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A partir de sexta-feira (2) até domingo (4), vai ter de muito judô no Rio de Janeiro. A “Cidade Maravilhosa” sediará dois importantes eventos nacionais da modalidade: o Campeonato Brasileiro Sub-18 e a Seletiva Nacional Sub-13 e Sub-15. Em ambas as competições, o Time Maranhão marcará presença em busca de bons resultados. Ao todo, a equipe maranhense contará com a participação de 13 judocas, sendo que 11 vão competir no Brasileiro Sub-18 e outros dois na Seletiva Nacional. 

As disputas dos dois eventos ocorrerão na Arena da Juventude. A sexta-feira (2) será destinada somente para os combates da Seletiva Nacional Sub-13 e Sub-15. Donos de bons resultados na atual temporada, os judocas Luís Davi Rocha (Sub-15 / -66kg) e Esther Doria do Nascimento (Sub-13 / -38kg) estão confirmados no evento. 

No sábado e no domingo, é a vez dos judocas da categoria Sub-18 entrarem em ação. O Maranhão vai com uma boa equipe, com destaque para Antônio Eduardo Rocha (-66kg), um dos principais atletas do Estado com resultados bastante expressivos. Neste ano, ele conquistou o título de campeão brasileiro regional e ajudou o Time Maranhão a ser campeão geral masculino na competição realizada em Macapá (AP), no início de abril. 

Além disso, o jovem maranhense tenta repetir o desempenho obtido em 2022, quando brilhou no cenário nacional, chegando a ser convocado para integrar a Seleção Brasileira de Base que participou do Circuito Europeu de Judô e do Campeonato Mundial Cadete/Sub-18 de Judô, em Sarajevo, na Bósnia e Herzegovina, onde era o único atleta nordestino na competição internacional. Na temporada passada, Antônio Eduardo Rocha ainda foi campeão do Meeting Nacional, vice-campeão da Seletiva Nacional Sub-18 e vice-campeão pan-americano Sub-18. 

O Time Maranhão Sub-18 conta ainda com os seguintes judocas: Marlon Silva Vieira (-50kg), Davi Mams de Melo (-55kg), Marvin Silva Vieira (-60kg), Pedro Menezes Correia (-73kg), Gabriel Jordan da Silveira (-81kg), Cauan de Miranda Dias (-81kg), Marcus Vinicius Soares (+90kg), Julia Menezes Correia (-52kg), Samanta Calvet Torreão (-63kg) e Ana Clara Lima (-70kg). 

Preparação

Vale destacar que todos os atletas que vão competir pelo Time Maranhão no Campeonato Brasileiro Sub-18 e na Seletiva Nacional Sub-13 e Sub-15 foram destaques nas duas etapas do Circuito Maranhense de Judô, evento promovido pela Federação Maranhense de Judô (FMJ). Além das competições, a FMJ também realizou este ano alguns treinos com todos os judocas com o objetivo qualificar e preparar o time maranhense para os desafios da temporada. O último treino ocorreu no fim de abril, na Viva Água, e foi voltado para a preparação dos atletas do Sub-18. 

(Fonte: Assessoria de imprensa)

Os resultados da pesquisa Alfabetiza Brasil, apresentados nesta quarta-feira (31), em Brasília, mostram que, em 2021, 56,4% dos estudantes do 2º ano do ensino fundamental não estavam alfabetizados. Os dados são do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). 

No Saeb de 2019, antes da pandemia de covid-19, o percentual de não alfabetizados era menor: 39,7%. Os alfabetizados somavam 60,3%. 

O ministro da Educação, Camilo Santana (foto), comentou o baixo desempenho do Saeb de 2019 e 2022.  “São tristes os números do Brasil porque praticamente 60% das crianças brasileiras não se alfabetizam no final do segundo ano [do ensino fundamental],” disse.  Ele abordou as consequências da não alfabetização na idade certa, o que compromete todo o ciclo escolar. “É algo que precisamos reverter. Isso gera evasão [escolar], reprovação e abandono de escola. O Brasil perde milhões de crianças e jovens ao longo do ensino básico. Então, precisamos fechar a torneira disso”, afirmou. 

Como foi a pesquisa

A pesquisa Alfabetiza Brasil foi realizada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), vinculado ao Ministério da Educação (MEC). 

O levantamento ouviu 251 professores alfabetizadores de 206 municípios do país. Entre 15 e 23 de abril, a pesquisa foi desenvolvida em cinco capitais: Belém, Recife, Brasília, São Paulo e Porto Alegre. 

Na aplicação, os docentes opinaram com base na experiência em sala de aula. Os alfabetizadores forneceram informações sobre quais devem ser as tarefas e competências que um estudante no fim do 2º ano do ensino fundamental deve dominar para seja considerado alfabetizado. 

A partir dos resultados do levantamento, o Inep estabeleceu, pela primeira vez, a nota de corte de 743 pontos na escala adotada no Saeb para definir se o aluno está alfabetizado.

A nota servirá de parâmetro nacional para indicar se o estudante do fim do 2º ano do ensino fundamental domina um conjunto de habilidades básicas de leitura de pequenos textos e escrita de textos simples, como convites ou lembretes. 

Pacto pela alfabetização

Os indicadores da pesquisa Alfabetiza Brasil deram suporte para o planejamento e execução de políticas educacionais nacionais voltadas à alfabetização. 

O ministro da Educação adiantou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai lançar um pacto nacional de alfabetização nos próximos dias.  A construção da política está sendo feita em contato com as secretarias de Educação de Estados e municípios de todo o país.

“Desde janeiro, estamos construindo uma grande pactuação nacional. O programa está pronto e o MEC vai apoiar técnica e financeiramente essa política”, adiantou. 

O ministro estima que, com o pacto nacional pela alfabetização na idade certa, o Brasil deve elevar o índice do Saeb para 80% dos estudantes alfabetizados no fim do 2º ano do ensino fundamental.

(Fonte: Agência Brasil)

As comemorações pelos 205 anos de criação do Museu Nacional, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), começam no domingo (4), com eventos culturais e recreativos gratuitos na Quinta da Boa Vista, no Bairro de São Cristóvão. A programação é destinada a toda a família.

O diretor do Museu Nacional, o paleontólogo Alexander Kellner, disse à Agência Brasil que, pela primeira vez, o público terá a oportunidade de trocar ideias com integrantes da direção sobre os mais variados assuntos. “As pessoas poderão conversar sobre coleções e obras de restauração”, disse Kellner. “Vamos tentar mostrar curiosidades sobre fósseis, contar um pouco da maravilhosa história dos peixes, brincadeiras, jogos. Ou seja, vai ser bem bacana”.

Vinte e cinco atividades de divulgação científica estão programadas para domingo (4), além de apresentações do Unicirco Marcos Frota, do grupo Samba que elas querem, e de uma roda de jongo formada por integrantes do Quilombo Quilombá e Ilé Àse Ògún Àlákòró.

Haverá, também, desfile de moda e, das 10h às 17h, edição especial da feira Junta Local, que reunirá cerca de 40 produtores locais de alimentos. Visitas educativas ao herbário do Museu Nacional e ao entorno do Paço de São Cristóvão, que está em obras, complementam o programa.

Na tenda científica, aberta das 10h às 16h, e com atividades para todas as idades, com explanações por pesquisadores do museu, sobre temas como o meteorito Santa Filomena, trazido de Pernambuco, aracnídeos, estrelas-do-mar, espécies da vegetação costeira do Rio de Janeiro, insetos, minerais de areia das praias, crustáceos e moluscos do Museu Nacional, minhocas marinhas.

A tenda científica contará com dois intérpretes de Libras que poderão acompanhar visitantes ao longo das atividades. Em alguns estandes, haverá peças e réplicas que poderão ser manuseadas pelo público.

Conhecimento

Na exposição didática Campus Avançado do Museu Nacional, o público terá oportunidade de conhecer uma área do museu situada no Corredor Central da Mata Atlântica, com exposição de coleções didáticas de zoologia. O quebra-cabeça O machado da justiça e o fogo transformador: da perseguição à reparação ajudará o visitante a conhecer melhor as antigas e novas coleções afro-brasileiras do Museu Nacional.

Outra atração é a palestra Quebrando o Gelo - Curiosidades sobre a Antártica, com experiências de pesquisadores do Projeto Paleoantar e ferramentas, vestimentas, fósseis de animais e plantas que povoaram aquele continente há 90 milhões de anos, durante o período Cretáceo.

Serão realizadas, ainda, uma oficina com jogos educativos sobre o Museu Nacional, uma exposição de mapa geológico simplificado e paisagens conhecidas no Estado, além de contação de histórias que disseminam conhecimento, divulgam a ciência e promovem o diálogo.

A partir das 13h, os visitantes podem aprender a usar massinha e também participar de jogos de tabuleiro, pintura e caça-palavras a fim de conhecer a diversidade de microalgas e cianobactérias, sua importância ecológica e social.

O tratamento de coleções resgatadas após o incêndio de 2018 será objeto de uma exposição de peças arqueológicas que compõem o acervo do Museu. As duas atividades se estenderão até as 16h.

Visitas

O roteiro do evento oferece visitas educativas. A primeira será a Do Museu da Quinta à Quinta como Museu. Podem participar 30 pessoas, por ordem de chegada, incluindo crianças partir de 8 anos. O ponto de encontro será a estátua de Dom Pedro II, em dois horários: 10h e 12h30.

A segunda visita será ao Horto Botânico - herbário do Museu Nacional - que inclui participação em jogos e oficinas para o público a partir de 5 anos, às 11h e às  14h. Para a visita, é preciso fazer  inscrição prévia no endereço da programação.

A estátua da imperatriz Leopoldina será o ponto de encontro da roda de conversa Um Museu feito de gente - diálogos sobre subúrbios e periferias, às 14h, que contará com a participação dos escritores Flávio Braga; Ivan Errante; Rafael Mattoso; e Rachel Lima; e da pesquisadora Adriana Facina.

Parceria

O evento que abre as comemorações pelos 205 anos do Museu Nacional tem parceria do Projeto Museu Nacional Vive, uma cooperação entre Universidade Federal do Rio de Janeiro, Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e Instituto Cultural Vale, com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj).

Na terça-feira (6), data oficial de fundação do Museu Nacional, haverá entrevista coletiva, às 10h, no campus de Pesquisa e Ensino do museu, quando serão anunciadas novidades referentes ao processo de restauração do imóvel, destruído por um incêndio, em setembro de 2018. 

(Fonte: Agência Brasil)

Coordenador do grupo de trabalho interministerial que o governo federal criou em abril deste ano para elaborar uma estratégia nacional de prevenção e enfrentamento à violência nas escolas, o ministro da Educação, Camilo Santana, defendeu a importância da regulamentação das plataformas digitais no Brasil.

“Isso é fundamental”, afirmou Santana ao abrir, na manhã desta terça-feira (30), o 1º Seminário Internacional sobre Segurança e Proteção no Ambiente Escolar, que ocorre até esta quinta-feira (1º/6), em Brasília.

“O enfrentamento à violência nas escolas se faz com inteligência e com investigação nas redes sociais, mas também com a aprovação, pelo Congresso Nacional, de uma lei que possa regulamentar as plataformas digitais no país”, acrescentou o ministro antes de lembrar que vários países estão discutindo os limites e a responsabilidade das empresas de tecnologia donas das redes sociais que conectam pessoas, empresas e governos em praticamente todo o mundo.

“É preciso que haja mecanismos para regulamentar, punir e controlar as redes sociais que, no mundo inteiro, tentam estimular o fascismo, a intolerância, o ódio, o medo, o armamento... Precisamos aprovar esta lei que está no Congresso Nacional neste momento”, defendeu Santana, referindo-se ao Projeto de Lei nº 2630/2020.

O chamado PL das Fake News tramita no Congresso Nacional desde 2020. De autoria do senador Alessandro Vieira (PSDB-SE) e relatado na Câmara pelo deputado federal Orlando Silva (PCdoB – SP), a proposta estabelece regras de transparência para as empresas responsáveis pelas redes sociais e por serviços de mensagens privadas. Os defensores da iniciativa sustentam que a regulamentação das plataformas digitais favorecerá, entre outras coisas, o controle da divulgação de campanhas de desinformação e de discursos de ódio no ambiente virtual. Já os críticos do projeto dizem que ele afetará a liberdade de expressão dos internautas e o livre acesso à informação.

Para a ministra da Saúde, Nísia Trindade, que participou da abertura do seminário ao lado de Santana e de várias outras autoridades dos poderes Executivo e Legislativo, “o momento é de lidarmos com desafios novos”.

“Além de fortalecermos programas importantes, precisamos entender o que se passa na nossa sociedade. É preciso dialogar com a juventude reconhecendo o protagonismo que ela deve ter e enfrentamos estes [novos] desafios de mãos dadas”, declarou Nísia, endossando a defesa que Camilo Santana fez de ações preventivas e integradas que perpassem o esporte, a cultura, a saúde e também a capacitação de professores e gestores escolares.

“Há questões que se passam no território escolar, mas há uma ampla conexão que integra crianças e jovens com mensagens que são de estímulo à violência e a um ambiente onde não há paz e justiça”, acrescentou a ministra da Saúde.

(Fonte: Agência Brasil)

Principais atletas do kitesurf brasileiro e atuais campeões pan-americanos da modalidade, os maranhenses Bruno Lobo e Socorro Reis estão preparados para mais uma importante competição na temporada de 2023. Em fase de ajustes técnicos e físicos, projetando os eventos classificatórios para os Jogos Olímpicos de 2024, a dupla busca grandes resultados na Allianz Regata, que será realizada até domingo (4), em Lelystad, na Holanda.

Bruno Lobo, que é patrocinado pelo Grupo Audiolar e pelo governo do Estado por meio da Lei Estadual de Incentivo ao Esporte, além de contar com os patrocínios do Bolsa-Atleta e da Revista Kitley, vive a expectativa por um ótimo desempenho na Allianz Regatta, após se destacar na 52ª edição do Troféu Princesa Sofia, um dos eventos mais tradicionais da vela, que foi realizado em abril, em Palma de Mallorca, na Espanha. O atleta maranhense foi o melhor kitesurfista das Américas, ficou em sétimo lugar entre os países e também garantiu a 11ª posição na classificação geral da competição, que contou com a participação dos 115 melhores kitesurfistas do mundo. Também em abril, Bruno representou o Brasil na tradicional Semana Olímpica Francesa, disputada em Hyères.

"A Allianz Regatta é uma competição muito importante, que conta com atletas do mundo todo. As condições estão boas e espero dar o meu melhor nesse evento, que serve de preparação para o foco maior na temporada, que são as classificatórias olímpicas. Agradeço aos meus patrocinadores e a todos que estão na torcida, espero levantar a bandeira do Maranhão e do Brasil no lugar mais alto do pódio", afirma Bruno Lobo.

Já Socorro Reis, que é patrocinada pela Fribal e pelo governo do Estado por meio da Lei Estadual de Incentivo ao Esporte, além de contar com os patrocínios do Grupo Audiolar, da Revista Kitley e do programa Bolsa-Pódio, acumula excelentes campanhas nos primeiros eventos que disputou em 2023. Em fevereiro, a maranhense garantiu o segundo lugar das Américas e a nona posição na classificação geral do Clearwater US Open, que ocorreu em Clearwater, nos Estados Unidos. Pouco depois, em março, Socorro brilhou no Campeonato Pan-Americano de Fórmula Kite, em Cabarete, na República Dominicana, onde conquistou o vice-campeonato continental e ficou na terceira colocação na classificação geral. Além disso, Socorro Reis competiu na Semana Olímpica Francesa.

"Estou pronta para a Allianz Regatta, um campeonato importante, que também serve de preparação para os grandes desafios do ano, que serão o Mundial e o Pan. Estou tentando evoluir e ajustar para ficar cada vez melhor e conseguir o tão sonhado objetivo, que é a vaga olímpica. Conto com a torcida de todos", diz Socorro Reis.

Após a participação na Allianz Regatta, Bruno Lobo e Socorro Reis terão duas oportunidades para carimbar a vaga nos Jogos Olímpicos de 2024, que serão disputados em Paris, na França. O primeiro seletivo olímpico para os maranhenses será o Campeonato Mundial de Vela, entre os dias 10 e 20 de agosto, na cidade de Haia, na Holanda. Em seguida, Bruno e Socorro vão competir nos Jogos Pan-Americanos, em Santiago, no Chile, entre os dias 25 de outubro e 5 de novembro.

(Fonte: Assessoria de imprensa)

A Fundação Biblioteca Nacional (FBN) vai receber, este ano, investimentos de R$ 30 milhões, anunciou a ministra da Cultura, Margareth Menezes, ao dar posse, nesta terça-feira (30), no Rio de Janeiro, ao novo presidente do órgão, professor Marco Lucchesi. De acordo com a ministra, será a primeira vez que a Biblioteca Nacional receberá investimento desse porte. Os recursos se destinam a incentivar o setor, que é tão importante para os brasileiros, destacou Margareth Menezes.

“Sendo que a nossa biblioteca tem mais de 1 milhão de visitações ao ano. Isso é uma coisa belíssima. Queremos incentivar a cultura brasileira e a Biblioteca Nacional”, disse ela. Os R$ 30 milhões serão direcionados à modernização do prédio anexo da biblioteca, destinado a abrigar parte dos 10 milhões de obras que compõem o acervo da instituição, em especial a coleção de periódicos.

Durante a solenidade de posse, a ministra da Cultura disse que a ideia é ampliar o acesso à cultura para outros territórios. “O Brasil precisa ter também esse conhecimento que existe e faz parte da formação da sociedade brasileira, da sua identidade”. A ideia é incluir as colaborações das culturas indígenas e afro-brasileira na Biblioteca.

“Porque a literatura e a arte são complacentes, elas se expandem a cada geração com as suas contribuições. E essa memória é importante para nós que estamos em um processo de reconstrução da democracia, da luta contra o racismo, da luta contra a discriminação. É preciso contemplar a memória dos povos originários e do povo negro na construção da sociedade brasileira”, afirmou Margareth Menezes.

Conhecimento

A ministra destacou que, “para este momento”, não poderia ser escolhida uma pessoa melhor para a presidência. “Pela concepção que ele [Marco Lucchesi] tem, pelo trabalho que ele também já começava a fazer, contemplando os presidiários, pesquisas importantes dentro das comunidades indígenas, um trabalho que não vem de agora. Então, nós vimos aí a oportunidade de trazer [para a FBN] alguém que tem, pelo seu sentimento, e pelo conhecimento técnico e gestor [de] como funciona essa Biblioteca Nacional. É importante a gente poder contar com quem já conhece para fazer essa retomada. Estamos reconstruindo. E nada melhor para um momento de reconstrução do que você trazer um trabalho que já existe como pesquisa para fazer realmente acontecer”.

O presidente da FBN declarou sua alegria de ter no país um “ministério sensível e uma ministra que compreende de fato a diversidade do sistema MinC”. Lucchesi se referiu à responsabilidade que lhe compete de ampliar o acesso à biblioteca digital, que é “exemplar para o mundo e para a América Latina”. Ao mesmo tempo, ele pretende expandir o dossiê técnico das terras quilombolas, das línguas múltiplas praticadas no país e da pluralidade.

Marco Lucchesi destacou que, embora a ministra não soubesse do seu discurso, nem ele do dela, os dois estão “afinados com a perspectiva republicana mais ampla, com o país”. Ele pretende ampliar os diálogos com as bibliotecas dos países africanos, que foram interrompidos. “É um trabalho que a Biblioteca Nacional já tem alguns acordos. Nós estamos ampliando esses acordos, olhando também para a América Latina”. A Biblioteca Nacional cuida mais diretamente de algumas bibliotecas da América Latina, em países como Uruguai, Equador e Bolívia.

Diplomacia

Lucchesi assinou também acordo com a Marinha do Brasil para levar os livros da Biblioteca Nacional para bibliotecas em outros países. “Essa é a nossa tarefa. E aí a gente faz a diplomacia do livro: a gente une povos, sonhos e crenças e o Brasil fica mais forte, não para liderar o que quer que seja, mas [para], como irmãos, partilharmos o mesmo desejo”. A Biblioteca Nacional possui 72 quilômetros de prateleiras com acervo, salientou Marco Lucchesi. “Esta é a casa da cidadania”, ressaltou. A cerimônia de posse de Marco Lucchesi teve como atração artística a Orquestra de Cordas de Volta Redonda.

Foi anunciada também durante a cerimônia a criação de uma categoria dentro do Prêmio Literário Biblioteca Nacional - o Prêmio Akuli. O novo prêmio objetiva a fixação de cantos ancestrais e narrativas da oralidade, recolhidos no Brasil, entre povos originários, ribeirinhos e de matrizes culturais. O edital será lançado em junho. A premiação será de R$ 30 mil para o trabalho vencedor. Akuli era a alcunha de Moseuaípu, jovem sábio da comunidade Arekuná. Íntimo dos saberes da floresta, foi um exímio narrador de histórias ancestrais. A literatura oral sobre Macunaíma, que Akuli transmitiu ao cientista alemão Theodor Koch-Grünber, foi determinante para a obra de Mário de Andrade.

FBN

A Fundação Biblioteca Nacional (FBN) é um órgão público federal vinculado ao Ministério da Cultura (MinC). A fundação inclui a Biblioteca Nacional, mais antiga instituição brasileira e maior biblioteca da América Latina, além da Biblioteca Euclides da Cunha (BEC) e a Casa de Leitura.

Inaugurada em 1810 por D. João VI, a Biblioteca Nacional ocupa, desde 1910, o prédio localizado na Avenida Rio Branco, número 219, na Cinelândia, região central do Rio de Janeiro. É considerada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) uma das dez maiores bibliotecas nacionais do mundo.

A Biblioteca Euclides da Cunha, situada temporariamente na Avenida Presidente Vargas, na Cidade Nova, é pública e oferece serviços de livre acesso ao acervo bibliográfico e aos registros de expressão cultural e intelectual. Já a Casa da Leitura fica na Rua Pereira da Silva, 86, Laranjeiras, zona sul da cidade, e tem como atribuição desenvolver atividades de caráter informativo, cultural e educacional.

(Fonte: Agência Brasil)

A nadadora maranhense Sofia Duailibe mostrou mais uma vez porque é uma das maiores revelações do esporte no Estado após faturar dois títulos em eventos realizados no sábado (27) e no domingo (28), no Espigão Costeiro, em São Luís. A atleta da DM Aquatic, que conta com os patrocínios do governo do Estado e da Potiguar por meio da Lei Estadual de Incentivo ao Esporte, sagrou-se campeã na prova dos 5km da categoria Infantil I Feminino no Campeonato Brasileiro de Águas Abertas, competição organizada pela Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA), e venceu a disputa geral dos 2,5km na Copa São Luís. 

As vitórias no Campeonato Brasileiro e na Copa São Luís reforçam o excelente momento de Sofia Duailibe na disputa de competições nacionais. No início de maio, a jovem atleta sagrou-se campeã da categoria Infantil I Feminino nas provas de 2,5km e 5km da sexta etapa da Copa Brasil de Águas Abertas, disputada em Maceió (AL). 

Em 2023, Sofia Duailibe coleciona resultados expressivos em etapas da Copa Brasil de Águas Abertas. Na etapa de Porto Seguro, realizada entre os dias 14 e 16 de abril, a atleta da DM Aquatic garantiu dois títulos da categoria Infantil 1 e um vice-campeonato geral com ótimos desempenhos nas provas dos 2,5km e 5km. 

Em março, Sofia Duailibe sagrou-se campeã geral feminino na prova de 1,5km e ficou com o vice-campeonato geral feminino nos 2,5km da etapa de Porto Alegre (RS) da Copa Brasil, além de faturar os títulos das categorias Geral e Infantil 1 nas provas de 1,5km e 2,5km da etapa de Petrolina (PE). 

Antes de garantir troféus nas quatro etapas da Copa Brasil nesta temporada, Sofia Duailibe se destacou na etapa de Brasília da Copa Brasil de Águas Abertas, realizada em 2022, sendo campeã da categoria Petiz 2 nas provas dos 1,5km e 2,5km e ficou na terceira posição da categoria Geral nos 1,5km. 

Coleção de medalhas na Copa Norte

Além dos títulos na Copa Brasil de Águas Abertas, Sofia Duailibe brilhou na Copa Norte de Natação / Troféu Leônidas Marques, que foi realizada entre 27 e 30 de abril, em São Luís. A nadadora maranhense conquistou 10 medalhas na categoria Infantil 1 da competição regional: foram cinco ouros nas disputas dos 200m costas, 400m livre, 800m livre, 1.500m livre e 2,5km (águas abertas), quatro pratas nos 50m costas, 100m costas, 200m livre e 200m medley, e um bronze no revezamento 4x50m livre misto. 

A nadadora Sofia Duailibe é patrocinada pelo governo do Estado e pela Potiguar, por meio da Lei de Incentivo ao Esporte. Ela ainda conta com os apoios da DM Aquatic e do Colégio Literato.

(Fonte: Assessoria de imprensa)

Eventos como o Festival Back2Black, que desenvolve discussões sobre a cultura da população preta, apresentações de artistas negros de destaque na música, dança e literatura, além de celebrar a África, representam avanços dos movimentos sociais. A conclusão é do historiador e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Flávio Gomes, vencedor do Prêmio Jabuti de Não Ficção de 2022. Gomes participou do encontro como apresentador e mediador da roda de conversa Vida Quilombola: Significado de Lutas pela Liberdade e pela Terra.

Participaram do debate a presidente da Associação das Comunidades Quilombolas do Estado do Rio de Janeiro (Acquilerj), Bia Nunes, integrante do Quilombo Maria Conga de Magé, na Baixada Fluminense; a engenheira-agrônoma Fran Paula, pesquisadora do Grupo de Trabalho em Meio Ambiente e Agricultura da Coordenação Nacional de Articulação de Quilombos de Mato Grosso; e da diretora da Juventude na Acquilerj, Rafa Quilombola.

“Gosto muito de pensar esses eventos, quaisquer que sejam eles, nas suas dimensões mais midiáticas, mais políticas, mais culturais, como avanço dos movimentos sociais. Talvez há 30 ou 40 anos, um evento como esse fosse impossível até pela incapacidade da sociedade de compreender a importância de um evento anual de vozes negras e de várias dimensões na produção da cultura negra. Vejo sempre esses eventos na perspectiva da luta continuada da sociedade organizada com relação ao debate de desigualdade racial, debate sobre as formas de produção culturais da comunidade negra”, afirmou Flávio Gomes em entrevista à Agência Brasil.

Embora tenha surgido em 2009, o Back2Black já teve edições internacionais. Em sua 11ª edição, o Back2Black voltou ao Armazém da Utopia, no Boulevard Olímpico, região portuária do Rio. O último dia do encontro será no Parque Madureira, na zona norte da cidade.

Flávio Gomes é autor de livros como Histórias Quilombolas, Experiências Atlânticas, Mocambos e Quilombos, Uma História do Campesinato Negro no BrasilNegros e Política e A Hidra e os Pântanos. Além dessas obras, organizou o Dicionário da Escravidão e Liberdade, em parceria com a historiadora Lilia Schwarcz.

O historiador destacou a importância de a roda de conversa ter justamente a participação de três mulheres negras representativas das comunidades quilombolas, que falaram sobre suas próprias realidades e sobre questões raciais contemporâneas, territórios e direitos constitucionais.

“O quilombo não é só um resto do passado. Quilombo, hoje, significa uma discussão nacional e ampla sobre cidadania no mundo rural e do homem do campo, sobre distribuição de renda e direitos constitucionais em territórios e em terras quilombolas. O tema do quilombo não é só negro. É o tema da sociedade brasileira. É o tema da terra, da distribuição de renda. Se a gente quer falar do Brasil, tem que falar de quilombola, se a gente está falando de quilombola, está falando de Brasil”, afirmou.

Embora admita que houve avanços na elaboração de políticas públicas, o professor diz, ainda, que tem muito caminho pela frente. “Ironicamente, eu costumo dizer que falta tudo. Quando digo que falta tudo, pode ser só uma crítica de que nada foi feito. Não. Muita coisa tem sido feita, inclusive com uma pressão social. Agora, faltam coisas, porque tem muitos interesses em torno de distribuição de renda e de que, na verdade, uma política pública chegue, de fato, até a ponta, ela não desapareça nas mediações das lógicas políticas e partidárias que envolvem interesses de vários setores econômicos da sociedade brasileira”, destacou.

Na avaliação de Gomes, falta também uma compreensão mais ampla de todos os setores e aí estão incluídos os governos, de entender que as situações quilombola e negra, não são questões específicas ou só relativas aos quilombolas ou aos negros. “Essa é uma questão da sociedade brasileira, da democratização da sociedade brasileira e das dimensões do avanço da sociedade”, afirmou.

“Não teremos avanços se não trabalharmos isso. É uma questão do Brasil, uma questão nacional. Acho que essa tem sido uma dificuldade. Às vezes, tais questões são vistas como identitárias, de minorias, de apenas determinado setor de movimento social, quando, na verdade, expressam vontade de transformações mais profundas na sociedade brasileira, profundamente desigual. Aí, fico muito à vontade para falar nisso na condição de um historiador”, disse Gomes.

O professor alertou ainda para a necessidade da preservação das áreas das comunidades quilombolas.

“Discute-se fundo amazônico como se quilombo não existisse. Discute-se terra como se quilombo fosse apenas uma parte. Discutem-se melhorias nas cidades como se não houvesse quilombo nas franjas das cidades. Então, todas as questões, além do óbvio e da educação, porque temos projetos de educação quilombola, da cultura, das formatações das culturas originais dos quilombos, tudo passa pela questão da terra, pela presença desses camponeses negros e a essa dimensão histórica desses camponeses negros”.

Censo

Flávio Gomes comentou ainda o Censo 2022, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que incluiu visitas de recenseadores nas comunidades quilombolas.

Segundo o historiador, em um país como o Brasil, que tem mais de 50% de população negra, é relevante ter dados específicos dos quilombos, porque, até agora, o que existe são estimativas. “Existem cerca de 6 mil comunidades quilombolas em todo o Brasil. O número pode ser até um pouco maior – não acredito que seja menor. Isso representa que, no conjunto agrário rural brasileiro, em cada lugar, por exemplo, no Rio de Janeiro, temos comunidades quilombolas expressivas tanto em regiões nas margens urbanas quanto na Região dos Lagos. Ou seja, onde não tem quilombo? Há quilombo em todos os lados porque houve escravizados em todo o Brasil, houve tradição de fuga ou de formação camponesa dessas comunidades. O que a gente tem não é o resto disso”.

O historiador destacou ainda a importância da produção dos quilombos. “É a manutenção da transformação dessas comunidades inclusive na produção, porque essas comunidades não estão só pedindo direitos em função de uma dívida do passado. Elas hoje produzem alimentos que chegam às nossas mesas, que não vêm do agronegócio, e as políticas de governo do Estado têm que reconhecer isso como pauta principal”.

Game

Flávio Gomes falou também sobre um jogo eletrônico em que o usuário é um “proprietário de escravos” e que ficou disponível até o início da tarde da quarta-feira (24) na plataforma do Google Play. O jogador era estimulado a obter ganhos financeiros e a contratar guardas para evitar rebeliões. O jogo permitia também que o usuário explorasse sexualmente as pessoas colocadas sob seu poder dentro do mundo virtual.

Além de mostrar imagens de pessoas acorrentadas, inclusive de um homem negro, que aparecia coberto de grilhões em uma estética semelhante à de um desenho animado. Na capa, uma gravura histórica retratava um homem branco, em roupas elegantes, ao lado de um homem negro escravizado seminu.

Conforme a própria plataforma, até a manhã da quarta-feira, o jogo tinha sido baixado mil vezes. O nome Magnus Games é apresentado como criador deste e de outros jogos disponíveis no Google Play. No entanto, não é possível identificar com clareza nos perfis nas redes sociais, qual seria a empresa ou pessoa por trás do produto.

O historiador disse que não chegou a abrir o jogo, mas acompanhou as repercussões sobre o assunto e chamou a atenção para os cuidados necessários ante os efeitos de práticas que pareçam inocentes. É preciso tomar cuidado porque algumas práticas, aparentemente infantis, supostamente educativas e de lazer e brincadeira, estão reforçando práticas raciais, de estigma sobre a presença da população negra, que inclui sequestro de africanos escravizados, afirmou.

“Esse game é caso de polícia, porque, se há uma relação direta com a divulgação dele, da implementação do tipo de propaganda, do tipo de conteúdo, que reforça o estigma e preconceito, é caso de polícia, de Ministério Público, caso do Ministério da Justiça, fundamentalmente, acessar quem programa isso e os divulgadores”, enfatizou.

“A outra coisa, que paulatinamente a isso já tem sido feita, mas pode aumentar, são políticas de inclusão no campo da educação e da cidadania, para a gente ter mais material que divulgue de fato o que representou a história da presença dos africanos no Brasil, da escravidão, a pós-emancipação e a história recente”, relatou.

Quitandinha

Neste sábado (27), Flávio Gomes será o apresentador e mediador do seminário Gênero, Arte e Diáspora, com participação das historiadoras Iamara Viana e Raquel Barreto, às 17h, no Centro Cultural Sesc Quitandinha, em Petrópolis, na região serrana do Rio.

Ele é o curador das ações de pensamento na linguagem escrita, literária e oral, da exposição Um Oceano para Lavar as Mãos, que inaugura o espaço cultural. A mostra ficará em cartaz até 17 de setembro.

Formada por obras de artistas negros, a exposição é um movimento interessante, por dar visibilidade à produção artística com uma assinatura étnica e de projeto de intervenção e de identidades visuais, diz o professor.

Ele informou que o evento terá mais dois seminários: o próximo será sobre Insurgências Negras, com os historiadores João José Reis e Isadora Mota, e o último, sobre imagens negras, será com a historiadora Lilia Schwarcz. “É um núcleo de seminários que se articulam com debate sobre arte, performance e diáspora”, concluiu.

(Fonte: Agência Brasil)

O longa brasileiro A Flor do Buriti, produzido pela brasileira Renée Nader Messora e pelo português João Salaviza, foi premiado na noite dessa sexta-feira (26) no Festival de Cannes 2023, na França. Ele venceu o Prix D’ensemble (prêmio de Melhor Equipe) na mostra “Um Certo Olhar” (Un Certain Regard).

O filme, uma produção da empresa mineira Entre Filmes, estreou no dia 23 de maio e aborda os últimos 80 anos de história dos Krahô, povo indígena que vive no norte do Tocantins, na divisa com o Maranhão e o Piauí. São retratadas diferentes formas de resistência, como a luta pela terra, por maior liberdade, pela preservação de ritos ancestrais e da natureza das comunidades onde vivem. Um acontecimento em destaque no longa é o massacre ocorrido em 1940. Estima-se que fazendeiros da região tenham matado pelo menos 26 pessoas do povo Krahô.

A mostra entregou ainda o prêmio principal da noite para How To Have Sex, de Molly Manning Walker. O troféu Nova Voz foi para Augure, de Baloji. Goodbye Julia, de Mohamed Kordofani, venceu o prêmio Liberdade. The Mother Of All Lies, de Asmae El Moudir, conquistou a categoria de direção, e Hounds, de Kamal Lazraq, a do júri.

O Festival de Cannes continua na noite deste sábado (27), quando ocorrem as disputas pelo maior prêmio: a Palma de Ouro. O cineasta brasileiro Karim Aïnouz concorre com o filme britânico Firebrand. Destaque no elenco para os atores Jude Law e Alicia Vikander. O enredo fala sobre a sexta e última esposa do rei Henrique VIII, na Inglaterra da dinastia Tudor, que tenta promover crenças protestantes radicais na nação.

(Fonte: Agência Brasil)

O kitesurfista maranhense Bruno Lobo, que é patrocinado pelo Grupo Audiolar e pelo governo do Estado por meio da Lei Estadual de Incentivo ao Esporte, além de contar com os patrocínios do Bolsa-Atleta e da Revista Kitley, vai encarar mais um grande desafio na temporada, dando sequência à preparação em busca da tão sonhada vaga nos Jogos Olímpicos. Principal atleta da modalidade no país, Bruno está confirmado na disputa da Allianz Regatta, uma das competições mais importantes do ano, que terá início na próxima quarta-feira (31) e será realizada até 4 de junho, em Lelystad, na Holanda.

Antes da Allianz Regatta, Bruno Lobo teve um ótimo desempenho na 52ª edição do Troféu Princesa Sofia, um dos eventos mais tradicionais da vela, que foi realizado em abril, em Palma de Mallorca, na Espanha. O atleta maranhense foi o melhor kitesurfista das Américas, ficou em sétimo lugar entre os países e também garantiu a 11ª posição na classificação geral da competição, que contou com a participação dos 115 melhores kitesurfistas do mundo. Também em abril, Bruno representou o Brasil na Semana Olímpica Francesa, disputada em Hyères.

A temporada de 2023 é a mais importante da carreira de Bruno Lobo, que terá duas oportunidades para carimbar a vaga nos Jogos Olímpicos de 2024, em Paris, na França. O primeiro seletivo olímpico para o kitesurfista número 1 do Brasil será o Campeonato Mundial de Vela, entre os dias 10 e 20 de agosto, na cidade de Haia, na Holanda.

Depois do Campeonato Mundial, Bruno Lobo ainda terá outro evento classificatório para os Jogos Olímpicos pela frente. Entre os dias 25 de outubro e 5 de novembro, o kitesurfista maranhense vai competir nos Jogos Pan-Americanos, em Santiago, no Chile. O Pan traz ótimas recordações para Bruno, que teve um desempenho histórico e faturou a medalha de ouro na competição de 2019, em Lima, no Peru.

Conquistas de 2022

Bruno Lobo fez história em duas competições disputadas em novembro de 2022, em São Luís. O kitesurfista maranhense faturou pela terceira vez o Campeonato Pan-Americano de Fórmula Kite e garantiu o sexto título brasileiro de Fórmula Kite, mostrando mais uma vez porque é um dos principais nomes da modalidade no continente.

Também em 2022, Bruno Lobo foi campeão da Copa Brasil de Vela, que foi válida como segunda etapa do Campeonato Brasileiro de Fórmula Kite e disputada em Ilhabela (SP), com vitórias em todas as 13 regatas da competição, garantiu a 18ª colocação e foi o melhor das Américas no Mundial de Fórmula Kite, em Cagliari, na Itália, ficou com a nona colocação no Circuito Europeu, realizado entre setembro e outubro, em Lepanto, na Grécia, faturou o título da categoria Hydrofoil na Copa Brasil de Vela de Praia, com vitórias nas 10 regatas da competição disputada no mês de agosto, em Fortaleza, e conquistou a sétima posição no Circuito Mundial de Kitesurf, que ocorreu no fim de julho, em Gizzeria, na Itália.

No primeiro semestre de 2022, Bruno Lobo ficou em sétimo lugar na disputa da Fórmula Kite na Copa do Mundo de Vela, que ocorreu em junho, na Holanda, e sagrou-se campeão da etapa do Campeonato Espanhol na cidade de Palamós, vencendo 10 das 12 regatas disputadas. O maranhense também garantiu a quarta colocação no Campeonato Asiático de Kitesurf na Tailândia e acabou ficando no Top 20 na disputa da Semana Olímpica Francesa em Hyères, na França.

Referência no Brasil e nas Américas

Nos últimos anos, o maranhense Bruno Lobo tornou-se a principal referência no kitesurf tanto no Brasil quanto nas Américas. Hexacampeão brasileiro de Hydrofoil, o atleta é dono de uma vasta coleção de títulos: foi campeão dos Jogos Pan-Americanos de Lima 2019, tricampeão das Américas (2020-2021-2022), octacampeão maranhense, entre outros.

“Só tenho a agradecer aos patrocínios do Grupo Audiolar, do governo do Estado, do Bolsa-Atleta federal e da Revista Kitley por estarem ao meu lado nesse sonho de representar o Maranhão e o Brasil nas Olimpíadas de Paris. A cada competição, buscamos evoluir para conquistar a vaga olímpica. Muito obrigado pelo apoio e incentivo”, concluiu Bruno Lobo.

(Fonte: Assessoria de imprensa)