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Grêmio

As equipes do Inovar e do Grêmio estão perto de avançarem às semifinais do torneio Sub-15 da primeira edição da Taça Ilha de São Luís de Futebol de Base, competição patrocinada pelo governo do Estado e pelo El Camiño Supermercados por meio da Lei Estadual de Incentivo ao Esporte. Após vencerem os duelos de ida, os dois times voltam a campo neste fim de semana, para confirmar suas vagas para a próxima fase. Os duelos decisivos da categoria Sub-15 ocorrerão no domingo (26), no Campo do Leão Dourado, na Maioba, a partir das 14h15.

A rodada será aberta com o duelo entre Grêmio e 15 de Novembro. No jogo de ida, a equipe gremista levou a melhor e venceu o duelo por 1 a 0. Com o triunfo, o Grêmio precisa de um empate no domingo para continuar na competição. A garotada do 15 de Novembro precisa vencer por dois ou mais gols de diferença para se classificar no tempo normal. Se vencer por um gol de diferença, o semifinalista da Taça Ilha será conhecido nos pênaltis.

Na sequência, às 15h40, o Inovar tenta aproveitar a boa vantagem obtida no jogo de ida para chegar às semifinais. Após ter vencido a Afasca por 2 a 0, o Inovar pode perder por um gol de diferença que, mesmo assim, continuará na competição. Ao time da Afasca, resta vencer por dois gols para forçar os pênaltis ou por três tentos para ir às semis.

Inovar

Sub-13

Neste fim de semana, também serão realizadas duas partidas válidas pelas quartas de final do torneio Sub-13 da Taça Ilha de São Luís de Futebol de Base. No sábado (25), a partir das 8h, a bola rola para Olímpica x Palmeirinha e Juventude x Cruzeiro. Os jogos de ida ocorrem no Campo do Leão Dourado, na Maioba.

Tudo sobre a Taça Ilha de São Luís de Futebol de Base está disponível no Instagram oficial da competição. O endereço é o @tacailhaslz.base.     

(Fonte: Assessoria de imprensa)

O deputado federal Juscelino Filho (União-MA) comemorou a oferta de 15 novos cursos na área da saúde pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA), fruto de recursos obtidos por ele no Ministério da Saúde. O lançamento vai ocorrer no dia 30 de junho, segundo informou o reitor Carlos César Teixeira, durante reunião com a bancada maranhense no Congresso Nacional, na última terça-feira (21), em Brasília.

“Fico muito feliz em ver mais essa ação do nosso mandato se transformar em oportunidades para os maranhenses. Foram quase R$ 5 milhões que conseguimos em uma secretaria do ministério para viabilizar esses cursos, que vão dar grande contribuição no Estado. Sempre fui e serei um parceiro de primeira hora do IFMA, pois entendo o papel importante que ele tem na vida da nossa gente, especialmente dos jovens”, afirmou Juscelino Filho.

Com carga de 20 horas, os cursos on-line e abertos vão tratar de temas como políticas públicas, humanização, gestão participativa no Sistema Único de Saúde, acolhimento, saúde do trabalhador, ética profissional e direitos e deveres dos usuários do SUS, entre outros. De acordo com o reitor Carlos César, as novas modalidades integram o projeto de ampliação da oferta de educação à distância, que contará com 89 polos, em 87 cidades maranhenses.

“Os cursos estão prontos para serem ofertados por esses polos e dentro das nossas unidades. Vamos fazer o lançamento no próximo dia 30 e, a partir daí, a proposta é lançarmos em todos os municípios do Maranhão. Com isso, o IFMA está mudando um pouco o seu vetor, não somente trabalhando com educação profissional tecnológica, mas também chegando a um produto na área da saúde”, explicou Carlos César.

No encontro com deputados e senadores maranhenses, o reitor do IFMA detalhou projetos e ações em execução e que são resultado de emendas destinadas pelos parlamentares.

 Juscelino Filho elogiou a prestação de contas e o fato do instituto apresentar suas demandas com boa antecedência em relação à formulação do Orçamento de 2023. A reunião de terça-feira também contou com a participação de diversos pró-reitores e diretores do IFMA.  

(Fonte: Assessoria de imprensa)

O governo de São Paulo lançou, neste mês, uma biblioteca digital gratuita com um acervo de mais de 15 mil títulos e uma vasta grade de atividades culturais, como clubes de leitura e oficinas de capacitação.

A iniciativa irá interagir com as cerca de 330 bibliotecas municipais que integram o Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas (SisEB), localizadas em 240 cidades no Estado. O objetivo é que o projeto promova a capacitação continuada dos profissionais de bibliotecas e provoque o crescimento de usuários, tanto da biblioteca digital, quanto das físicas.

 Segundo o secretário de Cultura e Economia Criativa, Sérgio Sá Leitão, a BibliON permitirá a ampliação do acesso e o estímulo ao hábito da leitura.

“A nova plataforma tem o mesmo status e importância das bibliotecas estaduais e do sistema SiSEB. Uma instituição de caráter continuo e permanente, que acompanhará toda a evolução tecnológica e das pessoas”, disse.

 “A BibliON será um poderoso instrumento para que o Brasil se torne um país de leitores”, completou.

O acervo da nova plataforma, gerida pela SP Leituras, organização social responsável pela Biblioteca de São Paulo (BSP), a Biblioteca Parque Villa-Lobos (BVL) e o Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas de São Paulo (SisEB), estará em constante atualização e conterá títulos dos mais variados gêneros, áreas de conhecimentos e idiomas, no formato de livros digitais (e-books) e audiolivros.

O projeto também abrange clubes de leitura, podcasts, seminários, capacitações e oficinas, além de outras atividades culturais e de formação, para dinamizar seu uso e fomentar as interações do público, tanto com ela, quanto com as bibliotecas físicas.

O usuário pode fazer empréstimo de até duas obras simultâneas, por 15 dias. Para utilizar o serviço gratuito, basta que os interessados acessem o site da BibliON ou baixem o aplicativo BibliON, disponível no Google Play e na Apple Store, e realizem um cadastro.

(Fonte: Agência Brasil)

O presidente Jair Bolsonaro sancionou, com veto, a lei que permite a renegociação de dívidas do Programa de Financiamento Estudantil (Fies). Publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (22), a Lei 14.375/22 beneficia os alunos que aderiram ao Fies até o segundo semestre de 2017.

Criado em 1999, o fundo foi instituído com o objetivo de financiar as mensalidades cobradas por instituições de ensino superior privadas para cursos de graduação de seus estudantes. Os valores dessas mensalidades são pagos, posteriormente e em parcelas, pelos estudantes beneficiados.

Com a sanção da lei, descontos de até 77% do valor da dívida poderão ser concedidos a estudantes com débitos vencidos e não pagos há mais de 360 dias (na data de 30 de dezembro de 2021).

Já aos alunos inscritos no CadÚnico, ou que tenham sido beneficiários do auxílio emergencial em 2021, com débitos vencidos e não pagos há mais de 360 dias, poderá ser concedido desconto de “até 99% do valor consolidado da dívida, inclusive principal, por meio da liquidação integral do saldo devedor”, detalha a Secretaria-Geral da Presidência da República.

A adesão à renegociação de dívidas do Fies deve ser feita por meio de canais de atendimento a serem disponibilizados por agentes financeiros, como Caixa e Banco do Brasil.

O Fies é também uma ferramenta que possibilita, ao Poder Público, fazer avaliações de instituições de ensino e de seus cursos de graduação.

Veto

O texto da lei encaminhada para a sanção presidencial instituía o Programa Especial de Regularização Tributária para Santas Casas, hospitais e entidades beneficentes que atuam na área da saúde, de forma a permitir também o refinanciamento de débitos de natureza tributária e não tributária vencidos até 30 de abril de 2022.

No entanto, após “manifestação das pastas ministeriais competentes”, o governo vetou o dispositivo que estabelecia que os descontos em dívidas concedidos com base no Programa Especial de Regularização Tributária (Pert) “não seriam computados” na apuração da base de cálculo do imposto sobre a renda; da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL); da contribuição para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins).

Na avaliação da secretaria, “a medida incorreria em vício de inconstitucionalidade e contrariaria o interesse público, uma vez que a instituição do benefício fiscal implicaria em renúncia de receita”.

(Fonte: Agência Brasil)

Em sua 17ª edição, a Mostra de Cinema de Ouro Preto (CineOP) volta a movimentar o principal destino turístico do interior mineiro. Após dois anos explorando o formato on-line em decorrência da pandemia de covid-19, o evento irá novamente receber cinéfilos de todo o país na cidade histórica. A programação, que se inicia hoje (22) e vai até a próxima segunda-feira (27), coloca em destaque filmes produzidos por diretores indígenas.

“Fizemos um mergulho nos acervos e tivemos acesso a um volume muito grande de trabalhos. Foi um esforço de pesquisa e buscamos oferecer uma programação que tenha uma diversidade tanto de temas como povos representados”, conta o curador Cleber Eduardo. Além da produção indígena, o evento possibilitará o contato com uma cinematografia diversa que passa, por exemplo, por ficções ambientadas nos anos 1980 e 1990 e por documentários sobre os cineastas Glauber Rocha e Ruy Guerra e sobre o músico Belchior.

Além das atividades presenciais, haverá uma programação virtual disponibilizada por meio do site da CineOP. A decisão foi tomada a partir da avaliação positiva das experiências de 2020 e 2021. “Acho que é algo que vai existir sempre agora nos festivais”, avalia Cleber Eduardo.

A organização do evento espera um público de 15 mil pessoas em Ouro Preto. Considerando a programação presencial e virtual, serão exibidos, ao todo, 151 filmes, sendo 20 longas-metragem, 14 médias e 117 curtas. São trabalhos provenientes de 21 Estados brasileiros, além de outros sete países. Estão previstos, ainda, debates, oficinas, exposições, lançamentos de publicações, performances e shows. Toda a programação é gratuita.

Embora as primeiras atividades do evento estejam começando hoje, a abertura oficial ocorre apenas amanhã (23), às 19h30, quando os cineastas indígenas Ariel Ortega e Patricia Ferreira Yxapy serão homenageados na Praça Tiradentes e receberão o Troféu Vila Rica.

“A definição pelo trabalho de ambos, nascidos na cidade argentina de Missiones, na aldeia Tekoa Verá Guaçu, se dá especialmente pela forma como as questões culturais e políticas em seus filmes surge de natureza distintas, sendo pontuadas pela própria aproximação da cidade em relação às terras de seu povo”, registra o site do evento.

Na sessão de abertura, o público assistirá a Bicicletas de Nhanderú, um documentário de 48 minutos dirigido por Ariel Ortega e Patricia Ferreira Yxapy e finalizado em 2011. No filme, os diretores realizam uma imersão na espiritualidade presente no cotidiano dos Mbyá-Guarani da aldeia Koenju, em São Miguel das Missões (RS).

Cinema indígena

Dos 151 títulos incluídos na programação, 35 são dirigidos por indígenas de 17 povos distintos. Segundo Cleber Eduardo, trata-se de uma mostra que busca oferecer um olhar retrospectivo da cinematografia indígena.

“Embora seja uma produção ainda muito recente, que começa no final dos anos 1990, já possui um percurso de mais de 20 anos. E, dentro desse período, há algumas mudanças. Por exemplo, no começo, os filmes eram coproduzidos com indígenas e não indígenas. Progressivamente, os indígenas começam a assumir sozinhos a direção. Hoje, achamos que já existe um volume de filmes que permita observar alguns recortes de temas recorrentes, de formatos recorrentes, da diferenças entre povos”, diz o curador.

Cléber observa que a potência do cinema se articula com o drama da situação indígena na atualidade e considera que há dois macrossegmentos temáticos. Um deles está relacionado com a tradição espiritual e ritualística e com a identidade de povo, revelando um esforço pela preservação de sua cultura. O outro envolve o contato conflituoso com a cultura urbana e com a cultura não indígena, do qual derivam intimidações políticas, invasões de terra e ações violentas.

“São problemas concretos que, muitas vezes, ameaçam a vida desses povos”, diz. Ele ressalta que as abordagens são bastante variadas, mas que é possível ver, nos dois macrossegmentos, um movimento de resistência, seja político ou cultural.

Histórico

A CineOP é organizada pela Universo Produção, que também responde pela tradicional Mostra de Cinema de Tiradentes. Sua realização também conta com o apoio da Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo e da Secretaria de Cultura e Turismo de Minas Gerais.

Referência no calendário cinematográfico nacional, o evento surgiu em 2006 e tem como diferencial a estruturação em três eixos: patrimônio, educação e história. Para cada um deles, há uma vasta programação que mobiliza cineastas, pesquisadores, restauradores, professores, críticos, estudantes e cinéfilos em geral.

Dentro do eixo patrimônio, é realizado o Encontro Nacional de Arquivos e Acervos Audiovisuais Brasileiros. Trata-se de um dos principais fóruns onde se discutem políticas públicas voltadas para preservação dos filmes nacionais. A pauta envolve temas como prioridades para a restauração, processos de digitalização, acesso da população aos filmes e organização de bancos de dados.

No eixo educação, o cinema indígena também estará no centro das discussões. Convidados internacionais irão debater sobre as possibilidades de práticas pedagógicas dos filmes.

(Fonte: Agência Brasil)

II Bienal do Livro e da Leitura de Brasília.

O Senado aprovou, em votação simbólica, um projeto de lei que inclui o compromisso da educação básica com a alfabetização plena e a capacitação gradual para a leitura na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB). De autoria do deputado federal Hugo Leal (PSD-RJ), o parecer favorável do relator na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), foi aprovado em votação simbólica.

Pelo projeto, serão acrescentados entre os direitos garantidos pelo Estado e previsto na LDB “a alfabetização plena e a capacitação gradual para a leitura ao longo da educação básica como requisitos indispensáveis para a efetivação dos direitos e objetivos de aprendizagem e para o desenvolvimento dos indivíduos”. Essas mesmas características também passam a integrar a educação básica.

O relator disse que a alfabetização plena e a competência em leitura são os principais objetivos da escolarização. “Sem a consolidação das bases que elas representam, o resultado é uma escolarização insatisfatória e que deixa o indivíduo sem condições de progredir e de dominar saberes de outras áreas”, disse.

Atualmente, a LDB determina que o Estado deverá garantir educação básica obrigatória e gratuita dos 4 aos aos 17 anos e educação infantil gratuita às crianças de até 5 anos, assegurado atendimento educacional especializado aos educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação. Outras determinações da LDB incluem ensino gratuito para todos que não o concluíram na idade própria, oferta de ensino noturno regular, programas suplementares de material didático e escolar, e padrões mínimos de qualidade de ensino.

(Fonte: Agência Brasil)

A proporção de domicílios brasileiros com acesso à internet cresceu entre 2019 e 2021. Segundo a pesquisa sobre o uso das Tecnologias de Informação e Comunicação nos Domicílios brasileiros (TIC Domicílios) 2021, divulgada, nesta terça-feira (21), pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), na média, o percentual de residências aptas a acessar a rede mundial de computadores subiu de 71% para 82% no período de dois anos. Apesar disso, o país ainda contabiliza 35,5 milhões de pessoas sem acesso à internet e o número de domicílios das classes B, C e D/E com computadores caiu no mesmo período.

A variação positiva foi mais significativa entre os domicílios de áreas rurais, segmento que evoluiu de 51%, em 2019, para 71%, em 2021. Entre as residências de áreas urbanas, a proporção foi de 75% para 83% no mesmo período.

“Esta proporção aumentou significativamente entre os domicílios das áreas urbanas em relação à situação pré-pandemia, mas a grande variação aconteceu na área rural, onde foi observado um crescimento de 20 pontos percentuais entre 2019 e 2021”, destacou o coordenador da pesquisa, Fábio Storino

Segundo Storino, o resultado dos dados coletados presencialmente entre outubro de 2021 e março de 2022 devem ser comparados aos de 2019, e não aos de 2020, quando, devido à pandemia, o Cetic.br teve que adaptar o método de coleta, entrevistando um número menor de participantes ouvidos exclusivamente por telefone – o que aumentou a margem de erro em comparação aos levantamentos de outros anos.

Quanto à qualidade do serviço, a pesquisa TIC Domicílios identificou que tanto na área urbana (64%) quanto na rural (39%), a maioria das residências está conectada à rede por meio de fibra óptica ou cabo. Em seguida vem a rede móvel, à qual 20% dos domicílios de áreas rurais e 17% dos das zonas urbanas estão interligados. Praticamente 99% dos usuários acessam a internet por meio de aparelhos celulares, enquanto 50%, ou 74,5 milhões de habitantes do país, utilizam a televisão, que já ultrapassa os computadores (36%).

Enquanto 100% dos domicílios da classe A possuem acesso à internet, apenas 61% dos das classes D/E dispõem do serviço. A proporção entre as residências da classe B chega a 98%, e os de classe C, a 89%.

“Olhando a evolução [do acesso] por classe [social], há uma estabilidade em patamares elevados entre as classes mais altas [A e B], uma tendência de aumento na classe C e um aumento mais pronunciado entre as classes D/E”, destacou Storino, apontando o crescimento de 11 pontos percentuais entre os mais pobres, entre 2019 e 2021.

“A diferença entre a conectividade nos domicílios de classe A e os de classe D/E, que era de 83 pontos percentuais em 2015, caiu para 39% em 2021. Ou seja, embora as diferenças [sociais] persistam e ainda sejam significativas, ela vem se reduzindo ao longo do tempo”.

Ainda que menores, as diferenças também se fazem sentir em termos regionais. No Sudeste (84%), no Sul (83%) e no Centro-Oeste (83%), as proporções de domicílios com acesso à internet superam a casa dos 80%, enquanto no Norte esse percentual é de 79% e, no Nordeste, 77%. Em comparação a 2019, a conectividade aumentou em todas as cinco regiões. No espaço de dois anos, este indicador variou 13% no Centro-Oeste; 12% no Nordeste; 10% no Sul; 9% no Sudeste e 7% no Norte do país

Internauta

A pesquisa também aponta que a quantidade de usuários que acessam a rede mundial de computadores aumentou 7% entre 2019 e 2021, passando de 74% para 81% dos entrevistados. Aumento associado à popularização dos smartphones não só no Brasil, mas em todo o mundo.

“Quando perguntamos sobre o uso de computadores, estamos falando de computadores de mesa [desktops] e portáteis [notebooks e tablets]. Os aparelhos celulares, embora sejam quase um computador de bolso, proporcionam um uso mais limitado, que não desenvolve, nos usuários, o mesmo tipo de habilidades digitais que a utilização de múltiplos dispositivos”, finalizou Storino, destacando que, em 2021, a proporção de usuários que acessam a rede mundial de computadores exclusivamente por telefones celulares passou de 58%, em 2019, para 64% da população, em 2021.

O crescimento foi maior entre os moradores das áreas rurais, na qual os percentuais passaram de 53% para 73%. Já entre os habitantes das zonas urbanas, a evolução foi de 77% para 82% dos entrevistados.

Com base nas respostas dos entrevistados, os pesquisadores estimam que cerca de 139 milhões de internautas acessam a rede todos os dias ou quase todos os dias. Na outra ponta da frequência de uso, 9,6 milhões de pessoas pouco acessam a internet, às vezes, uma vez ao mês. “Ainda temos um contingente de 35,5 milhões com dez anos de idade ou mais que não utilizam a internet”, destacou Storino.

“Também é possível notar diferenças significativas quando olhamos [a distribuição da frequência de uso] por classe social. Enquanto grande parte da população das classes A e B faz uso diário da internet, à medida que vamos para as classes C e D/E aumentam tanto a proporção de uso menos frequente da internet, que não está disponível [na mesma medida], quanto o de não usuários”, acrescentou Storino.

A pesquisa também avalia a distribuição dos hábitos de utilização da internet por recortes como sexo, cor, grau de instrução e faixa etária. Para os pesquisadores, um dos destaques desta 17ª edição do levantamento foi o aumento do número de internautas entre a população com mais de 60 anos de idade. “Em 2019, antes da pandemia, um terço desta população era usuária da internet. Esta proporção aumento para 48% em 2021, um contingente relevante”, comentou Storino. 

(Fonte: Agência Brasil)

Diretora Nicolle Machado

Atriz, dramaturga e diretora, a maranhense Nicolle Machado se tornou um nome conhecido no teatro maranhense. E, em 2022, este voo se tornará ainda maior, ao assumir a direção do espetáculo “Bandeira de Aço – O Musical”, que tem previsão de estreia da 1ª temporada para setembro deste ano, no palco do Teatro Arthur Azevedo (TAA).

Atualmente, Nicolle Machado está com outros dois espetáculos em processo: “Protocolo Pancadão”, pela Poli Companhia, onde é atuante e dramaturga, e em “A Vagabunda”, pelo Grupo Xama Teatro, assinando a direção e, novamente, a dramaturgia. Em meio a tantas práticas artísticas, a atriz, que é também mestra em artes cênicas, especialista em ensino de arte e movimento e licenciada em teatro, se considera uma “teatreira” (viciada nas vivências teatrais) e honrada com o convite feito por Guilherme Júnior, criador do musical, para dirigir o espetáculo.

“Me senti muito honrada e com um compromisso enorme. Ele [Guilherme Júnior] pensava em montar o espetáculo com pessoas do que alguns chamam de ‘nova geração do teatro maranhense’ Então, aqui estou! Me orgulho muito de ser parte dessa cena, mas friso que as minhas referências estão aqui, nos mestres que me fizeram”, pontuou Nicolle.

Para a diretora, levar o disco “Bandeira de Aço”, considerado um clássico da música maranhense, para a linguagem cênica é um processo de descobrir as histórias que existem em cada uma das faixas, as histórias que eclodem a partir dessas músicas e as histórias que conectam essas músicas, montando-as todas em uma única produção.

“Eu ouvia as músicas entoadas por Papete e seus contemporâneos, desde as aulas e apresentações no Sesc. Ficaram na memória. Até hoje, sei cantar inteira ‘Manguinha do Sá Viana’”, brinca Nicolle. E acrescenta: “Mais tarde, conscientemente e por conta dos estudos na UFMA [Universidade Federal do Maranhão], fui me interessando ainda mais pelo fazer artístico maranhense, e esse disco, por completo, chegou a mim. Depois, soube de sua conexão com o Laborarte, e ele fez mais sentido ainda. O processo criativo em teatro, para mim, é sempre descobrir uma nova perspectiva, criar uma história. Se fazemos isso por meio de referências biográficas, tornamos mais presente ainda essa narrativa que está por nascer”, analisa a diretora.

Outro ponto que Nicolle Machado destaca sobre “Bandeira de Aço” é que o disco só existe a partir da criação de influências diversas, de ritmos que foram marginalizados e de necessidades em dar voz e valor à cultura que faz um povo. “Se isso não for colocado em cena, na forma de corpos, ancestralidades, credos e desejos diferentes, então não estamos investigando o movimento de composição das músicas sobre uma perspectiva da descentralização de interesses”, pontua.

Ensaios

Os ensaios do espetáculo começaram no último dia 13 de junho, no Ateliê Academia de Dança, no Bairro do Vinhais, em São Luís. Segundo Nicolle, a maior dificuldade para a criação do espetáculo é o tempo. “Tudo parou na pandemia, só não a fome do povo. A fome por comida, por direitos. Parece que agora, quando tudo tenta retomar o caminho, não tem mais caminho, então é tudo urgente, é tudo para agora. E isso reflete uma pressão enorme na gente, que trabalha com o sensível, porque são tempos incertos. Só temos de garantia o dia de hoje, então fazer um processo de criação longo torna-se arriscado, tanto do ponto de vista financeiro, quanto do político”, afirma a dramaturga.

Sobre o espetáculo, a diretora acredita que o público pode esperar uma criação: “uma história que se mova pelos mesmos motivos das músicas do disco e que faça conexões significantes da mesma forma que as músicas se conectam para hastear, ou derrubar, essa bandeira de aço”, conclui.

“Bandeira de Aço – O Musical”

Produzido pela Encanto Coletivo Cultural e G4 Entretenimentos, “Bandeira de Aço – O Musical” será lançado no segundo semestre deste ano e contará com os patrocínios do governo do Estado e da Equatorial Maranhão, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura.

O músico e administrador Guilherme Júnior é o idealizador do musical. O espetáculo vai navegar pelo universo das composições das 9 faixas do disco, apresentando, também, os bastidores do álbum, o ponto de vista – e as questões – entre o intérprete (Papete) e os compositores (César Teixeira, Josias Sobrinho, Ronaldo Mota e Sérgio Habibe).

O musical vai, ainda, narrar ao público momentos curiosos, como o atraso de 10 anos do lançamento do disco no Maranhão – uma década após ser lançado nacionalmente. A produção será assinada pelo Encanto Coletivo Cultural, grupo criado em 2015 que foca na expansão da prática do Teatro Musical em São Luís.

Todas as informações sobre o espetáculo serão disponibilizadas na página oficial do projeto no Instagram: @bandeiradeacomusical. O musical é patrocinado pelo governo do Estado e pela Equatorial Maranhão, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura.

“Bandeira de Aço”, de Papete

“Bandeira de Aço” é o segundo álbum do percussionista e cantor maranhense Papete, lançado pelo selo Discos Marcus Pereira, em 1978. Com nove faixas, o disco conta com faixas que ganharam popularidade no Maranhão, como “Boi da Lua” e “Engenho de Flores”, entre outras. Artistas como Josias Sobrinho, Ronaldo Mota, César Teixeira e Sérgio Habibe assinam as composições do álbum, que tinham Papete como intérprete oficial.

Lançado durante o período de ditadura militar no Brasil, “Bandeira de Aço” é referenciado como uma produção que representava o povo brasileiro e o contexto social e histórico em que foi lançado.  

(Fonte: Assessoria de imprensa)

Juan Ramos

Dois fins de semana intensos de jogos marcaram a terceira etapa do TMB Estadual, no Clube Independente. Os mesatenistas do Fórum Jaracaty jogaram nos quatro dias de competições (11, 12, 17 e 18 de junho) e garantiram, mais uma vez, bons resultados ao projeto.

No primeiro fim de semana, Paola Morais conquistou o terceiro lugar no Rating E Feminino e a prata no Absoluto C Feminino, enquanto Juan Ramos arrebatou o bronze no Rating N Masculino. Já no segundo fim de semana, Hian Sá levou o bronze no Infantil Masculino e Ingrid Saraiva, o bronze no Juvenil e no Juventude Feminino. Paola Morais repetiu o feito da semana anterior e subiu novamente no pódio: dessa vez, ela levou ouro no Juvenil e no Infantil Feminino.

Hian Sá foi bronze

Com o saldo de 8 medalhas, o técnico Antônio Ferreira destaca a atuação dos atletas do projeto. “Os treinos diários têm sido grandes responsáveis pelo desempenho dos mesatenistas. Precisamos melhorar em alguns aspectos e estamos trabalhando estas melhoras fora do aspecto esportivo. São pontos que precisam ser exercitados, até para não comprometer o rendimento deles”, reforça.

Paola Morais e Ingrid Saraiva

Juntas, as competições da terceira etapa do TMB Estadual e dos Jogos Escolares Ludovicenses (JELs), possibilitaram ao tênis de mesa do Fórum Jaracaty 13 medalhas, somente em junho. Patrocinado pelo governo do Estado e pela Equatorial Maranhão por meio da Lei Estadual de Incentivo ao Esporte, o Fórum Jaracaty oferece modalidades esportivas a jovens das comunidades do Jaracaty, Camboa e adjacências, além de cursos e palestras à comunidade em geral, de forma gratuita.  

(Fonte: Assessoria de imprensa)

O Ministério da Educação (MEC) anunciou, nessa segunda-feira (20), um acordo de cooperação com a gigante norte-americana Google para o acesso a ferramentas de apoio acadêmico para professores e estudantes. A parceria foi fechada durante cerimônia, no Palácio do Planalto, que contou com a presença do presidente Jair Bolsonaro e de ministros. A iniciativa faz parte da Política Nacional de Recuperação da Aprendizagem, lançada por meio de decreto no mês passado, e que pretende reduzir a evasão escolar e melhorar o desempenho dos alunos, duas das principais consequências da pandemia de covid-19, que manteve as escolas da rede pública fechadas entre março de 2020 e agosto de 2021.

Segundo o MEC, serão quatro serviços disponibilizados a partir do acordo. 

- Google Workspace for Education Fundamentals: pacote gratuito de ferramentas que oferece uma base flexível e segura para aprendizagem, colaboração e comunicação. A adesão pelas redes educacionais se dará mediante assinatura de termo de adesão simplificado, de forma voluntária e não onerosa para a rede, seja municipal, estadual ou federal;

- Seja Incrível na Internet: programa de cidadania digital com trilhas de capacitação para educadores, planos de aulas e atividades;

- Grasshopper: aplicativo de programação para iniciantes, com ensino de pensamento computacional;

- Google Cloud Capacita+: programa com treinamentos gratuitos, online, para formação de profissionais em tecnologias de nuvem.

Desempenho

Segundo o ministro da Educação, Victor Godoy, uma avaliação feita pelo MEC nos últimos meses está traçando um diagnóstico da situação da educação básica no país. Entre os dados apresentados, o levantamento feito por meio de uma plataforma criada pela pasta mostra que 30% dos estudantes do 3º ano do ensino fundamental estão no estágio de desenvolvimento esperado. 

“Quando a gente olha para matemática, 98% dos estudantes do 6º ano não estão com nível adequado, só 2% deles estão. Cerca de 45% dos 98% não dominam as quatro operações básicas da matemática, ou seja, estão no primeiro marco de desenvolvimento esperado”, disse. A evasão escolar também mais que dobrou no ensino médio, passando de 2,3% para 5%, disse Godoy.

Esses resultados foram mapeados por uma plataforma de avaliação e desempenho disponível não só para a rede pública, mas também para a rede privada, de forma gratuita. De acordo com o ministro, ela permite a realização de mais de 600 testes avaliativos em matemática, ciências e proficiência em línguas. A partir disso, faz um reagrupamento de estudantes de acordo com o nível em cada uma dessas disciplinas. Até agora, cerca de 5 milhões de alunos em mais de 2 mil municípios foram cadastrados no sistema de avaliação. 

Outra ferramenta que está sendo apresentada pela pasta é a MECPlace, uma plataforma integrada em ambiente aberto e colaborativo que oferece soluções em tecnologia da informação para apoio às redes educacionais. O sistema foi desenvolvido por meio de parcerias com as universidades federais do Ceará (UFC), de Juiz de Fora (UFJF) e de Alagoas (UFAL). 

Questionado sobre a dificuldade de acesso à tecnologia e dispositivos digitais, por parte dos estudantes da rede pública, especialmente os mais vulneráveis, o ministro informou que é preciso enfrentar o problema em parceria com os estados e municípios. "Qualquer desafio de infraestrutura, de conectividade, passa, necessariamente, por uma articulação União, estados e municípios. O que estamos fazendo nessa perspectiva é fortalecer a colaboração, levando aos entes processos estruturados de implantação de tecnologia”, disse Godoy. 

O presidente Jair Bolsonaro reclamou do tempo em que as escolas permaneceram fechadas e elogiou a iniciativa do MEC. "Passamos dois anos de pandemia, onde praticamente tudo fechou, 99% das escolas fechadas. No que dependesse de mim, teríamos aula. E nós, agora, estamos na recuperação e na busca do tempo perdido. Esse método, essa disciplina adotada pelo MEC, é reconhecida já por outros países", afirmou. 

Parcerias

Além da Google, o MEC fechou, em abril, uma parceria de recuperação das aprendizagens com a Microsoft. A parceria permite a disponibilização gratuita do Office 365 Educacional A1 (versão nuvem), concedendo acesso a aplicativos da marca, como Excel, Word, Power Point e outras ferramentas.

(Fonte: Agência Brasil)