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Neste domingo, comentamos algumas...

Dúvidas do dia a dia

1ª) Décimo terceiro OU décimo-terceiro? Salário mínimo OU salário-mínimo?

“Décimo terceiro”, seja o numeral ordinal seja o substantivo referente ao pagamento que os trabalhadores recebem no fim de ano, deve ser escrito sem hífen:

“Chegou em décimo terceiro lugar”;

“Todos os empregados receberam o décimo terceiro”.

“Salário mínimo” é aquele salário que o governo estabelece como o menor possível a ser pago a um trabalhador:

“O governo já estabeleceu qual será o valor do salário mínimo a partir de janeiro”.

“Salário-mínimo”, com hífen, é aquele que recebe salário mínimo:

“Ele é um salário-mínimo”.

2ª) Blitze OU blitzen OU blitzes?

Temos aqui uma palavra de origem alemã. Se for considerada palavra da língua portuguesa, deve seguir nossas regras de formação de plural: palavras terminadas em “z” fazem plural com o acréscimo de “ES”:

feliz – felizes, rapaz - rapazes; avestruz – avestruzes; giz – gizes; blitz – blitzes…

Acrescentando...

Dicionário de dificuldades da língua portuguesa – Domingos Paschoal Cegalla

Blitz. [Abreviatura do al. Blitzkrieg.] S.f. 1. Guerra-relâmpago. 2. Batida policial de improviso. 3. Visita feita de surpresa por fiscais de um órgão público a um estabelecimento ou empresa para flagrar irregularidades e puni-las, se constatadas: A saúde pública fez uma blitz em bares e restaurantes. / “Deputados pedem à Polícia Federal e à Receita que façam blitzes nas casas de jogo”. (JB, 26/5/95)

Manual de Redação e Estilo – jornal O Estado de S.Paulo

Blitz. Existem dois equivalentes em português: incursão (guerra) e batida (policial). Plural: blitze.

Manual da Redação – jornal Folha de S.Paulo

Blitz – Forma reduzida de “Blitzkrieg” (guerra-relâmpago, em alemão). É singular: Foi organizada uma blitz. O plural é blitze: Foram organizadas várias blitze.

Manual de Redação e Estilo – jornal O Globo

BlitzPalavra alemã incorporada ao vocabulário, dispensa destaque gráfico. Como o plural alemão é pedante, recomenda-se usar, no plural, palavras nossas, como operações, incursões e batidas.

O português do dia a dia – prof. Sérgio Nogueira

Blitz - A palavra é alemã. Trata-se de flagrante organizado por uma corporação policial. O singular é “blitz”: “A polícia fez uma blitz”. Se considerarmos uma palavra já aportuguesada, o plural é blitzes: “A polícia fez várias blitzes”.

1001 dúvidas de português – José de Nicola e Ernane Terra

BLITZ

Palavra de origem alemã que significa “batida policial de improviso e que utiliza grande aparato bélico”, cujo plural é blitze.

Naquela noite, aconteceram duas blitze na zona leste da cidade.

Manual de Redação e Estilo – Fundação Assis Chateaubriand (por Dad Squarisi)

Blitz - Plural: blitzes (forma cada vez mais consagrada). Existem as formas portuguesas – batida, operação policial.

Tira-dúvidas da língua portuguesa – Antônio Mesquita

Blitze

A variação para o plural de blitz, por ser palavra inglesa, se grafa conforme a segunda opção. Embora estranho, é assim mesmo.

Dicionário de dúvidas, dificuldades e curiosidades da língua portuguesa – Luiz Antonio Sacconi

bli,tz

Palavra alemã, abreviatura de Blitzkrieg. Pl. blitze. Os fiscais fizeram várias blitze na galeria Pajé, em busca de contrabandos.

Não erre mais! – Luiz Antonio Sacconi

uma blitz, duas...

blitze, já que em alemão o plural de blitz é blitze. Os nossos jornalistas que, até pouco tempo atrás usavam duas “blitz” já passam a usar a forma certa. Repare nestes exemplos, para firmar conhecimento: Em razão da onda de sequestros, a polícia tem feito muitas blitze pela cidade de São Paulo. Passei por várias blitze sem me pararem.

Mas sempre há exceções. No site do Terra: Garotinho faz ronda para avaliar as 81 “blitzes”.

Quem sabe sabe; quem não sabe continua batendo muitas palmas...

Dicionário “Houaiss”

BLITZ

Acepções
■ substantivo feminino de dois números

1 Rubrica: história, termo militar. ed. de blitzkrieg ('ofensiva poderosa') Obs.: inicial maiúsc., em al. 2 Rubrica: termo militar. ataque aéreo inesperado

3 Derivação: por extensão de sentido. Regionalismo: Brasil. batida policial, esp. de caráter inesperado, que ger. mobiliza grande aparato Ex.: durante a b. foram apreendidas armas de grosso calibre 4 Regionalismo: Brasil. operação ou campanha não militar, iniciada sem aviso prévio e de modo intenso e coordenado (p.ex., ação fiscalizadora, ou de pesquisa etc.)5 Derivação: sentido figurado. Rubrica: futebol. Regionalismo: Brasil. sucessão de ataques

Etimologia
red. do al. Blitzkrieg

Gramática
pl.: Blitzen (al.)

Uso
Blitz 'relâmpago' é do gên. masc. em al.; no Brasil, blitz é do gên. fem.

Dicionário “Aurélio”

Blitz (blits) [Al.]

Substantivo feminino.

Batida policial, esp. a que é feita para verificação de veículos e passageiros. [Com inicial maiúscula. Pl.: Blitze.]

Dicionário “Caldas Aulete”

Blitz  (Al. /blíts/)

sf.

1. Batida policial ou ação militar de surpresa: A polícia fez uma blitz na saída do túnel 2. Mil. Ataque aéreo: A blitz aconteceu nas bases rebeldes 3. Fiscalização realizada sem aviso prévio: O MEC fará blitz em cursos superiores a cada quatro anos4. Fut. Série de ataques: A partir daí começou a blitz em busca de gols5. F. red. de blitzkrieg (al.), ataque intenso, ofensiva-relâmpago [Com inicial maiúsc., nesta acp.][Pl.: blitze.][F.: Red. do al. Blitzkrieg, ' guerra-relâmpago'.]

Volp 5ª Edição 2009

Palavras estrangeiras

blitz s.f.2n. al.

3ª) Dia seguinte à OU da final?

Tanto faz. As duas formas são corretas e aceitáveis:

“Só deu entrevista no dia seguinte à final OU no dia seguinte da final”.

4ª) “Piscineiro” existe OU não existe?

É lógico que existe. É assim que nos referimos àquele profissional que cuida de piscinas. O fato de a palavra ainda não aparecer registrada em alguns dicionários não significa que ela não exista. O que faz uma palavra existir é o seu uso. Importante é que a palavra seja criada dentro dos nossos padrões gramaticais. O uso do sufixo “-eiro”, para designar “atividade profissional”, é normal: ferreiro, mineiro, tesoureiro, banqueiro, marceneiro, serralheiro, funileiro… Assim sendo, piscineiro é corretíssimo.

Acrescentando...

Dicionário Priberam

piscineiro (piscina + -eiro)

s.m.

Indivíduo que cuida de piscinas.

5ª) Passo a passo OU passo-a-passo? Dia-a-dia OU dia a dia?

Sem hífen.

São expressões adverbiais:

“Seguiu passo a passo o que ensinava o manual”;

“Seus problemas crescem dia a dia”.

“Passo a passo” significa “de modo vagaroso, lentamente”; “dia a dia” significa “diariamente, dia após dia”.

São formas substantivadas:

“Devemos seguir o passo a passo indicado pelo manual”;

“Eles gostam muito do nosso dia a dia”.

“Dia a dia” é o mesmo que “cotidiano”.

6ª) Protocolado OU protocolizado?

Tanto faz.

O ato de “registrar em protocolo”, originariamente era somente PROTOCOLIZAR:

“Os documentos foram devidamente protocolizados”.

PROTOCOLAR originariamente era somente um adjetivo:

“São exigências protocolares” (= exigências do protocolo).

Hoje em dia, porém, PROTOCOLAR pode ser usado como verbo, sinônimo de PROTOCOLIZAR. Assim sendo, podemos dizer que “os documentos foram devidamente PROTOCOLIZADOS ou PROTOCOLADOS”.

7ª) Tunisiano OU tunisino?

Depende.
Quem nasce na Tunísia é tunisiano; quem nasce em Túnis ( = capital da Tunísia) é tunisino.

É semelhante aos casos de paulista (Estado de São Paulo) e paulistano (cidade de São Paulo), de carioca (cidade do Rio de Janeiro) e fluminense (Estado do Rio de Janeiro).

Teste da semana

Assinale a opção que completa, corretamente, as lacunas das frases abaixo:

1) A atriz tem olhos __________ e cabelos __________;
2)  Ela comprou duas blusas __________.

a) azul-claros / castanho-escuros / azul-piscina;

b) azul-claros / castanho-escuros / azul-piscinas;

c) azuis-claros / castanhos-escuros / azuis-piscinas;

d) azuis-claros / castanhos-escuro / azuis-piscinas;

e) azuis-claro / castanhos-escuro / azuis-piscina.

Resposta do teste: letra (a).

O plural dos adjetivos compostos se faz flexionando somente o segundo elemento: olhos azul-claros, cabelos castanho-escuros, camisas rubro-negras, bandeiras verde-amarelas. Quando o segundo elemento de uma cor composta é um substantivo, nenhum dos dois elementos vai para o plural: blusas azul-piscina, azul-céu, verde-garrafa, verde-oliva, rosa-choque, vermelho-sangue…

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O Sítio Roberto Burle Marx, uma unidade especial do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), passou por uma requalificação, ampliando o acesso público à vida e obra do paisagista Roberto Burle Marx. O projeto, concluído em dezembro, teve por objetivo valorizar os locais de visitação, melhorar as instalações de trabalho, aperfeiçoar as condições de acessibilidade e potencializar as ações de pesquisa e educação.

Com 407 mil metros quadrados e uma coleção de mais de 3.500 espécies de plantas tropicais e subtropicais, o espaço, localizado em Barra de Guaratiba, na zona oeste do Rio de Janeiro, conta com obras de artistas consagrados e do próprio paisagista como pinturas, gravuras, móveis, cerâmicas, tapeçarias, murais, painéis de azulejos, todos os itens de sua coleção particular. Os recursos de acessibilidade incluem mapas e maquetes táteis e réplicas 3D de obras para manuseio.

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“A diversidade toda da sua produção, a expressão da sua vida, das suas relações, das suas experiências, todas se encontram no sítio, e é fundamental que elas sejam cada vez mais fortalecidas, conhecidas e reconhecidas pelo público em geral, como uma parte importante da história e da cultura nacional”, disse Andréa Bueno Buoro, diretora do Intermuseus, organização responsável pela concepção e gestão do projeto de requalificação.

Ela ressalta que o sítio é um patrimônio histórico e cultural tombado e de propriedade do Iphan, e é nele que se encontra a melhor expressão da multiplicidade do legado de Roberto Burle Marx. “Ele é uma personalidade singular na cultura brasileira. Ele tem um reconhecimento nacional e internacional não só como paisagista, mas também como artista, colecionador e intelectual”.

O sítio é tombado como patrimônio cultural brasileiro nas esferas municipal, estadual e federal, além de candidato ao título de Patrimônio Mundial da Humanidade pela Unesco.

Nascido em 1909 em São Paulo e criado no Rio de Janeiro, onde morreu em 1994, Burle Marx foi reconhecido internacionalmente como paisagista. Além de projetos espalhados pelo mundo, ele concebeu paisagens de destaque no país, como os jardins do Complexo da Pampulha, em 1942; o jardim do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, em 1954; o paisagismo do Parque Brigadeiro Eduardo Gomes, em 1961; os jardins e a grande tapeçaria do Salão de Banquetes do Palácio Itamaraty, sede do Ministério das Relações Exteriores, em Brasília, em 1962; e o famoso traçado do calçadão de Copacabana, em 1970.

Burle Marx foi também artista plástico, pintor, escultor, designer de joias, figurinista, cenógrafo, ceramista e tapeceiro. O resultado dessas facetas pode ser visto pelo público no sítio, que foi para o artista um laboratório de experimentações botânicas e artísticas. Lá, ele morou e produziu em seus últimos 20 anos de vida. De autoria de Burle Marx, o sítio tem um acervo de cerca de 1.700 peças. Os temas são diversos, mas há uma predominância das composições abstratas em sua produção.

O novo percurso de visitação do sítio abrange o interior da residência, dando acesso a ambientes como a sala de jantar, a sala de visitas, a sala de música, onde fica o piano de cauda da mãe do artista, a sala das cerâmicas, que guarda boa parte da coleção de arte popular, o quarto de Burle Marx, o quarto de hóspedes e a cozinha.

Agora, também é possível contemplar de perto quadros e fotos de família, assim como as coleções do paisagista, que incluem arte cusquenha, pré-colombiana, sacra e popular brasileira. Há, ainda, um guia multimídia no formato de aplicativo, com roteiros em português, inglês e espanhol, em audiodescrição e em Libras.

A visitação é por meio de visitas guiadas, mediante reserva pelo I do sítio ou pelo telefone (21) 2410-1412. As visitas ocorrem em grupos de até cinco pessoas, de terça a sexta-feira, às 13h, 13h30 e 14h, e o ingresso custa R$ 10.

(Fonte: Agência Brasil)

A startup brasileira Phelcom Technologies, ligada ao Supera Parque de Inovação e Tecnologia de Ribeirão Preto, foi a vencedora do prêmio World Summit Awards (WSA) na categoria saúde e bem-estar. A premiação ocorreu em dezembro, em Viena, na Áustria. O prêmio tem como objetivo reconhecer tecnologias que promovam a resolução de problemas da sociedade e é dirigido pelos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ONU).

Os finalistas foram julgados nos quesitos de sustentabilidade, objetivos, técnica e estratégias. Apoiada pela Financiadora de Inovação e Pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (Finep), a Phelcom Technologies desenvolveu o Eyer, um retinógrafo portátil – instrumento que permite a realização de exames oculares, de frente e fundo de olho. 

O equipamento funciona acoplado a um aparelho celular, tem a mesma qualidade de um retinógrafo de mesa, e é capaz de diagnosticar doenças que afetam a visão como a retinopatia diabética, glaucoma, e a degeneração macular relacionada à idade. 

“A solução desenvolvida pela empresa permite democratizar o acesso a exames de retina e ajuda na prevenção da cegueira e deficiência visual grave, que atinge cerca de 250 milhões de pessoas, e mais de 75% dos casos poderiam ser evitados. São doenças que muitas vezes, se não tratadas, podem levar à cegueira”, disse o sócio e CEO da Phelcom Technologies, José Augusto Stuchi. 

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), 80% dos casos de cegueira no mundo são evitáveis. “O aparelho é portátil, leve e de fácil operação, o que significa que qualquer profissional de saúde minimamente treinado pode usá-lo para realizar exames de retina em menos de um minuto. Os exames são automaticamente sincronizados com a internet, habilitando o diagnóstico remoto”, explicou.

O Eyer está há um ano e meio no mercado e conta com a aprovação do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

(Fonte: Agência Brasil)

O Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro, passa a funcionar a partir deste sábado (23), com medidas mais restritivas de visitação no setor floresta, onde estão os pontos turísticos a Cascatinha Taunay, o Pico da Tijuca e a Cachoeira das Almas. A falta de respeito aos protocolos sanitários de prevenção do novo coronavírus (covid-19) levou a Unidade de Conservação Federal a adotar as mudanças, que devem permanecer, pelo menos, até o fim do verão.

O aumento no número de casos da doença na cidade também pesou na decisão. Os dados do terceiro boletim epidemiológico da Prefeitura do Rio, divulgado ontem (22), indicam que todo o município do Rio de Janeiro está com risco alto para a covid-19. 

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) alertou que, se continuar o desacato às equipes e às regras sanitárias, as restrições poderão ser ampliadas.

O setor floresta ficou fechado de março a julho de 2020. Quando foi reaberto, passou a funcionar das 8h às 17h, mas a partir de amanhã, nos fins de semana e feriados, ficará aberto das 7h às 14h. A capacidade foi reduzida para 1.500 pessoas ao dia.

De acordo com o ICMBio, autarquia do Ministério do Meio Ambiente a quem o parque está subordinado, assim que o setor atingir a lotação máxima de 1.500 pessoas não será mais permitida a entrada de novos visitantes, e sem filas de espera. Esse número de visitantes representa 68% da média de visitantes nos meses de dezembro e de janeiro, somente aos fins de semana. A contagem dos visitantes começou em 2018. Nesse período, a média foi de 2.200 pessoas por dia. 

Acesso

O único acesso para entrada e saída do setor floresta será pelo portão do parque na Praça Afonso Viseu, no Alto da Boa Vista.

Os outros setores do Parque Nacional da Tijuca continuam com o horário de funcionamento das 8h às 17h.

Até agora, só o Corcovado e o Parque Lage, localizados dentro do parque, tinham cota máxima de visitação. No entanto, com o comportamento inadequado dos visitantes visto nos últimos fins de semana, foi necessário limitar o número de pessoas para evitar aglomerações. 

Segundo o ICMBio, os monitores e servidores do parque foram desacatados no fim da semana passada e no feriado de São Sebastião (20), ao lembrarem as regras estabelecidas no dia 9 de julho de 2020, quando a unidade foi reaberta parcialmente e com normas de visitação.

Entre as infrações, estão o uso e o descarte irregular de máscaras, aglomerações em cachoeiras, grandes grupos com mais de 10 pessoas, falta de distanciamento social nos picos das trilhas, acessos a locais interditados. 

O desrespeito às medidas sanitárias já tinha levado o Parque da Pedra Branca a restrições mais severas. A visitação é de segunda a sexta, das 8h às 17h, não sendo permitida a entrada nos fins de semana e feriados. A proibição parcial entrou em vigor no dia 24 de agosto de 2020, quando a falta de colaboração de parte do público provocou aglomerações no topo da trilha e foram registrados grupos com mais de 10 visitantes. O esquema no Pedra Branca também deve continuar, pelo menos, até o fim do verão.

“Importante destacar que a colaboração de cada pessoa é essencial para que as regiões e atrativos do parque ainda restritos voltem a ser liberados, contribuindo para a segurança de todos”, disse o ICMBio.

Na página do Parque Nacional da Tijuca na internet o visitante pode se informar sobre os locais que estão liberados, os que continuam fechados e as regras de visitação durante a pandemia. As informações estão também nas redes sociais do parque.

(Fonte: Agência Brasil)

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Milhões de estudantes de todo o país fazem, neste domingo (24), a segunda prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Os candidatos poderão fazer uma revisão do conteúdo de ciências da natureza e suas tecnologias e de matemática e suas tecnologias neste sábado (23), no Maratona Enem, ao vivo, das 14h às 18h, pela TV Brasil.

Neste terceiro programa Maratona Enem, os candidatos poderão revisar o conteúdo da segunda prova do exame em aula com tradução simultânea em libras. As aulas serão transmitidas em sinal aberto e fechado de televisão e por streaming no site e nas redes sociais da TV Brasil (YouTube, Facebook e Twitter). Além disso, a Agência Brasil faz a transmissão web ao vivo.

As transmissões contam com um QR Code que direciona os alunos para o repositório on-line de materiais de apoio relacionados às aulas. Esses conteúdos – resumo teórico do tema e resolução de questões - podem ser baixados pelos estudantes. O programa é uma iniciativa do Ministério das Comunicações com a Secretaria de Educação do governo do Distrito Federal.

Ao todo, cerca de 5,8 milhões de estudantes estão inscritos no exame. Além da versão impressa, nos dias 17 e 24 de janeiro, o Enem 2020 terá uma versão digital, realizada de forma piloto para 96 mil candidatos, nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro. Estudantes que não puderam fazer as provas por estarem com covid-19 ou outra doença infectocontagiosa prevista no edital, poderão pedir a reaplicação da prova, nos dias 23 e 24 de fevereiro.

A TV Brasil transmite o terceiro aulão nos seguintes canais:

Site da TV Brasil  

Facebook TV Brasil

Twitter TV Brasil 

Caiu no Enem

Além do Maratona Enem, a TV Brasil também faz a correção das provas com o especial Caiu no Enem, logo após o horário do exame amanhã, ao vivo, das 19h30 às 21h. O programa traz flashes com a cobertura da avaliação, povo-fala com os candidatos e trechos da coletiva do Ministério da Educação. 

(Fonte: Agência Brasil)

Amanhã (24), estudantes de todo o país fazem a segunda prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020. Eles terão 5h para resolver questões de matemática e de ciências da natureza. Encerrada a aplicação do Enem impresso, o gabarito das provas objetivas deverá ser divulgado até dia 27 e, as notas finais, no dia 29 de março. 

Algumas dicas podem ajudar os estudantes nesse segundo dia de aplicação. A primeira delas é conhecer as regras do exame e estar atento ao que pode e ao que não pode levar no dia da prova. Por causa da pandemia do novo coronavírus, o Enem terá regras especiais de biossegurança. Este ano, além do documento oficial de identificação com foto e da caneta esferográfica de tinta preta, fabricada em material transparente, itens obrigatórios também nos exames anteriores, a máscara de proteção facial passa a integrar essa lista.

É recomendado que os participantes levem máscaras extras para trocar durante a prova. Haverá, nos locais de prova, álcool em gel para que os estudantes higienizem as mãos, mas é permitido que os participantes levem seu próprio produto caso desejem.

Os participantes podem levar também a própria água e/ou bebidas não alcoólicas e lanche. Além disso, caso necessitem comprovar que participaram do exame, os estudantes podem, na Página do Participante, imprimir a Declaração de Comparecimento para cada dia de prova, informando o CPF e a senha.

A declaração deve ser apresentada ao aplicador na porta da sala em cada um dos dias. Ela serve, por exemplo, para justificar a falta ao trabalho. 

É importante lembrar que participantes que estiverem com sintomas de covid-19 ou de outra doença infectocontagiosa não devem comparecer ao exame, mesmo que tenham participado do primeiro dia de aplicação. A medida é necessária para que o vírus não se espalhe e mais pessoas sejam contaminadas.

Nesses casos, os candidatos poderão fazer a prova na data da reaplicação, nos dias 23 e 24 de fevereiro. Para isso, poderão fazer o pedido pela Página do Participante até as 12h de hoje (23) ou a partir de segunda-feira (25).

Na reta final para a prova, professores entrevistados pela Agência Brasil, recomendam, entre outras coisas, que os estudantes descansem, que durmam e se alimentem bem. Na hora da prova, uma dica é conhecer as regras de correção da prova, que utiliza a chamada teoria de resposta ao item (TRI). As questões mais fáceis devem ser respondidas antes. 

Esta edição do Enem traz algumas novidades relacionadas à acessibilidade. Leitor de tela, redação em braile e correção especial das provas de participantes autistas e surdocegos são algumas delas. As medidas somam-se a outras que vêm sendo adotadas pelo exame ao longo dos anos, como videoprova em Língua Brasileira de Sinais (Libras) e provas com textos e imagens ampliados.  

Enem 2020

O Enem 2020 terá uma versão impressa, que começou a ser aplicada no último domingo (17) e continua amanhã, e uma digital, realizada de forma piloto para 96 mil candidatos, nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro

No primeiro dia de aplicação, o exame teve uma abstenção recorde de 51,5%. Do total de 5.523.029 inscritos para a versão impressa do Enem, 2.842.332 faltaram às provas. 

O exame foi suspenso no Estado do Amazonas, onde 160.548 estudantes estão inscritos para as provas; em Rolim de Moura (RO), onde há 2.863 inscritos; e, em Espigão d'Oeste (RO), com 969, devido aos impactos da pandemia nessas localidades. Esses estudantes poderão fazer as provas também na reaplicação, nos dias 23 e 24 de fevereiro. Segundo o Ministério da Educação, foram cerca de 20 ações judiciais em todo o país contrárias à realização do exame. 

(Fonte: Agência Brasil)

VASCO ACADEMY (SUB-17)

A Federação Maranhense de Futebol 7 (FMF7) realiza, neste fim de semana, as decisões de duas categorias do Campeonato Maranhense da modalidade, ambas referentes à temporada 2020. No sábado (23), será conhecido o campeão estadual do Sub-17 e, no domingo (24), haverá a definição do vencedor no Sub-13. As duas finais ocorrerão na Arena Olynto, localizada no Bairro do Olho d’Água.

Devido à pandemia do novo coronavírus (covid-19), os torneios não puderam ser encerrados no ano passado. Mas, neste sábado, já haverá o primeiro grito de campeão. A partir das 9h40, as equipes do Corinthians Bequimão e do Vasco Academy decidirão o título da categoria Sub-17. O duelo tem tudo para ser bastante equilibrado, uma vez que os dois times chegam à decisão com grandes campanhas na fase de grupos.

CORINTHIANS BEQUIMÃO (SUB-17)

Dono do melhor ataque da competição, o Corinthians Bequimão aposta nessa característica e com o artilheiro Calebe Assunção – autor de 6 gols – para ficar com o troféu de campeão. Por outro lado, o Vasco Academy tem a seu favor a sua invencibilidade. O time cruz-maltino ainda não perdeu no torneio e, nas semifinais, despachou o Meninos de Ouro/SRT com facilidade: 5 a 1.

Sub-13

Meninos de ouro (sub-13)

No domingo (24), às 16h, é a vez da garotada do Sub-13 disputar a final da categoria. Em campo, as equipes do Jeito Moleque e do Meninos de Ouro/AABB decidirão o título. Um detalhe importante é que os finalistas estão invictos na competição.

JEITO MOLEQUE (SUB-13)

Após garantir os 100% de aproveitamento na fase de grupos, o time dos Meninos de Ouro/AABB manteve a boa fase e eliminou a Ponte Preta (3 a 1) e o Juventude Maranhense (4 a 2) nas quartas de final e na semifinal, respectivamente.

Já o Jeito Moleque, precisou das disputas por shoot out para avançar nos mata-matas. Nas quartas de final, passou pelo Club Athletico Paranaense e, na semifinal, derrotou o Grêmio Maranhense para chegar à final de domingo.

Tudo sobre o Campeonato Maranhense de Futebol 7 está disponível no site (www.fut7ma.com.br) e nas redes sociais oficiais da federação (@fmf7ma).

O Morro Dois Irmãos, pelo lado de São Conrado, na zona sul do Rio de Janeiro, vai se transformar de hoje (22) até o domingo (24), em uma tela de cinema com dimensão equivalente a 500 metros, no evento Projeta Rocinha, sempre a partir das 19h. Serão exibidos longas, curtas, clipes, mensagens e intervenções poéticas, além de mensagens de saúde pública relacionadas à prevenção da covid-19 (#vacinajá). Os organizadores estimam uma plateia de 100 mil pessoas. O som será via streaming, com transmissão também pela rádio comunitária local.

“Os 100 mil moradores da Rocinha viverão a experiência de presenciar a maior projeção da América Latina, assistindo a conteúdos afirmativos que surgiram do vulcão de criatividade e atitude da própria favela, a vida que reluz na Rocinha”, disse a diretora e coordenadora-geral do evento, Mariana Marinho.

Com a pandemia do novo coronavírus (covid-19) e a necessidade do distanciamento prolongado, surgiu a preocupação com a saúde, tanto física quanto emocional dos moradores, explicou Mariana. 

A proposta do Projeta Rocinha, segundo Mariana, “é oferecer arte como respiro, abrindo o início do novo ano, depois de meses seguidos de pandemia”. 

“Trazer a força e grandeza do evento, transmitir o conceito de uma nova experiência nunca vivenciada antes. O evento tem o caráter divertido de um festival, mas, ao mesmo tempo, é empoderador, dando força à cultura, às minorias, à geografia do local, às ações e aos movimentos culturais já existentes na favela”, disse.

O Projeta Rocinha foi organizado pela Dona Rosa Filmes, da produtora Mariana Marinho, e por Maurício Soca, morador e produtor cultural da comunidade. A intenção é mostrar a força e a potência da considerada maior favela da América Latina. A preparação contou com a participação de artistas e moradores da comunidade na curadoria do evento.

Os três longas-metragens que serão exibidos já somaram cerca de 14 milhões de espectadores. Os filmes são Minha Mãe é uma Peça 3, de Susana Garcia; Fala sério, Mãe!, de Pedro Vasconcelos, e Gonzaga: de pai para filho, de Breno Silveira. Esse longa foi escolhido por representantes e artistas da comunidade, grande parte de origem nordestina.

Antes dos filmes serão projetados curtas-metragens, ente eles, Janelas Daqui, de Luciano Vidigal, realizado durante a pandemia, abordando os impactos da covid-19; Lá do Alto, também de Luciano Vidigal, filmado no Dois Irmãos; A fábula da Vó Ita, de Joyce Prado e Thalita Oshiro, que aborda a importância do cabelo crespo; e Alma Crespa, de Paulo China e Rebecca Joviano, sobre o feminismo negro.

Nos clipes musicais de diversos artistas, a programação vai exibir Pra dizer adeusSonífera ilha e Enquanto houver sol, dos Titãs; De ontem, Liniker e os Caramelows; Náufrago, de Majur; Fica em casa, de Marília Coelho; e Who’s that boy? e Te ligo e vc não atende, de Luthuly.

(Fonte: Agência Brasil)

No ano em que o Farol Santander São Paulo completa três anos de existência, o espaço estreia sua programação com a exposição “A Arte da Moda – Histórias Criativas”, destacando a influência da revolução estética iniciada em Paris sobre artistas e personalidades do meio cultural, a partir de 1910.

Instalada nos andares 19 e 20 do edifício, a mostra traz 170 itens – muitos deles exibidos pela primeira vez em uma exposição – sobre a história da moda e a sua evolução do clássico ao contemporâneo. Aberta hoje (22), a exposição permanece até o dia 4 de abril.

A mostra apresenta as relações entre arte e moda e o desenvolvimento do trabalho de criação dos ateliês no Brasil e na Europa, especialmente na França. Entre os destaques, estão estilistas e marcas como Coco Chanel; Christian Dior e Coleção Rhodia, além de Itens originais do vestido de Tarsila do Amaral, usado em seu casamento com Oswald de Andrade, inéditos ao público.

Logo na entrada, uma linha do tempo destaca grandes nomes da moda francesa e brasileira por meio de registros fotográficos históricos, bijuterias de Yves Saint Laurent da coleção particular de Rose Benedetti, dos anos 60 e 70, além do corset de uma das peças da coleção “A Costura do Invisível”, de Jum Nakao. Há, ainda, a pintura “Vestido Verde” (1949), do artista gaúcho João Fahrion, desenvolvida em óleo sobre tela e pertencente ao acervo do Museu de Arte do Rio Grande do Sul.

Um destaque é o acervo Coco Chanel, com três peças da coleção “Christian Dior Couture”. No 20º andar, o núcleo Mulheres Modernas traz Tarsila do Amaral, exibindo pela primeira vez peças do vestido de casamento da artista. Há, ainda, o quadro autorretrato, Manteau Rouge” (1923), pintado em óleo, que marcou a mudança de estilo de Tarsila para o cubismo.

No 20º andar, estão reunidas fotos históricas e ilustrações de moda art déco, feitas por artistas franceses, como George Barbier e Georges Lepape, dos anos 10 e 20, além de capas da revista “Vogue” dos anos 20, ilustradas pela artista americana Helen Dryden.

No acervo Fernanda Nadal, é possível ver amostras do bordado lunéville, técnica francesa de alta costura adotada pela designer paranaense, que explora também diferentes estilos de bordados manuais, matérias e texturas.

No 19º andar, o espaço interativo revela um ambiente com minirroupas inspiradas nos estilistas da mostra e bonecas feitas de magneto, em que crianças e adultos podem montar seus próprios looks com materiais disponibilizados. Na sala, estão expostos 10 vestidos da coleção Rhodia, das décadas 60 e 70, desenvolvidos por designers e estilistas com a colaboração de artistas da época como Dener Pamplona, Alceu Penna, Ugo Castellana, Fernando Martins, Hércules Barsotti, Alfredo Volpi e outros.

Na segunda-feira (25), dia do aniversário da cidade de São Paulo e da comemoração de seus três anos, o Farol Santander abrirá excepcionalmente para visitação.

O Farol segue com todas as medidas de segurança à saúde, como medição de temperatura e tapetes sanitizantes e secantes para ingresso no prédio; obrigatoriedade do uso de máscaras; dispensers de álcool em gel disponíveis em todos os andares do edifício e sinalizações para que todos respeitem o distanciamento de 1,5 metro e reforço no serviço de limpeza e higienização de todo o prédio.

(Fonte: Agência Brasil)

O céu de 7 de janeiro de 2021 não passou desapercebido para Micaele Gomes, de 16 anos, que faz o terceiro ano do ensino médio na rede pública de São Paulo.

Em imagens captadas pelo telescópio do projeto Pan-STARRS1, que fica no alto de um vulcão inativo de cerca de 3 mil metros de altitude no Havaí, um corpo celeste com trajetória em linha reta chamou a atenção de Micaele.

Era um asteroide que foi, provisoriamente, identificado como P11bEV1.

A estudante faz parte do Projeto Caça Asteroides, ligado à Universidade Estadual de São Paulo (Unesp), que foi selecionado por um programa da Agência Espacial Norte-Americana (Nasa), o International Astronomical Search Collaboration (IASC). A proposta da Nasa é contar com a cooperação de cientistas e cidadãos do mundo inteiro para descobertas sobre o universo.

Micaele Gomes, que já participou da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) diz que se orgulha de representar estudantes de escola pública e que espera inspirar outras meninas. ''Poder contribuir para a ciência desta forma representa muito a realização de um sonho. É muito legal ter um pouco dos meus sonhos registrados no espaço'.

A estudante integra um grupo, de cinco alunos, organizado pela graduanda em Física da Unesp, Helena Ferreira Carrara, como parte do projeto de iniciação científica da graduação e do Observatório de Astronomia de Bauru.

Os achados do projeto Caça Asteroides vão contribuir para os estudos de astrônomos profissionais, que nem sempre têm tempo para analisar as imagens capturadas pelos telescópios, destaca Helena.

Ela explica que a criação do projeto foi inspirada na filosofia da ciência cidadã e na inclusão de alunos, especialmente da rede pública, que enfrentam desafios para aprofundar pesquisas, mas que podem ajudar as agências espaciais, como é o caso de Micaele.

O asteroide descoberto por Micaele Gomes agora terá as características e rota analisadas por astrônomos profissionais, trabalho que pode levar até cinco anos.

Após esse período, o estudo será catalogado pelo Minor Planet Center (Harvard) e, então, poderá ser batizado pela descobridora. A proposta será, então, levada à União Astronômica Internacional, órgão que designa oficialmente essas identificações.

Sobre o nome, Micaele diz que, com calma, nos próximos dias ou meses, pensará em algo especial que represente bem este momento.

(Fonte: Agência Brasil)