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Estudantes de todas as regiões do Brasil podem se inscrever a partir de hoje (26), no 2º Prêmio Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) Talento Universitário.

O concurso escolherá alunos de destaque que obtiverem as maiores notas em uma avaliação de 80 questões de múltipla escolha. Para participar, os interessados devem ter feito o Enem 2019 ou o Enem 2020 e terem ingressado na educação superior em 2021. Os mil participantes com as maiores notas receberão R$ 5 mil.

O prazo limite para as inscrições é 13 de fevereiro. Segundo informa a Capes, as inscrições serão limitadas a 100 mil estudantes, dos quais 66 mil farão o teste presencialmente e 44 mil farão de forma on-line.

Outra exigência para concorrer ao prêmio é que o estudante não tenha débitos e pendências com a Capes, CNPq ou outras agências de fomento à pesquisa. A documentação para comprovar matrícula em instituições de nível superior – públicas, privadas ou militares – também será exigida.

A prova será aplicada em 20 de março. Os locais de realização dos testes serão divulgados no início do mês de aplicação.

O edital para o certame e as inscrições podem ser feitas pela internet.

(Fonte: Agência Brasil)

Além do caráter esportivo, com aulas gratuitas de natação para 50 crianças na faixa etária dos oito anos de idade, o Projeto Braçada Olímpica, iniciativa idealizada pelo nadador multicampeão maranhense Frederico Castro e patrocinada pelo governo do Estado e Grupo Mateus por meio da Lei Estadual de Incentivo ao Esporte, tem outras iniciativas importantes para a formação dos alunos, proporcionando momentos de lazer que ficam guardados na memória. Na semana passada, as crianças do Braçada Olímpica conheceram e se encantaram com o projeto “Lightland – O Mundo Encantado das Luzes”, localizado no São Luís Shopping, em São Luís.

Durante a visita ao Lightland, os alunos do Projeto Braçada Olímpica interagiram com o cenário de luzes e projeções, tiraram várias fotos, deram voltas por todo o ambiente e mostraram muita alegria com o passeio. Criador do Braçada Olímpica e dono de uma das carreiras mais vitoriosas da natação maranhense, Frederico Castro ressaltou a importância de proporcionar outras atividades para as crianças, além das aulas na piscina.

“Foi uma tarde superagradável com a turminha do Braçada Olímpica, foi muito legal ver os nossos alunos encantados com as projeções do Lightland. Sabemos da importância de proporcionar esses momentos de descontração e felicidade para as crianças, ver o sorriso delas é uma alegria gigantesca. Mais uma vez, agradecemos ao governo do Estado e ao Grupo Mateus por apoiarem nosso projeto de inclusão social por meio do esporte”, afirmou Frederico.

Em meio às aulas de natação, o Projeto Braçada Olímpica também trabalha a inclusão social e a formação de valores, em eventos que sempre contam com a presença de profissionais para melhor orientação aos alunos e que têm como principais focos a preservação da natureza, a importância da leitura e a promoção de uma vida mais saudável. Entre as ações realizadas pelo Braçada Olímpica, estão a interação dos alunos com o Capitão Limpeza, personagem criado pelo‎ Comitê‎ Gestor‎ de‎ Limpeza‎ Urbana‎ para conscientizar as pessoas sobre a necessidade de cuidar do meio ambiente, e a visita ao Centro Ambiental da Ribeira, área de descarte adequado de resíduos sólidos.

Projeto Lightland

Inspirado em atrações internacionais como o Atelier des Lumières, de Paris (França), e o Digital Art Museum, em Tóquio (Japão), o Lightland é um espetáculo imersivo de projeções e sons, desenvolvido para oferecer uma experiência envolvente e sensitiva. O quadrilátero de 220m² recebe projeções de altíssima definição em paredões com superfície projetada de quase quatro metros de altura em toda da área do piso, que é preparado especialmente para refletir de modo ideal as imagens que compõem os conteúdos da timeline-base, com sessões apresentadas por aproximadamente 40 minutos.

A linha do tempo de cada sessão do Lightland exibe temas diversificados e surpreendentes, como floresta de dinossauros, Amazônia, ficção científica, água, cores, arte impressionista, abstrato e mundo pop. Com esta composição variada, o projeto contempla os mais diferentes públicos, de crianças a idosos.

Projeto Braçada Olímpica

Em sua segunda temporada, o Projeto Braçada Olímpica conta com a parceria da UEB Menino Jesus de Praga e oferece aulas gratuitas de natação no contraturno escolar das crianças. As aulas são realizadas às segundas e quartas-feiras, a partir das 14h, na piscina do Centro de Treinamento do Maranhão Atlético Clube, no Bairro Cohaserma II, em São Luís.

Antes das primeiras aulas do Projeto Braçada Olímpica, os 50 alunos receberam kits esportivos para os treinos semanais, com itens de qualidade para a prática da natação, como toucas, óculos com proteção UV, maiôs, calções e camisas.

O Projeto Braçada Olímpica tem os patrocínios do governo do Estado e do Grupo Mateus por meio da Lei de Incentivo ao Esporte e conta com os apoios da Legolar Escola Bilíngue, da UEB Menino Jesus de Praga, da MCAtrês e do Bloco da Maizena. 

(Fonte: Assessoria de imprensa)

A gíria do momento deu nome ao jeito novo de fazer música na década de 50, quando o termo “bossa” era usado entre os jovens cariocas da zona sul, para dizer que alguém levava jeito pra aquilo. Mas, embora possa parecer uma ideia pensada e elaborada, o termo foi criado quase que por acaso. É o que conta o músico Roberto Menescal: “A Sylvinha Teles nos convidou pra dar uma canja na Hebraica, no Rio, e, quando chegamos, tinha um cartaz que dizia: ‘hoje, Sylvia Telles e o grupo Bossa Nova’. Eu achei que era um grupo que estava tocando para as pessoas dançarem”, lembra.

Foi quando o jornalista que organizava o evento, Moisés Fux, explicou que, como não sabia o nome pelo qual os músicos gostavam de ser chamados, havia escolhido aquele para por no cartaz. Roberto lembra que, na mesma hora, concordou com a sugestão do organizador – ainda mais depois que Ronaldo Bôscoli, que estava no grupo, gostou da ideia. “Ele veio por trás e disse assim: ‘Beto, esse nome já é nosso’”.

Leia também: 60 anos da bossa nova: reveja o especial publicado pela Agência Brasil em 2018

Naquele dia, Bôscoli subiu ao palco antes da apresentação e chamou o grupo: “Hoje, eu quero apresentar a vocês, em primeira mão, o grupo Bossa Nova. Então, a gente já saiu de lá bossa nova”, diz Roberto. Assim, o movimento que começava entre os jovens artistas, inquietos com o sofrimento do samba-canção que dominava o cenário musical da época, ganhava um nome.

“A gente não sabia que era um movimento. A gente se reunia, e as pessoas perguntavam que tipo de música fazíamos. A gente faz um samba, mas um samba mais moderno, com as harmonias mais curtidas”, explica Menescal.

O ritmo novo logo ganhou o mundo, com letras mais esperançosas que as do samba-canção, a sofisticação do jazz e uma batida única e totalmente brasileira. Sobre este jeito de tocar, Menescal detalha uma conversa que teve com João Gilberto, que revelou de onde vinha aquele ritmo encantador. “Eu perguntei para o João, uma vez: ‘de onde vem a tua batida?’. Do samba, ele disse. ‘Mas essa tua é diferente’. ‘Rapaz, sabe o que, que é? Vocês querem tocar o samba, tudo no violão. O agogô, reco-reco, tombador, tudo junto, mas vocês têm que escolher um’. Eu digo: ‘o que você escolheu?’. ‘Eu escolhi o tamborim’”.

A nova bossa da música

Suingue, harmonia, melodia e letra inspiram as novas gerações de músicos até os dias de hoje. Um exemplo disso é a jovem cantora Analu Sampaio, que, aos 13 anos, canta bossa nova com uma interpretação que extrapola tudo isso e ganha mais vida ainda em suas expressões corporais. “É um assombro (ela) cantando bossa nova”, elogia Menescal.

Analu começou a carreira cedo: aos cinco anos de idade, já frequentava programas televisivos, e logo formou uma legião de seguidores nas redes sociais, onde a maior parte do seu público é formada por jovens de sua faixa etária. “Eu sempre gostei muito de cantar. Meus pais sempre me influenciaram a escutar música boa, a escutar bossa nova, e eu acho que daí que vem essa vontade de compartilhar essa musicalidade, de levar essa música, principalmente para as pessoas da minha idade”, diz Analu.

A artista relembra que a bossa nova foi definitiva para que ela pudesse escolher a música como profissão e dedicar-se à estudá-la. “A bossa nova mudou a minha vida de uma forma muito grande. Foi através dela que eu abri a minha mente para o mundo musical. Eu tive vontade de aprender, de estudar música. Eu sou muito feliz pelos meus pais terem me apresentado a bossa nova desde quando eu era muito mais nova”.

Mais de 60 anos depois da bossa nova fazer a cabeça da juventude da época, a variedade musical e as diferentes formas de divulgação fazem com que a geração atual muitas vezes nem tenha contato com o gênero musical. Por essa razão, Analu trabalha para que a bossa nova continue a chegar a muitos que não tiveram a mesma oportunidade que ela, de se apaixonar pela música.

Neto de Tom Jobim, Daniel Jobim é outro artista que mantém o legado da bossa nova e que vive nesse universo musical desde muito novo, ao lado do pai Paulo Jobim, também músico. Daniel estará na programação de hoje da Rádio Nacional FMcom entrevista na programação às 16h. Ao longo do dia de hoje, entre 8h e 17h, a Nacional FM celebra a bossa nova, tocando clássicos, nas vozes em que foram eternizados, e regravações feitas por artistas de outras gerações: na lista estão canções como Garota de Ipanema (com Tom Jobim e banda Melim), Chega de saudade (com João Gilberto e Vanessa da Mata), Água de beber (com Vinícius de Moraes e Bossacucanova), Só tinha que ser com você com (com Tom Jobim e Fernanda Porto), entre outras. 

E já estão disponíveis dois programas que prestam homenagem a Tom Jobim: Memória Musical recuperou uma entrevista concedida pelo compositor ao programa, e no Tanto Mar, Carminho interpreta clássicos do maestro.

Dia de celebrar a bossa nova

São tantas histórias que permeiam os bastidores da bossa nova que não há uma data certa para definir quando o estilo foi criado. Mas todos concordam que um marco é agosto de 1958, quando chegou às lojas de discos do país, o álbum duplo, de 78 rotações, Canção do Amor Demais do selo Odeon. Nele, João Gilberto interpretava Chega de Saudade, de Vinícius de Moraes e Tom Jobim.

Tom Jobim foi o primeiro a deixar saudades, em 1994. Logo, foi o escolhido para ser homenageado, quando Solange Kfouri, produtora musical da MPB Marketing, reuniu artistas em uma iniciativa para criar o Dia Nacional da Bossa Nova. “Era um papo na casa da cantora Vanda Sá. Estávamos Carlinhos Lira, Solange, eu e mais uma porção de gente, e a Solange disse assim: ‘todo lugar tem o Dia do Tango, o Dia do Jazz e a gente não tem nada. Aliás, no Rio, nós não temos a Casa da Bossa Nova'”, lembra Menescal.

Naquela reunião, em 2017, a data de nascimento de Tom Jobim – 25 de janeiro – foi sugerida por Solange para ser a data que celebraria a bossa nova. E ali, tinha início um processo que recebeu o apoio de Humberto Braga, então secretário de Música e Artes Cênicas do Ministério da Cultura, e que em 2019, instituiria, por lei, o Dia Nacional da Bossa Nova..

Se vivo fosse, Tom Jobim estaria completando 95 anos no dia de hoje. E o programa Bossamoderna, da Rádio MECapresenta a carreira e a obra do compositor na série Tom Jobim 95 anos, com três episódios e produção do crítico musical Tárik de Souza. O primeiro episódio, já disponível no site das Rádios EBC, lembra o começo da carreira de Jobim. Ouça aqui:

Os demais episódios da série Tom Jobim 95 anos vão ao ar em uma maratona na Rádio MEC, que começa às 22h de hoje e termina à 1h da quarta (26), com reprise nas próximas edições do Bossamoderna - sempre aos domingos, às 22h (ouça a Rádio MEC aqui)Eles também serão disponibilizados na página do programa.

Além da série, a Rádio MEC também exibe, nesta terça, vários programas especiais para marcar o Dia da Bossa Nova. ÀS 12h, o Concerto MEC toca a obra de Tom Jobim no violão clássico de Arthur Nestrovski. O Harmonia, que começa às 20h, traz Jobim Sinfônico, com as músicas de Tom Jobim interpretadas pela Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP). E ainda no Jazz Livre, que vai ao ar às 21h, uma playlist com vários sucessos da bossa nova.

(Fonte: Agência Brasil)

O supertelescópio James Webb, que deverá revolucionar o entendimento científico sobre a origem do Universo, chegou, nessa segunda-feira (24), ao destino final geoestacionário. A área, denominada Lagrange 2 (L2), é uma das cinco áreas na Via Láctea onde a influência gravitacional do Sol e da Terra se equilibram em força centripetal, o que torna viável a órbita do equipamento. A localização também permite comunicação contínua entre a base de operação do telescópio e as antenas transmissoras do James Webb.

O James Webb começará a transmitir observações científicas após o término total do processo de comissionamento, estimado em seis meses. Durante esse tempo, o equipamento fará a abertura dos espelhos para, então, regular-se à temperatura prevista de operação: -380 graus farenheit, ou cerca de -228 graus Celsius – considerada temperatura de criogenia. Após a abertura total e os ajustes de temperatura, o James Webb iniciará o alinhamento óptico dos 18 espelhos. Para a operação correta, o alinhamento deve ter a precisão de alguns nanômetros, ou cerca de 1/10.000 de um fio de cabelo humano. 

O James Webb é considerado o sucessor do telescópio espacial Hubble, lançado em 1990. Ambos feitos para ver o chamado Espaço Profundo. A diferença é que o James Webb é capaz de enxergar fenômenos em diferentes frequências do espectro de luz.

A Nasa promoveu um bate-papo ao vivo com engenheiros e cientistas envolvidos no projeto do James Webb durante o dia. Eles discutiram os próximos passos do projeto, além de revelarem detalhes e curiosidades sobre o desenvolvimento do equipamento, que tem custo estimado em US$ 11 bilhões.   

(Fonte: Agência Brasil)

O Ministério da Educação (MEC) promover, de hoje (24) até sexta-feira (28), a Semana Pedagógica 2022, com várias atividades transmitidas ao vivo pelo canal da pasta no YouTube, das 15h às 18h. O objetivo é informar as redes de ensino e escolas públicas sobre ações e iniciativas disponibilizadas pelo MEC durante o ano para enfrentamento dos impactos da pandemia, ampliação da oferta e elevação da qualidade da educação.

Com atividades que incluem desde a educação infantil à educação de jovens e adultos (EJA), a programação é inteiramente direcionada a secretários municipais, diretores de escolas, professores, supervisores e equipes pedagógicas.

Nesta segunda-feira, estão sendo abordados temas de interesse da gestão e equipes pedagógicas, como planos subnacionais, diagnóstico do Programa Dinheiro Direto na Escola e ações agregadas a este projeto, além de estratégias de recuperação da aprendizagem e de busca ativa.

Para amanhã (25), o foco será a formação e educação de jovens e adultos. Na quarta-feira (26), serão apresentadas ações e iniciativas direcionadas a profissionais do ensino médio. Na quinta-feira (27), estarão em pauta ações para o ensino fundamental e, na sexta (28), assuntos ligados à educação infantil.

(Fonte: Agência Brasil)

O período do Natal foi o que registrou maior volume de livros vendidos e maior faturamento do setor no ano passado no Brasil, revela pesquisa feita pela Nielsen BookScan para o Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel).

Segundo o 13º Painel do Varejo de Livros no Brasil, de 6 de dezembro de 2021 a 2 de janeiro de 2022, foram vendidos 5,4 milhões de livros no país, com alta de 4,94% em relação a igual período de 2020, que teve 5,1 milhões de unidades vendidas. O faturamento alcançou R$ 235 milhões, com expansão de 14,14%.

O balanço de 2021 mostrou crescimento de 29,36% em volume, comparativamente ao ano anterior, e de 29,28% em faturamento. Foram vendidos 55 milhões de livros, que produziram receita de R$ 2,28 bilhões.

O resultado foi extremamente positivo, disse, nesta segunda-feira (24), o presidente do Snel, Dante Cid, em entrevista à Agência Brasil. “Com toda dificuldade do ano passado, ainda vimos no balanço consolidado que houve crescimento real, descontada a inflação; E é um crescimento significativo”. Mesmo comparando com o ano atípico de 2020, marcado por fechamento de setores da economia, o Snel não esperava incremento como o registrado, acrescentou Cid.

Hábito de leitura

De acordo com o presidente do Snel, a pesquisa confirma que a população brasileira está lendo mais, gostando mais de ler. Se o primeiro trimestre de 2020, ainda pouco afetado pela pandemia de covid-19, for comparado com igual período de 2021, nota-se que a venda de livros aumentou entre 19% e 20%. “É um percentual significativo esse incremento do hábito da leitura em um trimestre já impactado pela pandemia”.

O hábito deve se manter em 2022, disse Cid. Ele destacou que recentes pesquisas do Instituto Pró-Livro sobre o hábito de leitura apontam as redes sociais, e não mais o cinema ou a televisão, como principais concorrentes do livro. “Percebemos que as pessoas deixaram o hábito da leitura e direcionaram esse costume para as redes sociais. Se nada muito novo ocorrer em relação às redes sociais, roubando o tempo adicional das pessoas, creio que a tendência de ler tende a se manter”.

Embora a pesquisa detalhada sobre as vendas ainda não tenha sido concluída, Cid adiantou que os destaques do ano passado foram livros de ficção, de autoajuda e religiosos, que cresceram acima da média dos demais segmentos. Livros infantis não didáticos também tiveram boa aceitação.

Expectativa

Segundo Cid, com a volta às aulas, deve aumentar a venda de livros didáticos, porque 2021 ainda não foi típico em relação ao ano escolar. “Foi um período grande de ensino híbrido. Espera-se que, em 2022, a grande mudança no quadro de vendas seja para o livro didático, com um ano escolar já normalizado e o ensino infantil predominando e protegendo as crianças. Com a volta à escola normal, esperamos também a normalização da venda de didáticos”.

A inflação em alta é desafio para 2022, disse o gestor da divisão Nielsen Book Brasil, Ismael Borges, que também comemorou o resultado de 2021 no setor livreiro.

Para Borges, 2021 foi um ano de números superlativos: na macroeconomia, inflação de 2 dígitos; no mercado livreiro, crescimento de quase 20 pontos percentuais acima da inflação. “O maior desconto médio anual já registrado fez zerar a variação do preço médio do livro. Fechamos o ano no azul elástico em razão dos desdobramentos das crises e do cenário pandêmico. A partir de agora, devemos perseguir um ambiente menos turbulento, com variações mais ajustadas”, declarou.

Painel

O Painel do Varejo de Livros no Brasil visa dar mais transparência à indústria editorial brasileira. A iniciativa resulta da parceria entre o Snel e a Nielsen, com o objetivo de disponibilizar para o setor dados atualizados capazes de contribuir para tomadas de decisão por empresários de todos os portes.

Os dados são coletados diretamente do caixa das livrarias, e-commerce e varejistas colaboradores. As informações são recebidas eletronicamente em formato de banco de dados e, após o processamento, os dados são enviados on-line e atualizados semanalmente.

(Fonte: Agência Brasil)

Estão abertas, de hoje (24) até 28 de fevereiro, as inscrições para o Programa de Bolsa Permanência (PBP), voltado para estudantes indígenas e quilombolas matriculados em cursos de graduação presencial ofertados por instituições federais de ensino superior.

As inscrições devem ser feitas na página do Sistema de Gestão da Bolsa Permanência (SISBP), disponibilizada no site do Ministério da Educação (MEC). Para acessá-la, clique aqui.

O MEC pede aos interessados que fiquem atentos às regras que constam na Portaria nº 389, de 2013.

Segundo o ministério, a análise da documentação comprobatória de elegibilidade do estudante e a aprovação do cadastro no SISBP deverão ser feitas pelas instituições federais de ensino superior de hoje até 31 de março.

O sistema prevê concessão de bolsas para estadia de estudantes de graduação em instituições federais de ensino superior, de forma a diminuir as desigualdades sociais, étnico-raciais e contribuir para permanência e diplomação dos alunos em situação de vulnerabilidade socioeconômica, em especial, indígenas e quilombolas.

A distribuição das vagas considera o “quantitativo de alunos matriculados e o quantitativo de alunos cadastrados no programa” pelas instituições federais de ensino superior no término do exercício anterior.

O governo disponibilizou uma página com informações sobre o programa. Para acessá-la, clique aqui.

(Fonte: Agência Brasil)

As inscrições para o concurso da Controladoria Geral da União (CGU) estão abertas até dia 1º de fevereiro. São 300 vagas para o cargo de auditor federal de Finanças e Controle e 75 vagas para técnico federal de Finanças e Controle. As remunerações são, respectivamente, R$ 19.197,06 e R$ 7.283,31.

O cargo de auditor federal de Finanças e Controle exige nível superior e o de técnico federal de Finanças e Controle, o nível médio. As taxas de inscrição são de R$ 80 para nível médio e de R$ 120 para o nível superior.

O concurso, que será realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), terá provas objetivas e discursivas, que devem ocorrer no dia 20 de março. Para o cargo de técnico federal de Finanças e Controle, a prova será em um turno, das 8h às 12h30, quando serão aplicadas as provas objetivas e discursivas. 

Para o cargo de auditor, serão dois turnos, das 8h às 12h30, quando ocorrem a prova objetiva de conhecimentos básicos e a discursiva, e das 15h às 19h, quando serão aplicadas as objetivas de conhecimentos específicos e de conhecimentos especializados.

A aplicação das provas ocorre nas seguintes cidades: Brasília (DF), Porto Alegre (RS), Recife (PE), São Paulo (SP), Rio Branco (AC), Manaus (AM), Macapá (AP), Belém (PA), Porto Velho (RO), Boa Vista (RR) e Palmas (TO). A cidade em que o candidato fará a prova será escolhida no momento da inscrição.

A inscrição e o edital completo estão disponíveis no site da FGV .

(Fonte: Agência Brasil)

No aniversário de 468 anos da cidade de São Paulo, comemorado nesta terça-feira (25), os museus estaduais terão entrada gratuita. Entre os destaques, estão duas mostras do programa Modernismo Hoje que serão inauguradas no Museu Afro Brasil, no Parque Ibirapuera. O Memorial da Resistência, a Estação Pinacoteca e Pina Luz, que não abrem às terças-feiras, não farão parte da programação desta terça. Desde 10 de janeiro, instituições culturais do Estado exigem o comprovante de vacinação contra a covid-19.

Como parte das comemorações do centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, o Museu Afro Brasil recebe as mostras “Arqueologia Amorosa de São Paulo”, que mostra a cidade da segunda metade do século XIX até a primeira metade do século XX, e “Padre Jesuíno do Monte Carmelo aos Olhos de Mário de Andrade”. Elas ficarão em cartaz até 30 de junho de 2022, das 10h às 17h.

Quem visitar o Museu da Língua Portuguesa, na Estação da Luz, vai conhecer a mostra temporária “Sonhei em Português”. A exposição fala sobre migrações do século XXI com depoimentos de migrantes na cidade de São Paulo, sejam brasileiros ou estrangeiros. A curadoria é de Isa Grinspum Ferraz.

No Museu do Futebol, no Estádio Pacaembu, a novidade é a exposição temporária Tempo de Reação – 100 anos do goleiro Barbosa. Na área em frente ao museu, a criançada poderá participar das atividades do programa “Férias no Museu”, que disponibiliza uma estrutura completa de atividades diversas, como chute a gol, pingue-pongue, futmesa e espaço infantil. Adultos também podem brincar. A programação é das 9h às 18h.

A exposição que homenageia Rita Lee estará no Museu da Imagem e do Som (MIS). A mostra, que teve curadoria dela e do filho da cantora, João Lee, traz um panorama da carreira e da vida de Rita. 

Nos jardins da Casa das Rosas, na Avenida Paulista, é possível visitar a instalação Renascimento, formada por 365 manequins suspensos, que homenageia as vítimas da pandemia de covid-19 e os profissionais de saúde. A obra é do artista plástico Siron Franco. Além disso, haverá uma programação especial para o aniversário da cidade com a apresentação do projeto “Canta a poesia”.

Também terão programação gratuita nesta terça-feira (25): Museu da Casa Brasileira, Museu da Imigração, Museu Catavento, Paço das Artes, Casa Guilherme de Almeida, Casa Mário de Andrade e Museu de Arte Sacra de São Paulo.

(Fonte: Agência Brasil)

Autores do Nordeste com idades entre 18 e 25 anos e não tiveram livros publicados podem se inscrever até o dia 14 de fevereiro, no Concurso Literário Novos Escritores, promovido pela Fundação Joaquim Nabuco. Os jovens autores podem inscrever contos inéditos de sua autoria.

Os 25 melhores contos farão parte de uma coletânea que será publicada pela Editora Massangana, e os três primeiros colocados receberão prêmios que variam entre R$ 2 mil e R$ 6 mil. As obras possuem temáticas livres, e cada autor só pode inscrever um conto.

O resultado do concurso será publicado no Diário Oficial da União, no dia 30 de março, e o evento de entrega dos prêmios será no dia 29 de abril.

As inscrições devem ser feitas de forma exclusivamente eletrônica por meio do portal da Fundação Joaquim Nabuco.

O edital pode ser consultado aqui.

(Fonte: Agência Brasil)