Saltar para o conteúdo

Cinco milhões de estudantes se inscreveram no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), de acordo como Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), até as 11h40 de hoje (16). As inscrições terminam amanhã (17), às 23h59, no horário de Brasília, e devem ser feitas pela “internet”, na Página do Participante.

Uma dica, de acordo com o Inep, é não deixar para se inscrever em cima da hora, pois são comuns os picos de acesso ao sistema de inscrição nos últimos minutos.

O exame custa R$ 85 neste ano. O pagamento deve ser feito até o dia 23 de maio. De acordo com o Inep, do total de inscritos até o momento, 53% tiveram a isenção aprovada. Para receber a isenção, os participantes que atendiam aos critérios estabelecidos pelo Ministério da Educação (MEC) tiveram que solicitar o não pagamento. Para participar do exame, esses candidatos devem também fazer a inscrição até amanhã.

Inscrições pelo celular

Neste ano, os participantes estão usando mais o celular e o “tablet” para fazer a inscrição no Enem. De acordo com o Inep, até ontem (15), cerca de 60% dos candidatos haviam feito a inscrição por esse meio. Em 2018, apenas 30% do total de inscritos usaram as plataformas móveis.

Enem 2019

O Enem será aplicado nos dias 3 e 10 de novembro. No primeiro dia de prova, os participantes responderão a questões de linguagens e ciências humanas e farão a prova de redação. Para isso, terão 5 horas e 30 minutos. No segundo dia, os estudantes terão 5 horas para resolver as provas de ciências da natureza e matemática.

Os gabaritos das provas objetivas serão divulgados no Portal do Inep e no aplicativo oficial do Enem até o dia 13 de novembro. O resultado será divulgado em data a ser divulgada posteriormente.

As notas do Enem podem ser usadas para ingressar em instituição pública pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), para obter bolsas de estudo em instituições particulares de ensino superior pelo Programa Universidade para Todos (ProUni) e para obter financiamento pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

(Fonte: Agência Brasil)

A missão chinesa Chang’e-4 foi a primeira a chegar ao lado mais afastado da Lua, assim como a primeira a descobrir a presença de olivina. A sonda tem investigado a composição do manto lunar, de forma a explicar a evolução e formação da Lua. Com as recentes descobertas, especula-se que a origem da Lua esteja relacionada com a colisão da Terra com um corpo celeste.

A sonda Chang’e-4 pousou na cratera lunar Vón Kármán no dia 3 de janeiro, e instalou o rover Yutu-2 para explorar a Bacia do Polo-Sul-Aitken, a maior e mais velha cratera do lado oculto da Lua. O “rover” colecionou algumas amostras e as suas descobertas foram divulgadas no “Jornal Nature”, nessa quarta-feira (16).

As amostras revelaram vestígios de olivina, o que levou os investigadores a especular que o manto poderá conter olivina e piroxena em iguais quantidades, em vez do domínio de um desses minerais. A olivina é um dos principais componentes do manto terrestre, o que poderá confirmar a teoria de que a Lua se formou com algum material que a Terra perdeu após o choque com um corpo celeste. Os minerais encontrados são, por sua vez, distintos das amostras da superfície lunar.

Uma vez que as caraterísticas e composição do subsolo permanecem desconhecidas, essa descoberta é considerada importante.

De acordo com a hipótese mais aceite, quando a Terra sofreu o impacto da colisão com um corpo celeste, Theia, algum material terá se desprendido, aglomerando-se e formando a Lua. Os elementos mais leves ficaram na superfície, mas os minerais mais densos, como é o caso da olivina, caíram no manto lunar.

Desde então, a origem e estrutura da Lua têm sido temas de debate entre a comunidade científica. Dessa forma, a investigação chinesa poderá conduzir a um maior conhecimento acerca da evolução lunar e à confirmação da existência de um oceano de magma, teoria que ainda não foi confirmada.

A missão espacial faz ainda parte da ambição da China no espaço, iniciada nos anos 70.

O “rover” continuará a explorar o local e retirará mais material do solo, e, em 2020, a China planeia enviar a sonda Chang’e 5, com o objetivo de regressar à Terra com as amostras recolhidas na Lua.

(Fonte: Agência Brasil)

Em reunião, hoje (16), com o ministro da Educação, Abraham Weintraub, representantes de instituições federais de ensino superior pediram a antecipação de recursos não contingenciados previstos para serem liberados no segundo semestre.

“O contingenciamento de 30% estaria ainda colocado. Colocamos, então, a necessidade de liberação de limites dentro dos 70%. O ministro disse que essa questão teria que ser analisada individualmente, universidade por universidade. Não sinalizou a liberação dos 70% ainda neste semestre”, relatou o presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior, Reinaldo Centoducatte, após a reunião.

Nos últimos dias, foi anunciado um contingenciamento de 30% dos recursos discricionários para as instituições federais de ensino superior. As despesas discricionárias são, por exemplo, contas de luz, água, insumos de pesquisas e pagamentos de terceirizados.

Não estão incluídos nessa conta os salários dos servidores.

O secretário-executivo do Ministério da Educação, Antônio Paulo Vogel, disse que foram empenhados, em média, 28,9% dos recursos para gastos discricionários das instituições federais de ensino superior. Segundo ele, o indicativo é empenhar 40% do recurso até junho.

“Temos 100% do orçamento, contingenciamos 30%, temos 70% para executar. O que foi empenhado até o momento, na média das universidades, foi 28%. As universidades estão muito longe do limite que elas possuem. Existe um sublimite de 40% que é discutido universidade a universidade”, disse Vogel.

O secretário-executivo destacou que o ministro está aberto a receber reitores das instituições federais para discutir caso a caso as necessidades de cada uma.

(Fonte: Agência Brasil)

As inscrições para a segunda edição de 2019 do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) serão abertas no dia 4 de junho e ficam disponíveis até o dia 7. A inscrição é feita pela “internet” e não é preciso pagar taxa. O edital com as regras foi publicado na edição de hoje (15) do “Diário Oficial da União”.

Pelo Sisu, os estudantes usam a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para concorrer às vagas em instituições públicas de ensino superior. Poderá se inscrever quem fez a prova do Enem de 2018 e não zerou a nota da redação.

Durante o período de inscrição, os candidatos poderão escolher até duas opções de curso, em ordem de preferência, o local de oferta, o turno e a modalidade de concorrência. O candidato pode alterar as opções de cursos, assim como cancelar. A classificação no Sisu será feita com base na última alteração efetuada e confirmada pelo candidato no sistema.

Os candidatos terão acesso à nota de corte para cada instituição participante, local de oferta, curso, turno e modalidade de concorrência.

O Sisu terá uma única chamada, com resultado divulgado em 10 de junho de 2019 no portal, e nas instituições para as quais efetuou sua inscrição.

A matrícula ou o registro acadêmico na instituição para a qual o candidato foi selecionado na chamada regular deve ser feita nos dias 12 a 17 de junho de 2019.

Para participar da lista de espera, o candidato deverá manifestar seu interesse na página do Sisu, no período de 11 a 17 de junho de 2019. É possível manifestar interesse na lista de espera em apenas um dos cursos para o qual o candidato optou por concorrer em sua inscrição ao Sisu.

(Fonte: Agência Brasil)

Quem ainda não se inscreveu para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 tem até a próxima sexta-feira (17) para fazer a inscrição pela “internet”. No dia 17 também se encerra o prazo para solicitar atendimento especializado e específico e para alterar dados cadastrais, município de provas e opção de língua estrangeira.

A taxa de inscrição para o Enem é de R$ 85. Quem não tem isenção de taxa deve fazer o pagamento até o dia 23 de maio. O prazo para pedidos de atendimento por nome social vai de 20 a 24 de maio. As provas do Enem serão aplicadas em dois domingos, 3 e 10 de novembro.

Quem já concluiu o ensino médio ou vai concluir este ano pode usar as notas do Enem, por exemplo, para se inscrever em programas de acesso à educação superior como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e o Programa Universidade para Todos (ProUni) ou de financiamento estudantil.
A prova também pode ser feita pelos estudantes que vão concluir o ensino médio depois de 2019, mas, nesse caso, os resultados servem somente para autoavaliação, sem possibilidade de concorrer a vagas ou a bolsas de estudo.

Estudo

Para reforçar o conhecimento dos candidatos, a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) oferece várias estratégias gratuitas, como o “Questões Enem”, no qual os estudantes têm acesso a um atualizado banco de dados que reúne provas de 2009 até 2018. O “site” permite a resolução das questões “on-line", com o recebimento do gabarito.

Já pelo perfil EBC na Rede, é possível acompanhar a série “Caiu no Enem”. O desafio é responder no fim de semana à questão publicada na sexta-feira. Na segunda-feira, um professor responde ao questionamento. A série fica até a semana que antecede ao exame de 2019. Para ter acesso aos vídeos com as respostas, basta se inscrever no canal youtube.com/ebcnarede.

(Fonte: Agência Brasil)

A 17ª Semana de Museus oferecerá mais de 3 mil atrações em museus de todo o Brasil, a partir desta segunda-feira (13) até o domingo (19). A atual edição da Semana Nacional de Museus, organizada, anualmente, pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), terá como tema: Museus como Núcleos Culturais: o Futuro das Tradições.

Ao todo, serão 3.222 eventos que vão desde mostras e oficinas, a visitas guiadas, debates e apresentações musicais. Em São Paulo, diversas instituições vão participar, entre elas a Pinacoteca de São Paulo, no Parque da Luz, que terá visitas educativas à exposição do artista Ernesto Neto e também à exposição “Arte no Brasil: uma história na Pinacoteca de São Paulo”.

O Museu Afro Brasil, no Parque do Ibirapuera, fará uma ação educativa a partir das técnicas e das temáticas do cordel, que apresentará histórias e narrativas afro-brasileiras. O Museu do Futebol, no Estádio do Pacaembu, haverá um bate-papo sobre o engajamento dos clubes brasileiros diante de questões sociais como violência de gênero e racismo dentro do futebol.

No Rio de Janeiro, o Museu do Amanhã, na Praça Mauá, realiza uma ação educativa que propõe conversar sobre a territorialidade dos alimentos, refletir sobre os regionalismos e o significado de tradição. O Museu do Índio, na Rua das Palmeiras, no Flamengo, promove uma oficina de contação de histórias, com o tema “Ouvir, contar, ler e ver. Mitos, lendas e contos, as práticas leitoras e as narrativas culturais indígenas”. Também oferece uma oficina de língua e cultura Guarani, e outra sobre documentação e preservação das línguas indígenas.

O Museu Casa da Moeda do Brasil, na Praça da República, apresenta uma exposição de seu acervo histórico, e outra sobre a Cédula Real.

A programação nacional completa pode ser encontrada em http://programacao.museus.gov.br.

(Fonte: Agência Brasil)

O aumento da demanda por docentes com curso superior impulsionou os candidatos a professores no país a buscarem essa capacitação em cursos mais rápidos ou em programas de formação de docentes simplificados. Eles têm procurado também o ensino a distância, sem forte regulação e monitoramento. Os dados estão na publicação “Professores do Brasil”, que foi lançada semana passada, em São Paulo, pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) no Brasil e a Fundação Carlos Chagas (FCC).

O livro “Professores do Brasil”, que trata dos desafios na formação de docentes no país, é o terceiro de uma série que fornece amplo panorama da docência: formação, trabalho e profissionalização. Ele foi produzido a partir do Projeto “Cenários da formação do professor no Brasil e seus desafios”. A publicação é resultado de estudos feitos pelas pesquisadoras Bernardete A. Gatti, Elba Siqueira de Sá Barretto e Patrícia Albieri de Almeida, da Fundação Carlos Chagas; e Marli Eliza Dalmazo Afonso de André, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC).

O material mostra, ainda, o perfil do estudante de licenciatura no país, ressaltando pontos importantes. Por exemplo, os estudantes da docência têm renda mais baixa que os de outras licenciaturas: cerca de 61,2% dos estudantes, de 2014, tinham renda de até três salários mínimos. E, desse total, um em cada quatro estudantes tem renda salarial de até 1,5 salário mínimo.

“Do início deste século para agora, eles [estudantes de licenciatura] se tornaram mais pobres, provenientes de família com menos instrução”, disse Elba Siqueira de Sá Barretto, professora da Universidade de São Paulo e pesquisadora e consultora da Fundação Carlos Chagas, em entrevista à Agência Brasil. “Entre os estudantes de licenciatura, em torno de 42% têm pais que fizeram apenas o primário incompleto. Só 9% desses estudantes têm pais com nível superior”, acrescentou. “Essa é uma tendência. Cada vez mais o magistério no Brasil está sendo procurado pelos segmentos mais empobrecidos. E essa tendência ficou mais clara, mais acentuada”, disse.

Outro aspecto indicado na pesquisa, é o número de mulheres, que conclui as licenciaturas, ser maior que o de homens e negros a maioria entre os estudantes. [A presença de negros na licenciatura passou de 35,9% em 2005, para 51,3% em 2014]. “De 14 cursos de licenciatura [segundo dados do Enade], em 11 deles havia 50% ou mais de alunos negros ou pardos. E todos os cursos de licenciatura também têm índios representados, embora em pequenas proporções”, informa Elba.

“Eles [estudantes de licenciatura] já eram alunos mais pobres. Esse não é um fenômeno brasileiro, acontece em vários países da América Latina, desde os anos 2000. Muitos dos alunos de licenciatura são os primeiros a chegar ao ensino médio e ao ensino superior”.

De acordo com a pesquisadora, a licenciatura é também um curso predominantemente feminino. “Mas percebemos recentemente que as matrículas dos homens estão aumentando”, disse, acrescentando ainda que, a maior parte desses estudantes de licenciatura não só estudam: "Eles estudam e trabalham e ainda mantêm a família”. Para Elba, isso significa o quanto é necessário trabalhar para poder estudar.

O estudo constatou também um envelhecimento no perfil dos licenciandos: a presença de jovens entre 18 e 24 anos que fazem licenciatura passou de 34,7% em 2005 para 21% em 2014.

Esses fenômenos decorrem, segundo a pesquisadora, entre outras razões, por causa do estabelecimento da Lei de Cotas. “Houve também financiamento desses cursos privados e a abertura de muitas vagas nas instituições públicas para que eles pudessem fazer o ensino superior”, acrescentou.

Exigência de curso superior

Desde a promulgação da Lei de Diretrizes e Bases (LDO 9.394), em 1996, passou a ser exigido no país que todo docente tenha certificação superior. No entanto, em 2016, ainda havia 34% de professores da educação infantil e 20% do ensino fundamental sem a titulação. Nos anos finais, a proporção de não graduados somou 23%. No ensino médio, a proporção de docentes não titulados equivalia a 7%.

Matrículas

Ainda segundo o livro, as matrículas para a licenciatura passaram de 659 mil alunos, em 2001, para 1,5 milhão em 2016. O número exato de alunos matriculados, em 2016, em cursos de licenciatura no país somava 1.524.329, sendo que 579.581 estavam em escolas públicas e 944.748 (62% do total) nas privadas. Desse total, 882.749 faziam licenciatura em cursos de ensino presencial e, o restante, 641.580, por meio de cursos a distância.

“Esse foi um período [após o ano 2000] em que os países da América do Sul e da América Latina tiveram algumas condições muito favoráveis para o seu desenvolvimento. Uma crise nos países do Norte favoreceu muito os nossos países que são exportadores de “commodities”. Então, o PIB cresceu, houve um desenvolvimento econômico grande”, disse Elba. “As licenciaturas foram uma das formações de nível superior que foram privilegiadas nesse período”, acrescentou.

Das 2.228.107 de vagas oferecidas em cursos de licenciatura no país em 2016, 1.990.953 (ou 89,4% do total) eram disponibilizadas pelo setor privado. O total de vagas ociosas atingiu 1.632.212 e cerca de 94,3% se referiam ao setor privado. O total de ingressantes somou 595.895 em 2016, sendo que 75,8% ingressaram em cursos fornecidos pelo setor privado, de acordo com o levantamento.

“Quase 2 milhões das vagas estão no setor privado, sendo apenas 10,6% oferecidas pelo setor público. Em contrapartida, são as reduzidas vagas do setor público disputadas por mais de 1,6 milhão de estudantes, ou seja, pela maior parte dos candidatos que postulam a entrada em curso superior (58,2%), atraídos, sobretudo, pela melhor qualidade que costuma ser socialmente imputada a esses cursos, pela sua gratuidade, ou por ambas as razões”, diz ainda a publicação.

Evasão

O estudo constatou ainda que é grande a quantidade de vagas oferecidas no ensino superior para licenciatura (2,2 milhões de vagas), mas limitado o número de ingressantes (595 mil em 2016). Desse total de vagas, 1,9 milhão se refere a vagas no ensino privado. A explicação para esse fenômeno é o fato de os alunos buscarem o ensino superior privado por causa do aumento de subsídios públicos para o setor, pelas baixas mensalidades, pela modalidade de ensino a distância, pela maior oferta de cursos no período noturno e pela menor concorrência em relação às vagas disponíveis.

Cerca de 39% das vagas nas instituições públicas não foram ocupadas. No setor privado, as vagas ociosas ultrapassaram 1,5 milhão em 2016. Segundo a pesquisa, isso decorre, no caso do setor público, do apoio escasso aos alunos que dela necessitam e também da dificuldade em modificar a estrutura e o modo de funcionamento dos cursos. Do total de alunos que ingressou nas licenciaturas em 2013, metade deles concluem o curso.

“O ideal seria oferecer menos vagas, mas garantir condições de apoio para os alunos que passam por um vestibular difícil permanecer nos cursos superiores até a formatura”, explicou a pesquisadora. Esse apoio, segundo Elba, não se resume a oferecer condições financeiras ou suporte financeiro melhor, mas compreende também a elaboração de um currículo mais adequado e acompanhamento mais sistemático.

Para a pesquisadora, entre as conclusões possíveis sobre os vários retratos que foram apresentados na publicação é a necessidade de repensar alguns gastos que são feitos no Ensino Superior e também a qualidade do que está sendo oferecido. “Também precisamos rever as metas de crescimento do ensino superior. Não tem aluno suficiente sendo formado no ensino médio. O ensino médio está muito ainda precarizado”, disse.

(Fonte: Agência Brasil)

Até as 9h do próximo dia 22 (horário de Brasília), a competição “Green Talents - International Forum for High Potentials in Sustainable Development”, promovida pelo Ministério Federal da Educação e Pesquisa da Alemanha (BMBF), estará recebendo inscrições de jovens talentos da pesquisa em todo o mundo.

O prêmio seleciona 25 jovens pesquisadores todos os anos, oriundos de vários países e disciplinas científicas, que são escolhidos pela capacidade inovadora de suas pesquisas, cujo objetivo é tornar a sociedade mais sustentável. Esta é a décima primeira edição do “Green Talents”. Desde a sua criação, em 2009, a premiação beneficiou 232 jovens pesquisadores e cientistas de 65 países, sendo 18 brasileiros. No ano passado, por exemplo, destacou-se, na competição, o pesquisador de Campo Grande (MS) Jamil Alexandre Ayach Anache, doutor em engenharia hidráulica e saneamento pela Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo (USP), com projeto de pesquisa sobre monitoramento e modelagem hidrológica.

Inspiração

Atualmente contratado pela USP como professor temporário, Jamil Anache destacou que, ainda este ano, ele viajará para a Alemanha para fazer três meses de estágio em uma instituição de pesquisa local, com bolsa paga pelo governo alemão. O plano de trabalho que ele desenvolverá está sendo negociado no momento. "O prêmio foi muito bom, me trouxe uma visibilidade bacana aqui na universidade. Foi um cartão de visita. Além de tudo, foi bom para chamar a atenção para a pesquisa, ainda mais agora", disse o pesquisador à Agência Brasil. A pesquisa mais ampla com base no projeto que levou para a Alemanha tem financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) até 2021.

Segundo Jamil, a ideia agora é levar para a Alemanha os dados coletados na pesquisa de pós-doutorado para fazer a etapa de análise e processamento com parceiros alemães que estejam envolvidos no mesmo tipo de estudo. A expectativa é que Jamil viaje no fim do ano, no período de férias da USP. Jamil informou que muita gente da universidade foi procurá-lo para saber como ele conseguiu ser um “Green Talent”. Ele não tem dúvida que isso vai influenciar outros pesquisadores a participar da competição.

Intercâmbio

Podem se inscrever no certame estudantes de mestrado, doutorado e pós-doutorado, além de jovens profissionais com até três anos de experiência, cujos projetos sejam focados em desenvolvimento sustentável. Boas notas e domínio de inglês são requisitos que contam também para a escolha dos vencedores.

Além de trocarem experiência com outros projetos inovadores nas áreas de sustentabilidade e meio ambiente, os 25 “Green Talents” selecionados terão a oportunidade de visitar instituições de pesquisa alemães de ponta e apresentar seus trabalhos de maneira individual a especialistas de sua escolha, visando discutir oportunidades futuras de cooperação e pesquisa.

Julia Kirschner, responsável pela Agência de Gerenciamento de Projetos – Cooperação Europeia e Internacional, do Centro Aeroespacial Alemão, disse que não há limite para o número de candidatos. "Qualquer pessoa que tenha apresentado uma inscrição antes do prazo e atenda aos critérios de elegibilidade será considerada. Os vencedores vêm de numerosos países e disciplinas científicas e são reconhecidos por suas realizações notáveis em tornar nossas sociedades mais sustentáveis. Selecionados por um júri de especialistas alemães, os vencedores do prêmio recebem acesso exclusivo à elite de pesquisa do país".

Os nomes dos vencedores serão publicados no “site” www.greentalents.de no início do Fórum de Ciência, previsto para meados de outubro. Julia Kirschner informou que, durante o fórum, os pesquisadores selecionados farão uma turnê de duas semanas, visitando cinco ou seis instituições mais importantes da ciência e da sustentabilidade no oeste da Alemanha. Segundo ela, "isso oferece a oportunidade única de obter acesso exclusivo ao cenário de pesquisa e inovação do país, aprender sobre projetos inovadores no local e possibilidades de cooperação com especialistas e organizações alemães".

Entre as instituições que serão visitadas, destacam-se o Centro de Pesquisa em Inteligência Artificial da Alemanha (DFKI), a Universidade das Nações Unidas - Instituto de Meio Ambiente e Segurança Humana (UNU-EHS), o Instituto de Clima, Meio Ambiente e Energia de Wuppertal. As instalações de pesquisa mudam a cada ano, segundo informou Julia, com o objetivo de demonstrar o "amplo escopo do ambiente de pesquisa alemão".

O encerramento da competição ocorrerá em Berlim, com uma conferência que reunirá também representantes do governo daquele país, ex-alunos e pesquisadores-chave do cenário alemão de sustentabilidade e inovação.

Retorno

Julia Kirschner salientou que todos os premiados este ano têm a oportunidade de retornar à Alemanha em 2020 para uma estadia de pesquisa de até três meses, totalmente financiada em uma instituição de sua escolha. Em geral, os vencedores usam os encontros individuais realizados este ano para identificar possíveis parceiros de pesquisa. Esses encontros oferecem a oportunidade para os “Green Talents” de identificar potenciais colaborações de pesquisa.

A estadia do pesquisador é financiada pelo Ministério Federal de Educação e Pesquisa da Alemanha, incluindo os voos de ida e volta da Alemanha, bem como um subsídio mensal que cobre todas as despesas referentes a alojamento, seguros, alimentação, transporte público. Com o objetivo de avaliar o resultado da iniciativa, os selecionados devem entregar um relatório posterior sobre o trabalho realizado na Alemanha, indicando se as metas, previamente estabelecidas, foram alcançadas.

"Além disso, eles fazem contatos importantes e expandem sua rede profissional", disse Julia. Acrescentou que o programa visa estabelecer as bases para a cooperação em pesquisa de longo prazo entre o cenário alemão de sustentabilidade e inovação e os principais pesquisadores internacionais, com a intuito de ajudar a tornar o mundo e as comunidades locais mais sustentáveis no futuro. Destacou ainda que muitos dos pesquisadores selecionados estão trabalhando agora em diversos institutos, universidades e empresas alemães.

(Fonte: Agência Brasil)

A edição de 2019 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) já atingiu a marca de 3 milhões de inscritos. O balanço foi divulgado pelo Ministério da Educação e contabiliza os inscritos até as 22h de ontem. As inscrições foram abertas no último dia 6 e vão até o dia 17 de maio, pela “internet”. As provas do Enem serão aplicadas em dois domingos, 3 e 10 de novembro.

Do total de inscritos, 63% estão isentos do pagamento da taxa de inscrição. A taxa para o Enem é de R$ 85 deve ser paga até o dia 23 de maio. O participante terá até 17 de maio para atualizar dados de contato, escolher outro município de provas, mudar a opção de língua estrangeira e alterar atendimento especializado e/ou específico. Após esse prazo, não serão mais permitidas mudanças.

O candidato que precisar de atendimento especializado e específico deve fazer a solicitação durante a inscrição. O prazo para pedidos de atendimento por nome social vai de 20 a 24 de maio.

Quem já concluiu o ensino médio ou vai concluir este ano pode usar as notas do Enem, por exemplo, para se inscrever em programas de acesso à educação superior como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e o Programa Universidade para Todos (ProUni) ou de financiamento estudantil.

A prova também pode ser feita pelos chamados treineiros – estudantes que vão concluir o ensino médio depois de 2019. Nesse caso, os resultados servem somente para autoavaliação, sem possibilidade de o estudante concorrer efetivamente às vagas na educação superior ou para bolsas de estudo. Esses participantes devem declarar ter ciência disso já no ato da inscrição.

Dicas de Estudo

Para reforçar o conhecimento dos candidatos, a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) oferece várias estratégias gratuitas, como o “Questões Enem”, no qual os estudantes têm acesso a um atualizado banco de dados que reúne provas de 2009 até 2018. O “site” permite a resolução das questões “on-line”, com o recebimento do gabarito. Já pelo perfil EBC na Rede, é possível acompanhar a série “Caiu no Enem”.

(Fonte: Agência Brasil)

Rodada decisiva no Campeonato Maranhense de Futebol 7, competição promovida pela Federação Maranhense de Futebol 7. Neste sábado (11), ocorre a quinta e última rodada da fase classificatória da categoria Sub-7 a partir das 8h, no campo do A&D Eventos, no Bairro do Turu. Três partidas serão realizadas para definir as equipes que avançarão para as semifinais do torneio. Até o momento, somente os times do Society Club Calhau e do Cruzeiro SLZ/Círculo Militar já estão garantidos no mata-mata.

E é justamente com o duelo entre Society Club Calhau e Cruzeiro SLZ/Círculo Militar que a rodada deste sábado será iniciada. Já classificados, os times entram em campo para terminar a fase de grupos na primeira colocação. Com 100% de aproveitamento (4 vitórias em 4 jogos), o Society Club Calhau precisa de, apenas, um empate para terminar com a melhor campanha.

Em seguida, a bola rola para Juventude Maranhense e Aurora. As duas equipes ocupam a quinta e sexta colocações na tabela, respectivamente, mas continuam com chances de chegar às semifinais. Para isso, somente a vitória interessa para ambos os times. Além de ter de conseguir os três pontos do jogo, o vencedor dessa partida ainda vai torcer por uma combinação favorável na partida que encerra a primeira fase.

Com grandes chances de continuarem vivos na competição, os times do Meninos de Ouro AABB e do Cruzeiro/APCEF se enfrentam no último jogo da rodada. Quem vencer se classifica automaticamente para as semifinais. Quem perder precisará fazer contas para ser um dos semifinalistas do Campeonato Maranhense de Futebol 7 – categoria Sub-7.

Maranhense de Futebol 7

Nesta edição do torneio estadual, as equipes campeãs estarão classificadas para o Campeonato Brasileiro da modalidade, que ocorrerá no mês de julho, em Recife (PE). Em 2019, nas categorias Sub-9 e Sub-11, haverá a realização de uma fase regional Sul, que ocorrerá na cidade de Balsas (MA). Dessa seletiva, duas equipes se classificarão que irão juntar-se aos classificados da primeira fase de São Luís.

No “site” (www.fut7ma.com.br) e nas redes sociais oficiais da federação (@fmf7ma), estão disponíveis todas as informações da competição estadual. O Campeonato Maranhense de Futebol 7 é uma realização da Federação Maranhense de Futebol 7 (FMF7) e conta com os apoios da Super Bolla, River, Gelo da Ilha, Malharia Beth, MA Sportbets e A&D Eventos.

SÁBADO (11/5) / A&D EVENTOS (TURU)
8h – Society Club Calhau x Cruzeiro SLZ/Círculo Militar
9h – Juventude Maranhense x Aurora
9h40 – Meninos de Ouro AABB x Cruzeiro/APCEF

(Fonte: Assessoria de comunicação)