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O Ministério da Educação (MEC) liberou R$ 50 milhões para o pagamento de todas as bolsas dos programas destinados à formação de professores para a educação básica, informou, em nota, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).  A fundação, no entanto, ainda precisa de R$ 150 milhões para o pagamento das bolsas de mestrado, doutorado e pós-doutorado no país.

Vinculada ao MEC, a Capes é uma das instituições mais afetadas pelos bloqueios orçamentários federais. “Essa liberação, embora resulte na quitação integral dos compromissos assumidos pelos referidos programas, ainda é insuficiente para permitir à Capes honrar todos os seus compromissos legitimamente assumidos”, diz a nota.

Segundo a Capes, o valor liberado cobrirá as quase 100 mil bolsas vinculadas a programas como Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (Pibid), Residência Pedagógica e Programa Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor).

O contingenciamento orçamentário, de acordo com a Capes, afetou mais de 200 mil bolsistas da fundação, que deveriam ter recebido o pagamento deste mês até quarta-feira (7). São estudantes de mestrado, doutorado, pós-doutorado e de integrantes de programas voltados à formação de professores da educação básica.

Segundo a Capes, os R$ 50 milhões, de um total de R$ 200 milhões solicitados, serão utilizados para o pagamento das bolsas de menor valor. As bolsas oferecidas por programas como Pibid e Residência Pedagógica, por exemplo, variam entre R$ 400 e R$ 1,5 mil, conforme a modalidade. Entre as demais bolsas de responsabilidade da Capes, estão as de R$ 1,5 mil para mestrado e R$ 2,2 mil para doutorado e R$ 4,1 mil para pós-doutorado.

Bloqueios orçamentários

Os bloqueios orçamentários foram anunciados, em novembro, pelo governo federal. Segundo o Ministério da Economia, o contingenciamento de R$ 5,7 bilhões em gastos não obrigatórios é necessário para que seja cumprido o teto federal de gastos.

As pastas mais atingidas foram Saúde, com R$ 1,435 bilhão bloqueados, e Educação, com R$ 1,396 bilhão. Somente os ministérios da Economia e da Justiça e Segurança Pública foram poupados dos novos cortes.

teto de gastos foi criado por emenda constitucional no fim de 2016 e é uma das três regras fiscais a que o governo tem de obedecer. O teto estabelece que o aumento dos gastos do governo federal de um ano para o outro não deve ultrapassar a inflação oficial, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), até 2026.

As outras regras fiscais são a meta de resultado primário (deficit ou superavit), fixada na Lei de Diretrizes Orçamentárias de cada ano, e a regra de ouro, instituída pelo Artigo 167 da Constituição e que obriga o governo a pedir, em alguns casos, autorização ao Congresso para emitir títulos da dívida pública.

Cortes no ensino superior

No fim do mês, a edição do Decreto nº 11.269, de 30 de novembro de 2022, de acordo com a Capes, zerou por completo a autorização para desembolsos financeiros durante o mês de dezembro, impondo idêntica restrição a praticamente todos os ministérios e entidades federais.

Os bloqueios afetaram o ensino superior como um todo. Na segunda-feira (5), a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) publicou nota na qual ressalta que os cortes deixam as universidades federais sem recursos e sem possibilidade de honrar os gastos, inclusive, bolsas, conta de luz e água, coleta de lixo e pagamentos dos funcionários terceirizados.

De acordo com os reitores, o governo federal voltou a bloquear R$ 344 milhões em recursos das universidades federais, seis horas após o MEC ter liberado o uso da verba. Sem recursos, as universidades realizaram várias manifestações. O presidente da Andifes, Ricardo Marcelo Fonseca (reitor da UFPR), e o vice-presidente, Evandro Soares (UFMT), reuniram-se na quarta-feira (7) com o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, para buscar alternativas para a grave situação orçamentária das universidades federais.

Em edição extra do Diário Oficial, no último dia 6, o Ministério da Economia publicou a portaria SETO/ME nº 10.395 que remanejou, dentro dos próprios ministérios, um pouco mais de R$ 3,3 bilhões.

A portaria, segundo nota do Ministério da Economia, remaneja limites financeiros de despesas obrigatórias para as não obrigatórias, que foram as que sofreram o contingenciamento. Na nota, a pasta explica:

“As realocações ocorrem após a reavaliação, por essas pastas, da previsão de pagamentos a serem realizados dentro do exercício e mediante justificativa técnica de que tais despesas obrigatórias não serão executadas financeiramente no exercício”.

O valor realocado dentro de cada ministério ou órgão está discriminado no Anexo II da portaria e, segundo a pasta, cabe aos ministérios alocar os recursos. “Cabe a cada um deles alocar internamente esses recursos, conforme suas prioridades. O montante global de cada ministério foi preservado”, diz o Ministério da Economia. No caso da Educação, foram realocados R$ 300 milhões.

Ainda não está claro se os R$ 300 milhões remanejados serão gastos no ensino superior ou se serão realocados em outras áreas do MEC. A Agência Brasil procurou a pasta e aguarda o posicionamento.

(Fonte: Agência Brasil)

Prédio do Ministério da Educação

O Ministério da Educação (MEC) anunciou nessa quinta-feira (8), em Brasília, que o pagamento de 200 mil bolsistas da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) – referente a dezembro – está assegurado e deve ser realizado até a próxima terça-feira (13). Segundo comunicado, no total, a Capes teve R$ 210 milhões liberados para arcar com os pagamentos.

No início da noite, o MEC informou que serão destinados R$ 160 milhões para o pagamento de 100 mil bolsas de pós-graduação (mestrado, doutorado e pós-doutorado).

Liberação

Mais cedo, já havia sido anunciada a liberação de outros R$ 50 milhões para o pagamento de todas as bolsas dos programas destinados à formação de professores para a educação básica, informou, em nota, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Na última terça-feira (6), a Capes divulgou uma nota informando que não teria recursos para pagar as mais de 200 mil bolsas destinadas a estudantes de mestrado, doutorado e pós-doutorado em virtude de contingenciamentos (bloqueios) orçamentários. Os depósitos deveriam ter sido feitos até quata-feira (7).

Ainda segundo o MEC, uma negociação com a área econômica garantiu a liberação de R$ 460 milhões para o setor da educação.

(Fonte: Agência Brasil)

Uma mostra iconográfica apresenta ao público, desta sexta-feira (9) até 29 de março do próximo ano, os artistas negros que ajudaram a construir a história do Theatro Municipal de São Paulo. Com entrada gratuita, a mostra Presente! – Presenças negras no Theatro Municipal de São Paulo será aberta hoje (8), na sala de exposições da Praça das Artes, localizada na Avenida São João, na região do Vale do Anhangabaú. 

A exposição é fruto de levantamento documental feito pelo Núcleo de Acervo e Pesquisa do Municipal, que encontrou mais de 280 registros de diferentes espetáculos, eventos e intervenções políticas que tiveram como protagonistas mulheres e homens negros. Estão expostos programas de espetáculos, fotografias, borderôs, vídeos, cartazes, partituras, trajes e adereços que marcaram a presença de artistas negros no Municipal. O projeto da expografia é assinado por Ricardo Muniz Fernandes.

Também integram a exposição trechos de 34 entrevistas com funcionários negros do teatro. “Essa experiência de registros documentais de história oral de trabalhadores serviu como uma primeira experiência para uma ação que pretendemos aprofundar e produzir registros da história oral dos trabalhadores do Theatro Municipal de São Paulo”, disse a pesquisadora do Núcleo de Acervo e Pesquisa Anita Lazarim.

Nesta quinta-feira, na abertura da mostra, o Coro Lírico Municipal e a pianista Marizilda Hein vão apresentar, às 19h, no vão da Praça das Artes, o Hino da Abolição, de Gomes Cardim. A partitura manuscrita desse hino integra a exposição.

Além de celebrar artistas que se apresentaram dentro do centenário edifício do Theatro Municipal paulistano e também seus funcionários, a mostra pretende dar visibilidade à atuação de entidades e organizações da sociedade civil que ocuparam ou fizeram parte da programação da instituição.

“A exposição revela que o Theatro Municipal também foi constantemente disputado por outros grupos sociais que não somente a elite; que existiram – e de alguma forma se realizaram – outros projetos, tensões, diferentes perspectivas de cultura e política. A exposição ajuda a construir uma perspectiva mais plural sobre o significado do Municipal para a cidade de São Paulo e para o Brasil”, disse, em nota, o coordenador do Núcleo de Acervo e Pesquisa do Complexo Theatro Municipal, Rafael Domingos.

Mais informações sobre a mostra podem ser obtidas no site do teatro.

(Fonte: Agência do Brasil)

O surfista maranhense Kadu Pakinha, que conta com o patrocínio do governo do Estado e da Potiguar por meio da Lei de Incentivo ao Esporte, vive a expectativa para o último desafio da temporada de 2022. Após conquistar grandes resultados em diversas competições estaduais, regionais e nacionais durante todo o ano, o jovem atleta de 14 anos quer ampliar a coleção de conquistas na quarta e última etapa do Circuito Maranhense de Surf, que começa nesta sexta-feira (9) e terá sua decisão realizada no domingo (11), na Praia do Olho d'Água, em São Luís.

Depois de conquistar antecipadamente o título da categoria Sub-16 do Circuito Maranhense, com vitórias nas três primeiras etapas de sua faixa etária, Kadu Pakinha está totalmente focado na disputa da categoria Open, onde está competindo de igual para igual contra atletas mais experientes e ainda mantém o sonho de sagrar-se campeão estadual.

Kadu Pakinha inicia a última etapa do Circuito Maranhense com a confiança renovada por bons resultados em duas importantes competições de surf de base no Ceará durante o mês de novembro. Além de chegar às semifinais da categoria Sub-16 e garantir classificação para as quartas de final do Sub-14 no Iguape Pró, na cidade de Aquiraz, o jovem maranhense atingiu as quartas de final nas categorias Sub-14 e Sub-16 do Maresia Ondas do Futuro, em Fortaleza.

Outros resultados

Antes do Iguape Pró e do Maresia Ondas do Futuro, Kadu Pakinha acumulou experiência em outras competições interestaduais em 2022. Além de conquistar a quinta colocação na categoria Sub-14 e chegar às quartas de final da categoria Sub-18 do Circuito Caucaia, em outubro, o atleta maranhense participou, no fim de setembro, da terceira etapa do Circuito Brasileiro de Surf de Base, em Xangri-lá, no Rio Grande do Sul, onde garantiu o Top 30 do país na categoria Sub-14.

“Estou muito animado para competir na última etapa do Circuito Maranhense, sei que a disputa da categoria Open será muito difícil até o último instante, mas me preparei bem e estou confiante, espero encerrar a temporada com um grande resultado. Mais uma vez, agradeço à Potiguar e ao governo do Estado por estarem me patrocinando e acreditando no meu potencial, vou dar o meu máximo para representar bem o Maranhão em todas as competições”, afirmou Kadu.

Bicampeão maranhense de surf, Kadu Pakinha coleciona resultados expressivos na temporada de 2022, com destaque para a quinta colocação na categoria Open da segunda etapa do Circuito Maranhense, a vitória em duas etapas dos Jogos Escolares e a conquista da quinta posição no Brasileiro Sub-14, realizado no Pará.

(Fonte: Assessoria de imprensa) 

Nesta quinta-feira (8) o Fórum Jaracaty entra em campo pela quarta edição da Copa Interbairros de Futebol 7, na Arena Olynto. O projeto disputa o campeonato, desta vez, com o time Sub-9, diferente da edição anterior, quando jogou com o time Sub-13.

Com alguns reforços, o técnico Lucas Martins tenta repetir a campanha anterior, que levou o Fórum Jaracaty a ser o campeão da categoria Sub-13. Segundo ele, o ritmo dos treinos foi intensificado, e o time está preparado para a disputa. “No campeonato passado, superamos as expectativas e nos consagramos campeões do torneio. Neste, intensificamos os treinos no intuito de fortalecer a resistência e o foco dos atletas para a competição”, disse o técnico.

Ao todo, 24 times disputam a taça da Copa Interbairros de Futebol 7, que chega à sua quarta edição. O Fórum Jaracaty disputa as quartas de final contra o XV de Novembro nesta quinta-feira, às 15h45.

O Fórum Jaracaty é um projeto patrocinado pelo governo do Estado e pela Equatorial Maranhão, por meio da Lei Estadual de Incentivo ao Esporte. O futsal é uma das modalidades oferecidas gratuitamente no projeto, que ainda conta com o judô e o tênis de Mesa.

Além disso, o Fórum Jaracaty possui Sala de Informática, Artes e Brinquedoteca para crianças de 2 a 4 anos. Cursos e palestras também são ofertados no projeto, que atende a comunidade do Jaracaty e bairros adjacentes. Todas as ações do projeto são gratuitas.

(Fonte: Assessoria de imprensa) 

Transformar

A primeira edição da Taça das Comunidades de Futebol 7, competição patrocinada pelo governo do Estado e pelo Armazém Paraíba por meio da Lei Estadual de Incentivo ao Esporte, terá suas semifinais disputadas na noite desta quinta-feira (8), na Arena Olynto, no Bairro do Olho d'Água, em São Luís. Enquanto o Projeto Paredão encara o Jeito Moleque a partir das 18h30, as equipes da Afasca e do Transformar duelam às 19h30.

O Projeto Paredão chega às semifinais da Taça das Comunidades com a confiança renovada pela vitória por 3 a 2 sobre o Raf 07 nas quartas de final, em um jogo que teve clima de revanche, já que o Raf 07 levou a melhor no duelo entre as duas equipes na fase de grupos. O Jeito Moleque, por sua vez, avançou de fase após bater os Veteranos por 3 a 2 e defende uma série de quatro vitórias consecutivas na competição, com destaque para o seu forte ataque, que já marcou 12 gols.

Jeito Moleque

Na segunda semifinal, a Afasca está embalada pela melhor campanha da Taça das Comunidades até o momento: a equipe venceu as quatro partidas que disputou, fez 20 gols e sofreu apenas dois. Em seu compromisso mais recente no torneio, a Afasca bateu o Flamengo por 4 a 1 nas quartas de final. Do outro lado do campo, estará o Transformar, que teve 100% de aproveitamento na fase de grupos e carimbou o passaporte para as semifinais com uma vitória por 6 a 5 nos pênaltis sobre a Olímpica, depois de um empate por 2 a 2 no tempo normal.

Afasca

Em caso de empate no tempo normal, os finalistas da Taça das Comunidades serão definidos em uma disputa de pênaltis. A decisão do torneio será realizada na manhã deste domingo (11), a partir das 9h15, na Arena Olynto, em São Luís.

Projeto Paredão

Taça das Comunidades

A Taça das Comunidades de Futebol 7 é uma competição patrocinada pelo governo do Estado e do Armazém Paraíba por meio da Lei Estadual de Incentivo ao Esporte. Ao todo, 24 times começaram na disputa pelo título. As equipes foram distribuídas em seis grupos. Na primeira fase, os times jogaram entre si dentro de suas respectivas chaves. Os primeiros colocados de cada grupo, além dos dois melhores segundos colocados avançaram aos mata-matas.

Vale destacar que todas as 24 equipes participantes da Taça das Comunidades de Futebol 7 receberam kits completos de uniformes para a disputa da competição. Tudo sobre a Taça das Comunidades de Futebol 7 está disponível no Instagram oficial da competição. O endereço é o @tacadascomunidadesfut7.

(Fonte: Assessoria de imprensa)

A partir desta quinta-feira (8), a bola começa a rolar pela quarta edição da Copa Interbairros de Futebol 7, competição patrocinada pelo governo do Estado, pelo Armazém Paraíba e pela Potiguar por meio da Lei de Incentivo ao Esporte. Os duelos válidos pelas quartas de final das categorias Sub-9, Sub-11 e Sub-13 serão disputados na Arena Olynto, no Olho d’Água. A rodada terá início às 15h, com jogos simultâneos nos três campos do complexo esportivo.

Pelo Sub-9, os jogos serão os seguintes: Atlântico x Geração Jovem, Fórum Jaracaty x XV de Novembro, Craques da Veneza x Nova Era e Juventude x América. Já os duelos pela categoria Sub-11 são: RAF 07 x Ponte Preta, P12, Alemanha, R13 x Academy Alemanha e Palmeirinha x Paredão.

Nas quartas de final da categoria Sub-13, foram definidas as seguintes partidas: IJC x Lyon, Projeto Cativa x Liderf, Jeito Moleque x CED e Transformar x Afasca.

Copa Interbairros

Nesta edição, a Copa Interbairros de Futebol 7 será disputado em formato eliminatório com a participação de 24 equipes, distribuídas em três categorias. Os confrontos de quartas de final foram definidos em congresso técnico realizado durante a solenidade de lançamento da competição na semana passada, que contou com a presença dos representantes dos times participantes.

Vale destacar que todas as equipes participantes receberam kits esportivos com uniforme completo (camisa, calção e meião) e bolsas esportivas, que serão utilizados durante toda a competição, assim como ocorreu nas edições anteriores.

“Competições desta natureza são muito importantes para nossas crianças e nossos jovens, que necessitam, cada vez mais, do esporte em suas vidas. A Copa Interbairros de Futebol 7 é um torneio já tradicional no calendário esportivo de São Luís. Nossa expectativa é que seja um sucesso mais uma vez. As equipes participantes têm belos projetos sociais e estão se preparando para fazer bonito dentro de campo. Por isso, nosso agradecimento ao governo do Estado, ao Armazém Paraíba e à Potiguar por acreditarem e apoiarem esta iniciativa”, afirmou o diretor-técnico da Copa Interbairros de Futebol 7, Waldemir Rosa.

Todos os jogos do torneio ocorrerão na Arena Olynto, no Bairro do Olho d’Água. Tudo sobre o torneio está disponível nas redes sociais oficiais do torneio no Instagram e no Facebook (@copainterbairrosfut7ma).

TABELA DE JOGOS (QUARTAS DE FINAL)

QUINTA-FEIRA (8/12) / ARENA OLYNTO (CAMPO 1)

15h – P12 x Alemanha (Sub-11)

15h45 – Atlântico x Geração Jovem (Sub-9)

16h20 – R13 x Academy Alemanha (Sub-11)

17h10 – Palmeirinha x Paredão (Sub-11)

QUINTA-FEIRA (8/12) / ARENA OLYNTO (CAMPO 2)

15h – RAF 07 x Ponte Preta (Sub-11)

15h45 – Fórum Jaracaty x XV de Novembro (Sub-9)

16h20 – Craques da Veneza x Nova Era (Sub-9)

17h10 – Juventude x América (Sub-9)

QUINTA-FEIRA (8/12) / ARENA OLYNTO (CAMPO 3)

15h – IJC x Lyon (Sub-13)

15h45 – Projeto Cativa x Liderf (Sub-13)

16h20 – Jeito Moleque (Sub-13)

17h10 – Transformar x Afasca (Sub-13)

(Fonte: Assessoria de imprensa)

A 1ª edição do Festival Internacional de Cinema de Humor começa amanhã (7), na Cinemateca do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM- Rio). Até o próximo dia 16, serão exibidas 64 produções, entre longas e curtas-metragens, de 18 países.

Na sessão de abertura, às 19h desta quarta-feira (7), será prestada homenagem a Buster Keaton, um dos maiores nomes do humor no cinema, com a exibição dos curtas Day Dreams (1922) e O Aeronauta (1923).

A exibição será acompanhada por um piano ao vivo, assim como ocorria nas salas de cinema no passado.

Entre os destaques da mostra competitiva, estão o ucraniano The Inglorious Serfs (2020), dirigido por Roman Perfilyev; o argentino El Cuento del Tío (2021), que tem a direção de Ignacio Guggiari; e o russo Shameless (2021), de Nikita Vladimirov.

Entre os curtas-metragens, há sete produções nacionais: Ela que Mora no Andar de Cima (2020), de Amarildo Martins; À Espera do Chock (2020), de Rogerio Boo e Jorge Lepesteur; Atitude Suspeita (2020), de Pietro Sargentelli; Diagnóstico  (2022), de Gabriela Camargo; Estática (2022), de Gabriela Queiroz; Os Antissociais (2021), de Gabriel Silva; e Tarja Preta (2021), de Nícolas Sanches Martins.

A programação completa pode ser conferida no site do festival .

(Fonte: Agência Brasil)

encerrar as comemorações do centenário do rádio no país, a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) realiza a cerimônia de premiação do Festival de Música 100 anos de Rádio com um espetáculo especial no palco da Sala Cecilia Meireles, no Rio de Janeiro, no dia 6 de dezembro, terça-feira, às 20h.

 A apresentação reúne os três finalistas de cada uma das cinco categorias da primeira edição do festival promovida em formato integrado pelas tradicionais emissoras públicas Rádio MEC e Rádio Nacional. As obras foram selecionadas por meio de voto popular e pela indicação da Comissão Julgadora. A iniciativa busca descobrir novos talentos musicais e estimular o lançamento de projetos inéditos.

Além de conferir a decisão ao vivo, direto da capital fluminense, o público também pode acompanhar na programação da Rádio MEC e da  Rádio Nacional as atrações do evento que combina show com a solenidade de premiação. Os apresentadores Dylan Araújo e Raquel Júnia conduzem a cerimônia de reconhecimento.

O repertório traz a interpretação de canções que disputam o troféu com a participação dos artistas concorrentes. Também têm a performance da Nova Orquestra com a execução, em arranjo sinfônico, de obras representativas da história do rádio e da música brasileira que o veículo ajudou a impulsionar.

Os ingressos para o evento podem ser adquiridos na bilheteria da Sala Cecília Meireles a preço popular nos valores de R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia). Os bilhetes para a entrada também estão à venda por meio do site.

Os interessados podem assistir ao especial na programação da TV Brasil. A produção será exibida na faixa musical da emissora no sábado, dia 10 de dezembro. O conteúdo transmitido na telinha do canal ainda vai ficar disponível nas plataformas digitais da EBC como o app TV Brasil Play.

Repertório do espetáculo

O show da Nova Orquestra resgata dez temas que celebram a história do rádio e ajudam a traçar um panorama sobre a música brasileira nos 100 anos do veículo. O repertório inclui dez sucessos do cancioneiro nacional em arranjo sinfônico com uma obra para cada década desde 1920.

As composições escolhidas são Ô Abre-Alas, de Chiquinha Gonzaga, representa os anos 1920; um pot-pourri do clássico Carinhoso, de Pixinguinha, e da marcha Cantores do Rádio, sobre 1930; uma obra de Villa-Lobos para ilustrar a década de 1940; a canção Chega de Saudade, de Tom Jobim e Vinícius de Moraes, rememora a Bossa Nova e a década de 1950.

A seguir, a Jovem Guarda é lembrada no sucesso Festa de Arromba, de Erasmo Carlos, que remete aos anos 1960. A Tropicália da década de 1970 inspira outro ícone: Panis et Circencis, música de autoria de Caetano Veloso e Gilberto Gil. O rock dos anos 1980 chega no hit Exagerado, de Cazuza.

Para destacar a MPB e a música sertaneja que marcaram época na década de 1990, a ideia é levar a plateia a cantar em coro Evidências. Uma música do grupo Tribalistas representa a nova geração da MPB nos anos 2000, enquanto a obra Oração, de meados de 2010, sucesso d'A Banda Mais Bonita da Cidade, encerra a sessão.

O espetáculo ainda tem a participação de uma banda base que interpreta as canções concorrentes das categorias música infantil, popular e regional. Os artistas aspirantes ao título participam da performance no palco da Sala Cecilia Meireles.

Os músicos ganhadores conquistam os troféus: Prêmio Rádio MEC de Melhor Música Clássica, Prêmio Rádio MEC de Melhor Música Instrumental, Prêmio Rádio MEC de Melhor Música Infantil, Prêmio Rádio Nacional de Melhor Música Popular e Prêmio Rádio Nacional do Alto Solimões de Melhor Música Regional.

Etapas, critérios de seleção e reconhecimento artístico

O Festival de Música 100 anos de Rádio no Brasil organizado pela EBC em 2022 abriu inscrições em agosto para as etapas de seleção, divulgação e veiculação de obras inéditas. As canções classificadas foram ao ar na programação da Rádio MEC e da Rádio Nacional, de acordo com o perfil de cada emissora.

As produções escolhidas mediante votação popular na internet e análise da Comissão Julgadora também estavam disponíveis no site do festival. Os critérios do júri para avaliar as obras observaram a qualidade artística (música, letra, partitura e interpretação), originalidade e a qualidade da gravação. A equipe é formada por personalidades de notório saber ou em atividade na área musical e profissionais da EBC.

Os autores das composições inscritas no festival autorizam a execução na grade da Rádio MEC  e Rádio Nacional, além de permitir a veiculação nas emissoras afiliadas que integram a Rede Pública de Rádios, bem como nos demais veículos da EBC, como a TV Brasil, e suas plataformas digitais.

Além da conquista do respectivo prêmio, os laureados ainda obtêm um reconhecimento artístico com a audiência dos ouvintes que podem acompanhar suas criações artísticas na programação. As músicas escolhidas nas fases decisivas repercutem junto ao público e nas emissoras.

(Fonte: Agência Brasil)

Começa, nesta segunda-feira (5), a segunda etapa da 12ª edição da Festa Literária das Periferias (Flup), batizada de Maré de Periferias. O evento reúne até o dia 11 e recebe escritores como Conceição Evaristo, Jarid Arraes, Anielle Franco e Marcelino Freire na Casa de Cultura da Maré, no complexo de favelas da zona norte da cidade.

A primeira etapa ocorreu em fevereiro, com debates no Museu de Arte do Rio (MAR) e no Museu da História e Cultura Afro-Brasileira (Muhcab), localizado na Gamboa, ambos na região da Pequena África. Com homenagem a Lima Barreto, Pixinguinha, Chiquinha Gonzaga e Josephine Baker, o evento celebrou os 100 anos de modernismo negro.

Agora, a Flup volta para a premissa de promover a cultura realizada nas periferias e sobre as periferias, território tradicionalmente excluído dos calendários de eventos culturais. A abertura será ao meio-dia, com uma revoada de balões na Biblioteca Lima Barreto. Às 18h30, será feita uma saudação aos orixás, seguida pelas boas-vindas com Eliana Sousa, da Redes da Maré, e Dani Salles, da Flup.

Às 19h, ocorre o lançamento do livro Pai Santana – o Orixá do Futebol, do produtor cultural Ecio Salles, um dos criadores da Flup, que morreu em 2019. O livro conta a trajetória de Pai Santana, massagista e personalidade icônica dos times cariocas. O diretor da Rebento Editora, Sérgio Pugliese, explicou que a obra foi concluída após a morte de Salles, como forma de honrar uma de suas paixões.

“Ele tinha me falado do livro, que já tinha várias entrevistas feitas. Mas tem essas coisas do destino, e o Ecio partiu inesperadamente. Depois, eu conversei com a Dani, a mulher dele, e ela me passou os arquivos achando que o livro tivesse pronto, e o livro estava pela metade. Mas, como o Ecio era um realizador, a gente falou ‘esse livro vai sair de qualquer jeito!’ E aí eu pedi ajuda aos universitários, né? E está aqui, finalizado, com os pesquisadores, e estamos comemorando mais um projeto dele realizado”.

As mesas de debate receberam o nome de Quilombo do Lima, em referência a Lima Barreto, autor homenageado nesta edição no centenário de sua morte. Também há programação musical e a exposição Escutatórias Afetivas por um Museu da Sororidade.

Batalha de poesia

Outro destaque da programação da Flup são as competições do Slam BR, o maior evento nacional de poesia falada, que tradicionalmente é feito em São Paulo. Na disputa, apresentam-se artistas de várias partes do país, que criam rimas sobre temas diversas. A abertura do Slam BR será na terça-feira (6), às 19h, seguida das primeiras chaves classificatórias. A final será na sexta-feira (9), às 20h.

A Flup também vai sediar, no sábado (10), a final do Slam Coalkan, primeira batalha de poesia indígena mundial da história, que reúne poetas das três Américas, celebrando as vozes dos povos originários. Além da final do Slam Colegial da Maré, na quarta-feira (7), às 15h, e o Slam Abya Yala, apelidada pela organização de “Copa América” de poetry slam.

Abya Yala é a denominação histórica do continente americano na língua do povo Kuna, originário da Serra Nevada, no norte da Colômbia, que vive atualmente na costa caribenha do Panamá, após conseguirem em 1930 a autonomia da Comarca de Kuna Yala. A expressão significa terra madura, terra viva ou terra em florescimento e tem sido utilizada, desde 2004, como sinônimo de América para construir um sentimento continental de unidade e pertencimento, bem como a descolonização do pensamento.

Escuta

Como primeira atividade desta etapa da Flup, foi realizado hoje (4), no Museu de Arte do Rio (MAR), o Dia da Escuta. De acordo com a idealizadora do evento, a feminista, jornalista, ambientalista e vice-prefeita de Paris Audrey Pulvar, o objetivo é ser um espaço para uma escuta sem julgamentos e com acolhimento das mulheres vítimas de violência.

“Todos os dias, desde sempre, vítimas ou sobreviventes de violência sexual e de gênero se manifestam. Seja para um pai, um ente querido, um colega, um professor, um padre, um policial, um jornalista... Seja com palavras, desenhos, assumindo comportamentos arriscados, promovendo automutilação, caindo em crises de depressão ou atitudes enganosas de supercompensação. Todos os dias, as vítimas se manifestam, porém, não são ouvidas. Por isso, o evento vai para além da fala. É preciso liberar a escuta”, disse Audrey.

As mesas de debate contaram com a participação da figurinista Su Tonani, que denunciou o assédio sexual sofrido na Rede Globo, a assistente social Rafa Albergaria, a primeira deputada transexual da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro e roteirista Dani Balbi e da diretora Paula Sacchetta, com exibição do seu documentário Precisamos falar de assédio.

 A programação completa está neste site . A Flup terá um espaço com telão para a transmissão ao vivo dos próximos jogos do Brasil na Copa do Mundo, nesta segunda-feira (5) e, se a seleção brasileira ganhar da Coréia do Sul na partida das oitavas de final, também na sexta-feira (9).

(Fonte: Agência Brasil)