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A segunda prova do Exame Nacional do Ensino Médio ocorre neste domingo (24), em todo o país e mobilizará estudantes que buscam uma vaga em universidades públicas.

Para auxiliar esses jovens, o Ministério das Comunicações e a Secretaria de Educação do governo do Distrito Federal se uniram para desenvolver o projeto Maratona Enem, que transmite on-line revisões de conteúdo e aulas de apoio para a população. O terceiro programa da série traz uma revisão final dos conteúdos do segundo dia de provas: matemática e ciências da natureza.

TV Brasil transmite o terceiro aulão nos seguintes canais: 

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(Fonte: Agência Brasil)

Termina, amanhã (22), o prazo para a inscrição no Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) 2020. A aplicação das provas para o ensino fundamental e médio será no dia 25 de abril deste ano e ocorrerá em todos os Estados e no Distrito Federal. A inscrição pode ser  feita pelo site.

O exame serve para conceder o diploma de conclusão do ensino fundamental ou médio para os jovens e adultos que não conseguiram obter na idade adequada.

"A participação no Encceja Nacional 2020 é voluntária, gratuita e destinada a jovens e adultos que não concluíram os estudos na idade apropriada para cada etapa de ensino, desde que tenham, no mínimo, 15 anos completos para o ensino fundamental e, no mínimo, 18 anos completos no caso do ensino médio, na data do exame", informou, hoje (21), o Ministério da Educação.

O exame é constituído de quatro provas objetivas, de acordo com o nível de ensino, contendo cada uma 30 questões de múltipla escolha nas áreas de Ciências Naturais, Matemática, Língua Portuguesa, Língua Estrangeira Moderna, Artes, Educação Física, História e Geografia. O candidato também será avaliado por meio de uma redação.

O edital do Encceja diz que o participante inscrito que não comparecer às provas de todas as áreas do conhecimento no Encceja de 2020 e quiser participar do Encceja 2021 deverá justificar a sua ausência. Caso o participante não justifique a ausência, ele deverá ressarcir um valor determinado pelo ministério, conforme orientações divulgadas no site de inscrição do exame.

(Fonte: Agência Brasil)

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) poderá ser usado para acessar o ensino superior por meio de programas federais como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e o Programa Universidade para Todos (ProUni). As notas, tanto da versão impressa quanto da versão digital do Enem 2020, serão divulgadas no dia 29 de março.

O Sisu seleciona estudantes para vagas em instituições públicas de ensino superior. Para concorrer, os candidatos não podem ter tirado zero na prova de redação. O Sisu geralmente tem duas edições no ano. A primeira delas ocorre em janeiro. Neste ano, por causa da pandemia do novo coronavírus, o programa será adiado. Ainda não foi divulgada a data de realização do processo seletivo.

As próprias universidades públicas também estão cumprindo calendários diversos. Muitas instituições suspenderam as aulas para evitar a propagação do vírus, o que levou ao adiamento da conclusão dos semestres de 2020. De acordo com o painel de monitoramento do Ministério da Educação, pelo menos em nove instituições federais, o ano letivo de 2020 se estende para 2021. 

Já o ProUni seleciona estudantes para bolsas de estudos em instituições privadas de ensino superior. As bolsas podem ser integrais, de 100% da mensalidade, ou parciais, de 50%. Para concorrer às bolsas integrais, o estudante deve comprovar renda familiar bruta mensal, por pessoa, de até 1,5 salário mínimo. Para as bolsas parciais, a renda familiar bruta mensal deve ser de até três salários mínimos por pessoa. É preciso também não ter zerado a redação do Enem e ter obtido, no mínimo, 450 pontos na média das notas das provas.

A primeira edição do ProUni deste ano, para que não ocorresse atraso na seleção, usou as notas do Enem 2019. Ainda não foram divulgadas as informações da próxima edição. 

A nota pode também ser usada para obter financiamento pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), que oferece financiamento a condições mais atrativas que as disponíveis no mercado.

Além dos processos seletivos conduzidos pelo governo federal, as instituições de ensino públicas e privadas têm liberdade para usar as notas em processos seletivos próprios. Os candidatos podem checar nas instituições onde têm interesse em estudar quais são os critérios adotados. 

Instituições de ensino estrangeiras também utilizam as notas do Enem em processos seletivos. Atualmente, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) tem convênio com 51 instituições de ensino em Portugal. Cada instituição define as regras e os pesos para uso das notas. A lista das instituições está disponível no portal do Inep.

Por causa do adiamento do exame, que estava inicialmente marcado para outubro e novembro de 2020, algumas instituições de ensino optaram por realizar apenas processos seletivos próprios para que os calendários do ano letivo não fossem impactados. Esse é o caso, por exemplo, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que anunciaram que não utilizarão o exame devido à incompatibilidade das datas. No caso da Unicamp, a instituição iniciará o semestre em 15 de março, antes da divulgação dos resultados, no dia 29. 

Enem 2020

O Enem começou a ser aplicado no último domingo (17) e continua no próximo dia 24. No primeiro dia de aplicação, o exame teve uma abstenção recorde de 51,5%. Do total de 5.523.029 inscritos para a versão impressa do Enem, 2.842.332 faltaram às provas. Nesta edição, o Enem terá uma versão impressa e uma digital, realizada de forma piloto para 96 mil candidatos, nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro.

As medidas de segurança adotadas em relação à pandemia do novo coronavírus serão as mesmas tanto no Enem impresso quanto no digital. Haverá, por exemplo, um número reduzido de estudantes por sala, para garantir o distanciamento entre os participantes. Durante todo o tempo de realização da prova, os candidatos estarão obrigados a usar máscaras de proteção da forma correta, tapando o nariz e a boca, sob pena de serem eliminados do exame. Além disso, o álcool em gel estará disponível em todos os locais de aplicação.

Os candidatos que tiverem sintomas de covid-19 e de outras doenças infectocontagiosas não devem comparecer aos locais de prova. Devem comunicar o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) pela Página do Participante. Esses candidatos terão direito à reaplicação, nos dias 23 e 24 de fevereiro.  

(Fonte: Agência Brasil)

O aniversário de São Paulo, no dia 25 de janeiro, será celebrado no Museu da Imigração com uma programação híbrida: on-line, para as pessoas que permanecem em quarentena por causa da covid-19, ou presencial, com atividades ao ar livre e seguindo as regras sanitárias.

A programação do museu para a comemoração do aniversário da cidade começa nesta quinta-feira (21), com uma live sobre os monumentos de São Paulo. Em parceria com o coletivo Passeando Pelas Ruas, a live Monumentos e Construção de Narrativas na Cidade de São Paulo será realizada às 17h e exibida no Instagram do museu.

No sábado (23), a programação continua com a oficina Ponto a Ponto, que vai ensinar ponto cruz para iniciantes. Essa atividade será às 15h, por meio da plataforma Zoom. A oficina tem limitação de público. Os interessados devem se inscrever por meio do site do museu.

Como atividade presencial, haverá uma contação de histórias no jardim da instituição. A atividade ocorre no domingo (24) e no sábado (30), às 15h, e também poderá ser vista de casa por meio do Instagram do Museu da Imigração.

No dia do aniversário da cidade, segunda-feira (25), às 15h, o museu vai promover mais uma atividade presencial, chamada Procura-se Olhar nos Olhos, com a aplicação de lambe-lambes com o rosto de pessoas nos muros em frente ao museu. No mesmo dia, no Instagram, os artistas vão falar sobre esse trabalho.

Para encerrar a programação, o museu promove mais uma live da série Conversas, com um encontro entre o Museu da Imigração e o Museu do Café (em Santos). Nessa apresentação, os pesquisadores Angélica Beghini e Pietro Amorim vão conversar sobre seus projetos de pesquisa. A conversa será no dia 28 de janeiro, as 17h, por meio do Instagram.

(Fonte: Agência Brasil)

Em meio à pandemia de covid-19, a tradicional Mostra de Cinema de Tiradentes terá sua 24ª edição realizada de forma predominantemente virtual, com apenas ações pontuais na cidade histórica mineira. A programação do evento, que ocorre a partir de amanhã (22) e vai até o dia 30, foi divulgada na semana passada e é totalmente gratuita. Os filmes poderão ser vistos por meio do site do evento, onde também já é possível conferir as datas de exibição e as sinopses.

Nos debates, um dos temas que estará em evidência diz respeito aos impactos da pandemia do novo coronavírus no cinema, a começar pela reflexão sobre a própria produção do evento. A programação on-line, experimento inédito na história da mostra, poderá servir de base inclusive para se repensar o modelo dos próximos anos.

O coordenador curatorial do evento, Francis Vogner, acredita que o on-line está vindo para ficar. "Ainda iremos discutir as próximas edições, mas acho que caminharemos pra um modelo híbrido. O presencial é fundamental, porque oferece uma experiência particular de vivenciar o festival. Mas acredito que o formato virtual tende a se estabelecer também. Pelo menos em parte da programação, porque é a oportunidade de alcançar novos públicos. Há pessoas que querem estar em Tiradentes, mas, às vezes, não têm essa oportunidade. Isso nunca havia sido feito em nenhum dos grandes festivais no Brasil. E, agora, estamos sendo obrigados pela realidade a pensar sobre esse formato".

A opção inédita pelo on-line também foi feita por outros eventos que são referência no calendário cinematográfico brasileiro, como o Festival de Gramado, em setembro do ano passado, e o Festival de Brasília, que ocorreu há pouco menos de um mês. A Universo Produções, que organiza a Mostra de Tiradentes, também adotou o modelo em eventos que organizou no segundo semestre de 2020: as mostras de Ouro Preto (CineOP) e de Belo Horizonte (CineBH).

De acordo com Raquel Hallak, diretora da produtora e coordenadora-geral dos três eventos, a aposta na edição virtual parte da compreensão de que assegurar a realização dos festivais se tornou ainda mais importante, em meio a um contexto onde os filmes enfrentam dificuldades de acesso a recursos financeiros devido à paralisação de editais públicos e têm menos espaços para visibilidade. Seria uma forma de garantir a circulação das obras, diante da quarentena do público e da interrupção do funcionamento de muitas salas de cinema no país.

"O on-line tem o potencial de ampliar o alcance do evento. Deixa de ter uma restrição geográfica para acessar o conteúdo. É uma oportunidade de levar produções recentes do cinema brasileiro a todos os cantos do país e, também, a outros países. É também uma forma de democratização, até porque há filmes que, muitas vezes, não chegam ao circuito comercial, mesmo em um contexto normal. Então, será uma forma de mais pessoas conhecerem os realizadores", avalia Hallak. Segundo ela, o que será levado ao público é um recorte da produção cinematográfica brasileira de um período muito peculiar.

A Mostra de Tiradentes foi criada em 1998 com a proposta de colaborar com o chamado "cinema de retomada", expressão usada na historiografia para se referir ao reaquecimento da produção nacional, ocorrido na segunda metade da década de 1990. Rapidamente se consolidou como responsável por abrir, anualmente, o calendário audiovisual brasileiro, o que faz com que suas discussões influenciem outros festivais ao longo do ano. O evento conta com o apoio da Secretaria de Cultura e Turismo de Minas Gerais e do Ministério do Turismo, por meio de sua Secretaria Especial da Cultura.

Mesmo com a edição virtual, as principais características estão mantidas. A Mostra Aurora, ponto alto do evento por abrir espaço para diretores que estão lançando o primeiro ou o segundo longa-metragem, vai exibir, este ano, sete obras de cineastas de cinco Estados: Bahia, Santa Catarina, Minas Gerais, Paraná e Rio de Janeiro. Foi quando completou dez anos que o evento decidiu criar uma categoria específica para exibição de filmes inéditos de novos realizadores. De 2008 para cá, essa mostra competitiva foi atraindo mais interesse e se firmou como uma das mais importantes vitrines do evento.

Vogner destaca a força do cinema baiano nesta edição. Três trabalhos do Estado, sendo um em coprodução com Minas Gerais, foram selecionados. Ele também observa que são obras que souberam encontrar boas saídas para lidar com o baixo orçamento, já que não foram beneficiadas por editais. Para cada um dos sete filmes, será disponibilizada uma janela de 48 horas em que o público poderá vê-lo on-line. Haverá um debate com o diretor da obra sempre na manhã seguinte ao dia em que se inicia esse período de acesso.

"O público irá encontrar, na Mostra Aurora, trabalhos muito distintos, que estão olhando para coisas muito diferentes. Se você me perguntar se todos os filmes estão focados nos traumas deste momento histórico, eu respondo que não. Cada um olha para um lado e se relaciona de forma diferente com esse contexto, inclusive pelo humor. A sensação de que o mundo está acabando, por exemplo, não é compartilhada por todas essas obras. Os filmes poderiam estar monotemáticos, mas felizmente isso não tem acontecido. Eles oferecem diferentes perspectivas e mostram que o universo vai além das nossas obsessões mais pontuais. O olhar não ignora este momento, mas alcança um horizonte mais longe", diz Vogner.

Temática

Além da Mostra Aurora, o festival tem muitas outras categorias. Oito delas são somente para os curtas-metragens: 79 títulos foram escolhidos em um universo de 748 inscrições. Em relação aos longas-metragens, serão exibidas 27 obras. Ao todo, são 114 filmes de 19 Estados. A programação on-line de nove dias inclui outras atividades, como as mesas de debate e os shows musicais de Arrigo Barnabé, Chico César, Adriana Araújo, Sérgio Pererê, Fernanda Abreu e Johnny Hooker.

A temática da 24ª edição da Mostra de Tiradentes é "Vertentes da criação". De acordo com Francis Vogner, serão debatidas questões como desejos que guiam e dão origem aos filmes e os métodos particulares que vêm sendo usados para converter experiências pessoais em obras cinematográficas e para lidar com as mais variadas circunstâncias.

"A discussão da criação geralmente está muito concentrada na figura do diretor ou da diretora. Buscamos uma perspectiva mais ampla: o ato de elaborar novos pontos de partida e novos conceitos para criar novas formas. A participação cada vez mais ativa de um ator, uma diretora de fotografia ou de um montador em todo o processo de produção confere um discurso novo aos filmes. É a criação como algo vivo, que não tem um receituário, e que leva a novas elaborações estéticas".

Ele cita o filme Ilha, dirigido por Ary Rosa e Glenda Nicácio e exibido na Mostra de Tiradentes de 2019. "O diretor de fotografia disse que movimentava a câmera de acordo com o que ele considerava ser o orixá de cabeça de cada personagem. Ele criou um critério próprio que não está nos livros. Claro que as hierarquias continuam existindo no processo de produção, mas acho que, muitas vezes, elas não funcionam mais do mesmo modo. E isso tem gerado outros trabalhos e outros sentidos".

A homenageada deste ano é a cineasta e artista plástica Paula Gaitán, que tem trabalhos com prêmios importantes como o longa-metragem Exilados do Vulcão, eleito o melhor filme do Festival de Brasília de 2013. Ela é também viúva do cineasta Gláuber Rocha, com quem teve dois filhos. "Foi uma escolha sintonizada com a temática".

É uma multiartista, com uma obra consolidada e reconhecida que inclui videoclipe, curta, longa, filmes com dinheiro, filmes sem dinheiro. Ela lida bem nos variados contextos e não tem medo de arriscar. Seus trabalhos são frutos de uma ousadia expressiva e impressionam por sua variedade criativa", diz Raquel Hallak. Serão exibidos oito filmes da diretora, três deles inéditos: o curta Ópera dos Cachorros e os médias-metragens Se hace camino al andar e Ostinato. Este último abrirá a programação nesta sexta-feira (22) à noite.

Confira a lista dos sete filmes concorrentes na Mostra Aurora:

Açucena (BA), de Isaac Donato

Oráculo (SC), de Melissa Dullius e Gustavo Jahn

Rosa Tirana (BA), de Rogério Sagui

Kevin (MG), de Joana Oliveira

A Mesma Parte de um Homem (PR), de Ana Johann

O Cerco (RJ), de Aurélio Aragão, Gustavo Bragança e Rafael Spíndola

Eu, Empresa (BA/MG), de Leon Sampaio e Marcus Curvelo

(Fonte: Agência Brasil)

O governo federal publicou o Decreto 10.602, que regulamenta a Lei de Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC), novo nome da antiga Lei de Informática (nº 13.969 de 2019) e detalha as regras de uso de incentivos fiscais para atividades de pesquisa e desenvolvimento em Ciência e Tecnologia.

A Lei de TICs, aprovada em dezembro de 2019, fixou novas regras para o uso de determinados recursos no estudo e elaboração de novas soluções técnicas. Contudo, ao longo do ano houve questionamentos acerca de dúvidas por parte das empresas do setor na sua instalação.

Por isso, o objetivo do Decreto foi detalhar as diretrizes e regras previstas na lei de modo a evitar interpretações dúbias e deixar claro às empresas da área quem pode fazer uso dos benefícios e quais são os requisitos para essas atividades.

“O decreto foi feito sob demanda do setor produtivo em especial para reduzir as inseguranças jurídicas. A norma traz um maior detalhamento do que é coberto e como é coberto pela lei, inclusive na questão sobre os cálculos tributários. Trazemos também uma maior possibilidade de utilização da Lei das TICs que vai trazer maior investimento em ciência e tecnologia”, explica o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), Marcos Pontes.

Segundo o secretário de Empreendedorismo e Inovação do MCTI, Paulo Alvim, o decreto deixou mais claro quem pode e quem não tem direito aos mecanismos da lei. Ficam de fora empresas que não trabalham com hardware.

“O decreto qualificou quem era. Havia entendimento de que poderia ter incorporação de atores que depois seriam glosados. Isso cria risco de judicialização. A Lei de TICs não inclui o setor de software. Ali ficou claro. Estamos falando de produtos de informática, produtos de TIC”, comenta Alvim.

Outra previsão clareada pela norma, acrescenta o secretário, foram as possibilidades de uso dos recursos de renúncia fiscal. Uma das alternativas é para atividades de capacitação, uma forte demanda do setor produtivo.

Lei de TICs

A Lei de TICs foi o novo nome dado à Lei de Informática. A nova versão foi aprovada pelo Congresso em dezembro de 2019 e sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro no dia 27 daquele mês.

O novo texto foi construído e votado por Câmara e Senado para se adequar a exigências da Organização Mundial do Comércio (OMC) diante de questionamentos feitos por alguns países, como pelo bloco da União Europeia e pelo Japão.

O texto prevê que as empresas de tecnologia da informação que investirem em pesquisa, desenvolvimento e inovação farão jus, até 2029, a incentivos fiscais sobre a receita líquida decorrente da venda dos bens e serviços, desde que os projetos tenham sido aprovados pelos ministérios da Economia e da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.

(Fonte: Agência Brasil)

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A escolha das palavras certas para descrever o ambiente e revelar tragédias. Descortinar violências, "Brasis" diferentes e até a própria consciência. Nas mesmas frases e páginas, misturas de ciências e arte literária. O espírito combativo, curioso e metódico de Euclides da Cunha é anunciado desde as primeiras páginas de Os Sertões (1902), obra monumental da literatura e do jornalismo brasileiro (disponível para leitura em domínio público), segundo explicam estudiosos do consagrado escritor, que nasceu em 20 de janeiro de 1866 (há 155 anos).

Mesmo depois de tanto tempo – a primeira edição do livro saiu em 1902 –, os especialistas ouvidos pela Agência Brasil argumentam que a profundidade do trabalho do brasileiro, marcado pelo olhar científico e ao mesmo tempo artístico, explica a atualidade dos seus escritos e a necessidade de ser revisitado no século XXI.   

Leia também: Euclides: Os Sertões é marco do jornalismo 

O autor, ex-oficial do Exército e engenheiro, escrevia para o jornal O Estado de S.Paulo, e foi para a Bahia reportar o que acontecia na Guerra de Canudos (que durou entre novembro de 1896 a outubro de 1897). Euclides esteve na região entre 10 de setembro e 3 de outubro (23 dias) e publicou suas impressões no jornal como Diário de Uma Expedição, a partir das 22 cartas e 55 telegramas escritos. Os trabalhos seriam a inspiração para o livro que seria publicado cinco anos depois, dividido em três partes:  A TerraO Homem e A Luta

Euclides se surpreendeu bastante com o que viu e vivenciou. “Aquela campanha lembra um refluxo para o passado. E foi, na significação integral da palavra, um crime. Denunciemo-lo”, escreveu ele logo na nota preliminar. Segundo pesquisadores, diante do que flagrou, em vez de compilar relatos e se ater a uma versão do governo central, Euclides mergulhou nas histórias dos sertanejos (sob a liderança polêmica do religioso Antônio Conselheiro), nos contextos amplos do cenários e do ambiente da caatinga e buscou as causas do acontecimento. “Ele sempre acreditou no consórcio entre a ciência e a arte”, afirma o professor de literatura brasileira e hispânica na Universidade da Califórnia, Leopoldo Bernucci, em entrevista por videoconferência. “Euclides tinha uma mente extremamente curiosa em um período marcado pelo culto à ciência”.

Obra de arte

Bernucci publicou, em 2001, versão comentada de Os Sertões e, em 2021, chegará à sexta reimpressão, sempre com novas revisões para facilitar o entendimento de um livro que mexe com a cabeça do leitor. “A obra de Euclides é um conjunto extraordinário de conhecimentos. Trata-se de uma leitura difícil, com saberes técnicos e científicos. Mas ele se propôs a tratar do fenômeno de Canudos. A partir do momento que se lê essa grande obra, pode-se verificar que tudo ali está organizado e articulado”. 

O livro é considerado uma obra de arte desde a sua publicação. Em 1903, o crítico Araripe Júnior escreveu que não era possível criticar o trabalho. “A emoção por ele produzida neutralizou a função da crítica. E, de fato, ponderando depois calmamente o valor da obra, pareceu-me chegar à conclusão de que Os Sertões são um livro admirável, que encontrará muito poucos, escritos no Brasil, que o emparelhem”. José Veríssimo destacou que o livro revelava “um homem de ciências”, “um homem de pensamento”,  e um “homem de sentimento”. A obra lhe valeu a indicação à Academia Brasileira de Letras, em 1903.

Além de dispor a história da revolta e do papel de Antônio Conselheiro, Euclides utilizou um grupo de saberes que incluiu botânica, geologia, sociologia, antropologia, história das religiões e conhecimentos amplos sobre a vida e história militar. 

Aliás, a formação de Euclides em escolas militares tem influência decisiva, segundo pesquisadores, em seu desenvolvimento intelectual. “As escolas e a carreira militar são decisivas na vida dele. O Exército estava na vanguarda do processo histórico daquele período. Claro que os professores e as referências que ele teve influenciam na obra, que é alta literatura”, afirma a professora Walnice Galvão. Ela pesquisa vida e obra de Euclides da Cunha há mais de 50 anos. A intelectual, docente emérita da Universidade de São Paulo (USP), publicou 12 livros sobre o autor. “Além da formação, outro fato transformador na vida dele é a cobertura em Canudos”, salientou.

"Humanidade"

Para os pesquisadores da obra de Euclides da Cunha, o escritor foi para Canudos certo que encontraria ali uma revolta estimulada pelos monarquistas contra a recém-nascida república, proclamada em 1889. Mas o autor descobre que essa não é a história verdadeira. 

Não havia relação com disputa política, e Euclides mudou de ideia e de foco durante a expedição. “Está estampada em todas as páginas o dilaceramento de consciência que ele viveu ao presenciar a violência do Estado contra os sertanejos”, afirma a professora Walnice Galvão. 

É nesse contexto que ele considera um crime o que aconteceu ali, com o massacre dos moradores e das cinco mil casas do lugarejo. “O sertanejo é, antes de tudo, um forte”, escreveu na abertura do capítulo três. Essa mudança de ideia, segundo Leopoldo Bernucci, revela-se como um ato de humildade por parte de Euclides, ao deixar o acampamento da expedição promovida pelo governo para se embrenhar na caatinga. A historiografia registra que, pelo menos, 20 mil pessoas morreram no episódio.

Walnice Galvão destaca que Euclides teve uma virada de consciência rápida. “Ele ficou um pouco menos de um mês em Canudos, mas foi o suficiente para ter uma nova percepção do que acontecia. Na verdade, ele levou um choque diante do que descobriu. É um trauma da vida dele”. 

Preocupação ambiental

O professor de literatura Leopoldo Bernucci prepara, com o pesquisador Felipe Rissato, uma obra sobre 1,4 mil correspondências enviadas e recebidas por Euclides da Cunha. A estimativa é de, pelo menos, mais um ano de coleta dessas cartas oficiais e também de cunho pessoal do autor. Chamam a atenção nos materiais a preocupação de Euclides com o meio ambiente. 

Inclusive, após publicar Os Sertões, o escritor foi convidado para chefiar a Comissão Mista Brasileiro-Peruana de Reconhecimento do Alto Purus, na Amazônia. Nas cartas enviadas para o Barão do Rio Branco, principalmente no ano de 1905, detectou desmatamento nos seringais e também exploração dos trabalhadores. 

“Ele sempre revelou uma preocupação ambiental com o país e uma consciência ecológica bastante forte. Podemos dizer que ele tem uma atitude pioneira de denúncia da devastação das matas”, afirma Bernucci. Outro aspecto dessa atenção está na parte em que o autor discute as secas no Nordeste e suas origens (leia especial sobre história das secas produzido pela Agência Brasil). Ele havia tratado do tema para o jornal e incorporou-o em Os Sertões, inclusive sobre a relação entre desmatamentos com períodos de seca e efeitos de chuvas.

 “Depois, na Amazônia, ele viu as condições precárias e de escravização a que nordestinos – em particular cearenses fugidos da seca – estavam trabalhando para a indústria da borracha”, diz o pesquisador. A expedição à Amazônia, segundo estimava Euclides, renderia o livro Paraíso Perdido. Mas, o autor morreu antes de conseguir terminar o trabalho e esmiuçar, em livro, a denúncia. Na volta da expedição a serviço, quando tinha 43 anos de idade, trocou tiros com o amante da esposa, o militar Dilermando de Assis, acabou alvejado e não resistindo aos ferimentos. O episódio ficou conhecido como “tragédia da Piedade”, bairro do Rio de Janeiro onde aconteceu o fato.

A morte precoce impediu o novo trabalho, mas os pesquisadores ainda descobrem escritos inéditos e tentam trazer à luz olhares sobre o autor que entrou para a história. Para o professor Arnaldo Godoy, que estuda as áreas de direito e literatura, a obra de Euclides da Cunha é muito importante porque congrega diferentes saberes. Ele a utiliza nas aulas para ajudar os estudantes a entenderem as dinâmicas sociais do Brasil. “Trata-se de uma descrição eletrizante e épica, e oferece insumos jurídicos para aprendizagem. A literatura pode nos ajudar a suscitar uma série de debates sobre temas que ele traz tanto em Os Sertões como nas correspondências”. 

Walnice Galvão também estudou as correspondências de Euclides e de autores brasileiros que se inspiraram na obra do autor. “Seguramente, Guimarães Rosa leu muito Euclides”. A mesma estudiosa debruçou-se oito anos sobre Os Sertões para a publicação de uma edição crítica. “É uma grande obra de arte literária que faz a gente quebrar a cabeça. É um monumento para a gente entender o Brasil e a sua história, e que deve ser lido desde a primeira parte (A Terra), que é pura poesia”. 

Uma prosa poética sem ficção, e de palavras duras da realidade. “O autor aponta o que é ou não real. Mas quem decide o que é literatura é o leitor”, explica Bernucci. Euclides era rígido com dados, e defende, na introdução de sua obra, um conceito do francês Hippolyte Taine: de que o narrador deve evitar meias verdades, que são “meias mentiras”, e que não adianta “copiar os dados” se for “desfigurada a alma”. Alma e precisão, não necessariamente nesta ordem, atravessaram os sertões de Euclides.

(Fonte: Agência Brasil)

Exposição da artista japonesa Chiharu Shiota no CCBB-RJ

Até o dia 19 de abril, cariocas e turistas poderão apreciar a arte da japonesa Chiharu Shiota no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro (CCBB Rio), localizado na Rua Primeiro de Março, centro da capital fluminense. Depois de passar por Brasília e São Paulo, onde foi vista por cerca de 200 mil pessoas, a exposição Linha da vida chega ao Rio, oferecendo ao público visitas mediadas que ocorrem aos domingos, às segundas, quartas e sextas-feiras, às 12h e às 16h.

Ao todo, são 70 obras que compõem a mostra retrospectiva, inédita no Brasil, abrangendo desde o início de sua produção artística até os dias atuais. Chiharu Shiota nasceu em Osaka, Japão, em 20 de maio de 1972, e iniciou a carreira em 1994. Está radicada há 23 anos, em Berlim, na Alemanha.

Concebida especialmente para o CCBB, a mostra apresenta um panorama de obras produzidas por Chiharu Shiota em sua carreira, reunindo pinturas, objetos, litografias, desenhos e vídeo, além de três instalações, idealizadas para a exposição. De essência fortemente autobiográfica, a obra de Shiota procura dialogar com a transitoriedade da vida por meio de instalações efêmeras e uso de materiais do dia a dia, como fios de lã. Ela usa também em sua produção pertences pessoais, entre os quais chaves, roupas, cartas, móveis e barcos. A curadoria é de Tereza de Arruda.

Transitoriedade

As 70 obras estão organizadas em cinco núcleos e representam um convite da artista para que o público reflita sobre a vida e seu propósito, conexões e memórias. “Eu, meu eu, minha emoção e o material fazem parte do ritual de criar arte”, disse ela. Em 2015, Shiota já era reconhecida como uma das maiores artistas contemporâneas do mundo. Foi a primeira artista a viver fora do Japão, convidada, naquele ano, a representar seu país de origem no Pavilhão Japonês, na Bienal de Veneza.

Exposição da artista japonesa Chiharu Shiota no CCBB-RJ

A exposição Chiharu Shiota Linhas da vida é sua primeira mostra retrospectiva na América Latina a percorrer as cidades de São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro. A própria artista convida: “A exposição itinerante Chiharu Shiota Linhas da Vida apresenta várias características da vida humana, como a nossa existência, a morte e os relacionamentos. Assim que o espectador entrar no espaço criado, quero que ele reflita sobre sua vida, seu propósito, suas conexões e sua memória. Com minhas instalações, como a obra central Além da memória, quero unir as pessoas no Brasil, não importando sua origem, sua posição social, formação educacional, nacionalidade ou qualquer outro fator divisor. Como humanos, devemos nos unir e questionar o nosso propósito na vida e o porquê de estarmos aqui”. A cor vermelha, que remete à Bandeira japonesa e à vida, ao cordão umbilical, é uma das bases do trabalho de Chiharu Shiota.

(Fonte: Agência Brasil)

Resolver questões de anos anteriores, revisar conteúdos estudados durante o ano e relaxar um pouco são algumas das dicas de professores entrevistados pela Agência Brasil para os estudantes que farão o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) neste domingo (24). No segundo dia de aplicação da versão impressa do exame, os candidatos resolverão questões de matemática e de ciências da natureza.

“Neste momento, quando se fala em exatas, a grande dica é fazer as provas anteriores. Pegar as duas últimas provas e ter calma”, diz o diretor-geral do Colégio e Curso Progressão e professor de matemática, Leonardo Chucrute. “O Enem não quer colocar pegadinha para o candidato. O que ele está cobrando é aquilo mesmo. Acredite no que a prova está pedindo, é aquilo mesmo, é o que você sabe fazer. O que falo para o candidato é, mantenha a calma, você está preparado, você estudou, acredite em você”.

Segundo Chucrute, com base na prova do último domingo (17), primeiro dia de aplicação do Enem, a expectativa é que o exame tenha menos textos longos e que os enunciados sejam mais objetivos.

“Não é o momento de querer aprender conteúdos novos, de tirar o atraso, porque isso pode gerar tensão e cansaço desnecessários nesta reta final. Importante revisar e focar nos conteúdos que mais caíram nas provas”, diz o gerente-executivo de Avaliações e Conteúdo Digital do SAS e professor de química, Caê Lavor. Na página do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) estão disponíveis as provas e os gabaritos dos anos anteriores do Enem.

A expectativa de Lavor é que o Enem mantenha o padrão dos conteúdos das últimas edições. “Será uma prova que repete os padrões do Enem. Tanto no conteúdo quanto na abordagem de problemas e conteúdos que são relevantes para o dia a dia dos alunos, que são relevantes para o cotidiano. O Enem cobra problemas e situações práticas, conteúdos que têm aplicação no dia a dia, conteúdos muito técnicos não costumam ser cobrados”.

Razão, proporção, porcentagem, regra de três são, segundo os professores, conteúdos recorrentemente cobrados na prova de matemática. Em biologia, o conteúdo destacado é ecologia; em física, mecânica, que envolve aceleração, velocidade e troca de energia; e, em química, físico-química, que engloba cálculo químico e aplicações práticas das reações químicas.   

Na hora da prova

Segundo o professor e coordenador de matemática do sistema COC by Pearson, Luiz Fernando Duarte, o estudante deve começar pelas questões com as quais tem mais afinidade. “Deve começar pela situação em que se sente mais forte, com o que tiver mais facilidade, para começar com mais confiança. Deve ser aí o ponto de partida”, diz.

 “Em uma leitura cuidadosa, é possível identificar as questões que podem ser resolvidas mais rapidamente. Isso significa fazer um bom número de questões e ter mais tempo para fazer questões com exigência maior”, orienta. Segundo Duarte, um tempo médio para a resolução das questões é de três minutos para cada uma. Uma técnica recomendada é que os candidatos leiam com atenção os enunciados, que grifem as partes mais importantes, que podem ajudar na resolução. 

Ao todo, os estudantes terão cinco horas para resolver 90 questões. “Tivemos o caso de um aluno, ainda que ele estava fazendo a prova apenas como treineiro, que passou cerca de 30 minutos em uma questão e não conseguiu concluir a prova. Deixou de resolver questões elementares que só de passar o olho conseguiria resolver”, conta o professor de matemática do Centro de Educação de Tempo Integral (Ceti) Augustinho Brandão, de Cocal dos Alves (PI), Raimundo Alves de Brito. “O estudante tem que saber identificar aquelas questões que certamente consegue resolver”, acrescenta.   

Respirar

Em um ano atípico como o ano letivo de 2020, com a suspensão das aulas presenciais por causa da pandemia do novo coronavírus e, agora, com a realização do exame com várias medidas de biossegurança, os estudantes enfrentam uma ansiedade ainda maior. “A gente nem sabe como pedir, está todo mundo muito agitado, mas eu pediria calma. A prova está difícil para todo mundo, a situação é essa para todo mundo. É preciso calma e concentração para fazer a prova”, recomenda Brito.

Ele conta que enfrentou várias dificuldades ao longo do ano, com “internet” escassa no município, por vezes, estudantes não conseguiam sequer acessar um vídeo de três minutos. “Foi muito difícil, foi um ano horrível. A gente conseguiu mais ou menos cumprir a carga horária, mas as aulas ficam muito deficitárias. Estamos esgotados. A gente consegue sentir que não funcionou como a gente queria”, diz o professor. 

Lavor concorda. “É um momento de manter a calma. Sei que é difícil. Muitas vezes, o estudo desenfreado e a busca de conhecimento agora criam tensão. Estudar poucas coisas, manter a calma e pensar que este momento vai ser importante para que sejam definidos os próximos passos, a universidade, mas este momento não define quem a gente é”, diz. 

Ele chama a atenção para algo fundamental: a respiração. Uma dica é toda vez que o estudante se perceber nervoso, notar a respiração acelerada, parar e apenas respirar, até que ela desacelere. “Identificar a respiração pode ajudar a ter mais atenção plena. A estar presente no momento. Escutar o barulho da respiração por dez segundos”.   

Enem 2020

O Enem começou a ser aplicado no último domingo (17) e continua no próximo (24). No primeiro dia de aplicação, o exame teve abstenção recorde de 51,5%. Do total de 5.523.029 inscritos para a versão impressa do Enem, 2.842.332 faltaram às provas. Nesta edição, o Enem terá uma versão impressa e uma digital, realizada de forma piloto para 96 mil candidatos, nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro.

As medidas de segurança adotadas em relação à pandemia do novo coronavírus serão as mesmas tanto no Enem impresso quanto no digital. Haverá, por exemplo, um número reduzido de estudantes por sala, para garantir o distanciamento entre os participantes. Durante todo o tempo de realização da prova, os candidatos estarão obrigados a usar máscaras de proteção da forma correta, tapando o nariz e a boca, sob pena de serem eliminados do exame. Além disso, o álcool em gel estará disponível em todos os locais de aplicação.

Os candidatos que tiverem sintomas de covid-19 e de outras doenças infectocontagiosas não devem comparecer aos locais de prova. Devem comunicar ao Inep pela Página do Participante. Esses candidatos terão direito à reaplicação, nos dias 23 e 24 de fevereiro. 

(Fonte: Agência Brasil)

A partir do dia 6 de fevereiro, a bola vai começar a rolar pela segunda edição da Copa Interbairros de Futebol 7. Patrocinado pelo governo do Estado e pelas Drogarias Globo por meio da Lei de Incentivo ao Esporte, o torneio será disputado em três categorias de base: Sub-9, Sub-11 e Sub-13. Os jogos ocorrerão no campo da A&D Eventos, no Bairro do Turu, e seguirão todas as recomendações sanitárias para a realização de eventos esportivos.

Para esta temporada, foi ampliada a quantidade de equipes participantes. Em 2021, a Copa Interbairros contará com a participação de 24 escolinhas de futebol da Grande Ilha de São Luís e promete ser bastante acirrada.

“Vem aí mais uma edição da Copa Interbairros de Futebol 7, e nossa expectativa é que seja um sucesso. As equipes participantes têm belos projetos sociais na Grande Ilha e estão se preparando para fazer bonito dentro de campo. Competições desta natureza são muito importantes para nossas crianças, que necessitam, cada vez mais, do esporte em suas vidas. Por isso, nosso agradecimento ao governo do Estado e às Drogarias Globo por acreditarem e apoiarem esta iniciativa”, afirmou o diretor-técnico da Copa Interbairros, Waldemir Rosa.

Lançamento   

No próximo dia 30, será realizada a solenidade de lançamento da segunda edição da Copa Interbairros de Futebol 7 com a participação dos representantes das equipes. Durante o evento, os 24 times receberão “kits” esportivos com uniforme completo (camisa, calção e meião) e bolsas esportivas, que serão utilizados durante toda a competição, assim como ocorreu na edição anterior.

Após o lançamento, a organização do torneio promoverá o congresso técnico para definir o cronograma das disputas e apresentar os detalhes da Copa Interbairros deste ano. Tudo sobre o torneio está disponível nas redes sociais oficiais do torneio no Instagram e no Facebook (@copainterbairrosfut7ma).

(Fonte: Assessoria de comunicação)