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Os candidatos inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 que estiverem com sintomas de covid-19 ou de outra doença infectocontagiosa devem comunicar ao Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Esses participantes não devem comparecer ao segundo dia de aplicação das provas, no próximo domingo (24), mesmo que tenham feito a primeira, no último dia 17.

Esses candidatos terão direito a fazer o Enem na data da reaplicação, nos dias 23 e 24 de fevereiro. A solicitação para participar da reaplicação, bem como a apresentação dos laudos médicos e documentos que comprovem a situação, pode ser feita pela Página do Participante. O sistema ficará aberto até as 12h do dia 23 de janeiro. 

Quem apresentar sintomas após esse horário e mesmo no dia da aplicação das provas não deve fazer o Enem. Haverá novo prazo para apresentar os atestados. Os candidatos poderão solicitar a reaplicação entre os dias 25 e 29 de janeiro também na Página do Participante. 

Primeiro dia de aplicação

O mesmo procedimento foi adotado no primeiro dia de aplicação do Enem, no último domingo (17). O sistema ficou aberto até o dia 16 para que os candidatos apresentassem a documentação na Página do Participante. O sistema foi fechado na véspera do Enem e, agora, está reaberto.

Aqueles que ainda não enviaram a documentação e não compareceram ao primeiro dia por causa de covid-19 ou outras doenças infectocontagiosas também podem pedir a reaplicação esta semana ou no período de 25 a 29 de janeiro

De acordo com o Inep, para o primeiro dia de exame, até o dia 16, 10.171 participantes já pediram reaplicação. Desse total, o Inep aceitou o pedido de 8.180. Aqueles que tiveram o pedido negado e que não fizeram o exame podem acessar o sistema e enviar novos documentos comprobatórios, para que o pedido seja reconsiderado.

O presidente do Inep, Alexandre Lopes, alerta os participantes para que fiquem atentos aos documentos que estão enviando para análise, para não correr o risco de terem o pedido negado. “Teve gente que tirou foto da cama e achou que estava tirando foto do atestado médico. É importante que tenha a atenção de estar juntando realmente os documentos comprobatórios”, disse, no domingo (17), em entrevista coletiva. 

Documentos

Além da covid-19, podem solicitar a reaplicação, participantes com coqueluche, difteria, doença invasiva por Haemophilus influenza, doença meningocócica e outras meningites, varíola, Influenza humana A e B, poliomielite por poliovírus selvagem, sarampo, rubéola, varicela.

Segundo o Inep, para a análise da possibilidade de reaplicação, a pessoa deverá inserir, obrigatoriamente, no momento da solicitação, documento legível que comprove a doença. Na documentação, deve constar o nome completo do participante, o diagnóstico com a descrição da condição, o código correspondente à Classificação Internacional de Doença (CID 10), além da assinatura e da identificação do profissional competente, com o respectivo registro no Conselho Regional de Medicina (CRM), do Ministério da Saúde (RMS) ou de órgão competente, assim como a data do atendimento. O documento deve ser anexado em formato PDF, PNG ou JPG, no tamanho máximo de 2MB. 

Os participantes também podem entrar em contato com o Inep pelo telefone 0800 616161. O Inep recomenda que os candidatos façam a solicitação pela “internet”.   

Recomendações

O médico e professor de doenças infecciosas da Universidade Federal do Rio de Janeiro Edimilson Migowski reforça a importância de os candidatos perceberem como estão se sentindo e, no caso de estarem doentes, que não compareçam ao exame, que tomem medidas de isolamento social. “Com isso, a gente consegue que a covid-19 tenha um impacto mais reduzido”, diz. 

Na página do Ministério da Saúde, está a relação de sintomas da covid. Entre eles, estão febre, tosse, coriza, dor de garganta, dificuldade para respirar, perda de olfato, alteração do paladar, cansaço, diminuição do apetite, falta de ar. “Se você não tem nada disso e começa a ter de uma hora para outra, nesse momento há suspeita de ser covid-19”, diz Migowski. 

Em todo o país, foram registradas mais de 200 mil mortes por covid. Além do uso de máscara, da higienização com álcool 70, do distanciamento social e da vacinação, uma das formas de conter o avanço do vírus é o distanciamento e o isolamento de pessoas com sintomas. 

Enem 2020

O Enem 2020 terá uma versão impressa, que começou a ser aplicada no último domingo (17) e continua no próximo fim de semana, no dia 24 de janeiro, e uma digital, realizada de forma piloto para 96 mil candidatos, nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro.

Por causa da pandemia do novo coronavírus, o Inep adotou várias medidas de segurança. Elas serão as mesmas tanto no Enem impresso quanto no digital. Haverá, por exemplo, um número reduzido de estudantes por sala, para garantir o distanciamento entre os participantes. Durante todo o tempo de realização da prova, os candidatos estarão obrigados a usar máscaras de proteção da forma correta, tapando o nariz e a boca, sob pena de serem eliminados do exame. Além disso, o álcool em gel estará disponível em todos os locais de aplicação.

No primeiro dia de aplicação, o exame teve uma abstenção recorde de 51,5%. Do total de 5.523.029 inscritos para a versão impressa do Enem, 2.842.332 faltaram às provas.

(Fonte: Agência Brasil)

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 tem abstenção de 51,5% dos candidatos inscritos, de acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Do total de 5.523.029 inscritos para a versão impressa do Enem, que começou a ser aplicada nesse domingo (17), 2.842.332 faltaram às provas.

Segundo o ministro da Educação, Milton Ribeiro, a abstenção recorde se deve, principalmente, ao medo da pandemia e a campanhas contrárias à realização do exame. Apesar disso, considera a aplicação vitoriosa. No ano passado, a abstenção no primeiro dia do Enem foi 23%. “Fico satisfeito com o que fizemos no meio de uma pandemia”, diz, “[Quero] qualificar o Enem no meio de uma pandemia como algo vitorioso para não atrasar mais a vida de milhões de estudantes”.  Em 2009, o segundo ano de aplicação do Enem com a maior abstenção, a porcentagem de inscritos que não compareceram foi de 37%.

Foram eliminados do exame 2.967 candidatos por não respeitarem as regras do Enem, entre elas, não cumprirem as medidas de segurança para evitar o contágio pelo novo coronavírus, como usar máscara cobrindo a boca e o nariz durante toda a aplicação. Ao todo, 69 participantes foram afetados por questões logísticas, como emergências médicas, falta de energia elétrica, entre outros. Os dados tanto de presença, quanto das eliminações, segundo o presidente do Inep, são preliminares. 

Sintomas

Nesta edição, por causa da pandemia do novo coronavírus, participantes que apresentassem sintomas da covid-19 ou de outras doenças infectocontagiosas não deveriam comparecer ao exame. Esses participantes podem acionar o Inep e solicitar a reaplicação, que será nos dias 23 e 24 de fevereiro. Até o momento, 10.171 participantes pediram reaplicação. Desse total, o Inep aceitou o pedido de 8.180.

Quem apresentou sintomas ontem (17) ou no último sábado (16), pode solicitar a reaplicação, mediante a apresentação de laudo médico e documentos comprobatórios entre os dias 25 e 29 de janeiro.

O presidente do Inep, Alexandre Lopes, explicou que, a partir de hoje (18), os participantes que apresentarem sintomas devem notificar o Inep e, mesmo que tenham feito a prova no primeiro dia, não devem comparecer ao segundo dia de aplicação, que será no próximo domingo (24). Eles terão direito à reaplicação.  

Reaplicação

Estudantes relataram, nesse domingo, que foram impedidos de entrar nos locais de aplicação porque as salas estavam cheias e seria preciso respeitar o distanciamento entre os participantes. Questionado, Lopes diz que a situação está sendo apurada. Esses participantes também terão direito a fazer a prova na data da reaplicação. Segundo o presidente, esses casos foram relatados em 11 locais de prova em Florianópolis (SC), Curitiba (PR), Londrina (PR), Pelotas (RS), Caxias do Sul (RS) e Canoas (RS). 

Também terão direito à reaplicação os 160.548 estudantes que fariam a prova no Estado do Amazonas, 2.863 em Rolim de Moura (RO) e 969 em Espigão d'Oeste (RO), por causa dos impactos da pandemia nessas localidades. Ao todo, segundo o ministro da Educação, foram quase 20 ações judiciais em todo o país contrárias à realização do Enem.  

O Enem começou a ser aplicado ontem (17), na versão impressa. Os estudantes fizeram as provas de linguagens, ciências humanas e de redação. A prova continua no próximo domingo (24), quando serão aplicadas as provas de matemática e ciências da natureza. Este ano, o exame terá também uma versão on-line, que será aplicada nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro.

(Fonte: Agência Brasil)

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) utiliza um sistema de correção chamado Teoria de Resposta ao Item (TRI). Mesmo com o gabarito em mãos, não é possível saber a pontuação final do exame. O sistema, conhecido como um método “antichute”, pode ser usado a favor dos estudantes, principalmente nas provas de exatas, que serão aplicadas no próximo domingo (24). Professores entrevistados pela Agência Brasil dão algumas dicas de como se sair bem no segundo dia de aplicação do Enem.

“A dica geral é que acertar as questões fáceis dá mais pontos para o estudante. Como ele pode lidar com isso? Focando em acertar as questões fáceis. Na prática, na hora da prova, isso significa pular as questões difíceis. O Enem é uma prova que tem muitas questões e pouco tempo para resolver cada questão. Então, se perder muito tempo em uma questão difícil, isso não vai dar muito ponto no final e não vai valer tanto a pena”, explica o diretor de ensino do cursinho on-line Me Salva!, André Corleta.

Nesse domingo (17), os estudantes fizeram as provas de linguagens, ciências humanas e redação. No próximo, resolverão, em cinco horas, as questões de ciências da natureza e de matemática. Ambas provas objetivas, de múltipla escolha. Cada uma com 45 questões. 

As questões do Enem são escolhidas a partir de um banco de questões do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), que é frequentemente abastecido com novas questões. Cada questão é testada antecipadamente com um grupo de estudantes e classificada de acordo com a dificuldade. Por causa disso, é possível compor várias provas do Enem, com questões diferentes, mas com o mesmo nível de dificuldade. 

Na hora da correção, segundo o professor de física do pré-vestibular on-line Descomplica Rafael Vilaça, o TRI vai levar em consideração a coerência da prova, ou seja, é esperado que um estudante que acerte questões muito difíceis, acerte também as muito fáceis. Se isso não acontecer, o sistema pode entender que ele chutou a questão e, por isso, ele pontuará menos nessa questão do que estudantes que tenham mantido certa coerência esperada. “A primeira dica é, então, identificar as questões fáceis de cada disciplina”, diz Vilaça.

“Essa metodologia funciona muito bem quando se tem essa diferenciação entre questões fáceis e difíceis explícita. Isso acontece mais no segundo dia de prova, quando se tem matemática e ciências da natureza. Entre as humanidades [no primeiro dia de prova], é mais difícil”, complementa Corleta. Questões que demandam muitos cálculos e operações complexas são, geralmente, mais difíceis.

Vilaça orienta os estudantes a, caso não saibam uma questão, pular para outra. No fim da prova, se sobrar tempo, o estudante deve voltar nessas questões e tentar resolvê-las. “Sempre estimulo os alunos a tentar fazer as questões teóricas, não que sejam mais fáceis, mas levam menos tempo e fazem com que se garanta as questões fáceis e teóricas e, também, uma coerência na prova”, diz.

Para o professor, nenhuma questão deve ser deixada em branco. Em último caso, o estudante deve chutar. “O chute é sempre melhor que deixar em branco. Nunca deixe. Porque mesmo que não esteja tão coerente a prova pelo fato de ter chutado a questão, se chutar e tiver a sorte de acertar, isso não significa que perderá ponto, mas que a questão valerá menos. Se deixar em branco, é zero”. 

Enem 2020

Ao todo, cerca de 5,8 milhões de estudantes estão inscritos no exame. O Enem 2020 terá uma versão impressa, que começou a ser aplicada nesse domingo (17) e continua no próximo fim de semana, no dia 24 de janeiro, e uma digital, realizada de forma piloto para 96 mil candidatos, nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro.

As medidas de segurança adotadas em relação à pandemia do novo coronavírus serão as mesmas tanto no Enem impresso quanto no digital. Haverá, por exemplo, um número reduzido de estudantes por sala, para garantir o distanciamento entre os participantes. Durante todo o tempo de realização da prova, os candidatos estarão obrigados a usar máscaras de proteção da forma correta, tapando o nariz e a boca, sob pena de serem eliminados do exame. Além disso, o álcool em gel estará disponível em todos os locais de aplicação.

Quem for diagnosticado com covid-19, ou apresentar sintomas dessa ou de outras doenças infectocontagiosas até a data do exame, não deverá comparecer ao local de prova e sim entrar em contato com o Inep pela Página do Participante, ou pelo telefone 0800-616161, e terá direito a fazer a prova na data de reaplicação do Enem, nos dias 23 e 24 de fevereiro.

(Fonte: Agência Brasil)

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Atentos às dúvidas sobre a compra de material escolar, os órgãos que atuam na defesa do consumidor divulgaram, neste início de ano, recomendações para que os pais fiquem atentos ao que pode ou não ser solicitado pelas escolas.

No contexto da pandemia de covid-19, a recomendação geral é que as compras sejam feitas “on-line”, o que facilita, inclusive, a comparação de preços. O consumidor, porém, deve verificar se a loja virtual é confiável, divulgando um canal de atendimento claro, como telefone ou “e-mail”, por exemplo. É importante também guardar registros das transações e ficar atento a prazos de entrega.

Em relação às listas de material, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) alerta que itens de uso coletivo, como de higiene e limpeza, não devem ser solicitados pelas escolas. Nem mesmo itens como álcool-gel, muito utilizado em razão da pandemia. 

O órgão também alerta que as instituições de ensino não podem exigir marcas ou locais de compra específicos. “Isso configura venda casada e é proibida pelo Código de Defesa do Consumidor”, destacou a Senacon em nota. As exceções são os itens que não são vendidos no comércio em geral, como apostilas próprias.

O Instituto de Defesa do Consumidor do Distrito Federal (Procon-DF) frisa que, além da marca, as escolas também não podem exigir itens de um modelo específico. A exceção são os uniformes. 

O Procon ressalta que, sobretudo no contexto da pandemia, a legislação permite aos pais a entrega parcelada do material, que deve ser feito, no mínimo, oito dias antes do início das atividades.

Ainda em razão da pandemia, o Procon recomenda que os pais verifiquem com a escola a cobrança repetida de material que não foi utilizado em 2020, devido à suspensão das aulas e do fechamento das instituições de ensino. “É esperado que a lista escolar seja menor e mais barata este ano, com o reaproveitamento de itens que não foram utilizados no ano passado”, assinala o órgão.

No caso dos livros didáticos, as escolas também não podem recomendar que o aluno não reaproveite material que já foi utilizado por um irmão, por exemplo. Isso só é permitido se a publicação estiver desatualizada.

Vale lembrar que a lista de material deve vir acompanhada de um plano de execução, que deve descrever, de forma detalhada, os quantitativos de cada item de material e a sua utilização pedagógica.

A volta das aulas presenciais depende do sinal verde das administrações municipais, e os pais devem ficar atentos à situação de sua cidade, pois as autoridades locais podem adiar o retorno, a depender dos números da pandemia. Nesse caso, a lista de material pedida pela escola também pode sofrer alterações.

(Fonte: Agência Brasil)

O tema da redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) desta edição é O Estigma Associado às Doenças Mentais na Sociedade Brasileira, conforme divulgou o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Os candidatos têm até as 19h para concluir as primeiras provas, aplicadas neste domingo (17).

A aplicação da versão impressa do Enem teve início hoje, e a segunda prova será no próximo domingo. A prova de hoje começou a ser aplicada as 13h30, e os estudantes terão até as 19h para terminá-la.

Neste domingo, os participantes fazem as provas objetivas de linguagens e ciências humanas, com 45 questões cada uma, além da redação.

Correção

As redações do Enem são avaliadas em cinco competências, cada uma vale 200 pontos: demonstrar domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa; compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo em prosa; selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista; demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação; e elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Cada prova passa por dois corretores. Caso haja uma diferença de mais de 100 pontos em relação à nota total da prova ou de mais de 80 pontos em relação a alguma das competências, o texto passa, então, por um terceiro corretor. Se a diferença persistir, a prova é avaliada por uma banca composta por três professores, que atribuirá a nota final do participante. 

Veja os temas das redações de anos anteriores

Enem 2009: O indivíduo frente à ética nacional

Enem 2010: O trabalho na construção da dignidade humana

Enem 2011:  Viver em rede no século XXI: os limites entre o público e o privado

Enem 2012: O movimento imigratório para o Brasil no século XXI

Enem 2013:  Efeitos da implantação da Lei Seca no Brasil

Enem 2014: Publicidade infantil em questão no Brasil

Enem 2015: A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira

Enem 2016: Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil e Caminhos para combater o racismo no Brasil - Neste ano houve duas aplicações regulares do exame.

Enem 2017: Desafios para formação educacional de surdos no Brasil

Enem 2018: Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet

Enem 2019: Democratização do acesso ao cinema no Brasil 

Enem

O Enem avalia o desempenho escolar ao final da educação básica. A estrutura do exame conta com uma redação e questões das quatro áreas de conhecimento: linguagens, códigos e suas tecnologias; ciências humanas e suas tecnologias; ciências da natureza e suas tecnologias; e matemática e suas tecnologias. O Enem Digital 2020 será aplicado nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro. No total, considerando as duas versões (impressa e digital), o Inep confirmou 5.783.357 inscrições para o Enem 2020.

Acompanhe a correção das provas pela TV Brasil, neste domingo, às 19h30.

(Fonte: Agência Brasil)

Pelo sétimo ano seguido, a TV Brasil faz uma cobertura especial do Exame Nacional do Ensino Médio com o programa Caiu no Enem. A atração conta com professores que fazem a correção das principais questões logo após o término das provas – neste e no próximo domingo, dias 17 e 24 de janeiro, ao vivo, das 19h30 às 21h. O programa também será transmitido nas redes sociais da TV Brasil.

Além da transmissão pela emissora pública e nas redes sociais da TV Brasil, o especial vai ao ar também pelas rádios Nacional FM Brasília (96,1 MHz), Nacional de Brasília (AM 980 kHz), Nacional do Rio de Janeiro (AM 1130 kHz) e Nacional da Amazônia (OC 11.780KHz, 6.180KHz).

Apresentada pela jornalista Priscila Rangel, a produção recebe professores especialistas nas disciplinas aplicadas em cada dia da avaliação. Os convidados comentam o exame, destacam quais foram os principais temas cobrados, apontam as surpresas e analisam as questões mais complexas e polêmicas.

Além de resolverem algumas questões, os professores também tecem comentários gerais sobre a prova. O Caiu no Enem ainda explica o cálculo da nota, mostra como os estudantes podem utilizá-la e traz dicas de carreira e sucesso profissional.

Durante o programa, os professores compartilham orientações para os alunos baseadas nas informações da prova. O Caiu no Enem indica como os estudantes podem se preparar para a próxima fase do exame e conseguir manter boas condições físicas e emocionais.

O especial traz ainda flashes com as notícias sobre a dinâmica no dia do Enem, entrevistas com os candidatos e trechos da coletiva do Inep sobre a aplicação da prova.

Os interessados em participar também podem interagir pelas redes sociais com a hashtag #EBCnoEnem que será utilizada na cobertura de todos os veículos da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

Plataforma reúne questões do Enem

A EBC preparou um banco que reúne todas as questões do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2009 a 2019 para os alunos testarem seus conhecimentos e se prepararem melhor para a prova.

No sistema, o estudante pode escolher quais áreas do conhecimento quer estudar. A plataforma vai selecionar as questões de maneira aleatória para que o candidato possa resolvê-las. A página busca ajudar os alunos ao facilitar o acesso e familiarizá-los às mais recentes abordagens da avaliação.

Acesse aqui o portal Questões Enem

Sobre os conteúdos das provas

Ao todo, cerca de 5,8 milhões de estudantes estão inscritos para fazer as provas do Enem 2020. Essa edição do exame terá uma versão impressa, nos dias 17 e 24 de janeiro, e uma digital, realizada de forma piloto para 96 mil candidatos, nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro. As medidas de segurança adotadas em relação à pandemia do novo coronavírus serão as mesmas tanto no Enem impresso quanto no digital.

No dia 17 de janeiro, os alunos fazem 45 questões de ciências humanas e suas tecnologias que envolvem conhecimentos de história, geografia e sociologia. Também devem resolver 45 questões de linguagens, códigos e suas tecnologias, além de redigir uma redação. Essa primeira prova tem cinco horas e meia de duração.

Já na semana seguinte, no dia 24 de janeiro, os concorrentes terão cinco horas para fazer as 45 questões de matemática e mais 45 de ciências da natureza que avaliam o aprendizado em disciplinas como física, química e biologia. 

Alerta para o horário do exame

A aplicação do Enem segue o horário de Brasília. Nos dois dias de prova, os portões sempre abrem às 12h e fecham às 13h. A avaliação começa às 13h30. Os estudantes devem ficar atentos para verificar na localidade onde moram o horário exato do exame.

Caiu no Enem será exibido pela TV Brasil nos dias 17 e 24 de janeiro, das 19h30 às 21h. Você também pode acompanhar o programa pelo Twitter e pelo Facebook.

(Fonte: Agência Brasil)

Milhões de estudantes de todo o país fazem, hoje (17), a primeira prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020. Os portões serão abertos às 11h30. Os estudantes podem entrar no local de prova até as 13h, no horário de Brasília. Por causa da pandemia do novo coronavírus, a recomendação é que seja mantido o distanciamento entre as pessoas, mesmo fora dos locais de aplicação.

Quem for diagnosticado com covid-19, ou apresentar sintomas dessa ou de outras doenças infectocontagiosas até o momento do exame, não deverá comparecer ao local de prova e sim entrar em contato com o Inep pelo telefone 0800-616161. Esses estudantes terão direito a fazer a prova na data de reaplicação do Enem, nos dias 23 e 24 de fevereiro. 

As provas começam a ser aplicadas às 13h30. Neste domingo, os participantes fazem as provas objetivas de linguagens e ciências humanas, com 45 questões cada uma, e a prova de redação. Os estudantes terão cinco horas e 30 minutos para resolver as questões. A prova termina às 19h.

O que levar

Para fazer o exame alguns itens são obrigatórios. Neste ano, além do documento oficial de identificação com foto e da caneta esferográfica de tinta preta, fabricada em material transparente, itens obrigatórios também nos exames anteriores, a máscara de proteção facial passa a integrar essa lista. Os participantes que não estiverem com máscara de proteção facial não poderão ingressar no local de prova. 

lista de documentos aceitos está disponível na página do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Entre eles, estão a Carteira de Identidade, a CNH, o passaporte e a Carteira de Trabalho emitida após 27 de janeiro de 1997. 

Embora não seja obrigatório, é recomendado que os participantes levem máscaras extras para trocar durante a prova. Haverá, nos locais de prova, álcool em gel para que os estudantes higienizem as mãos, mas é permitido que os participantes levem seu próprio produto caso desejem.

Como se trata de uma prova longa, também é recomendado que os participantes levem lanche e água e/ou outras bebidas, com exceção de bebidas alcoólicas que não são permitidas e podem levar à eliminação do candidato. É recomendado também que se leve, no dia do exame, o Cartão de Confirmação da Inscrição. Nele está, entre outras informações, o local de prova. O cartão pode ser acessado na Página do Participante.

Caso necessitem comprovar que participaram do exame, os estudantes podem, também na Página do Participante, imprimir a chamada Declaração de Comparecimento para cada dia de prova, informando o CPF e a senha. A declaração deve ser apresentada ao aplicador na porta da sala em cada um dos dias. Ela serve, por exemplo, para justificar a falta ao trabalho. 

Enem 2020

O exame continua no próximo domingo (24), quando os estudantes farão as provas de ciências da natureza e de matemática. Ao todo, cerca de 5,8 milhões de estudantes estão inscritos para fazer as provas. O Enem 2020 terá uma versão impressa, nos dias 17 e 24 de janeiro, e uma digital, realizada de forma piloto para 96 mil candidatos, nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro. 

As medidas de segurança adotadas em relação à pandemia do novo coronavírus serão as mesmas tanto no Enem impresso quanto no digital. Haverá, por exemplo, um número reduzido de estudantes por sala, para garantir o distanciamento entre os participantes. Durante todo o tempo de realização da prova, os candidatos estarão obrigados a usar máscaras de proteção da forma correta, tapando o nariz e a boca, sob pena de serem eliminados do exame. Além disso, o álcool em gel estará disponível em todos os locais de aplicação.  

Impactos da pandemia

O exame, que estava inicialmente agendado para outubro e novembro do ano passado, foi adiado após vários protestos virtuais. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) anunciou, então, várias medidas de segurança para evitar a contaminação pelo novo coronavírus.

Mesmo assim, com o aumento de casos e de mortes por covid-19 em todo o Brasil, o movimento por um segundo adiamento das provas ganhou força. A Defensoria Pública da União (DPU) acionou a Justiça pedindo o adiamento, argumentando que as aglomerações habituais nos dias de realização do Enem favorecem a disseminação do novo coronavírus. Além disso, o órgão afirma que os estudantes das escolas públicas podem ser prejudicados pela suspensão das aulas presenciais no ano letivo. 

O pedido foi negado pela Justiça Federal de São Paulo, que afirmou que a alteração na data do Enem resultaria em grandes transtornos logísticos, que poderiam “comprometer a própria realização do exame no primeiro semestre de 2021”. A decisão, no entanto, ressalva que se o risco de maior contágio levar alguma autoridade local ou regional a declarar novo “lockdown”, isso seria um impedimento para a realização das provas. Caberia ao Inep reaplicar a prova nessas localidades específicas. 

Foi o que ocorreu no Amazonas, Estado em calamidade pública por causa da pandemia, com falta de leitos e insumos para tratar os doentes. Diante dessa situação, a aplicação do exame foi suspensa no Estado.

(Fonte: Agência Brasil)

Para longe, os comentários políticos. Que Costa e Silva resolva sozinho os seus problemas administrativos. Sim, que o gaúcho enfrente, corajosamente, tudo isso que aí está desordenado, provocando decepções e afastando o governo da popularidade, da confiança do povo. Sim, que tudo fique rodando nas limitações das intransigências, das conveniências etc. Que o custo de vida suba mais, suba até fixar-se no teto e provocar o desabamento da Casa Grande. É problema dele, dele “Seu Artur”. Sim, vamos sair do “cerco” e olhamos este domingo de Sol, de luz na abundância, no esbanjamento. Olhar este Sol que nos dá vida e calor. Olhar este verde lindo que está nas folhas, nas frondes das árvores seculares e dos arbustos que ficam na rebentação do desenvolvimento. Da vida em silêncio parindo raízes e produzindo flores e frutos. Sim, deixemos que tudo seja DOMINGO. Um DOMINGO eterno, eternamente iluminado. Nas praias, os banhistas, os não banhistas, um mundo de gente na “fofoca” dos divertimentos, das distrações. E, em tudo, uma paz, uma tranquilidade, a fuga das preocupações, dos compromissos. A fuga das tristezas e das decepções. Tudo tão romântico, tão bom, tão lindo, tão encantador. A Vida na vida de todos, nos sonhos de todos, na alegria de todos. Tudo assim tão íntimo, tão generoso.

E lá adiante o MAR. O MAR em golfadas d’água sobre a areia, sobre os banhistas que ficam no leito da terra molhada, com cheiro de sal.

O MAR crescendo em ondas, em fúria, quebrando-se em ondas, abrindo brechas, avançando em urros, em gritos, em espumas mansas, cheias de carícia. O MAR subindo em águas, cavalgando ondas que se partem em ondas, abrindo caminhos e que se avolumam querendo apossar-se de tudo: da gente, da Natureza, da paisagem, da Ilha no abandono de si mesma.

Tudo assim. E assim por toda a parte. Um céu azul, límpido, azul, vestido de promessas e que poderá ser alterado pelas nuvens escuras, pardas, pretas, ameaçadoras. Tudo isto assim, encantadoramente assim. As crianças jogadas nas ruas, nos parques de diversões, largadas fora, nas praças, nas ruas fazendo travessuras, criando dificuldades para toda a gente.

Tudo diferente hoje, hoje neste DOMINGO de Sol. Tudo tão feliz, tão tranquilo. Ali, na mesa, um poeta no silêncio de si mesmo, olhando o BAR, a freguesia, imaginando coisas. Tudo assim, assim fascinante, atraente, festivo, vestido de alegria. Tudo assim, a gente assim olhando a cidade, olhando as tradições, olhando o Passado e sentindo este Presente de renovações. Tudo bem, tudo tão feliz, tão encantador.

Tudo assim. Assim sem Costa e Silva e sem Delfim Neto. Tudo assim, democraticamente assim: assim tão feliz neste DOMINGO DE SOL.

E o poeta lá, lá consigo mesmo, no silêncio de si mesmo, recitando, em prece, um poema de Fernando Braga ou de Nascimento Moraes Filho ou, então, de outro poeta:

Um Sol em agonia

sombreia-se

de tristeza.

Há a vibração

das coisas esquecidas.

Tudo assim, encantadoramente assim

neste DOMINGO DE SOL.

* Paulo Nascimento Moraes. “A Volta do Boêmio” (inédito) – “Jornal do Dia”, 7 de janeiro de 1968.

Neste domingo, comentamos sobre...

Eternas dúvidas de concordância

1ª) Houve OU houveram erros?

Se “houveram erros” é porque HOUVE mais erros do que se imaginava.

O verbo HAVER, no sentido de “existir ou acontecer”, é impessoal (sem sujeito). Por isso, deve ser usado somente no singular:

“Há muitas pessoas na reunião”;

“Havia mais convidados que o esperado”;

“Haverá muitos candidatos no próximo concurso”;

“Ainda haveria alguns problemas para serem resolvidos”;

“HOUVE erros”…

2ª) Nos nossos planos não estão OU não está o atacante?

A regra básica de concordância verbal manda o verbo concordar com o sujeito. No caso, quem não está nos nossos planos é o atacante. Isso significa que o sujeito (o atacante) está no singular. A concordância correta, portanto, deve ser feita no singular: “Nos nossos planos não ESTÁ o atacante”.

Esse tipo de erro acontece com muita frequência quando o sujeito está invertido (depois do verbo):

“ACONTECERAM (e não “aconteceu”) dois acidentes nesta esquina”;

“SURGIRAM (e não “surgiu”), após muitas discussões, duas propostas para resolver o problema do oxigênio em Manaus”;

“SEGUEM ANEXAS (e não “segue anexo”) as notas fiscais”;

“ESTÃO FALTANDO (e não “está faltando”) cinco minutos para acabar o jogo do Sampaio”.

3ª) O grande segredo é OU são as jogadas ensaiadas?

O verbo SER pode concordar com o sujeito ou com o predicativo. Assim sendo, as duas possibilidades são corretas e aceitáveis. Há, porém, uma visível preferência pelo plural:

“O maior problema do Rio de Janeiro SÃO as chuvas”;

“A prioridade do governo SÃO os pobres”;

“A última esperança do Vasco SÃO os dois atacantes”;

“O grande segredo SÃO as jogadas ensaiadas”.

4ª) O ataque de hoje é OU são…?


É o mesmo caso anterior. Entre o singular e o plural, a concordância preferencial para o verbo SER é no plural:

“O ataque de hoje SÃO Carlos Adalton, Felipe e Walberth Pinheiro”.

5ª) Não é OU sou eu que vou dizer isso?


A locução enfática “é que”, a princípio, é invariável:

“Eu é que disse isso”;

“Nós é que resolvemos o caso”;

“Eles é que escolheram a data da reunião”.


Quando o verbo SER é colocado antes do pronome pessoal, é correto e aceitável que concorde com o pronome:

“FUI eu que disse isso”;

“FOMOS nós que resolvemos o caso”;

 “FORAM eles que escolheram a data da reunião”;

“SÃO eles que vão assinar o contrato”;

“Não SOU eu que vou dizer isso”.

6ª) Eles já têm idade para fazer o que quiser OU quiserem?


A concordância correta é “Eles já têm idade para fazer o que QUISEREM”.


Alguns autores consideram a concordância facultativa quando o sujeito do infinitivo está oculto e é o mesmo da oração principal:

“Eles já têm idade para FAZER ou FAZEREM o que quiserem”.

A maioria dos estudiosos, porém, afirma que, nesse caso, a concordância deve ser no singular (uso do infinitivo não flexionado):

“Eles já têm idade para FAZER o que quiserem”;

 “Os advogados foram chamados para ANALISAR o contrato”;

“Os diretores estão aqui para ASSINAR o contrato”;

“Eles foram convocados para RESOLVER os problemas”.


No caso de QUISER ou QUISEREM, o problema é outro. Embora terminem em “r”, QUISER, FIZER, DISSER, PUSER, FOR, TIVER… não são formas do infinitivo. São do futuro do subjuntivo. Em razão disso, a concordância com o sujeito (oculto ou não) é obrigatória:

“ELES já têm idade para fazer o que (eles) QUISEREM”.

Teste da semana

Assinale a opção que completa, corretamente, as lacunas das frases abaixo:

1) São questões __________;

2) Pediu dois _________.


a) técnico-científicas / cachorro-quentes;

b) técnico-científicas / cachorros-quentes;

c) técnicas-científicas / cachorros-quentes;

d) técnicas-científicas / cachorros-quente;

e) técnico-científicas / cachorros-quente.

Resposta do teste: letra (b).

Em adjetivos compostos (adjetivo + adjetivo), somente o segundo elemento se flexiona: “questões técnico-científicas”; em compostos formados por substantivo (cachorro) + adjetivo (quente), os dois elementos se flexionam: cachorros-quentes.

O Programa Antártico Brasileiro (Proantar) completou, nesta semana, 39 anos. Desde sua criação, em 1982, o Proantar vem estudando o Continente Antártico, seus fenômenos, e a influência que exerce sobre o clima global – garantindo, ao Brasil, a condição de integrante consultivo do Tratado da Antártida e, consequentemente, o direto do país em participar das decisões sobre o futuro do continente gelado.

De acordo com a Marinha brasileira, o Brasil é o sétimo país mais próximo da Antártida. Devido a essa proximidade, o país – e o continente sul-americano – sofre influência direta dos fenômenos naturais que lá ocorrem.

“A [Região] Antártica tem papel essencial nos sistemas naturais globais e regionais, controlando as circulações atmosféricas e oceânicas, e influenciando o clima e condições de vida no globo, com destaque para o hemisfério sul. Por isso, é fundamental para o Brasil estudar a Antártica, origem de fenômenos naturais que atingem o território nacional”, informa a Marinha por meio de seu “site”, ao destacar circunstâncias e motivações estratégicas que levaram o Brasil a aderir ao Tratado da Antártida, em 1975, dando início ao que viria a ser institucionalizado como Proantar, sete anos depois.

Com a entrada do Brasil no chamado Sistema do Tratado da Antártida (STA), foi aberta à comunidade científica brasileira oportunidade para desenvolver e participar de atividades que, em conjunto com as pesquisas espaciais e oceânicas, constituem, de acordo com a Marinha, “as últimas grandes fronteiras da ciência internacional”.

Segundo o Ministério da Defesa, a instalação da Estação Antártica Comandante Ferraz (Eacf) ocorreu em 1984, durante a segunda operação brasileira implementada naquele continente. Em 2012, aconteceu a tragédia: um incêndio destruiu 70% das instalações da estação brasileira. Foram necessários oito anos para que uma nova estação fosse inaugurada, com 4,5 mil metros quadrados.

Cabe ao Proantar planejar, coordenar e executar as operações de pesquisas desenvolvidas na Antártida (denominadas Operantar). “As ações são anuais e, normalmente, ocorrem entre os meses de outubro e novembro com a ida do navio de apoio oceanográfico Ary Rongel e do navio polar Almirante Maximiano”, detalha, em seu “site”, o Ministério da Defesa.

“A região possui reservas de recursos minerais estratégicos ainda não explorados. Segundo as pesquisas, além de influenciar no clima do nosso país, os recursos minerais da Antártica são capazes de atender a economia mundial por 200 anos”, complementa.

De acordo com a Marinha, cerca de 170 tipos de minerais, como ouro, prata, ferro e gás natural, já foram mapeados. A decisão sobre a exploração, ou não, desses recursos está prevista para ser decidida a partir de 2048, quando as partes consultivas ao Sistema do Tratado da Antártida vão se reunir para definir, novamente, o futuro do continente.

(Fonte: Agência Brasil)