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O Festival Internacional de Circo (FIC) 2020 se estenderá até o próximo dia 15 de dezembro, em São Paulo. Com atividades “on-line” e presenciais, o FIC conta com mais de 80 espetáculos e números circenses gratuitos, que poderão ser vistos pela “internet”, ou presencialmente na Lona da Cidade do Circo e no Teatro Flavio Império, ambos na capital.

Entre as atrações, estão diversos números circenses, divididos nas áreas de comicidade, palhaçaria, circo tradicional e circo contemporâneo. A parte “on-line” do festival pode ser vista na página do evento.

Já a parte presencial ocorre na Lona da Cidade do Circo, na Avenida Olavo Fontoura, em frente ao portão 20 do Complexo do Anhembi, na zona norte da cidade; e também no Teatro Flávio Império, na Rua Professor Alves Pedroso, número 600, na zona leste. A programação completa do festival pode ser vista em https://ficsp.com.br/programacao.

(Fonte: Agência Brasil)

Eduardo Braide (Podemos) foi eleito prefeito de São Luís neste domingo (29/11), no segundo turno. O resultado saiu às 18h22, com 95,56% das urnas apuradas. Braide tinha 55,87% dos votos válidos, totalizando 260.886.

Braide venceu Duarte Júnior (Republicanos) e ficará no cargo de prefeito a partir de janeiro de 2021. Será o primeiro mandato de Braide como prefeito na capital, e a vice dele será Esmênia Miranda (PSD).

A primeira parcial da apuração do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) saiu por volta das 17h45. A partir daí, foram cerca de alguns minutos até a confirmação da eleição de Eduardo Braide. Por volta das 18h45, a apuração dos votos em São Luís foi concluída.

Veja a votação de cada candidato:
• Eduardo Braide (Podemos): 270.557 votos (55,53%)
• Duarte Júnior (Republicanos): 216.665 votos (44,47%)

As abstenções em São Luís, em 2020, somaram 25,85%, o que representa 180.904 votos.

Sobre Eduardo Braide

Eduardo Braide nasceu em São Luís, tem 44 anos, é casado e pai de duas meninas e um menino. É formado em Direito pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e já havia tentado ser prefeito em 2016, quando chegou ao segundo turno, mas perdeu por uma diferença apertada para Edivaldo Holanda Jr.

Na vida pública, Braide já foi presidente da Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema), secretário municipal de Orçamento Participativo em São Luís, duas vezes deputado estadual e, atualmente, é deputado feder

(Fonte: Portal Emaranhão)

Inauguram-na. E foi um domingo de festa para a cidade. E uma conquista valiosa para o maior desenvolvimento do Maranhão. E lá do lado do Bacanga, com São Marcos na moldura histórica da Ilha-Capital está a torre anunciando para os que chegam a presença de mais uma emissora “nos céus de nossa terra” – a Rádio Educadora do Maranhão com o seu prefixo ZYF.26. E foi um acontecimento e marcou, na vida social da cidade, um marco indelével de vontades determinadas, de esforços conjugados que partiram do planejamento para a execução extraordinária. E temo-la hoje na consagração deste realismo admirável: na homenagem da inauguração. Passou a existir. Integrou-se na vida trabalho da cidade, na vida luta do Maranhão, o Estado que quer sair do amadorismo e que quer sair das limitações para atingir o máximo do desenvolvimento, do progresso, das construções positivas.

Foi com dom José de Medeiros Delgado que esteve a iniciativa. Que esteve o planejamento, que esteve a dureza da iniciativa, do esforço inicial. Nasceu “no seio da Igreja” e do então arcebispo do Maranhão e contou com o fortalecimento duma ação firme, decidida, conduzindo a realização para a grandiosidade do existir, da vida em emoção, da vida em trabalho. Da vida no realismo de tudo que traduz colaboração, valiosa para que o Estado mais se desenvolva e mais prospere.

E foi com o arcebispo d. João Mota e Albuquerque, também idealista, que a Rádio Educador do Maranhão atingiu os seus objetivos: realizou-se. E, como disse d. João, “será uma emissora cristã sobre todos os pontos de vista”. Algum tempo, a nova emissora esteve na tormenta das dificuldades, na luta heroica para vencer o tempo, para vencer as exigências que sempre surgem para a realização dos grandes feitos. Mas, contra o “temporal”, a insistência, o trabalho constante dos seus idealizadores. E a ideia humanizou-se. Tem vida, tem existência. Tem um programa a cumprir, objetivos grandiosos a serem atingidos. E a primeira etapa já foi vencida e contou com os aplausos dos intelectuais da terra dadivosa e rica. Contou com o prestígio do governo Sarney, contou com o apoio de todas as classes sociais, trabalhadoras do grande Estado que tem, em cada maranhense, uma parcela viva de colaboração para que se promova, em menos tempo possível, o seu maior progresso, o seu maior desenvolvimento. Pensamos assim. Com a Rádio Educadora, tem uma equipe de homens inteligentes, capazes e, muitos deles, têm consigo a grande experiência, têm consigo a valorização duma ajuda valorosa. Um material humano que assegurará, temos esta impressão, para a nova emissora, uma programação sadia, cultural, excelente, profundamente educativa, promovendo os valores mentais da terra e contribuindo para levar aos lares da família maranhense a mais autêntica programação de inteligência e de cultura, auxiliando todo este trabalho construtivo (no plano educacional) que vem sendo posto em prática pelas demais emissoras maranhenses. É este um pensamento independente. E, desta coluna, a nossa homenagem à Arquidiocese de São Luís na pessoa de d. João da Mota e Albuquerque, pelo grande feito realizado.

* Paulo Nascimento Moraes. “A Volta do Boêmio” (inédito) – “Jornal do Dia”, 16 de junho de 1966 (quarta-feira).

Neste domingo, há eleições municipais... Segundo turno...

Continuamos falando sobre...

Falsos sinônimos

...

33 EM PRINCÍPIOS
ignifica “em tese, teoricamente, por princípios”: “Em princípio (= por princípios religiosos), ele é contra o aborto”. Com o sentido de “inicialmente, num primeiro momento”, é melhor usar A PRINCÍPIO.

34 EM VEZ DE
Significa “em lugar de”. Deve ser usado para qualquer tipo de troca, de substituição: “Foi à praia em vez de ir à escola”; “Apertou o botão azul em vez do vermelho”; “Jackson preferiu correr com a bola em vez de chutar”; “Imagine só tentar falar ao telefone e, em vez de uma pessoa do outro lado da linha, ouvir o sermão de uma rádio evangélica”.

35 EPIDEMIA/ENDEMIA/EPIZOOTIA
Epidemia – doença infecciosa de caráter transitório que atinge um grande número de pessoas numa área extensa.
Endemia – doença infecciosa que ocorre habitualmente e com incidência significativa em determinada população ou região.
Epidemia e endemia só devem ser usadas para seres humanos. Para animais, usamos epizootia.

36 ESCASSEZ
Ocorre quando “há pouco”: “As prateleiras dos supermercados quase vazias comprovam a escassez do produto”. Quando “não há”, ocorre falta: “A falta do produto é comprovada pelas prateleiras totalmente vazias”.

37 EVENTUAL
Significa “esporádico, ocasional, o que ocorre de vez em quando”. Uma “derrota eventual” é aquela que acontece de vez em quando. Não é sinônimo de “possível” nem de “provável”: “Oposição teme uma possível (e não eventual) derrota nas eleições municipais”; “O Barcelona é o provável (e não eventual) campeão espanhol desta temporada”.

38 EXPLICAR
É “esclarecer”. Não é sinônimo de justificar.

39 EXTORQUIR
É “arrancar, torcer para fora”. Só se pode “extorquir” “alguma coisa” de alguém. Uma pessoa não pode ser extorquida. A frase “A família foi extorquida pelos sequestradores” é inaceitável. O certo é: “Os sequestradores extorquiram dois milhões de reais da família… (= na voz ativa)” ou “Dois milhões de reais foram extorquidos pelos sequestradores… (= na voz passiva). Só a “coisa” pode ser extorquida.

40 EXTRADITAR
Extradição é um acordo que há entre alguns países. Para extraditar, é preciso que haja a solicitação de outro país: “O Brasil solicitou a extradição de Cacciola”. Se não houver solicitação, pode ser “expulsão”: “O governo brasileiro queria expulsar o jornalista norte-americano”. Expulsão é uma decisão unilateral.

41 FALÊNCIA
É mais adequado só usar para empresas. Para pessoas físicas, é melhor usar “insolvência”.

42 FAMILIAR
É preferível utilizar a palavra “parente”, por ser mais usual.

43 FATAL
É “que mata”. Portanto, não há “vítima fatal”. O acidente é que foi fatal: “Um acidente fatal com duas vítimas”.

44 FRONTEIRA
Usamos para países: “Na fronteira do Brasil com o Paraguai”.

45 GARANTIR
Só pode ser usado para quem tem o poder: “Estou vivendo o meu melhor momento”, garantiu o atacante. Não usar para quem não tem o poder de “garantir”: “Ex-presidente Lula disse ou afirmou (e não garantiu) que Ciro Gomes será o candidato do PT (= não depende dele)”; “O técnico afirmou (e não garantiu) que o atacante estará totalmente recuperado até domingo”. É desnecessário “garantir o óbvio”: “O Brasil tem dimensões continentais, garantiu o presidente norte-americano”.

46 GEMINADAS
Casas são geminadas, e não “germinadas”. Geminadas deriva de “gêmeo”, e germinada vem de “germe”.

47 GOLEADA
É o ato de golear, ou seja, vencer por uma grande diferença de gols. Segundo o senso comum, é necessário que o time vencedor tenha feito, no mínimo, quatro gols: “4 a 1, 4 a 0, 5 a 2…”. Não deve ser usada para designar o jogo em que houve muitos gols: “5 a 4, 7 a 5, 6 a 6”.

48 GREVE
Quem faz greve é empregado; patrão faz locaute.

Teste da semana

Que opção completa, corretamente, a frase abaixo?
“Fazia oposição sistemática __________ evasão do capital estrangeiro, porque supunha imprescindível __________ progresso, e mostrava-se propenso __________ aceitá-lo sem restrições”.

(a) à / ao / a;
(b) contra a / com o / em;
(c) à / com o / em;
(d) com a / no / a;
(e) da / ao / para.

Resposta do teste: letra (a).
Quem faz oposição sempre faz oposição “a” alguma coisa; tudo que é imprescindível é imprescindível “a” alguma coisa; quem está propenso sempre está propenso “a” alguma coisa.

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Com números em queda desde a popularização do e-commerce, as livrarias exclusivamente físicas passaram, em 2020, por outro grande dilema, a pandemia do novo coronavírus (covid-19). Com o fechamento temporário do comércio para clientes presenciais e rigorosas medidas de restrição de circulação de pessoas em centros comerciais, os estabelecimentos culturais sofreram perdas significativas.

Para tentar contornar a situação, uma iniciativa inspirada em movimentos internacionais foi adotada por um grupo de mais de 120 livrarias do país. Com o mote #TudoComeçaNaLivraria, a campanha visa resgatar o hábito e as vantagens de se folhear um livro em meio a um acervo imenso de obras, como nos tempos pré-internet.

Valorizar as livrarias como ponto de conexão entre livreiros, autores, editores, distribuidores e leitores é um dos objetivos da iniciativa, que visa ainda fortalecer livrarias físicas como vitrine para o lançamento de títulos. A campanha conta com apoio da Câmara Brasileira do Livro (CBL), da Associação Nacional de Livrarias (ANL) e do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel).

“Infelizmente, o Brasil tem muitas cidades sem livrarias”, disse o diretor-executivo da Editora WMF Martins Fontes, Alexandre Martins Fontes, um dos coordenadores da campanha. “Uma cidade não é uma cidade sem uma livraria“, disse Martins Fontes, citando o autor inglês Neil Gaiman, responsável pela série Sandman.

Fortalecimento

Alexandre Martins Fontes disse que as livrarias se dividem em duas categorias. Há aquelas que fizeram opção de manter apenas a presença física e não ter atuação “on-line”, enquanto a outra categoria reúne livrarias físicas que também atuam pela “internet”.

As livrarias pertencentes à primeira categoria, que operam apenas com lojas físicas, foram obrigadas a fechar as portas. E mesmo depois que reabriram, ainda estão preocupadas com o futuro. “Não há no mundo livraria física que tenha um movimento equivalente àquele que tinha antes da pandemia. É inquestionável que a pandemia afetou, acima de tudo, as livrarias que optaram por esse modelo. E essas livrarias, na minha visão, são absolutamente fundamentais para a saúde da sociedade e das cidades brasileiras”, comentou Martins Fontes.

A pandemia provocou uma queda média de 40% nas vendas desses estabelecimentos, em relação ao ano passado. Para muitas livrarias físicas, porém, que ficaram fechadas, as perdas atingiram 90% a 100%, disse o livreiro e editor. Muitas ainda não conseguiram retornar ao desempenho que apresentavam antes da pandemia. Fontes estimou que, atualmente, a queda nas vendas deve variar entre 20% e 25%.

Já as livrarias incluídas na segunda categoria, que, além de lojas físicas também vendem “on-line”, sofreram um pouco menos. A queda nas vendas presenciais foi compensada pelo crescimento dos negócios feitos via “internet”. As vendas pelas lojas virtuais surpreenderam, e as pessoas passaram a consumir mais livros, no mundo todo.

Novos títulos

O que os editores perceberam, entretanto, é que as vendas “on-line” não tiveram o resultado esperado no que diz respeito aos novos títulos, aos lançamentos de livros, como acontecia nas livrarias físicas, que funcionam como ponto de encontro e de confraternização para as pessoas. “A livraria investiu no espaço físico como ponto de encontro para seus clientes”, disse Martins Fontes. “Isso mostra como a livraria física é importante como vitrine daquilo que está sendo lançado”.

Categórico, Martins Fontes afirma que “as editoras chegarão à conclusão que as livrarias físicas são fundamentais para os lançamentos”.

“Esse é o ponto que nós estamos dando ênfase nessa campanha, porque a livraria física não é só um local de encontro e de confraternização, mas ela é, acima de tudo, essa grande vitrine da indústria editorial. A importância da livraria é gigantesca”, disse.

Alexandre Martins Fontes anunciou que, no período de 11 a 13 de dezembro, as principais livrarias brasileiras farão uma grande exposição de livros novos publicados a partir de outubro no país, dando descontos especiais e fazendo promoções para os clientes. “Essa é a ideia, que a gente crie campanhas ao longo dos próximos anos, para fazer com que as pessoas se sintam convidadas para visitar as livrarias”.

(Fonte: Agência Brasil)

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou as diretrizes, os procedimentos e os prazos do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) 2020. A aplicação da prova para o ensino fundamental e médio será no dia 25 de abril de 2021 e ocorrerá em todos os Estados e no Distrito Federal.

O edital foi publicado ontem (26), no “Diário Oficial da União” e também está disponível na página do Inep. As inscrições começam em 11 de janeiro de 2021 e vão até o dia 22 do mesmo mês, por meio da página do Encceja. Durante o mesmo período, os atendimentos especializados e tratamento pelo nome social também poderão ser solicitados.

O Encceja é destinado a jovens e adultos que não concluíram seus estudos na idade adequada para cada etapa de ensino, desde que tenham, no mínimo, 15 anos completos para o ensino fundamental e 18 anos completos no caso do ensino médio, na data de realização do exame. Para os adultos submetidos a penas privativas de liberdade e adolescentes sob medidas socioeducativas que incluam privação de liberdade (Encceja PPL), o Inep divulgará datas específicas e regras complementares.

O exame é constituído por quatro provas objetivas, por nível de ensino, cada uma contendo 30 questões de múltipla escolha e uma proposta de redação. O Inep é o responsável pela realização do exame, que é aplicado desde 2002, em colaboração com as secretarias estaduais e municipais de Educação. Já a emissão do certificado e da declaração de proficiência é responsabilidade das secretarias de Educação e dos institutos federais de Educação, Ciência e Tecnologia que firmam Termo de Adesão ao Encceja.

Justificativa de ausência

De 14 a 20 de dezembro, os participantes deverão justificar suas ausências na edição de 2019 do exame, se for o caso, para poder participar do Encceja 2020. O Inep destaca que a justificativa dos inscritos que não compareceram à realização das provas do Encceja 2019 é obrigatória para a inscrição da próxima edição.

Do mesmo modo, o participante que não comparecer à aplicação das provas de todas as áreas do conhecimento em que se inscrever para a edição de 2020 deverá justificar a ausência, se quiser fazer nova inscrição na edição de 2021 do exame. Nesse caso, a justificativa de ausência deverá ser realizada de acordo com as regras estabelecidas no edital do Encceja 2021.

Caso não justifique a ausência na edição anterior ou tenha a solicitação de justificativa reprovada, o inscrito deverá ressarcir ao Inep o valor de R$ 40, por meio de GRU Cobrança, que poderá ser paga em qualquer banco, casa lotérica ou agência dos Correios, de acordo com os critérios estabelecidos por esses correspondentes bancários.

O resultado dos pedidos de justificativa serão divulgados em 28 de dezembro. O prazo para entrar com recurso, se for o caso, vai de 28 de dezembro a 4 de janeiro e o resultado final sai em 11 de janeiro.

(Fonte: Agência Brasil)

Um dos maiores nomes do futebol mundial em todos os tempos, Diego Armando Maradona morreu nesta quarta-feira (25), aos 60 anos. Segundo a Télam, agência pública de notícias da Argentina, o ex-jogador sofreu um ataque cardiorrespiratório em casa, na cidade de Tigre, zona norte da Região Metropolitana da capital Buenos Aires.

No início de novembro, Maradona foi submetido a uma cirurgia no cérebro para drenar um hematoma subdural. Por decisão da família, permaneceu hospitalizado devido a uma "baixa anímica, anemia e desidratação" e um quadro de abstinência devido ao vício em álcool, conforme informes médicos. Ele teve, inclusive, que ficar sedado. O ídolo argentino recebeu alta no último dia 11 para continuar a recuperação em casa.

Fora de campo, no entanto, o ex-jogador acumulou problemas com drogas. Em 1991, Maradona foi suspenso por 15 meses por uso de cocaína. Três anos depois, na Copa do Mundo de 1994, o ídolo foi pego no “doping” por uso de efedrina, chegando inclusive a sair de campo, durante uma partida acompanhado por uma enfermeira. No início dos anos 2000, após ingerir um coquetel de remédios, o ex-atleta entrou em coma e esteve perto da morte.

O ex-jogador e atual senador Romário lamentou a morte do craque argentino em uma sequência de mensagens publicadas no Twitter.

Na agência Reuters, Pelé também prestou homenagem ao craque argentino: "Noticia triste, perder amigos dessa maneira. Que Deus dê bastante força para a família. Com certeza um dia vamos vamos bater uma bola juntos lá no céu", disse o ídolo brasileiro, de 80 anos, em declaração passada à agência de notícias por sua assessoria de imprensa.

Maradona era técnico do Gimnasia Y Esgrima, de La Plata (Argentina), mas estava afastado devido ao tratamento de saúde. Ele deixa dois filhos (Diego e Diego Fernando) e três filhas (Dalma, Gianinna, Jana).

(Fonte: Agência Brasil)

O ministro da Educação, Milton Ribeiro, disse hoje (24) que sua atuação à frente da pasta tem preocupação especial com a alfabetização de crianças nas escolas públicas e a educação profissionalizante, de forma a atender às necessidades e o perfil de profissionais desejados por produtores, empresários e industriais. Segundo ele, a pasta precisa "simplificar e desburocratizar" a educação profissional, para atingir esse objetivo.

“Os avanços no aumento da escolaridade média nas últimas décadas foram positivos, mas é preciso avançar mais na integração da educação com o mundo do trabalho. Tem de haver essa interface”, disse o ministro em videoconferência do Fórum de Educação Profissional do Estado de São Paulo.

O ministro reconheceu que o meio acadêmico tem limitações, no sentido de “responder perguntas do treinamento profissional”. Em muitos casos, segundo o ministro da Educação, “escola e a academia” respondem apenas a “perguntas que a sociedade não está fazendo”.

Milton Ribeiro manifestou apoio a todas as medidas de desburocratização da educação profissional, de forma a facilitar a disponibilização de mão de obra mais qualificada para o setor produtivo brasileiro. "Quero fazer com que o nosso MEC, que por anos tem se tornado, para nossa tristeza, um verdadeiro cartório com carimbos e autorizações, possa, sem perder qualidade técnica e controle das questões legais, se tornar algo mais amigável nas autorizações e credenciamentos", defendeu.

“A disposição que a gente encontra nas indústrias e associações [no sentido] de poder ter essa interface com a escola é necessária porque são os senhores produtores, empresários e industriais que sabem qual é a necessidade e o perfil da mão de obra. Escola, professores e academia podem, quando muito, tentar, com essas informações, adaptar a questão da preparação do jovem para o mercado”, argumentou Milton Ribeiro ao defender a adaptação da educação profissional e tecnológica às “necessidades do setor produtivo”.

O ministro citou um relatório do Fórum Econômico Mundial sobre o futuro dos empregos, segundo o qual 75 milhões de empregos serão perdidos para automação até 2022, apenas no universo das grandes empresas. “Estima também que outras 133 milhões de novas ocupações surgirão da nova divisão do trabalho entre seres humanos, máquinas e algoritmos, com destaque para funções baseadas nas tecnologias digitais”, acrescentou.

O ministro alertou que o Brasil terá de qualificar 10,5 milhões de trabalhadores em diversas ocupações até 2023.

(Fonte: Agência Brasil)

O Prêmio Machado de Assis, considerado a mais importante premiação literária do país, será retomado a partir de 2021, de acordo com anúncio feito hoje (24), no Rio de Janeiro, pela Academia Brasileira de Letras (ABL). Criado pela ABL em 1941, o Prêmio Machado de Assis é entregue a autores que se destacam pelo conjunto de sua obra. Os vencedores são escolhidos pelos integrantes da Academia, conhecidos como imortais.

A premiação estava suspensa desde 2017, em razão da crise econômica, e será retomada agora graças a patrocínio da Light, empresa de geração, distribuição, comercialização e soluções de energia elétrica, que está presente em 31 municípios do Estado do Rio de Janeiro, abrangendo uma região com mais de 10 milhões de pessoas. O apoio financeiro da Light se estenderá por dez anos.

Para o presidente da ABL, professor e poeta Marco Lucchesi, a retomada do Prêmio Machado de Assis é um sinal importante para o que será construído após a pandemia do novo coronavírus. “A perspectiva de quem está pensando em uma reconstrução. E a reconstrução dos vários aspectos da cultura após a pandemia não dependerá de um único ator, mas de uma pluralidade de esforços envidados para a retomada do processo cultural que, com a pandemia e a crise econômica, ficaram relegados a um plano muito dramático”, disse Lucchesi à Agência Brasil. A volta do Prêmio Machado de Assis se dá nesse contexto, explicou.

Lucchesi disse que como a ABL confere um único prêmio, ele adquire uma forma mais forte de colegiado, porque todos os integrantes da instituição dão suas opiniões. Uma comissão é constituída para dar seu parecer, que é votado pelos demais imortais. “É uma espessura que dá para a ABL uma perspectiva plural, de todos participarem do prêmio”.

Característica

O prêmio apresenta uma característica interessante. Ele foi criado para ser alternado, ano a ano, entre obras estritamente literárias, como ficção, memórias, poesia e, em outro momento, obras produzidas no âmbito das ciências sociais, as ciências humanas. “É um sinal de esperança, de futuro, de retomada. Mas é um sinal de futuro que não deixa também de olhar para o passado, para uma tradição luminosa de Machado de Assis e por essa visão polifônica que a Academia, ao retomar o seu prestigioso prêmio, empresta a todo o processo da cultura, de forma geral”, disse Lucchesi.

Grandes nomes da literatura nacional já conquistaram o Prêmio. Entre eles, Guimarães Rosa, Érico Veríssimo, Cecília Meireles, Gilberto Freyre, Carlos Heitor Cony, Ferreira Gullar e Rubem Fonseca. O último vencedor foi o historiador João José Reis, referência mundial no estudo da escravidão. O vencedor de 2021 será escolhido pelos integrantes da ABL em junho de 2021, e a cerimônia de premiação está prevista para julho, mês de aniversário de fundação da Academia.

Marco Lucchesi estimou que o próximo Prêmio Machado de Assis deverá ser de literatura. Esclareceu, porém, que os detalhamentos só poderão ser conhecidos quando a pandemia permitir discussão dos integrantes da ABL sobre o assunto, em plenário.

(Fonte: Agência Brasil)

Pesquisadores do Instituto de Internet da Universidade de Oxford, no Reino Unido, desenvolveram um estudo em que encontraram uma relação levemente positiva entre bem-estar e o hábito de jogar videogame entre adultos e bem-estar. O artigo ainda não foi publicado em um periódico científico, tendo sido disponibilizado na modalidade preliminar (denominada “preprint”).

Os acadêmicos do OII (sigla do instituto em inglês) destacaram que o resultado vai contra uma percepção existente em outros estudos de que essa prática levaria ao vício e poderia trazer efeitos nocivos nos jogadores, seja no seu bem-estar, seja no incentivo a condutas violentas.

Eles criticam esses trabalhos anteriores pelo que consideram ser uma fragilidade no método adequado ao se basearem em informações fornecidas pelos próprios jogadores. Nesse estudo, os autores optaram por outro caminho e analisaram dados de jogadores de dois jogos fornecidos por duas empresas do setor: Eletronic Arts e Nintendo.

A análise utilizou uma escala (Spane) de sensações e sentimentos indicativos de bem-estar, como motivação, autonomia e competência. Houve um acréscimo leve de respostas positivas à medida que o número de horas jogadas aumentou.

Mas o impacto de diferentes variáveis foi distinto. Quando há uma motivação interna do jogador, a relação com o bem-estar é positiva. Já quando a motivação é externa (como uma pressão para aderir ao jogo), a relação pode ser negativa.

Os autores também ponderaram que pode haver fatores para a relação entre o ato de jogar e bem-estar. Pessoas com videogames podem ter maior poder aquisitivo, o que influenciaria nas condições materiais para o seu bem-estar. As pessoas mais felizes com tal prática podem ter sido mais abertas a participar do estudo, o que reforçaria essa postura na amostra.

“Mesmo se nós assumimos que o tempo de jogo se relaciona diretamente com bem-estar, ainda continua uma questão aberta: se o efeito é grande o suficiente para impactar as experiências subjetivas das pessoas. Ainda não é claro se aumentos no tempo de jogo acompanham mudanças perceptíveis no bem-estar”, escrevem no artigo.

De acordo com os autores, o tema é relevante, uma vez que se trata de um grande segmento, com receitas maiores do que a indústria de filme, segundo dados da consultoria Statista. Em 2019, a área produziu US$ 145,7 bilhões em receitas, enquanto o vídeo doméstico arrecadou R$ 42,5 bilhões e a música, US$ 20,2 bilhões.

O número de pessoas envolvidas também cresceu, tendo atingido o maior número de toda a história. Segundo os autores, o Statista, são 1,4 bilhão na Ásia; 386 milhões, na Europa, 377 milhões na África; e Oriente Médio, 266 milhões na América Latina; e 210 milhões, na América do Norte.

Diante da relevância social dessa indústria, os autores defendem nas conclusões do texto que reguladores precisam urgentemente de dados e análises confiáveis para discutir o tema dos efeitos do videogame na saúde mental dos indivíduos.

(Fonte: Agência Brasil)