior. Na cerimônia de assinatura da MP no Palácio do Planalto, o ministro da Educação, Abraham Wintraub, destacou a redução da burocracia e a universalização do acesso ao documento, já que não haverá mais custo para o estudante. Ele também reforçou que será feito um melhor controle contra fraudes.

"Vamos acabar com esse papel. Quem ainda não está conectado à ‘internet’, que são os mais pobres, que hoje não têm carteirinha porque a carteirinha é cara, vai tirar na Caixa [Econômica Federal] a custo zero para a pessoa. Quem tem conexão com a ‘internet’, pega o seu celular, faz pelo celular todo o cadastramento, a gente checa a informação, vai estar no celular a carteirinha digital. Com isso, a gente vai ter controle contra fraude, e o benefício vai ser para os próprios estudantes", afirmou.

A emissão da nova carteira de estudante começará em 90 dias a partir da publicação da MP no Diário Oficial da União, ou seja, em dezembro, para os estudantes do ensino superior. Para os demais estudantes, o documento deverá estar disponível em até seis meses. Para se tornar definitiva, a alteração na lei, que vale, inicialmente, por até 120 dias (validade da MP), precisará ser aprovada no Congresso Nacional, que poderá propor alterações. O texto, depois, retornará ao Poder Executivo para sanção presidencial.

Ao discursar sobre a medida, o presidente Jair Bolsonaro criticou as entidades estudantis que arrecadam recursos com a emissão da carteira de estudante. O documento custa atualmente R$ 35. "Vamos poupar trabalho de uma minoria que representa os estudantes. Eles não vão ter que trabalhar mais. Agora, o seu tempo laboral será zero. Não teremos mais uma minoria para impor certas coisas em troca de uma carteirinha", afirmou.

"O que nós estamos fazendo aqui hoje é libertar cada jovem, cada estudante. Não tem que pagar mais dinheiro para a UNE, para Ubes, para quem quer que seja", afirmou o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.

Segundo o MEC, apesar de ser gratuita para o estudante, a emissão da carteira estudantil terá um custo de 17 centavos por documento, que será bancado pelo governo federal.

Banco de dados

Além de autorizar o MEC a emitir a ID Estudantil, a medida provisória permite a criação e manutenção de um banco de dados único e nacional dos estudantes, com informações cadastrais sobre a escola e a série em que o estudante está matriculado. Ao solicitar a carteira, o estudante terá que dar o consentimento para o compartilhamento dos seus dados cadastrais e pessoais com o MEC. O banco de dados também será alimentado com informações prestadas pelas entidades vinculadas ao MEC e pelas instituições de ensino.

"Não vai ter mais o monopólio da emissão. Ela vai ser feita por quem já faz hoje, mais o Ministério da Educação e mais outras entidades que estão detalhadas na medida provisória. A diferença é que, a partir de 1º de janeiro de 2021, qualquer entidade que fizer a emissão da carteira, vai fazer uma consulta, em tempo real, à base de dados do Ministério da Educação, que vai verificar se aquela pessoa é estudante ou não estudante, mas todos vão poder manter a emissão", afirmou o secretário-executivo do MEC, Antônio Paulo Vogel, em coletiva de imprensa para detalhar a medida.

(Fonte: Agência Brasil)

Terminam, hoje (5), as inscrições para o preenchimento de 1,3 mil vagas de licenciatura a distância na Universidade de Brasília (UnB), com polos presenciais nas cidades de Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá , Florianópolis, Goiânia , Palmas , Porto Alegre, Rio Branco, São Paulo e Vitória.

Segundo a universidade, a oferta de cursos de graduação a distância visa a ampliar e interiorizar o acesso ao ensino superior público, gratuito e de qualidade no Brasil, além de incentivar a formação de professores da rede pública de ensino.

As inscrições podem ser feitas no “site” do Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe). A taxa de inscrição, de R$ 60, deve ser paga até o dia 24 de setembro. No momento da inscrição, os participantes devem optar por concorrer a vagas no Sistema Universal, Sistema de Cotas para Escolas Públicas ou Sistema de Cotas para Negros.

A seleção será por meio de prova objetiva e prova de redação em língua portuguesa, previstas para o dia 13 de outubro, no turno da tarde. As provas de verificação de habilidades específicas – somente para os cursos de Artes Visuais, Música e Teatro – estão programadas para novembro.

(Fonte: Agência Brasil)

Novos estudos indicam que, há 2 bilhões de anos, um fenômeno de criação de oxigênio em excesso destruiu quase 100% dos organismos vivos na Terra. Os responsáveis foram os micro-organismos, os únicos seres existentes à época.

“Grande momento de oxidação” foi o nome dado a essa fase, considerada a maior catástrofe da biosfera na Terra.

Segundo Malcolm Hodgskiss, do Departamento de Geologia da Universidade de Standford, um dos autores do estudo, a investigação começou quando, nas ilhas Belcher, no Canadá, foi recolhida uma amostra de “barite”, um mineral com mais de 2 bilhões de anos.

Amostras como essa têm traços químicos e formações inscritas que permitem descobrir e compreender o passado, ainda que ele se refira a momentos muito anteriores à primeira existência do homem na Terra.

De acordo com os investigadores, a alteração drástica da atmosfera teve origem na fotossíntese excessiva dos micro-organismos, o que levou a um “boom” de oxigênio a que nem esses micro-organismos conseguiram subsistir.

O fenômeno já era conhecido. A novidade está no conhecimento da dimensão e dos seus efeitos. Conforme os cálculos de Hodgskiss, estima-se que de 80% a 99,5% dos organismos tenham sido destruídos.

Apesar das descobertas remeterem para um tempo anterior à maioria da vida na Terra, os dados são relevantes para os dias de hoje. Isso porque a Terra continua vulnerável às alterações atmosféricas.

Com o aquecimento global, os oceanos vão aquecendo e os nutrientes que neles existem vão sendo afetados. Sem nutrientes, os ecossistemas são interrompidos e, com eles, a criação do oxigénio e o equilíbrio da atmosfera.

(Fonte: Agência Brasil)

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O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) divulgou o gabarito das provas do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja). O resultado da prova pode ser conferido no “site” da instituição .

O exame foi aplicado no dia 25 de agosto. No total, 1,1 milhão de jovens participaram, dentro de um universo de 3 milhões de inscritos. O número representou um aumento de 45% em relação à última edição do Encceja, um recorde histórico segundo o ministro da Educação, Abraham Weintraub.

No total, inscreveram-se pessoas de 613 municípios de todas as regiões do país. Os resultados estão previstos para dezembro. A data ainda não foi divulgada pelo Ministério da Educação.

O Encceja é voltado para pessoas que não terminaram os estudos na idade adequada e desejam obter a certificação de conclusão do ensino fundamental ou médio. Para o certificado de ensino fundamental a idade mínima é 15 anos. Já para o de ensino médio, o exigido é, pelo menos, 18 anos.

Encceja Exterior

Para quem vai fazer o Encceja Exterior, para brasileiros residentes em outros países, o Inep disponibilizou os locais de prova. Eles podem ser conhecidos por meio do cartão de confirmação de inscrição, que pode ser acessado pela página do candidato.

O exame será aplicado em 18 cidades de 12 países: Bruxelas (Bélgica); Barcelona e Madri (Espanha); Boston, Houston, Nova Iorque e Miami (Estados Unidos); Paris (França); Caiena (Guiana Francesa); Amsterdã (Holanda); Roma (Itália); Nagoia, Hamamatsu e Tóquio (Japão); Lisboa (Portugal); Londres (Reino Unido), Genebra (Suíça) e Paramaribo (Suriname) .

Mais informações podem ser obtidas na página do exame no “site” do Inep.

(Fonte: Agência Brasil)

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A bancada do Maranhão no Congresso Nacional, coordenada pelo deputado federal Juscelino Filho (DEM-MA), se reuniu nesta terça-feira (3), com o diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), general Santos Filho. No encontro em Brasília (DF), os parlamentares cobraram mais celeridade nas obras em rodovias federais no Estado e discutiram soluções para tentar incrementar o orçamento do órgão.

“Externamos nossa preocupação com a falta de dinheiro. Trabalhos importantes, inclusive, devem ser paralisados em breve, a exemplo da adequação da travessia urbana em Imperatriz, na BR-010. Serviços de restauração e manutenção nas BRs 135, 222, 226 e 316 também não ocorrem a contento pelo mesmo motivo. Estamos desperdiçando os momentos de estiagem, que são preciosos para a realização das obras, já que elas não andam no período das chuvas”, observou Juscelino Filho.

Segundo o Índice de Condição da Manutenção (ICM), apresentado pelo Dnit, 53% dos trechos das estradas federais no Maranhão estão bons, 13% encontram-se regulares, 7% ruins e 27% péssimos. Para 2020 a previsão é que sejam 40% bons, 35% regulares, 19% ruins e 6% péssimos. Os dados apontam ainda que as rodovias demandam investimentos de R$ 422,5 milhões no próximo ano, enquanto a Lei Orçamentária Anual (LOA) prevê R$ 153,9 milhões.

O deputado Juscelino Filho se comprometeu a debater com a bancada do Maranhão a destinação de emendas para melhorias nas BRs, mas solicitou ao general Santos Filho a formalização do pleito de uma forma especial. “O ideal é termos tudo detalhado e dentro da realidade do programa de execução, de modo a atendê-lo no máximo, assegurando dinheiro no Orçamento para usar em 2020. Seguimos à disposição do Dnot para construirmos as melhores saídas para esse problema”, explicou o parlamentar.

Quanto à duplicação de estradas, Juscelino Filho sugeriu que, em vez de grandes trechos, sejam priorizados segmentos menores e com maior urgência. “São os casos da BR-222, entre Miranda do Norte e Estaca Zero; da BR-010, de Açailândia a Imperatriz; e da BR-316, entre Timon e Caxias. Isso vai facilitar todo o processo, desde os estudos de viabilidade, passando pelos anteprojetos, otimizando a execução das obras”, disse.

(Fonte: Assessoria de comunicação)