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A kitesurfista do Maranhão, Socorro Reis, estará novamente em ação a partir de domingo (24). Desta vez, a pentacampeã brasileira de Hydrofoil vai disputar a Semana Olímpica Francesa em Hyères, na França, competição que vale pontos para o ranking mundial. Um bom resultado fora do país pode fazer com que a maranhense suba algumas posições, o que seria importante para a sequência do ciclo olímpico Paris 2024.

Para a disputa, Socorro chega à França em grande fase na carreira. Ela lidera o ranking sul-americano com folga e está no Top 3 das Américas, atrás apenas das norte-americanas Daniela Moroz e Kirstyn Obrien. No geral, ela subiu para a 30ª posição, depois do vice-campeonato na Tailândia, em março.

“Vamos para mais um grande desafio neste ano. O vice-campeonato no Campeonato Asiático serviu para começarmos bem a temporada, mas ainda precisamos evoluir. Estou bem preparada para a Semana Olímpica Francesa e confiante em conseguir um bom resultado para seguir subindo no ranking”, disse a atleta.

Somente este ano, além do evento realizado na Tailândia e este agora na França, Socorro Reis ainda disputará outras três competições fora do país visando Paris 2024.

“Cada degrau é uma conquista, uma evolução, um aprendizado, é um ajuste que temos que fazer para que, em 2024, a gente consiga conquistar a vaga para brigar pela medalha olímpica. Só tenho a agradecer ao patrocínio master do governo do Estado e da Fribal, que já está ao meu lado há quatro anos. Muito obrigada, também, aos patrocínios do Grupo Audiolar e da Revista Kitley. Darei sempre o meu melhor para colocar o Maranhão e o Brasil no lugar mais alto do pódio como forma de agradecimento por todos vocês acreditarem nesse sonho”, concluiu Socorro Reis.

Vale destacar que, por meio da Lei Estadual de Incentivo ao Esporte, a maranhense Socorro Reis tem o patrocínio master da Fribal e do governo do Estado, além de ser patrocinada pelo Grupo Audiolar. Ela também conta com os patrocínios da Revista Kitley e faz parte do programa Bolsa Pódio. 

(Fonte: Assessoria de imprensa)

Em mais uma importante atuação do deputado federal Juscelino Filho (União-MA), nove municípios maranhenses receberam, na última quarta-feira (20), pás carregadeiras. Os equipamentos foram doados pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), por meio de indicação do parlamentar. Nos últimos meses, Juscelino entregou maquinários do tipo para muitas outras cidades.

Os municípios beneficiados nessa ação mais recente foram Altamira do Maranhão, Cajapió, Graça Aranha, Lago do Junco, Pedreiras, São Mateus, São Vicente Férrer, Tuntum e Vitorino Freire. “Prometi aos prefeitos que conseguiríamos as pás carregadeiras. Provando que sou de palavra e de trabalho, honramos rapidamente mais esse compromisso. Temos conquistado muito por meio da parceria do nosso mandato com os gestores municipais. E fico feliz que a população de cada cidade e cada região reconhece esses avanços”, disse Juscelino.

Ainda de acordo com o deputado, os equipamentos serão de grande utilidade para ações das prefeituras. “Vão ajudar muito, sobretudo nas obras de infraestrutura, a exemplo da melhoria de vias urbanas e estradas vicinais. Importante lembrar também que algumas dessas localidades foram atingidas por fortes chuvas, e essas pás carregadeiras vão contribuir com as intervenções de recuperação do que foi afetado ou destruído”, acrescentou Juscelino Filho.

Parceria de sucesso

Os nove prefeitos beneficiados fizeram questão de enaltecer o sucesso da parceria firmada com o deputado Juscelino Filho. “Você mostra, mais uma vez, compromisso com a nossa querida cidade. Somos muito gratos por tudo”, afirmou a prefeita de Vitorino Freire, Luanna Bringel. Ileilda do Queijo, prefeita de Altamira do Maranhão, frisou: “essa é uma grande parceria, pela qual temos conquistado muito para nosso povo”.

“Juscelino é homem de palavra. Um parlamentar que tem dado, cada vez mais, coisas para Lago do Junco, como a ajuda no nosso hospital, asfalto, carteiras para nossas escolas, em todos os projetos. Essa é uma parceria de mãe para filho”, declarou a prefeita Edina Fontes. Já Vanessa Maia, prefeita de Pedreiras, relatou: “depois das chuvas, nossas estradas estão precisando de reparos, e essa máquina chegou numa hora boa. Muito obrigada”.

Segundo Adriano Freitas, prefeito de São Vicente Férrer, a pá carregadeira era um sonho da cidade. “A população irá retribuir o apoio desse grande homem e grande deputado”, disse. Já Bira, prefeito de Graça Aranha, atestou: “É com pessoas assim que o município precisa continuar”. O prefeito de São Mateus, Ivo Rezende, foi na mesma linha: “gosto de sempre de enfatizar que, sem ter tido um voto, Juscelino está ajudando de forma gigantesca. No momento oportuno, a população irá retribuir essa ajuda substancial que você tem dado”.

(Fonte: Assessoria de imprensa)

No Carnaval de São Paulo deste ano, a literatura infantil será inspiração para duas escolas do grupo especial, as quais desfilam nesta sexta-feira (22) e amanhã (23). As agremiações Tom Maior e Colorado do Brás trazem para a avenida elementos e histórias do universo das crianças. Para a coordenadora de Engajamento Social e Leitura do Itaú Social, Dianne Melo, o mundo de fantasias do Carnaval pode ser uma forma interessante de estimular a leitura e a imaginação entre os pequenos.

“O Carnaval – assim como a literatura, que traz para criança essa possibilidade da imaginação, da fantasia  –, por ser uma festa popular, e aqui estamos falando das escolas de samba, que nos contam uma história, traz uma narrativa. Quando essas escolas trazem temas que são do universo da literatura, seja por um autor homenageado ou por histórias que já foram contadas por meio dos livros, é uma oportunidade que nós adultos temos de conversar sobre isso com as crianças”, propõe a coordenadora.

Dianne disse que desde os primeiros anos de vida, até mesmo na gestação, a leitura promove ganhos de desenvolvimento integral, passando por aspectos cognitivos, linguísticos, mas também os aspectos afetivos. “A questão de aproximação, de vínculo, com esse adulto que está ali disponível lendo uma história com ela [criança], conversando sobre aquela história. Acaba sendo uma atividade muito importante na primeira infância, sobretudo, para o estabelecimento de vínculos e desenvolvimento dessa criança”, aponta.

Samba-enredo

O enredo da Tom Maior junta as reflexões do livro O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry, à realidade do sertão nordestino. “O Pequeno Príncipe no Sertão” é o nome do enredo que será desenvolvido pelo carnavalesco Flávio Campello. A ideia é manter a mensagem original da obra, mas com adaptações que trazem os personagens e as cores do Nordeste brasileiro. A escola entra no sambódromo na madrugada deste sábado (23), à 1h45.

Nesta sexta-feira, às 23h45, a Colorado do Brás traz para a avenida a história da escritora negra Carolina Maria de Jesus, autora do livro Quarto de Despejo: diário de uma favelada. “Carolina: A Cinderela Negra do Canindé” é o nome do samba-enredo da autora, que também produziu obras infantis. 

No grupo de acesso 2, a escola Dom Bosco de Itaquera enaltece as formas de saber por meio do enredo “O Alimento da Alma é o Dom do conhecimento”.

“Que bom que o Carnaval também nos relembra de tantas histórias que fizeram parte da nossa vida, da nossa infância e que nos acompanham até hoje”, comemora. Dianne lembra que uma boa mediação de leitura ocorre quando as crianças têm abertura para questionar. “Ao assistirem aos desfiles junto com as famílias, que a criança tenha essa oportunidade de fazer perguntas e, muitas vezes, os adultos também não vão saber responder, assim como na literatura, mas essa oportunidade do diálogo, de sair desse lugar-comum, de não receber tudo pronto, essa capacidade de imaginar ativa é muito importante”, destaca a coordenadora.

(Fonte: Agência Brasil)

Vem aí o “Mais Futebol, Mais Inclusão”, projeto que tem o objetivo de incentivar a prática esportiva na Grande Ilha de São Luís. A iniciativa conta com os patrocínios do governo do Estado e do El Camiño Supermercados por meio da Lei Estadual de Incentivo ao Esporte e será lançado na manhã deste sábado (23). O lançamento está marcado para as 9h30, na Arena Olynto, no Bairro Olho d’Água, em São Luís.

Em sua primeira edição, o “Mais Futebol, Mais Inclusão” promoverá doações de uniformes e coletes de treinamentos além de realizar minicampeonatos de futebol 7. Escolinhas e projetos sociais que trabalham com futebol e atendam crianças carentes vão participar dessa iniciativa.

O minicampeonato de futebol 7 do “Mais Futebol, Mais Inclusão”, por sua vez, contará com a participação de 12 escolinhas, divididas em três categorias: Sub-10, Sub-12 e Sub-14. Como cada equipe poderá inscrever 15 jogadores, o torneio terá a participação de até 180 atletas. As competições do projeto serão realizadas na tarde deste domingo (24), na Arena Olynto.

De acordo com a organização do “Mais Futebol, Mais Inclusão”, os torneios serão realizados em formato mata-mata, com semifinais, decisão de terceiro lugar e final, totalizando quatro partidas em cada categoria. O congresso técnico, que será realizado durante o evento de lançamento do projeto, definirá o sorteio dos jogos.

Premiação

No fim de cada minicampeonato do “Mais Futebol, Mais Inclusão”, ocorrerá a solenidade de premiação com entrega de troféu e medalhas para o campeão, além da entrega de medalhas de participação para as equipes que ficarem em segundo, terceiro e quarto lugares. Os torneios também terão como premiação bolas de futebol, obedecendo a uma proporção de acordo com a posição do time: o campeão recebe 20 bolas, o segundo colocado fica com 15 bolas, o terceiro colocado ganha 10 bolas e a equipe que ficar na quarta posição leva cinco bolas.

“Estamos muito felizes com a realização do projeto ‘Mais Futebol, Mais Inclusão’. Sabemos da importância de um bom material esportivo para a execução das atividades nas escolinhas e projetos sociais, e poder colaborar com essas iniciativas em um festival que também terá um minicampeonato de futebol 7, incentivando a prática do esporte entre as crianças, é uma satisfação imensa. Só temos a agradecer ao governo do Estado e ao El Camiño Supermercados pelo apoio nesse projeto e pela confiança no nosso trabalho”, destacou Waldemir Rosa, diretor-técnico do “Mais Futebol, Mais Inclusão”.

Todos os detalhes do “Mais Futebol, Mais Inclusão” estão disponíveis nas redes sociais oficiais do evento no Instagram (@maisfutebolmaisinclusao). O projeto conta com os patrocínios do governo do Estado e do El Camiño Supermercados por meio da Lei Estadual de Incentivo ao Esporte. 

(Fonte: Assessoria de imprensa)

A Copa do Brasil de Futsal Adulto Masculino vai começar para o maior clube de futsal do Maranhão. Dono de nove títulos estaduais e atual campeão maranhense, o Balsas Futsal inicia, neste sábado (23), sua caminhada em uma das mais importantes competições nacionais da temporada. Na primeira fase do torneio, o Balsas encara o Colinas (TO). O duelo de ida ocorrerá no Ginásio do IFMA, na cidade de Imperatriz, a partir das 18h, e com entrada liberada para a torcida. A partida terá transmissão ao vivo pelo canal oficial do Balsas Futsal no YouTube e pelo Facebook da Confederação Brasileira de Futsal (CBFS).

O representante maranhense na Copa do Brasil chega para o confronto contra o Colinas (TO) bastante motivado. E a motivação tem explicação: nos últimos anos, além dos títulos estaduais, o Balsas tem ido bem nas competições nacionais, o que mudou o status da equipe diante dos rivais fora do Maranhão. Hoje, a força do projeto do Balsas Futsal é reconhecida de norte a sul do país.

Outro motivo que aumenta a confiança do maior vencedor maranhense de futsal é a manutenção da base do time campeão estadual de 2021. O Balsas conseguiu manter os gêmeos Alan e Alex, que foram decisivos na última temporada. Além deles, a equipe investiu em reforços de peso como Léo Batatinha, Andrio e Arthur, que estava na Lituânia.

“Nos últimos anos, o Balsas se consolidou como principal potência do futsal no Maranhão e está entre as melhores equipes do país. Por isso, estamos ansiosos pelo início de mais uma Copa do Brasil, uma competição difícil, onde vamos enfrentar times com nível técnico elevado. Para conseguirmos avançar na competição, mantivemos nossa base vitoriosa e trouxemos atletas para fortalecer ainda mais nosso elenco. Estamos prontos para dar o nosso melhor em busca da classificação para a próxima fase”, afirmou Hallyson Dias, técnico do Balsas.

Como preparação para esta edição da Copa do Brasil, o Balsas Futsal disputou, na semana passada, a Supercopa Maranhão de Futsal. No torneio, realizado em Imperatriz, a equipe maranhense conquistou o título de maneira invicta derrotando, inclusive, a forte equipe do Brasília Futsal (DF).

A Copa do Brasil será disputada em confrontos de ida e volta. O gol fora de casa não é critério de desempate. Em caso de uma vitória para cada lado ou dois empates, a partida vai para prorrogação e, persistindo o empate no tempo extra, o classificado será definido nos pênaltis. Balsas Futsal e Colinas (TO) se enfrentam neste sábado (23), em Imperatriz, e fazem o jogo da volta no dia 7 de maio, no Tocantins.

Balsas Futsal

Com apenas dez anos de existência, o Balsas Futsal tornou-se o clube mais vitorioso do futsal maranhense. A equipe balsense contabiliza nove títulos estaduais e diversos resultados expressivos em sua história: 3º lugar na Copa do Brasil de Futsal 2020, 5º lugar na Taça Brasil de Clubes de Futsal Divisão Especial, vice-campeão na Liga Nordeste de Futsal, vice-campeão Brasileiro Primeira Divisão dentre outras conquistas e participações em relevantes competições estaduais e nacionais, também tendo destaque nas categorias de base.

“O sucesso do projeto do Balsas Futsal é resultado de importantes parcerias que temos tido nos últimos anos. Só temos a agradecer ao ex-governador Flávio Dino e ao ex-secretário de Esporte Rogério Cafeteira que muito contribuíram com a nossa equipe por meio da Lei de Incentivo ao Esporte. Esperamos que essa parceria com o governo do Estado e com a Sedel continue na gestão do governador Carlos Brandão. Também é preciso destacar todo o apoio que temos recebido da Prefeitura de Balsas nos últimos anos. Nosso muito obrigado a todos”, agradeceu Hallyson Dias.

O Balsas Futsal conta com os patrocínios do governo do Estado e da Prefeitura de Balsas, além dos apoios do IFMA Imperatriz, Ortoclin Centro de Reabilitação, Mazzili Centro Esportivo e Motoca Honda.  

(Fonte: Assessoria de imprensa)

Aprendiz Musical

A Orquestra Petrobras Sinfônica e sua Academia Juvenil promovem, de 27 a 30 deste mês, o 2º Festival Música que Transforma, voltada a dar oportunidades a jovens estudantes de música.

As inscrições gratuitas já estão abertas nas redes sociais e podem ser feitas, também, pelo site do evento. Podem participar estudantes, profissionais da música, coordenadores e professores de projetos sociais musicais.

“O objetivo primeiro desse festival é a integração entre projetos sociais musicais”, disse à Agência Brasil  a professora de música e coordenadora do Programa Educativo da Orquestra Petrobras Sinfônica, Monique Andries. Outro objetivo é o fortalecimento das redes de inclusão social.

No ano passado, a primeira edição do festival ocorreu no formato on-line e aberta apenas para brasileiros. Nesta segunda edição, haverá participação, também, de estrangeiros, que trarão experiências de orquestras juvenis de seus países. A programação completa do festival pode ser acessada pela internet.

De 27 a 29 de abril, serão realizadas, pela manhã, mesas-redondas e, à tarde, oficinas, todas no formato virtual, com participação aberta para brasileiros e estrangeiros. À noite, ocorrerão as masterclasses presenciais, franqueadas apenas para estudantes brasileiros.

As mesas-redondas e oficinas serão gravadas pela plataforma Zoom e ficarão disponíveis no YouTube, disse Monique Andries.

“Serão quatro dias de uma intensa programação presencial e on-line que gira em torno da música e de seu poder de transformação social”, salientou o gerente de Projetos da Orquestra Petrobras Sinfônica, Marcos Souza.

As oficinas terão tradução simultânea e abordarão assuntos relativos à rotina do músico, como programas de editoração de partituras, o papel do arquivista em uma orquestra e arranjos para orquestras sociais. Já as masterclasses serão relativas aos  seguintes instrumentos: contrabaixo, com Tony Botelho; fagote (Ariane Petri); flauta (Marcelo Bomfim); trompete (Vinícius Lugon); viola (Fernando Thebaldi); e violino (Ricardo Amado).

Destaques

No sábado (30), quarto e último dia do festival, a partir das 11h, serão realizados recitais de integração presenciais na Fundição Progresso, na Lapa, centro do Rio de Janeiro, com os seguintes grupos: Fundação de Apoio à Escola Técnica, Ciência, Tecnologia, Esporte, Lazer, Cultura e Políticas Sociais de Duque de Caxias (Fundec), Agência do Bem, Orquestra de Cordas da Grota, Academia Juvenil da Orquestra Petrobras Sinfônica.

Entre os participantes internacionais, estão o paraguaio Ernesto Estigarribia, da Orquestra Jovem da Sinfônica de Quad City (Estados Unidos); Mario Benzecry, da Orquestra Juvenil Nacional Jose de San Martín (Argentina); o argentino Pablo Pérsico, da Associação Integrasons (Barcelona); e a americana Laura Hassler, da Músicos sem Fronteiras (Holanda), entidade que atua na América Central, África Oriental, Europa e Oriente Médio.

Entre os brasileiros, destaque para o violinista Tomaz Soarese o flautista Sammy Fuks, professores da Academia Juvenil da Orquestra Petrobras Sinfônica; Lenora Mendes, do Espaço Cultural da Grota, de Niterói; Vitor Damiani, da Agência do Bem; e Carlinhos Antunes, da Orquestra Mundana Refugi, de São Paulo, composta, também, por imigrantes e refugiados de várias nacionalidades radicados no Brasil.

“A ideia é que o festival seja um ponto de partida; que os outros projetos conheçam esse trabalho e daí surjam outras parcerias”, destacou Monique Andries. “Esse é o objetivo do festival: promover sua rede de saberes, de trocas, entre os vários projetos sociais musicais que a gente tem no país”, completou.

(Fonte: Agência Brasil)

José Nascimento Moraes

A pesquisadora Mariléia dos Santos Cruz vem desenvolvendo estudos que dão visibilidade à personagens negras e negros que tiveram, de alguma forma, relevância na história da educação do Maranhão. Professora pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA) de Imperatriz, Mariléia Cruz é coordenadora do Grupo Cultura Escolar, Práticas Curriculares e História da Disseminação dos Saberes Escolares (Cepchase) e, atualmente, possui as seguintes linhas de pesquisa: “Família Nascimento Moraes: escolarização, inserção social e racismo no período de 1860 a 1960”, “Protagonismo Feminino de professoras maranhenses no século XIX e XX: revendo a história de Maria Firmina dos Reis” e “Pensamento pedagógico do professor José Nascimento Moraes na primeira metade do século XX”. Para a professora, conhecer a história da educação maranhense a partir da perspectiva étnico-racial é um importante passo para desconstruir estereótipos e valorizar a contribuição social de homens e mulheres negros e negras. A seguir, na entrevista sobre Nascimento Moraes, Mariléia Cruz discorre a trajetória do escritor e reflete questões educacionais e raciais.

Pesquisadora Mariléia Cruz

Apesar de constituir um nome familiarizado em Imperatriz, por causa da Escola Estadual Nascimento Moraes, o personagem em si é pouco lembrado e pode-se dizer que é até desconhecido pela maioria da população local. Como surgiu o interesse pela pesquisa sobre a história de Nascimento Moraes?

Mariléia dos Santos Cruz – Quando eu fui para o pós-doutorado, fiz parte do projeto nacional integrado “Estudos Comparados sobre a Escola Primário no Brasil”, que fazia levantamento de fontes sobre a escola primária de 17 Estados brasileiros, e eu realizei aqui em Imperatriz. Quando estava mexendo nessa documentação, descobri que o Maranhão teve uma escola que não existe em outro lugar do Brasil, chamada “Escola Pés-Descalços”, uma instituição para crianças extremamente pobres, que o regulamento da instrução pública não abarcava desde o século XIX – o último regulamento desse período é de 1932, depois, o Maranhão vai ter outro apenas em 1946. Então até 1932, vigente até 1946, os extremamente pobres não tinham direito à instrução, exceto se o governo se disponibilizasse a suprir as necessidades de material e de uniforme, o que não acontecia. Nascimento Moraes é a pessoa que propôs a criação da “Escola Pés-Descalços”, e o interventor Paulo Ramos, acatando uma publicação de 1937 do Nascimento, institucionaliza essa escola no começo de 1938. Eu me deparei com essa documentação e fui para o pós-doutorado descobrir quem era Nascimento Moraes, e quando voltei, fiz o projeto sobre a família dele, vendo como se comporta, ao longo do tempo, o desenvolvimento de três gerações de uma família negra escolarizada. Até agora, nós estamos vendo a primeira parte, que são os pais e os tios de Nascimento Moraes no século XIX, em que a mãe dele era uma negra mantida como escrava até 13 de maio de 1888, e o pai era um sapateiro. As informações ainda não confirmadas levam a crer que o pai serviu na guerra do Paraguai e, por causa disso, conseguiu trabalhar como vigilante do Tesouro Público, porque quem servia na guerra tinha direito a uma recompensa, e acredito que o serviço público é por causa disso. Descobri que Nascimento tinha um tio, José Alímpio, que era professor de música nos anos de 1860, e teve os filhos todos escolarizados, com dentistas, delegados, advogados, professoras. Ou seja, uma família negra que teve ascensão social por causa da escolarização.

Estudar a família do Nascimento Moraes é, então, um importante passo para entendermos o papel da educação ao longo das gerações dos negros e negras, especificamente. Como o projeto se desenvolve e o que já se sabe sobre o personagem?

Mariléia dos Santos Cruz – O projeto “Família Nascimento Moraes: escolarização, inserção social e racismo no período de 1860 a 1960” visa estudar o percurso de três gerações de uma família negra no Maranhão do século XIX, que são os antecedentes do professor Nascimento Moraes e os descendentes primários dele, ou seja, os filhos. Nascimento Moraes foi um extraordinário jornalista e professor negro do início do século XX, um dos precursores da Academia Maranhense de Letras, apesar dele não ter sido fundador da instituição. Ele teve uma brilhante carreira pelos jornais do Maranhão até 1958, quando morreu, mas parou a carreira em 1954, ao deixar de escrever. Nascimento Moraes foi muito injustiçado na nossa história literária, porque, quando Antônio Lobo fundou a Academia Maranhense de Letras, em 1908, ele publicou um livro, intitulado “Os Novos Atenienses”, que reúne os nomes dos homens mais ilustres para contar a história da literatura maranhense do fim do século XIX até os anos 30, não incluindo Nascimento Moraes, que, na época, era um dos principais. Isso se deve à rivalidade que ambos tinham, porque Nascimento Moraes foi o fundador da “Oficina dos Novos”, uma espécie de Academia de Letras, mas era um grêmio, um movimento, uma associação de literatos. Porém, Nascimento passou apenas um ano nessa academia, pois Antônio Lobo entrou e, por Nascimento Moraes ser um homem negro e de antecedência pobre, e Antônio Lobo um homem mais vivido e queria ter todo o destaque, começaram a rivalizar. Nascimento saiu com quase todos os fundadores, e Antônio ficou nessa organização, junto a outros literatos, transformando-a na Academia Maranhense de Letras. Só que essas coisas não aconteceram sem registro histórico. Nascimento Moraes era bem “linguarudo”, então ele ia nos jornais e denunciava tudo. Nós ficamos com esse material na imprensa maranhense, você abre os jornais dessa época e vê a briga entre eles – Nascimento sendo destratado, Antônio o chamando de macaco e diversos termos pejorativos, dizendo que queria que a escravidão voltasse, para que Nascimento fosse escravo e limpasse os sapatos dele e dos amigos. E olha que Antônio Lobo era considerado abolicionista no Maranhão.

Conforme dito, Nascimento Moraes participou ativamente da história literária maranhense. Como o projeto desvela suas atuações na educação escolar e no jornalismo?

Mariléia dos Santos Cruz – O projeto sobre a trajetória do Nascimento Moraes é como um “projeto guarda-chuva”, ou seja, temos muitas pesquisas pequenas dento dele. No estudo “O pensamento pedagógico de Nascimento Moraes”, nós buscamos todo o material na imprensa do século XIX, nos jornais que ele trabalhou, para verificar o que foi publicado sobre a educação. Nascimento foi um autor de poucos livros, mas que deixou muita coisa escrita na imprensa. Desde os 16 anos, ele é jornalista, antes mesmo de terminar o ensino secundário, até 1954. Então, nós separamos os textos de Pedagogia, em que Nascimento analisa a história do Maranhão, a escola primária maranhense e os métodos de ensino, ou seja, é um material muito rico. Numa reportagem que ele fez 3 anos antes de morrer, Nascimento estava organizando material para publicar sua biografia, que seria “50 anos na imprensa”, então nós queremos publicar o livro “O pensamento pedagógico de Nascimento Moraes e 50 anos de imprensa”, em sua homenagem”.

Quais são as dificuldades para levantar os dados da pesquisa?

Mariléia dos Santos Cruz – Aqui em Imperatriz, nós temos muita dificuldade, porque não temos fontes. Por exemplo, o livro que publicamos sobre a história da educação de Imperatriz, como uma tentativa de dar uma resposta para essa lacuna, foi todo elaborado com base em documentos disponíveis em São Luís. Nós vamos lá, ficamos no arquivo durante 2, 3 dias, copiando e fotografando, e, quando chegamos aqui, fazemos a transcrição e escrevemos os textos. É bem trabalhoso!

Bisneta de Nascimento Moraes (centro)

Ao longo do desenvolvimento da pesquisa sobre Nascimento Moraes, é possível destacar alguma curiosidade?

Mariléia dos Santos Cruz – Recentemente, tivemos uma palestra no Salimp (Feira do Livro de Imperatriz), com a primeira booktuber do Maranhão, Natércia Moraes Garrido, e descobrimos que ela é bisneta do Nascimento Moraes, professora da Uema (Universidade Estadual do Maranhão – campus de Caxias) e trabalha também como crítica literária.

Qual a importância social do projeto?

Mariléia dos Santos Cruz – Nosso trabalho é todo em função de quebrar estereótipos. Não estamos nem questionando as coisas que estão acontecendo agora, mas nós damos a resposta a partir da leitura do passado, mostrando como o sistema de exclusão tem se perpetuado e é praticamente imóvel. Então, quando eu vejo três gerações dessa família de negros e negras, eu quero saber como se comportaram ao longo do tempo na relação com o racismo, porque ele vem se renovando a cada tempo. Muita coisa já mudou, mas muitas coisas tristes e lamentáveis têm se mantido. Uma delas é o racismo, e é contra essa mentalidade social que nós trabalhamos. Acreditamos que o único jeito de combatê-lo é pela informação, então nós vamos na história, buscamos as informações e divulgamos.

(Fonte:  ciencia.ufma.br)

Brasília sedia, até o próximo domingo (24), a segunda edição do Encontro Internacional do Choro (Eicho). O evento promove shows, apresentações de músicos, oficinas e debates. As atividades são gratuitas, limitadas à capacidade de público no local. A programação pode ser conferida pela internet.  

Estão previstos shows do notório violonista carioca Guinga, do maestro pernambucano Spok, grande referência nacional do frevo, da instrumentista carioca Nilze Carvalho, do violinista francês radicado no Brasil Nicolas Krassik, da cantora Ellen Oléria e dos grupos Face Quarteto, Choro Prosa e Reco do Bandolim e Choro Livre, de Brasília.

Também haverá shows dedicados a outros ritmos, com o grupo Sabor de Cuba e com os DJs Pezão e Barata, ambos artistas com longa trajetória na capital federal.

Serão oferecidas oficinas de diversos instrumentos, como pandeiro, flauta, violões de 6 e 7 cordas e cavaquinho, além de formações em canto popular. Também haverá atividades de prática de conjunto, para qualificar a atuação coletiva dos músicos.

O evento é uma realização do Clube do Choro de Brasília e da Escola de Choro Raphael Rabello, também da capital.

Segundo Henrique Neto, diretor do evento, a iniciativa nasceu para celebrar a Escola de Choro Raphael Rabello, primeira instituição de ensino voltada ao gênero. “O evento busca democratizar o acesso ao choro, com atividades variadas, educacionais, com rodas de choro e com palestras”, explica.

Ele acrescenta que a edição deste ano terá mesas-redondas virtuais com rodas de choro de outros países, nas quais serão entrevistados representantes do choro na Itália, França e Holanda. “Será uma oportunidade de conhecer músicos e produtores que estão levando o choro para fora do Brasil”, acrescenta Henrique.

(Fonte: Agência Brasil0

Juventude

As disputas da terceira edição da Copa Interbairros de Futebol 7, competição patrocinada pelo governo do Estado e pelo Armazém Paraíba por meio da Lei de Incentivo ao Esporte, foram encerradas no último fim de semana, com a definição dos times campeões nas categorias Sub-9, Sub-11 e Sub-13. As equipes do Paredão, do Juventude e do Fórum Jaracaty levaram a melhor e puderam comemorar a conquista dos títulos. As finais do torneio ocorreram na Arena Olynto, no Olho d’Água.

Pelo Sub-9, a garotada do Paredão superou o Jeito Moleque por 3 a 1 na grande final para garantir o título. Além do troféu de campeão, o Paredão ainda levou três premiações individuais: Davi Willyan (Artilheiro), Arthur Miguel (Melhor Goleiro) e Vicente Rocha (Melhor Técnico). Finalista, a equipe do Jeito Moleque teve Carlos Andrey escolhido como o Melhor Atleta da competição.

Fórum Jaracaty

Na decisão da categoria Sub-11, Juventude e Alemanha empataram por 1 a 1. O empate no tempo normal levou a definição do vencedor para a disputa por shoot out, onde os meninos do Juventude foram mais precisos para vencer por 2 a 1 e ficar com o troféu de campeão.

O Juventude ainda conquistou três premiações individuais: André Luís (Artilheiro), Kauaia Silva (Melhor Goleiro) e Simão Neto (Melhor Técnico). Já Jadson Davi, da equipe da Alemanha, foi escolhido o Melhor Atleta do torneio.

Paredão

Quem também se deu bem nesta edição da Copa Interbairros de Futebol 7 foi o time do Fórum Jaracaty, que se sagrou campeão da categoria Sub-13 ao derrotar o RAF 07 por 1 a 0. O único gol da decisão foi marcado por Carlos Samuel.

Além do título inédito, o Fórum Jaracaty levou três prêmios individuais: Isac Davi (Melhor Atleta), Kayo de Sousa (Melhor Goleiro) e Lucas Martins (Melhor Técnico). Apesar do vice-campeonato, Pedro Lucas, do RAF 07, terminou o torneio como principal artilheiro.

Kits esportivos

Em sua terceira edição, a Copa Interbairros de Futebol 7 destinou kits esportivos com uniforme completo (camisa, calção e meião) e bolsas esportivas para todas as 24 equipes participantes da competição nas categorias Sub-9, Sub-11 e Sub-13 como forma de incentivar a prática esportiva. Além disso, os times finalistas nas três categorias receberam, ainda, bolas oficiais e coletes.

Tudo sobre o torneio está disponível nas redes sociais oficiais do torneio no Instagram e no Facebook (@copainterbairrosfut7ma). Vale destacar que a terceira edição da Copa Interbairros de Futebol 7 é uma competição patrocinada pelo governo do Estado e pelo Armazém Paraíba por meio da Lei de Incentivo ao Esporte. 

(Fonte: Assessoria de imprensa)

A Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep) lançou a Olimpíada Mirim, que vai abranger alunos do segundo ao quinto anos do ensino fundamental. Com isso, fica extinta a Obmep Nível A, criada, em 2018, pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa), para alunos do quarto e quinto anos do ensino fundamental. A Olimpíada Mirim será dividida em dois níveis: Mirim 1 (2º e 3º anos do ensino fundamental) e Mirim 2 (4º e 5º anos do ensino fundamental). Essa é a primeira competição de matemática a incluir alunos tão novos.

Segundo afirmou, hoje (19), à Agência Brasil o coordenador-geral da Obmep, Claudio Landim, diretor adjunto do Impa, a ideia de criar a Obmep Mirim “é atacar os anos iniciais que são hoje onde tem um grande gargalo do ensino da matemática no Brasil, porque essas turmas recebem aulas de pedagogos que não aprendem muita matemática, muitos deles não gostam de matemática”.

As inscrições para participar da Olimpíada Mirim são gratuitas e poderão ser feitas pelas escolas públicas municipais, estaduais e federais de todo o Brasil e secretarias municipais de Educação no site da Obmep, a partir de 2 de maio. O prazo terminará no dia 16 de junho. “Nós vamos distribuir as provas da primeira fase virtualmente”, disse o diretor adjunto do Impa.

Caberá às escolas imprimir, distribuir e aplicar as provas a seus alunos. Landim lembrou que as secretarias municipais podem ajudar fazendo a impressão das provas e distribuindo-as para as escolas. Todos os alunos inscritos farão a prova, na primeira fase, em uma única data, que é o dia 30 de agosto.

“Nessa fase, todos os alunos inscritos participam. A diferença com relação à prova tradicional é que as escolas não recebem a prova impressa e vão ter que imprimi-la”, explicou o coordenador-geral. As escolas corrigirão as provas usando as tabelas com respostas corretas enviadas pelo Impa. Cada escola classificará nos dois níveis (Mirim 1 e Mirim 2) 10% dos alunos para participarem da segunda fase.

Descentralização

Nessa segunda etapa, o Impa enviará às escolas a prova já impressa, com questões de múltipla escolha, como na primeira fase, e também acompanhada do gabarito. A prova será aplicada no mesmo dia em todo o Brasil. A data escolhida foi 11 de outubro. “O que a gente espera é que as escolas mandem à Obmep os resultados com as notas dos alunos que fizeram a segunda fase, e a gente vai sugerir premiações, como medalhas de ouro para quem tirar acima de uma determinada nota”.

Claudio Landim destacou, contudo, que essa será somente uma indicação, uma vez que caberá às escolas e secretarias municipais escolher a forma de premiar seus alunos vencedores da Obmep Mirim. “A escola tem a liberdade de premiar quem ela bem entender”. O sistema de premiação é totalmente descentralizado, informou Landim.

Com a prova de matemática, há várias atividades acadêmicas, em particular produção de material didático. “A partir de agora, a gente vai estar produzindo material para os anos iniciais de matemática, sempre com a ideia de que matemática pode ser divertida e, nesses primeiros anos, que ela pode ser lúdica. O que a gente espera é, ao longo dos anos, constituir um material didático que possa ser utilizado em sala de aula pelos professores, com problemas, desafios, mágicas”, expôs o coordenador-geral da Obmep. A iniciativa constitui mais um passo em direção à melhoria da qualidade da educação básica no país.

Na Obmep Mirim, não há intenção de imediato de fazer nenhum programa de formação de professores, como já existe na Obmep do ensino médio. Mas dependendo do orçamento, isso estará no radar do Impa para os próximos anos, admitiu Claudio Landim.

O regulamento da Obmep Mirim será disponibilizado em breve. A 1ª Olimpíada Mirim é uma realização do Impa, com apoio da B3 Social, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), além da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM). A competição é promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e pelo Ministério da Educação (MEC).

(Fonte: Agência Brasil)