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Mais de 2,5 milhões de inscrições foram realizadas no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) até as 20h20 dessa quarta-feira (22). Segundo o Ministério da Educação, o número de inscritos chegou a 1,31 milhão de estudantes.

“O sistema está rodando normalmente. Não teve interrupção. Está tudo funcionando”, disse o ministro da Educação, Abraham Weintraub, em vídeo publicado em rede social.

A pasta ressalta que entre meia-noite e 1h desta quinta-feira (23), o Sisu foi interrompido para que fosse realizada a classificação de todas as inscrições. O período para inscrições no Sisu fica aberto até as 23h59 do dia 26. O Sisu é a principal forma de acesso ao ensino superior público com a nota do Ensino Nacional do Ensino Médio (Enem), divulgada na semana passada.

Na tarde de ontem, a pasta informou que cerca de 70% das inscrições do Sisu têm sido feitas por dispositivos móveis, como celulares e “tablets”. No início das inscrições, o sistema chegou a registrar 7 mil inscrições por minuto e apresentou lentidão. Segundo o MEC, a dificuldade em acessar a página eletrônica foi registrada após mudança do sistema, que nessa edição, está armazenado em nuvem.

Para participar da seleção, é necessário não ter zerado a redação na edição de 2019 do exame. Neste semestre, são 237.128 vagas em 128 instituições de ensino superior públicas de todo o país. A inscrição é gratuita e deve ser feita na página do programa na “internet”.

(Fonte: Agência Brasil)

Cerca de 70% das inscrições do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) têm sido feitas por dispositivos móveis, como celulares e “tablets”. Segundo o Ministério da Educação, até o início da tarde, 2.095.174 inscrições foram realizadas por 1.108.434 pessoas. Cada candidato pode sinalizar o interesse em até dois cursos.

De acordo com o MEC, a lentidão no acesso ao sistema acontece em virtude da adaptação ao novo modelo adotado nesta edição. A partir deste ano, o sistema está em nuvem, fora dos servidores da pasta, para viabilizar que mais usuários possam acessar ao mesmo tempo, adaptar o portal para aparelhos “mobile” e economizar recursos. O sistema já registrou 7 mil inscrições por minuto.

O Sisu é a principal maneira de acessar o ensino superior público com a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), divulgada na semana passada. Para participar da seleção, é obrigatório não ter zerado a redação na edição de 2019 do exame. Neste semestre, são 237.128 vagas em 128 instituições de ensino superior públicas de todo o país. A inscrição é gratuita e deve ser feita na página do participante.

(Fonte: Agência Brasil)

O Ministério da Educação informou, nessa terça-feira (21), que o processo que pontua as redações do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é diferente da correção das questões objetivas. Por isso, de acordo com o ministério, as notas dos textos não serão prejudicadas pelas inconsistências na correção das provas objetivas. O MEC informa, também, que cinco mil avaliadores são responsáveis pela correção manual das redações.

Todas as redações são avaliadas por dois professores em plataforma “on-line”, com texto sem identificação. Um professor não tem acesso à nota atribuída pelo outro. Quando a discrepância das notas é superior a 100 pontos, no total, ou 80 pontos em uma das cinco competências avaliadas, um terceiro professor faz a correção. A nota final é a média aritmética das duas notas totais que mais se aproximam.

Caso a inconsistência persista após a análise do terceiro professor, a redação é corrigida por uma banca de professores especializados. Eles têm poder decisório para definir a nota final.

A redação do Enem 2019 avaliou cinco competências: domínio da escrita formal; desenvolvimento do tema em estilo dissertativo-argumentativo; relacionar, organizar e interpretar informações e argumentos em defesa de uma opinião; conhecimento de mecanismos linguísticos para construir a argumentação; e elaboração de proposta de intervenção para o problema proposto, com respeito aos direitos humanos.

A nota máxima prevista é mil. Textos com até sete linhas ou que fugiram ao tema estão entre os critérios para zerar a redação. Os participantes que tiverem dúvidas em relação às notas das questões objetivas, podem entrar em conato com o Inep, pela central 0800-616161.

(Fonte: Agência Brasil)

O Orçamento Geral da União de 2020, publicado na última segunda-feira (20) no “Diário Oficial da União”, prevê 51.391 vagas em concursos públicos federais nos poderes Executivo, Legislativo, Judiciário, Ministério Público da União e Defensoria Pública da União. Isso representa um aumento de 1.400% em relação à previsão de 3.369 servidores do Orçamento do ano passado.

Do total de vagas previstas para este ano, 45.816 destinam-se ao provimento (preenchimento) de postos existentes que ficaram vagos, geralmente por morte ou aposentadoria. O Orçamento prevê, ainda, a criação de 5.575 vagas.

O Poder Executivo concentra o maior número de vagas, com a previsão de provimento de 43.568 postos e a criação de 3.140 vagas nas esferas civil e militar. No Judiciário, estão previstos o preenchimento de 1.871 vagas existentes e a criação de 1.417 postos. No Judiciário, o Orçamento destina espaço para o provimento de 147 postos e a criação de sete vagas.

A Lei Orçamentária de 2020 prevê a criação de 1.011 vagas e o provimento de 205 postos na Defensoria Pública da União. Para o Ministério Público da União e o Conselho Nacional do Ministério Público, o texto estipula o preenchimento de 25 vagas existentes.

A maior parte dos provimentos será executada por meio da convocação de aprovados em concursos já realizados. A autorização para novos concursos depende do Ministério da Economia, que analisará se existem recursos para a contratação de servidores e verificará a necessidade de cada órgão. O Orçamento de 2020 destina R$ 344,6 bilhões para despesas com pessoal.

A previsão de vagas para o serviço público federal foi alterada pelo Congresso Nacional durante a tramitação do Orçamento. O projeto original da Lei Orçamentária Anual estimava 32 mil provimentos e a criação de 2 mil vagas nos poderes Executivo, Legislativo, Judiciário, Ministério Público e na Defensoria Pública da União.

(Fonte: Agência Brasil)

As semifinais da primeira edição do torneio de Fut 7 beach Feminino do projeto “Esporte na Minha Cidade”, iniciativa patrocinada pela Drogarias Globo e pelo governo do Estado por meio da Lei de Incentivo ao Esporte, já estão definidas. As quatro equipes que se classificaram para a fase de mata-mata foram conhecidas na rodada do último fim de semana, realizada nas quadras de areia montadas ao fundo do Bar Ilha Mar, na Praia do Calhau. Dos 12 times que iniciaram a competição, apenas o Roma, Juventude Maranhense, Resenha e Brutos seguem vivos na disputa.

Na rodada decisiva do fim de semana, todos os agora semifinalistas venceram seus compromissos. Pelo Grupo A, o Roma teve dificuldades, mas bateu o Afasca por 1 a 0. Quem também venceu apertado foi o Brutos: 4 a 3 sobre o Cruzeiro São Luís pelo Grupo D. Já pelo Grupo C, o Juventude Maranhense fez 2 a 1 sobre o Tutela e também avançou de fase.

O último classificado para as semifinais foi o Resenha, que entrou na rodada pressionado e tendo de vencer o Divas por quatro gols de diferença para continuar no “Esporte na Minha Cidade”. E com uma atuação impecável, o Resenha goleou o Divas por 6 a 1 e, agora, está nas semifinais, que serão realizada neste sábado (25), a partir das 13h45.

Os confrontos das semis ficaram da seguinte maneira: Roma x Brutos e Resenha x Juventude Maranhense. As equipes vitoriosas desses confrontos disputarão o título do torneio.

Sub-10 e Sub-12

O fim de semana também foi de disputas nas categorias de Fut 7 Sub-10 e Sub-12 masculino. O campo do A&D Eventos, no Bairro do Turu, recebeu a rodada de abertura. Pelo Sub-10, o Slacc fez 3 a 0 sobre o Túnel FC, enquanto que o Chute a Gol venceu o Futuro do Amanhã por 1 a 0. Já pelo Sub-12, o Aurora estreou com vitória sobre o Craques da Veneza por 2 a 1, e o Projeto Paredão goleou o V10 por 6 a 0.

Todas as informações sobre esta edição do “Esporte na Minha Cidade” e a programação completa de jogos estão disponíveis nas redes sociais oficiais do projeto (@esportenaminhacidade) e no site da no site da Federação Maranhense de Futebol 7 (www.fut7ma.com.br).

(Fonte: Assessoria de comunicação)

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O Ministério da Educação confirmou hoje (21) que as inscrições no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) enfrentam lentidão. Segundo a assessoria de imprensa do MEC, a “instabilidade ocorre devido ao grande número de acessos”. A expectativa é que o serviço se normalize em breve.

No começo da manhã, antes de entrar em reunião ministerial com o presidente Jair Bolsonaro, no Palácio da Alvorada, o ministro Abraham Weintraub postou vídeo, em seu perfil no Twitter, no qual informava que o Sisu estava “rodando normalmente” e já haviam sido feitas “quase 500 mil inscrições”.

No texto que acompanha a mensagem, Weintraub lembra que “cada participante pode optar por se inscrever em dois cursos diferentes!” O período de inscrições vai até domingo (26), às 23h59. Pode fazer a inscrição quem tiver feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 e não zerado a redação. Gratuito, o procedimento deve ser feito na página do Sisu na “internet”.

O ingresso nos cursos depende da disponibilidade de vagas na universidade pretendida. “Algumas instituições adotam notas mínimas e/ou médias mínimas para inscrição em determinados cursos”, ressalta nota sobre inscrições do MEC.

Há universidades que têm a prova do Enem como critério de ingresso, mas não disponibilizam todas as vagas para o Sisu. No caso da Universidade de Brasília (UnB), nenhuma vaga será preenchida via Sisu a partir deste ano.

(Fonte: Agência Brasil)

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pela realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019, informou, nessa segunda-feira (20), que os erros de correção da prova foram revistos. Segundo o Inep, as notas revisadas estão disponíveis na página do candidato.

O anúncio foi feito pelo presidente do Inep, Alexandre Lopes, no início da noite, em entrevista coletiva, para divulgar os resultados do trabalho realizado pela força-tarefa criada para resolver o problema. De acordo com Lopes, 5.974 participantes tiveram notas com inconsistências – o número representa 0,15% do total de participantes (3,9 milhões).

Lopes disse que, durante o trabalho da força-tarefa, todas as notas dos alunos que fizeram as provas foram analisadas para resolver os problemas encontrados e buscar novas inconsistências que poderiam aparecer. "Nós analisamos todos os alunos. A gente fez esses tipos de correlações para orientar a busca, para ver se a gente encontrava outras inconsistências", explicou.

O presidente do Inep informou que a gráfica responsável pela prova deverá prestar esclarecimentos sobre as falhas que aconteceram. "O erro estava na associação. Que tipo de erros que aconteceram na gráfica, que geraram essa diferença de associação, eu não sei dizer", afirmou Lopes.

Sisu

Mais cedo, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, tinha anunciado que o prazo para inscrições do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) foi ampliado em dois dias.

As inscrições começam nesta terça-feira (21) e terminam domingo (26). Antes da prorrogação, o prazo se encerraria na sexta-feira (24). O Sisu oferece vagas em universidades federais com base nas notas obtidas no Enem.

No sábado (18), o presidente do Inep explicou que o erro foi provocado pela gráfica responsável da prova. A falha foi percebida após alguns alunos relatarem, nas redes sociais, terem sido surpreendidos com notas baixas na segunda prova do exame, realizado no ano passado, cujos resultados foram divulgados na sexta-feira (17).

A equipe técnica do instituto identificou que se tratava de inconsistência na transmissão de dados que a gráfica envia ao Inep para processamento das notas. A ocorrência produz contradições na associação entre o participante e a cor de sua prova. Dessa forma, o gabarito usado para a correção não era da cor da prova feita pelo aluno, fato que provocou o erro. Por esse motivo, estudantes puderam pedir a revisão de suas notas até as 10h de ontem.

(Fonte: Agência Brasil)

O aplicativo, ou “app”, WhatsApp foi o que apresentou o maior número de usuários no mundo e no Brasil. A informação é do relatório “Estado do Mundo Móvel 2020”, da Consultoria App Annie, levantamento mais renomado sobre o mercado de aplicativos. O documento mostrou também que os brasileiros estão em terceiro no “ranking” de quem mais passa tempo utilizando esses programas.

No “ranking” mundial de mais usuários mensais, o WhatsApp ficou no topo. A lista evidencia a manutenção do domínio do Facebook, empresa que controla o “app” de mesmo nome, o FB Messenger, o Instagram e o próprio WhatsApp. Tomando números absolutos, o “ranking” é completado por “apps” chineses, em um mercado turbinado pela grande população do país.

Já no “ranking” de receitas obtidas em “apps” pagos, o grupo mostra a força dos “apps” de entretenimento e dos serviços de relacionamento. Neste último grupo, está o Tinder, que encabeça a lista. Em seguida, vêm aplicações de vídeo, como Netflix, Youtube e a chinesa Tencent Video.

No Brasil, o “app” com mais usuários mensais em 2019 foi o WhatsApp. O “ranking” é parecido com o global, com predomínio dos aplicativos do Facebook. Entram, aí, programas de mobilidade, como o Uber e Waze, de compras, como o Mercadolibre, e de instituições financeiras, como o do banco Caixa.

Já no “ranking” de “downloads”, as posições invertem-se entre os “apps” do Facebook. Na comparação com o número de usuários mensais, entra o “app” de mobilidade da 99Taxis e o editor de vídeos para o WhatsApp Kwai.

Na lista de gastos com “apps”, o Tinder também figura em primeiro, para além da presença de outro programa de relacionamentos, o Happn. Os serviços de “streaming” também aparecem com força, com a diferença da presença do maior conglomerado de mídia do país, com o GloboPlay, e do Hbo Go e o produto voltado ao público infantil PlayKids.

(Fonte: Agência Brasil)

Única professora do Estado do Rio de Janeiro selecionada para participar de seminário voltado para educadores da América Latina no Museu do Holocausto Yad Vashem, em Israel, Elisabeth de Oliveira Nunes viajou levando, na bagagem, o resultado das atividades realizadas em sala de aula com a temática do holocausto. O seminário começa neste domingo (19) e vai até o dia 29.

Também conhecido como Shoá, o holocausto foi o genocídio ou assassinato em massa de cerca de seis milhões de judeus durante a Segunda Guerra Mundial.

Falando à Agência Brasil, Elisabeth informou ter participado, em agosto do ano passado, da 14ª Jornada Interdisciplinar Holocausto e Direitos Humanos, no Rio, quando soube da possibilidade de participar do seminário em Israel.

“Como a minha linha de pesquisa e a minha monografia foram sobre cristãos novos, judaísmo e holocausto, eu resolvi me inscrever”, disse ela, que apresentou tese e foi selecionada.

Elisabeth deverá apresentar, no seminário, trabalho alusivo ao holocausto que debateu em sala de aula com as turmas 1.002 e 1.006 da Escola Estadual Almirante Alvaro Alberto, localizada em Paraty, no Estado do Rio de Janeiro, abordando o holocausto e o genocídio cigano.

O trabalho com os estudantes resultou, no encerramento, numa visita ao Museu Judaico, no Centro do Rio. “O trabalho foi muito bom para a gente quebrar também a questão do preconceito e trabalhar a questão da xenofobia”, afirmou ela. As temáticas foram abordadas na disciplina de Sociologia com os alunos do primeiro ano do ensino médio.

Projeto

Professora de História e Sociologia, formada pelo Centro Universitário Moacyr Sreder Bastos, em Campo Grande, zona oeste do Rio, Elisabeth participou, em 2019, do projeto “Para Nunca Esquecer: pela valorização da vida, em memória do holocausto”, desenvolvido pela Secretaria de Estado de Educação (Seeduc).

Ela inscreveu, no projeto, 26 redações feitas por alunos. Embora nenhum dos textos tenha sido incluído entre os melhores, a professora avaliou que a experiência foi positiva para que os estudantes pudessem ter um primeiro contato com esse triste acontecimento da história mundial, que foi o holocausto, “e a questão da conscientização. Sou apaixonada por essa temática”, disse Elisabeth, que está habilitada pela Secretaria de Educação para lecionar Sociologia e Filosofia.

A professora pretende publicar o trabalho sobre esse tema. Ela ficará em Israel até o encerramento do seminário, e sua chegada ao Brasil está prevista para o próximo dia 31. O secretário de Estado de Educação, Pedro Fernandes, comentou a importância das ações envolvidas no projeto “Para Nunca Esquecer”, que incluiu apresentação de seminários, palestras e outras atividades.

“A iniciativa possibilitou que os estudantes elaborassem atividades e ações criativas, associando a temática do holocausto a questões contemporâneas, como o combate ao racismo e à segregação, o respeito à diversidade, a defesa da dignidade humana e dos direitos humanos, entre outros temas. Essas ações permitiram que os jovens refletissem esses temas em seu dia a dia”, disse o secretário.

(Fonte: Agência Brasil)

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pela realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019, informou, nesse sábado (18), que foram encontrados quatro casos de inconsistências na correção da segunda prova do exame, cujos resultados foram divulgados na última sexta-feira (17).

Devido ao erro, alguns alunos relataram nas redes sociais terem sido surpreendidos com notas baixas.

Pelo Twitter, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, disse que, até segunda-feira (20), o problema será resolvido, e ninguém será prejudicado. Segundo o ministro, o alcance do problema é "muito baixo".

Gráfica

Em coletiva de imprensa realizada na manhã de ontem, em Brasília, o presidente do Inep, Alexandre Lopes, explicou que o erro foi provocado pela gráfica responsável pela impressão da prova.

Segundo o presidente, o arquivo enviado pela empresa para a Cesgranrio e para a Fundação Getúlio Vargas (FGV), responsáveis pela aplicação da prova, provocou o problema. Dessa forma, no caso de quatro alunos, o gabarito não era da cor da prova feita pelo aluno, fato que provocou erro na correção.

De acordo com Lopes, cerca de 1% dos alunos que fizeram a prova pode ser atingido.

"Nós encontramos, até o momento, quatro inconsistências de notas. Nós vamos corrigir e continuaremos durante todo o fim de semana rodando nossa base de dados para identificar outros possíveis casos de inconsistências", afirmou.

O Inep colocou à disposição um endereço de “e-mail” para que os alunos tirem dúvidas sobre suas notas e possam pedir a verificação de sua situação. O endereço eletrônico é enem2019@inep.gov.br.

(Fonte: Agência Brasil)