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Com o objetivo de buscar excelência na gestão esportiva, a Federação Maranhense de Judô (FMJ) passa, agora, a contar com um Tribunal de Justiça Desportiva (TJD) e com uma Comissão Disciplinar próprios. Os dois órgãos atendem as disposições previstas no Artigo 217, da Constituição Federal, e têm como função a moralização do esporte. O presidente do TJD da FMJ será o advogado Eduardo Duailibe, enquanto o advogado Marcel Campos conduzirá a Comissão Disciplinar pelo próximo quadriênio. 

Ao tomar posse da presidência do TJD, Eduardo Duailibe destacou o empenho do presidente da FMJ, Rodolfo Leite, em institucionalizar o tribunal. Ainda segundo Duailibe, a criação das duas instituições será fundamental para a celeridade de julgamentos de casos procedentes das competições, da organização e da disciplina desportiva. 

“Pela Lei nº 9.615/98, que é a Lei Geral do Esporte, toda entidade de administração do desporto, tanto nacional quanto estadual, tem que ter o seu órgão da Justiça Desportiva institucionalizado para julgar casos oriundos das competições, da organização e da disciplina desportiva. Isso é um passo gigante para implementar uma gestão desportiva de excelência, como a que o presidente Rodolfo Leite vem almejando durante a sua gestão”, afirmou o presidente do TJD da federação. 

Para que a atuação do TJD e da Comissão Disciplinar tenha resultados positivos, é necessário que atletas, técnicos, clubes e academias tenham conhecimento sobre a atuação das duas instituições. De acordo com o presidente da FMJ, Rodolfo Leite, é necessário que todos os envolvidos com o judô no Maranhão estejam cientes dos riscos que correm por má conduta. 

“A partir do momento em que o atleta ou o técnico tomam conhecimento da existência de um tribunal, ele deve saber que suas atitudes, tanto dentro da área de competição quanto nas arquibancada, podem ser punidas e prejudicar seus respectivos clubes e academias”, explica. 

Workshops 

Como maneira de divulgar a existência e atuação do TJD e da Comissão Disciplinar da FMJ, estão previstas a realização de palestras, oficinas e workshops durante o ano. “Para o mês de maio estamos planejando um workshop para deixar todos os filiados a par acerca das questões existentes no Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD) e dos trâmites a serem adotados para que eles não sejam surpreendidos. Em um primeiro momento, vamos implementar em caráter informativo/educacional para que a gente possa mudar a cultura do judô e do esporte no sentido de avançar em melhoramentos para que possamos estar dentro dos ditames legais previstos no desporto nacional”, explicou o presidente do TJD da FMJ, Eduardo Duailibe. 

(Fonte: Assessoria de imprensa)

Atlético Cohab

Com promessa de fortes emoções e grandes jogadas, as semifinais da segunda edição da Copa Ludovicense de Futebol 7 Feminino, competição patrocinada pelo governo do Estado do Maranhão e pela Potiguar, por meio da Lei Estadual de Incentivo ao Esporte, ocorrem na noite desta sexta-feira (31), na Arena Olynto, no Bairro Olho d'Água, em São Luís. A primeira equipe finalista será conhecida no duelo entre Jeito Moleque e Brutos, que se enfrentam a partir das 19h45, enquanto Atlético Cohab e CT Sports entram em campo às 20h45, para definir quem fica com a segunda vaga na decisão.

Dono da melhor campanha da Copa Ludovicense, com quatro vitórias e 100% de aproveitamento, o Jeito Moleque aposta na força de seu ataque para avançar à final: até o momento, a equipe já anotou 21 gols. O Brutos, entretanto, também está invicto na competição e tem uma defesa sólida, com apenas três gols sofridos em quatro jogos.

Brutos

Na outra semifinal, Atlético Cohab e CT Sports defendem suas invencibilidades em busca da tão sonhada vaga para a decisão da Copa Ludovicense. Vice-líder do Grupo B na primeira fase, o Atlético Cohab se classificou nas quartas de final após empate por 1 a 1 no tempo normal e vitória por 3 a 1 nos pênaltis diante do IJC. O CT Sports, por sua vez, avançou ao mata-mata com a segunda melhor campanha do Grupo D e conquistou um resultado expressivo nas quartas de final, goleando o Espias por 6 a 1.

Copa Ludovicense

Vale destacar que esta edição da Copa Ludovicense de Futebol 7 Feminino contou com a participação de 16 times. Na primeira fase, as equipes foram distribuídas em quatro grupos e jogaram entre si dentro de suas respectivas chaves. Os dois primeiros colocados de cada grupo avançaram para a fase seguinte.

Jeito Moleque

A definição dos grupos foi feita por meio de sorteio, realizado durante a solenidade de lançamento da competição. Na ocasião, a organização da Copa Ludovicense entregou kits completos de uniformes (camisa, calção, meião e bolsas esportivas) para todos os 16 times participantes. Todo esse material está sendo utilizado pelas equipes no torneio.

A Copa Ludovicense de Futebol 7 Feminino tem as seguintes equipes participantes: AFA, Atlético Cohab, Boa Esperança, Brutos/Magnólia, Cruzeiro, CT Sports, Espias, Fênix, Fut Girls, IJC, Jeito Moleque, Moto Club, Nosso Futebol, RB Sports, Trivela e Vasco Academy.

CT Sports

Outras informações sobre a competição estão disponíveis nas redes sociais oficiais do torneio no Instagram e no Facebook (@copaludovicensedefut7fem).

TABELA DE JOGOS

SEMIFINAIS

Sexta-feira (29/3) // Arena Olynto

19h45 - Jeito Moleque x Brutos

20h45 - Atlético Cohab x CT Sports

(Fonte: Assessoria de imprensa)

O Time Maranhão está confirmado na edição de 2023 do Campeonato Brasileiro de Judô da Região I. A competição será realizada neste fim de semana (1º e 2 de abril), na cidade de Macapá (AP). Formada por 53 judocas, a equipe maranhense chega ao evento com chances significativas de conquistar bons resultados na capital amapaense. 

Os judocas que representarão o Time Maranhão no Brasileiro da Região I obtiveram suas vagas a partir dos resultados obtidos na primeira etapa do Circuito Maranhense de Judô, competição promovida pela Federação Maranhense de Judô (FMJ) no fim de fevereiro. 

Antes da viagem para Macapá, a FMJ promoveu um supertreino com a equipe maranhense no Ginásio Paulo Leite. O objetivo da iniciativa foi de qualificar e preparar o Time Maranhão para este importante desafio fora do Estado. 

“Estamos ansiosos para mais uma disputa fora do Estado. O Brasileiro da Região I é uma competição importante no calendário e muito difícil, pois é de alto nível técnico. Nossos judocas estão preparados para competir da melhor forma possível e brigar por excelentes resultados. O Time Maranhão vai dar trabalho aos adversários”, afirmou Rodolfo Leite, presidente da Federação Maranhense de Judô. 

No Campeonato Brasileiro de Judô da Região I, o Maranhão contará com atletas em todas as categorias em disputa (Sub-13, Sub-15, Sub-18, Sub-21 e Sênior), tanto no naipe masculino quanto feminino. 

(Fonte: Assessoria de imprensa)

O Ministério da Educação (MEC) vai aumentar em 54% o número de bolsas dos programas de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid) e de Residência Pedagógica (PRP), concedidas pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Os benefícios passarão de 57.682 para 88.963 bolsas concedidas. O anúncio foi feito pelo ministro da Educação, Camilo Santana, nessa terça-feira (28).  

O Pibid terá acréscimo de 25.656 bolsas, subindo de 29.378 para 55.034, e a PRP, mais 5.625 beneficiários, totalizando aumento de 28.304 para 33.929. Para o ministro Camilo Santana, a ampliação dos programas em mais de 31 mil bolsas de estudo vai ajudar a atender a essa demanda das Instituições de ensino superior do país. “Para alfabetizar melhor, precisamos melhorar também a qualidade da formação dos nossos professores. Por isso, vamos ampliar as bolsas dos programas de iniciação à docência e residência”, disse.

Segundo a presidente da Capes, Mercedes Bustamante, das 253 Instituições de ensino superior com projetos aprovados para o Pibid, 187 poderão ter aumento no número de bolsas. Já nos projetos aprovados para a residência pedagógica, das 230 instituições credenciadas,  92 atendem aos critérios para receber mais benefícios. Serão abertos dois períodos para o início das atividades dos novos bolsistas: de 1º a 15 de maio de 2023 e de 1º a 15 de junho de 2023. "Esse aumento no número de bolsas contribuirá para a melhoria na formação dos profissionais que atuam na educação básica, o que é central para elevar a qualidade do ensino brasileiro”, diz Mercedes.

Poderão ser atendidas as instituições aprovadas na etapa da análise de mérito e que não receberam a totalidade das cotas solicitadas no projeto institucional ou as que obtiveram as bolsas solicitadas, mas não conseguiram implementá-las integralmente no prazo de início das atividades. Também estão aptas a receber mais bolsas as IES que não conseguiram iniciar os projetos no tempo estipulado ou que tenham ficado em cadastro de reserva.

Bolsas da Capes

O Programa Institucional de Bolsas de Iniciação é uma das ações da Política Nacional de Formação de Professores do MEC e oferece a estudantes da primeira metade do curso de licenciatura uma aproximação prática com o cotidiano das escolas públicas de educação básica, no contexto em que estão inseridas.

Parte da mesma política do MEC, o Programa de Residência Pedagógica foi criado para induzir o aperfeiçoamento do estágio curricular supervisionado nos cursos de licenciatura. Pelo programa, o licenciando dá início à  imersão na escola de educação básica, na segunda metade do curso. 

O valor das bolsas dos dois programas aumentou 75% em fevereiro deste ano. Os estudantes dos cursos de licenciatura beneficiados passaram a receber R$ 700.  

(Fonte: Agência Brasil)

Kitesurfista número 1 do Brasil, o maranhense Bruno Lobo, que é patrocinado pelo Grupo Audiolar e pelo governo do Estado por meio da Lei Estadual de Incentivo ao Esporte, além de contar com os patrocínios do Bolsa-Atleta e da Revista Kitley, continua com uma preparação intensa para a temporada de 2023, uma das mais importantes de sua vitoriosa carreira. Em meio à disputa por títulos nacionais, continentais e mundiais, Bruno terá duas oportunidades para garantir a tão sonhada vaga nos Jogos Olímpicos de 2024, que serão realizados em Paris, na França.

A primeira chance para Bruno Lobo carimbar o passaporte rumo aos Jogos Olímpicos será o Campeonato Mundial de Vela, que será disputado entre os dias 10 e 20 de agosto, em Haia, na Holanda. O atleta maranhense tem um bom histórico no evento: na edição de 2022, ocorrida em Cagliari, na Itália, Bruno foi o melhor kitesurfista das Américas, conquistando a 18ª colocação entre os principais atletas da modalidade.

Depois do Campeonato Mundial, Bruno Lobo ainda terá outra seletiva olímpica pela frente. Entre os dias 25 de outubro e 5 de novembro, o kitesurfista maranhense vai competir nos Jogos Pan-Americanos, em Santiago, no Chile. O Pan traz ótimas recordações para Bruno, que teve um desempenho histórico e faturou a medalha de ouro na competição de 2019, em Lima, no Peru.

Enquanto as principais competições da temporada não chegam, Bruno Lobo vai participar de outros eventos importantes do calendário mundial do kitesurf. O maranhense está confirmado na 52ª edição do Troféu Princesa Sofia, que será realizado entre os dias 4 e 8 de abril, em Palma de Mallorca, na Espanha. A disputa no continente europeu é válida como primeira etapa da Copa do Mundo de Vela e reúne os principais atletas de todas as categorias olímpicas da modalidade.

Bruno Lobo chega à Espanha com o astral elevado após fazer história em duas competições realizadas em novembro, em São Luís. O kitesurfista maranhense faturou, pela terceira vez, o Campeonato Pan-Americano de Fórmula Kite e garantiu o sexto título brasileiro de Fórmula Kite, mostrando mais uma vez porque é um dos principais nomes da modalidade no continente.

Também em 2022, Bruno Lobo foi campeão da Copa Brasil de Vela, que foi válida como segunda etapa do Campeonato Brasileiro de Fórmula Kite e disputada em Ilhabela (SP), com vitórias em todas as 13 regatas da competição, garantiu a 18ª colocação e foi o melhor das Américas no Mundial de Fórmula Kite, em Cagliari, na Itália, ficou com a nona colocação no Circuito Europeu, realizado entre setembro e outubro, em Lepanto, na Grécia, faturou o título da categoria Hydrofoil na Copa Brasil de Vela de Praia, com vitórias nas 10 regatas da competição disputada no mês de agosto, em Fortaleza, e conquistou a sétima posição no Circuito Mundial de Kitesurf, que ocorreu no fim de julho, em Gizzeria, na Itália.

No primeiro semestre de 2022, Bruno Lobo ficou em sétimo lugar na disputa da Fórmula Kite na Copa do Mundo de Vela, que ocorreu em junho, na Holanda, e sagrou-se campeão da etapa do Campeonato Espanhol na cidade de Palamós, vencendo 10 das 12 regatas disputadas. O maranhense também garantiu a quarta colocação no Campeonato Asiático de Kitesurf na Tailândia e acabou ficando no Top 20 na disputa da Semana Olímpica Francesa em Hyères, na França.

Referência no Brasil e nas Américas

Nos últimos anos, o maranhense Bruno Lobo tornou-se a principal referência no kitesurf tanto no Brasil quanto nas Américas. Hexacampeão brasileiro de Hydrofoil, o atleta é dono de uma vasta coleção de títulos: foi campeão dos Jogos Pan-Americanos de Lima 2019, tricampeão das Américas (2020-2021-2022), octacampeão maranhense, entre outros.

“Só tenho a agradecer aos patrocínios do Grupo Audiolar, do governo do Estado, do Bolsa Atleta federal e da Revista Kitley por estarem ao meu lado nesse sonho de representar o Maranhão e o Brasil nas Olimpíadas de Paris. A cada competição, buscamos evoluir para conquistar a vaga olímpica. Muito obrigado pelo apoio e incentivo”, concluiu Bruno Lobo.

(Fonte: Assessoria de imprensa)

Em uma rotina cada vez mais agitada, dedicar um tempo para o lazer é fundamental para o bem-estar das pessoas. E foi pensando justamente nisso que o Projeto Vida Ativa foi desenvolvido em São Luís. A iniciativa, patrocinada pelo Grupo Potiguar e pelo governo do Estado por meio da Lei Estadual de Incentivo ao Esporte, está em sua segunda edição e tem cumprindo bem seu papel em proporcionar momentos de diversão para a comunidade ludovicense. E, neste sábado (1º/4), às 17h, será realizado na Praça Mestre Antônio Vieira, no Bairro do Monte Castelo, mais uma ação gratuita do projeto. 

Na programação deste sábado, destaque para o aulão de dança, uma das principais atividades desenvolvidas ao longo do Vida Ativa nos últimos meses. “O pessoal gosta muito de dançar. Afinal, dançar faz muito bem para a saúde. Ao proporcionarmos esse tipo de atividades no Vida Ativa, estamos ajudando essas pessoas a aumentar a autoestima, a manter o bom ritmo cardíaco e a pressão arterial e no desenvolvimento do corpo e da mente”, explica a professora de dança Zíngara Ingrid. 

Durante os encontros semanais do Vida Ativa, ocorrem aulas de ginástica localizada, de alongamento e de diversas danças específicas. Todos os participantes da iniciativa contam com suporte de profissionais de educação física, além de receberem todo o material e instrumentos necessários para a prática das atividades. 

“A qualidade de vida pode melhorar se as pessoas colocarem em prática atividades de lazer. Como o Vida Ativa é um projeto patrocinado pela Lei de Incentivo, conseguimos levar lazer às comunidades sem nenhum custo a elas, e isso é muito significativo. Esse tipo de iniciativa traz inúmeros benefícios, pois aumenta a qualidade e expectativa de vida das pessoas, ajuda a fugir da rotina e possibilita novas experiências. Nosso muito obrigado ao governo do Estado e ao Grupo Potiguar por acreditarem neste projeto”, analisa Kléber Muniz, coordenador do projeto.

Outras atividades

No evento deste sábado do Vida Ativa, no Bairro do Monte Castelo, também haverá outras atividades, essas voltadas para o público infantil. Na Praça Mestre Antônio Vieira, será montada uma estrutura com pula-pula e brinquedos infláveis para as crianças. Para a garotada, ainda terá distribuição gratuita de pipoca e cremosinho. 

Projeto Vida Ativa

A segunda edição do Projeto Vida Ativa foi lançada no fim de julho de 2022, na Praça Mestre Antônio Vieira, no Bairro do Monte Castelo. Um superaulão de dança marcou o início do projeto, que é desenvolvido por meio da Lei Estadual de Incentivo ao Esporte. O objetivo da iniciativa é proporcionar lazer para pessoas da melhor idade de São Luís com atividades teóricas e práticas em espaços públicos da capital maranhense. 

Todas as informações sobre esta edição do Projeto Vida Ativa: integração e bem-estar estão disponíveis no Instagram oficial do projeto (@projetovidaativaslz)

(Fonte: Assessoria de imprensa)

Profissionais e pesquisadores de comunicação manifestaram preocupação, durante a 1ª Semana Nacional de Jornalismo da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), com a falta de uma regulação eficaz das chamadas big techs, empresas responsáveis pelas plataformas digitais. Ao mesmo tempo, se preocupam com algumas propostas que vêm sendo colocadas para discussão. O evento, que ocorre no Rio de Janeiro, promoveu, na tarde dessa terça-feira (28), uma discussão sobre a relação entre a mídia hegemônica, a mídia independente e as plataformas digitais.

De acordo com a pesquisadora da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), Patrícia Maurício, os grandes portais de notícia recebem, atualmente, uma audiência expressiva proveniente de plataformas digitais, seja pela busca do Google, seja por compartilhamentos de redes sociais. Dessa forma, precisam modular seus conteúdos para se adequarem aos algoritmos que regem essas plataformas.

“Existem determinados parâmetros que são criados pelo Google, por exemplo, para ranquear uma matéria. É óbvio que o jornalismo comercial vai atrás da audiência para poder vender os anúncios que estão no seu site. A questão da audiência já era um problema no passado e, hoje, estamos em uma situação em que é preciso observar as métricas, usar as palavras-chaves, estruturar os parágrafos do jeito que as plataformas querem, se não o Google não vai ranquear bem”, observa.

A pesquisadora destaca que as plataformas assumiram um protagonismo na distribuição das notícias e mantém um grande poder, já que podem controlar a visibilidade que certo assunto terá, até mesmo vetar determinado tipo de conteúdo. “O jornalismo está nas mãos das plataformas digitais”, acrescenta.

Patrícia aponta que as big techs possuem modelos de negócio baseados nos dados coletados dos usuários e que essas tecnologias precisam ser reguladas para servirem ao interesse público. Ela considera preocupante o nível de concentração do mercado. Embora chame atenção para o crescimento da plataforma chinesa Tik Tok, ela vê uma hegemonia das empresas estadunidenses, sobretudo do Google (que inclui serviços como o YouTube, Gmail, Google Meet e outros, além do buscador) e da Meta (administradora do Facebook, Instagram e WhatsApp).

“Elas usam os dados das pessoas que estão navegando para direcionar a publicidade a elas. Você faz buscas no Google e, daí, eles sabem que você está procurando uma geladeira. Então, começam a te mostrar anúncios de geladeira. E isso foi se sofisticando”, explica.

“O Google foi criando novas ferramentas e comprando outras empresas, como por exemplo o YouTube. A Meta também. Como o WhatsApp se financia? Se financia porque é do mesmo grupo. Mesmo que você não receba anúncio pelo WhatsApp, os dados coletados ali vão se reverter em publicidade para você em outros momentos”, acrescenta.

De acordo com o sociólogo Sérgio Amadeu, a televisão deixou de ser o maior destino de publicidade no mundo porque é mais interessante apostar nas estruturas hierárquicas das big techs. Segundo ele, os dados vêm sendo coletados em uma intensidade sem precedentes e o algoritmo modula a nossa atenção, nos direcionando anúncios e discursos sob medida. Dessa forma, os anunciantes podem comprar audiência em tempo real. “As plataformas usam modelos estatísticos para tentar predizer as nossas ações”, explica.

Sérgio Amadeu considera que houve uma mudança no que chama de economia da atenção. “A internet inverteu o fluxo de comunicação. O difícil não é falar. É ser ouvido”, pontua. Ele reconhece que a pluralidade de vozes é maior do que no passado, mas pondera.

“Quando você expande as oportunidades de fala, há uma maior possibilidade democrática. Ocorre que a internet é também uma rede distribuída. E uma rede distribuída não é necessariamente uma rede democrática. Ela distribui também a vigilância, o discurso de ódio, a desinformação”. O sociólogo argumentou que a tecnologia não é neutra e tem implicações raciais, sociais e de gênero. “A democracia precisa controlar as plataformas que tem como objetivo a monetização e a formatação das atenções”.

Mídia independente

A abertura das plataformas digitais para vozes dissonantes até então escanteadas pela mídia hegemônica foi um aspecto destacado durante o debate. A jornalista Cris Gomes defende a necessidade de ajustes na comunicação digital, mas disse ser preciso reconhecer os avanços. “Hoje, temos blogueiros e youtubers que falam de pessoas pretas, que falam sobre o racismo e sobre o capacitismo, que falam em defesa dos povos indígenas. Essas pessoas apareceram primeiro de forma independente para depois aparecerem na grande mídia com o peso que vemos hoje”, observou.

O jornalista Leonardo Attuch, fundador e editor do portal Brasil 247, se posicionou na mesma direção. Ele conta que deixou de receber recursos de publicidade estatal a partir do governo de Michel Temer e que a receita obtida com os anúncios por meio das plataformas lhe permitiu dar sequência ao trabalho jornalístico, que inclui um canal no YouTube batizado de TV 247. “Nossa existência também foi fruto da relação com essas plataformas”, afirma.

Ele considerou que a falta de neutralidade do algoritmo, responsável por estabelecer qual conteúdo terá visibilidade e qual será escondido, é um desafio. Segundo Attuch, as redes sociais, em especial o Facebook, tem reduzido a visibilidade de conteúdos jornalísticos. Ele cobra mais transparência das big techs. Ao mesmo tempo, aponta que elas possuem uma infraestrutura que permite a existência do jornalismo independente e de portais que defendem o regime democrático.

“Sei que há discussões relevantes sob o ponto de vista da democracia. O algoritmo pode beneficiar conteúdos que geram mais engajamento. E o engajamento muitas vezes é produzido por discursos de ódio, fake newsclickbait [“isca de cliques”, em tradução livre], etc.”. Attuch apresentou algumas propostas. “É muito difícil discutir hoje o retorno da obrigatoriedade do diploma de jornalismo. Eu sou favorável a uma espécie de certificação, para subir um conteúdo no YouTube que seja classificado como jornalismo”.

Marco Civil

Uma proposta que provocou preocupação entre os debatedores é a modificação do Artigo 19, do Marco Civil da Internet, segundo o qual as plataformas não podem ser responsabilizadas por conteúdos produzidos por terceiros, exceto se descumprirem ordem judicial para remoção de determinada publicação. O tema esteve em pauta em uma audiência pública realizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Leonardo Attuch manifestou temor de que uma mudança reduza a pluralidade da imprensa. “Se as plataformas se tornarem responsáveis pelo conteúdo que cada um produz, elas podem, de repente, chegar à conclusão que o jornalismo é um conteúdo muito sensível e decidir ficar só com entretenimento, que não gera problemas. Ou só com futebol. O jornalismo naturalmente confronta interesses e gera discussão política”. diz.

Para Sérgio Amadeu, o Artigo 19 não impede as plataformas de moderar conteúdo. De acordo com o sociólogo, uma mudança na redação acabará por aumentar ainda mais o poder das big techs ao invés de reduzi-lo.

(Fonte: Agência Brasil)

Apenas 38% do total de estudantes de cursos de licenciatura matriculados em instituições federais concluíram a graduação de forma presencial. Nos cursos de matemática e ciências da natureza, esse índice cai para 30% e 34%, respectivamente. As informações fazem parte do estudo sobre Indicadores de Qualidade da Educação Superior no Brasil, relativos a 2021, elaborado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Os dados foram divulgados, nesta terça-feira (28), pelo Ministério da Educação (MEC).

No total, foram avaliados 17 cursos de formação de professores (licenciaturas): artes visuais, ciência da computação, ciências biológicas, ciências sociais, educação física, filosofia, física, geografia, história, letras português, letras português e espanhol, letras português e inglês, letras inglês, matemática, música, pedagogia e química. Em todos eles, o desempenho dos estudantes no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) ficou abaixo de 50, numa escala de 0 a 100. Os cursos de licenciatura em ciência da computação e educação física foram os que tiveram a menor média nacional na nota geral: 30,6 e 35,6 respectivamente. Ciências Sociais teve a melhor média, com 45,3 pontos.

Para o ministro da Educação, Camilo Santana, o quadro é preocupante e mostra a necessidade de se ter uma atenção especial na formação dos docentes.

“Se queremos melhorar significativamente a qualidade da educação básica desse país, precisamos fortemente olhar para a qualidade da formação inicial dos nossos professores. Nós estamos falando de frear esse quadro que temos hoje e reverter essa tendência, para que a gente possa ter um resultado melhor nos próximos anos e nas próximas avaliações realizadas pelo Inep”, afirmou.

A avaliação é feita com base em dados do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), do Conceito Preliminar de Cursos (CPC), do Índice Geral de Cursos Avaliados da Instituição (IGC) e do Indicador de Diferença entre os Desempenhos Esperado e Observado (IDD). No total, foram avaliados 7.512 cursos: sendo 4.750 de licenciatura, 2.020 de bacharelado e 742 tecnológicos.

O presidente do Conselho Nacional de Educação (CNE), Luiz Cury, ressaltou que os dados mostram três diferentes fases da evasão nos cursos de licenciatura: a recusa no preenchimento de novas vagas, a alta desistência durante o curso e a baixa relação entre o número de egressos e vagas de emprego.

Cury classificou como “muito grave” a perda de perspectiva profissional e lembrou que os estudantes precisam se identificar com curso e processo de formação de competências. “Então, é importante que haja políticas de ingresso e é ainda mais importante que, tanto instituições públicas quanto particulares, repensem os seus currículos e construam políticas adequadas”.

Cálculo da avaliação

O Conceito Preliminar de Curso (CPC) é utilizado como forma de avaliação dos cursos de graduação. O indicador considera o desempenho dos alunos nas duas provas do Enade, a formação acadêmica dos docentes da instituição e o questionário respondido pelos estudantes com a avaliação sobre o próprio curso.

O Índice Geral de Cursos (IGC) busca mensurar a qualidade das instituições de ensino superior com base no índice anterior, no caso o CPC dos últimos 3 anos, além das avaliações de mestrado e doutorado analisadas pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Esses indicadores servem para subsidiar a elaboração de políticas públicas, como a concessão de bolsas de estudo, oferta de cursos de pós-graduação, mudanças curriculares, entre outros processos de supervisão e regulação da educação superior.

Professora assassinada

Durante a apresentação dos indicadores de qualidade da educação superior, o ministro da Educação, Camilo Santana, prestou homenagem à professora assassinada na segunda-feira (27), dentro de uma escola de São Paulo.

“Primeiro, queria me solidarizar com a família da professora e dizer que sempre nos indignaremos e repudiaremos qualquer ato de violência, principalmente dentro das escolas. Escola é um ambiente de paz e de aprendizado”.

(Fonte: Agência Brasil)

A sexta edição do Projeto Educação e Esporte – Escolinha de Futebol, que conta com os patrocínios do governo do Estado, da Potiguar e das Drogarias Globo por meio da Lei Estadual de Incentivo ao Esporte, mantém uma intensa rotina de atividades na Associação dos Veteranos da Caixa-d’Água do Cohatrac, em São Luís. A iniciativa beneficia 60 meninos entre 8 e 14 anos, que participam de treinos de futebol de campo e aulas de reforço escolar semanalmente.

Em janeiro, durante a abertura da sexta edição do Projeto Educação e Esporte, todos os alunos da escolinha receberam kits com uniforme completo (camisa, calção e meião), chuteiras, bolsas, caneleiras, squeeze e agenda escolar para participação nas atividades semanais.

Vale destacar que, nos dias dos treinos, que ocorrem duas vezes por semana, os meninos do Projeto Educação e Esporte recebem acompanhamento de uma pedagoga e de profissionais de educação física. Além disso, os jovens atletas ainda participam de um lanche coletivo.

Com caráter social, o Projeto Educação e Esporte foi idealizado para aliar o estudo e a prática do futebol à vida de crianças de São Luís. Nas edições anteriores, o projeto foi desenvolvido no Bairro Vila Conceição, na região do Altos do Calhau.

“Estamos muito felizes com o andamento das atividades do Projeto Educação e Esporte no Cohatrac. As crianças estão se empenhando bastante nos treinos e nas aulas, pois sabem que é importante unir a prática esportiva com o aprendizado educacional. Ver o desenvolvimento desses jovens como atletas e cidadãos é uma grande alegria e o nosso maior objetivo. Fica o nosso agradecimento ao governo do Estado, à Potiguar e às Drogarias Globo por todo o apoio para a execução desse projeto", afirmou o coordenador do Educação e Esporte, Kléber Muniz.

Projeto Educação e Esporte

Em atividade desde 2016, o Projeto Educação e Esporte já atendeu mais de 300 crianças. O grande diferencial dessa iniciativa é justamente conseguir levar educação e esporte para as crianças. A dinâmica do projeto é bem simples: semanalmente, as crianças participam dos treinos de futebol acompanhados por profissionais de educação física. Paralelamente ao trabalho desenvolvido em campo, a garotada recebe acompanhamento educacional, com aulas que servem como uma espécie de reforço escolar.

(Fonte: Assessoria de imprensa)

A segunda edição da Copa Golzinho de Praia, competição de futebol de travinha patrocinada pelo governo do Estado, pelo El Camiño Supermercados e pela Potiguar, contará com 48 times, quantidade bem superior à registrada no ano passado. O crescimento do torneio se deve à inclusão da categoria Sub-17. Além dela, as disputas das categorias Adulto Feminino e Adulto Masculino vão continuar. O anúncio do recorde de equipes participantes foi realizado durante o evento de lançamento desta edição, que ocorreu na Arena Olynto.

Em cada uma das categorias em disputa, haverá a participação de 16 equipes. Todos os times receberam receber coletes e bolsas esportivas personalizados para serem utilizados durante toda a competição.

“A Copa Golzinho de Praia é uma excelente competição de fomento do esporte na capital maranhense. Para se ter ideia, serão quase 500 atletas participando do torneio. É um número expressivo e que muito nos alegra. Temos certeza de que esta edição será ainda mais marcante quanto foi no ano passado. Nosso muito obrigado ao governo do Estado, ao El Camiño Supermercados e à Potiguar por acreditarem neste projeto”, afirmou o diretor-técnico da competição, Waldemir Rosa.

Vale destacar que, durante o lançamento da segunda edição da Copa Golzinho de Praia, foram sorteados os confrontos de oitavas de final das três categorias em disputa. A competição terá formato eliminatório em quatro fases: oitavas de final, quartas de final, semifinais e finais.

Disputas

As disputas da Copa Golzinho de Praia já terão início no próximo domingo (2/4) com os duelos de oitavas de final da categoria Sub-17 a partir das 9h. As partidas eliminatórias serão realizadas nos campos que serão montados na Praia do Calhau.

Os jogos de oitavas de final do Sub-17 são os seguintes: RAF 07 x 15 de Novembro, Athletico x Craques na Escola, GM Sports x Comercial, Palmeirão x Lyon, Corinthians do Bequimão x Audaz, América x Flamengo, Afasca x Geração Jovem e Inovar x Revelação. Os vencedores desses jogos avançam para a próxima fase do torneio.

O início dos torneios Adulto Feminino e Adulto Masculino ainda será definido pela organização da Copa Golzinho de Praia.

Quer saber mais sobre a Copa Golzinho de Praia? Nas redes sociais oficiais do torneio no Instagram e no Facebook (@copagolzinhodepraia) estão disponíveis todos os detalhes da competição.

TABELA DE JOGOS

Domingo (2/4) / Praia do Calhau (Campo 1)

9h – RAF 07 x 15 de Novembro (OF Sub-17)

9h45 – Athletico x Craques na Escola (OF Sub-17)

10h20 – GM Sports x Comercial (OF Sub-17)

11h – Palmeirão x Lyon (OF Sub-17)

Domingo (2/4) / Praia do Calhau (Campo 2)

9h – Corinthians do Bequimão x Audaz (OF Sub-17)

9h45 – América x Flamengo (OF Sub-17)

10h20 – Afasca x Geração Jovem (OF Sub-17)

11h – Inovar x Revelação (OF Sub-17)

(Fonte: Assessoria de imprensa)