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A 11ª edição do Prêmio Professores do Brasil (PPB) registrou a inscrição de 4.040 professores da educação básica da rede pública de todo o país. O concurso pretende reconhecer e premiar o trabalho de docentes que contribuem para a melhoria dos processos de ensino e aprendizagem desenvolvidos nas salas de aula. Os vencedores nacionais serão conhecidos em 29 de novembro, no Rio de Janeiro.

“O prêmio passou a ser mais conhecido pelos professores e foi feita uma divulgação forte pelos participantes da edição passada”, explicou o coordenador-geral de Apoio a Certames e Programas Especiais, da Secretaria de Educação Básica (SEB) do Ministério da Educação, Joselino Goulart Júnior. “Isso nos ajudou a termos esse número de 4.040 inscritos, mesmo em um curto período para as inscrições”.

O prêmio é uma iniciativa do MEC com instituições parceiras, e tem como objetivo estimular a participação dos professores como sujeitos ativos na implementação do Plano Nacional de Educação e da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). A premiação dá visibilidade às boas experiências pedagógicas conduzidas pelos professores, além de oferecer uma reflexão sobre a prática pedagógica e orientar a sistematização de experiências educacionais.

“Para os professores que têm essa coragem de compartilhar suas experiências e os seus resultados, a ideia do prêmio é divulgar isso nacionalmente para que esses exemplos possam ser utilizados por outros professores, em realidades bem próximas das que eles encontram em suas escolas e dar essa valorização desses trabalhos realizados nas escolas públicas”, reforçou o coordenador-geral da SEB.

Do total de professores inscritos, 2.949 são mulheres e 1.091, homens, sendo 2.249 funcionários de escolas municipais, 1.644 de estaduais, 97 de federais e 50 de instituições privadas conveniadas. O Estado que apresentou a maior participação foi São Paulo, com 690 cadastros, seguido por Minas Gerais, com 425, e Rio de Janeiro, com 291. “Isso é um reflexo do percentual de professoras e professores que nós temos no país”, pontuou Joselino. “A maioria de professores são mulheres, e isso se reflete também na participação no prêmio”.

Para participar do concurso, os professores enviaram um relato da prática pedagógica desenvolvida com seus alunos. Neste ano, a premiação vai distribuir R$ 305 mil aos vencedores, bem como viagens educativas pelo Brasil e pelo exterior e placas para as escolas dos candidatos que tiverem experiências selecionadas.

Etapas

O PPB é dividido em três etapas: estadual, regional e nacional. Os participantes vão concorrer nas categorias Educação infantil/creche, Educação infantil/pré-escola, Anos iniciais do ensino fundamental/1º, 2º e 3º anos, Anos iniciais do ensino fundamental/4º e 5º anos, Anos finais do ensino fundamental/6º ao 9º ano e ensino médio.

Na etapa estadual, os três primeiros colocados em cada categoria recebem certificado que ficará disponível no próprio sistema de inscrição, e o vencedor, um troféu. Na regional, são R$ 7 mil, mais troféu e viagem oferecida pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), autarquia vinculada ao MEC. Na categoria nacional, são mais R$ 5 mil e troféu.

Além dessas etapas, os professores podem concorrer em uma das cinco temáticas especiais: O esporte como estratégia de aprendizagem, Uso de tecnologias de informação e comunicação no processo de inovação educacional, Boas práticas no uso de linguagens de mídia para as diferentes áreas do conhecimento no ensino fundamental e médio, Práticas inovadoras de educação científica e Educação empreendedora. A premiação para as temáticas especiais inclui R$ 5 mil para os professores vencedores ou as escolas, viagens e participação na programação da TV Escola.

A divulgação dos vencedores na etapa estadual será em 21 de agosto. Os selecionados para a etapa regional serão conhecidos em 11 de outubro. Os 30 selecionados para a etapa nacional e os selecionados para a premiação especial serão anunciados em 11 de outubro. “A avaliação estadual está acontecendo e a equipe de avaliadores e coordenadores está trabalhando nessa seleção”, finalizou Joselino Goulart.

(Fonte: MEC)

Portaria do Ministério da Educação publicada na edição de hoje (11) do “Diário Oficial da União” institui o Programa de Apoio ao Novo Ensino Médio. O programa vai apoiar as secretarias de Educação estaduais e do Distrito Federal na elaboração e execução do plano de implementação de novo currículo que beneficie a Base Nacional Comum Curricular, e os diferentes itinerários formativos e a ampliação de carga horária para mil horas anuais.

As secretarias receberão apoio técnico para elaboração, execução, monitoramento e avaliação do Plano de Implementação do Novo Ensino Médio, material de orientação técnico-pedagógica e de gestão e ferramentas digitais para auxiliar no acompanhamento e monitoramento.

A adesão das secretarias de Educação ao Programa deverá ser formalizada por meio da assinatura de termo de compromisso. Ao aderir, a secretaria se compromete a elaborar e executar o Plano; a validar os produtos elaborados pelas assistências técnicas, que serão encaminhados à Secretaria de Educação Básica; a instalar escolas-piloto com currículo flexível com a oferta de itinerários formativos, a partir de 2019; e a instalar o currículo flexível com a oferta de, no mínimo, dois itinerários formativos, em 100 por cento das escolas do Ensino Médio em Tempo Integral, até 2022.

(Fonte: Agência Brasil)

Encerra-se, nesta terça-feira (10), o prazo para os candidatos pré-selecionados na primeira chamada do Programa Universidade para Todos (Prouni) do segundo semestre de 2018 comprovarem as informações prestadas no ato de inscrição. A comprovação é feita na instituição de ensino com a apresentação de documentos.

A lista dos pré-selecionados foi divulgada no último dia 2. A pré-seleção assegura ao candidato apenas a expectativa de direito à bolsa. Quem está na lista deve comparecer à instituição de ensino e apresentar os documentos necessários. A lista com a documentação pode ser consultada na página do Prouni.

O candidato deve verificar, na instituição para a qual foi selecionada, os horários e o local de comparecimento para a aferição das informações. A perda do prazo ou a não comprovação das informações implicará, automaticamente, a reprovação do candidato.

O resultado da segunda chamada será divulgado no dia 16 de julho.

Prouni

O Programa oferece bolsas de estudo em instituições privadas de ensino superior. Ao todo, neste processo seletivo, serão ofertadas 174.289 vagas, sendo 68.884 bolsas integrais e 105.405 parciais, em 1.460 instituições.

(Fonte: Agência Btasil)

A ativista paquistanesa Malala Yousafzai, em visita hoje (9) à capital paulista, defendeu a educação a longo prazo como melhor investimento, em especial para o desenvolvimento feminino. “O empoderamento das meninas vem da educação, tem a ver com emancipação”, disse. Ela participou de evento promovido pelo Itaú Unibanco, no Auditório Ibirapuera.

Malala é a pessoa mais jovem a receber um Prêmio Nobel da Paz, aos 17 anos de idade. Com 15 anos, ela foi baleada pelo Talibã por se manifestar contra a proibição da educação para mulheres. A paquistanesa lembra que, quando era uma aluna em seu país, outras colegas de sua classe também defendiam a educação feminina. “A diferença é que os meus pais nunca me impediram de falar o que eu pensava”, disse.

A ativista lembrou uma situação em que uma colega da escola chegou atrasada para aula. A garota tinha de esperar os pais saírem de casa e, assim, sair para estudar escondida. “O papel dos pais e das mães é fundamental no empoderamento feminino”, disse. “É importante que as mulheres se expressem, as mulheres têm que quebrar essas barreiras”, completou.

Viagem ao Brasil

A ativista disse que um dos seus objetivos no Brasil é “achar meios para que as 1,5 milhão de meninas [fora da escola] tenham acesso à educação”. Outra razão que levou Malala a viajar para o Brasil foi a força dos ativistas locais descobertos por ela. A ativista quer promover a educação entre as comunidades menos favorecidas do Brasil, especialmente as afro-brasileiras.

“Trabalhando junto com os defensores da educação e podendo dar a todas as pessoas, que vem das camadas menos privilegiadas, a esperança de que todos em volta se sintam seguras em receber educação de alta qualidade”, disse. Malala afirmou ainda que vai anunciar, em breve, um projeto do Fundo Malala para que a educação seja abordada pelas campanhas eleitorais.

Participou também do debate sobre o assunto, a ativista Tábata Amaral, de 24 anos, nascida na periferia de São Paulo, que representou o Brasil em competições internacionais de ciências e estuda astrofísica em Harvard. Tábata questionou sobre a possibilidade da união entre os ativistas internacionais. Em resposta, Malala disse acreditar na solução nascida entre os líderes comunitários. “Temos que ir às comunidades de base e trabalhar com os ativistas locais, que entendem os problemas e sabem a melhor maneira de resolvê-los”, disse.

Leitura

Outra participante foi a escritora mineira Conceição Evaristo, doutora em literatura comparada e vencedora do Prêmio Jabuti na categoria contos pela obra “Olhos d'Água” (2014). Conceição destacou o poder da leitura e da escrita incentivados por Malala, já que a adolescente partilhou a sua história e luta em seu livro.

“As pessoas que não têm acesso [à leitura], não têm uma cidadania incompleta. Que a sua presença fortifique essa ideia e o compromisso que o Estado brasileiro precisa ter com a alfabetização”, disse a escritora. “A escrita amplia o seu papel, porque, enquanto leitor, você pode abarcar o mundo através da leitura. Mas quando você escreve, tem esse poder de intervenção no mundo”, acrescentou.

Em resposta ao tema, Malala lembrou da história da própria mãe, que parou de estudar aos seis anos. “Como filha, estou lendo para a minha mãe, é uma experiência maravilhosa”, disse. Segundo a paquistanesa, a sua mãe está estudando novamente, e este é seu grande estímulo para continuar na buscar pela educação das mulheres.

(Fonte: Agência Brasil)

Os brasileiros residentes no exterior que não concluíram os estudos na idade apropriada e quiserem fazer o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) têm até as 23h59 de hoje (9) para fazer a inscrição. A participação é gratuita e as inscrições são feitas pela “internet”.

As provas serão aplicadas no dia 16 de setembro. A aprovação garante uma certificação de conclusão no ensino fundamental ou médio. Para fazer as provas do ensino fundamental, é preciso ter a idade mínima de 15 anos e, para o médio, de 18 anos.

A versão deste ano será realizada em 12 países: Bélgica (Bruxelas); Espanha (Barcelona e Madri); Estados Unidos (Boston, Nova Iorque e Miami); França (Paris); Guiana Francesa (Caiena); Holanda (Roterdã); Itália (Roma); Japão (Nagóia, Hamamatsu e Tóquio); Portugal (Lisboa); Reino Unido (Londres); Suíça (Genebra); e Suriname (Paramaribo).

O exame também será aplicado a pessoas privadas de liberdade no exterior em Tóquio, Caiena e Istambul de 17 a 28 de setembro.

Inscrição

No momento da inscrição, é necessário informar o número de CPF que será utilizado para emissão do certificado e da declaração parcial de proficiência, além do número do passaporte. No caso das inscrições dos brasileiros submetidos a penas privativas de liberdade, as inscrições serão feitas pelos responsáveis nos Consulados Gerais nas cidades onde haverá aplicação das provas.

Provas

Com relação ao ensino fundamental, cada prova tem 30 questões de múltipla escolha nas áreas ciências naturais, matemática, língua portuguesa, língua estrangeira moderna, artes, educação física, redação, história e geografia. No ensino médio, as áreas são: ciências da natureza e suas tecnologias, matemática e suas tecnologias, linguagens e códigos e suas tecnologias, redação, ciências humanas e suas tecnologias.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) oferece material de estudo gratuito, como apostilas para participantes e professores de Educação de Jovens e Adultos (EJA), além das provas do ano passado.

(Fonte: Agência Brasil)

Depois do Percurso Educativo de Matemática, a TV Escola, emissora vinculada ao Ministério da Educação, lança, nesta quinta-feira (5), o segundo módulo de aprofundamento de estudos para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), desta vez em língua portuguesa. Plataforma digital desenvolvida para os estudantes que se preparam para o Enem, o Percurso Educativo apresenta todas as questões do exame desde 2012, divididas por conteúdo pedagógico, pelo grau de dificuldade e pela incidência percentual dos temas em todos os exames.

Elaborados por meio de projeto da TV Escola que complementa o programa “Hora do Enem”, os percursos – em matemática, língua portuguesa e, em breve, nas demais disciplinas – não apenas apresentam o caminho para resolução de exercícios, mas servem de apoio a qualquer pessoa interessada em estudar. Além das questões do Enem, a plataforma oferece “links” para videoaulas, material pedagógico e múltiplos conteúdos de aprofundamento dos estudos.

O percurso de língua portuguesa foi desenvolvido com a curadoria do professor Luiz Guilherme Barbosa, consistindo em um roteiro de estudos dividido em três caminhos – texto, gramática e literatura. As seções foram organizadas com base na Matriz de Referência do Enem, em consonância com a prática curricular da escola brasileira.

O grau de dificuldade de cada questão foi medido especialmente para a elaboração desse percurso educativo. Questões de compreensão textual ou que requerem a aplicação de um conceito ao texto são consideradas fáceis, enquanto as que demandam maior concentração na leitura, mobilizando mais de um texto ou conceito, são consideradas médias. Já as questões que exigem habilidade de leitura ou conhecimento prévio complexos, em geral sob perspectiva interdisciplinar, foram classificadas como difíceis.

Transformação

Para o professor Barbosa, o aprendizado da língua portuguesa e o estímulo à leitura também fundamentam o compromisso da escola em formar pessoas engajadas na transformação do mundo. “Um cidadão letrado deve ser alguém competente para ler, escrever, falar e escutar em diversas situações de comunicação, da mais formal à mais informal”, explica. “Ele conhece os gêneros textuais e também as regras da gramática normativa, mas principalmente é autor de um discurso que procura fazer justiça ao seu desejo e ao desejo do outro, no contexto de uma sociedade democrática”.

O investimento em leitura é notório na prova do Enem, que praticamente seleciona um novo texto para cada questão da área de linguagens, códigos e suas tecnologias. Textos literários estão muito presentes nas questões, inclusive naquelas que não tratam de conhecimentos de história ou composição relacionada à literatura. Imagens publicitárias, infográficos e tirinhas também testam frequentemente a leitura de elementos não verbais.

Além disso, diversas questões preveem a análise comparada de textos, o que exige do estudante o desenvolvimento de modos de construção argumentativa do material. Assim, além de conhecer algumas regras de funcionamento da gramática do português, é preciso chegar ao Enem sabendo reconhecer estratégias argumentativas, dominando a teoria das funções da linguagem ou compreendendo a formação histórica do português brasileiro.

Questões

As questões referentes ao texto incluem o estudo de gêneros textuais, linguagem não verbal, estratégias argumentativas, funções da linguagem, coesão textual e relações de intertextualidade. As de gramática se debruçam sobre três áreas: norma-padrão, variação linguística e patrimônio linguístico. Por fim, as questões referentes à literatura estão concentradas em duas perspectivas: a história da literatura no Brasil e a organização do texto em função dos gêneros literários.

A história da literatura está organizada de modo a refletir de maneira equilibrada à quantidade de questões referentes a cada momento literário. A literatura do período colonial e a literatura do século XIX, com baixa incidência de questões no Enem, reúnem as categorias históricas dos estilos Barroco, Arcadismo, Romantismo, Realismo, Naturalismo, Parnasianismo e Simbolismo. A maior parte da prova é centrada nas literaturas dos séculos XX e XXI, que reúnem Pré-Modernismo, Modernismo e literatura contemporânea. Outras questões que não preveem o conhecimento da história literária são organizadas em função do gênero ao qual pertencem os textos objetos propostos: teatro, poesia e narrativa.

Assim como no percurso de matemática, a plataforma de estudos de língua portuguesa pretende tornar mais clara a organização das provas do Enem para que o candidato produza um caminho de estudo condizente com os saberes que são requeridos na resolução das questões. “No fundo, o que está em questão é um outro modo de estudar língua portuguesa, que responda com maior rigor às propostas elaboradas pelos parâmetros e orientações curriculares vigentes, em busca da autonomia do estudante na produção dos saberes”, resume o professor Luiz Guilherme Barbosa.

Clique aqui para conhecer mais sobre os Percursos Educativos.

(Fonte: MEC)

Brasileiros que vivem em outros países e não puderam concluir seus estudos na idade padrão têm uma nova oportunidade este ano para tentar regularizar a situação educacional e buscar melhores posições no mercado de trabalho. Uma nova edição do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos Residentes no Exterior (Encceja Exterior) está com as inscrições (gratuitas) abertas desde o último dia 25. O prazo para se inscrever na prova termina no próximo dia 9.

O exame foi criado em 2001, como uma oportunidade para as pessoas que vivem no Brasil e em outros países tentarem colocar os estudos em dia. A aprovação nas provas - previstas para o dia 16 de setembro - garante uma certificação de conclusão de ensino. Cada prova tem 30 questões de múltipla escolha de áreas como Ciências Naturais, Matemática, Língua Portuguesa, História e Geografia, no caso do ensino fundamental. O exame para o ensino médio terá questões nas áreas de Ciências da Natureza e suas Tecnologias, Matemática, Linguagens e Códigos, Redação e Ciências Humanas.

No ano passado, mais de 1,4 mil brasileiros se inscreveram em dez países, incluindo os 25 brasileiros que fizeram o exame dentro de dez penitenciárias e centros de imigração de Tóquio. A versão deste ano será realizada em 12 países, com a inclusão na lista de localidades das cidades de Roma, capital italiana, e Roterdã, na Holanda.

Coordenado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), do Ministério da Educação, o Encejja Exterior é realizado com o apoio de representações diplomáticas do Brasil no mundo. No “site” do Inep há material para estudo como apostilas gratuitas. Os consulados também oferecem cursos preparatórios.

(Fonte: Agência Brasil)

A lista dos candidatos pré-selecionados na primeira chamada do Programa Universidade para Todos (Prouni) do segundo semestre de 2018 foi divulgada, hoje (2), pelo Ministério da Educação e já está disponível na página do programa. O prazo para os estudantes comparecerem às instituições de ensino e comprovarem as informações prestadas no momento da inscrição começa hoje e vai até o dia 10 de julho.

A pré-seleção assegura ao candidato apenas a expectativa de direito à bolsa. Aquele que estiver na lista deverá comparecer à instituição de ensino para a qual foi selecionado e apresentar os documentos que comprovem as informações prestadas na ficha de inscrição. A lista com a documentação necessária pode ser consultada na página do Prouni.

O candidato deve verificar, na instituição, os horários e o local de comparecimento para a aferição das informações. A perda do prazo ou a não comprovação das informações implicará, automaticamente, a reprovação do candidato.

O resultado da segunda chamada será divulgado no dia 16 de julho.

Prouni

O Prouni oferece bolsas de estudo em instituições privadas de ensino superior. Ao todo, neste processo seletivo, serão ofertadas 174.289 vagas, sendo 68.884 bolsas integrais e 105.405 parciais, em 1.460 instituições.

(Fonte: Agência Brasil)

O Ministério da Educação (MEC) divulga, nesta segunda-feira (2), o resultado do Programa Universidade para Todos (Prouni). A lista dos candidatos pré-selecionados na primeira chamada estará disponível na página do programa.

De acordo com o MEC, a pré-seleção assegura ao candidato apenas a expectativa de direito à bolsa. Aquele que estiver na lista deverá comparecer à instituição de ensino para a qual foi selecionado e apresentar os documentos que comprovem as informações prestadas na ficha de inscrição.

O candidato deve verificar, na instituição, os horários e o local de comparecimento para a aferição das informações. A perda do prazo ou a não comprovação das informações implicará, automaticamente, a reprovação do candidato.

O prazo para que isso seja feito começa hoje e vai até o dia 10 de julho. A lista com a documentação necessária pode ser consultada na página do Prouni.

O resultado da segunda chamada será divulgado no dia 16 de julho. Nos dias 30 e 31, aqueles que não foram selecionados poderão ainda participar da lista de espera, cujo resultado será divulgado no dia 2 de agosto.

Prouni

O Prouni oferece bolsas de estudo em instituições privadas de ensino superior. Ao todo, neste processo seletivo, serão ofertadas 174.289 vagas, sendo 68.884 bolsas integrais e 105.405 parciais, em 1.460 instituições. As bolsas são para o segundo semestre.

O programa deste semestre é voltado àqueles que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2017, alcançaram, no mínimo, 450 pontos e tiraram nota superior a zero na redação.

Além disso, só podem participar alunos brasileiros sem curso superior e que tenham feito o ensino médio completo na rede pública ou como bolsista integral na rede privada. Alunos que fizeram parte do ensino médio na rede pública e a outra parte na rede privada, na condição de bolsista, ou que sejam deficientes físicos ou professores da rede pública também podem solicitar uma bolsa.

As bolsas integrais são voltadas àqueles com renda familiar “per capita” de até um salário mínimo e meio. As bolsas parciais de 50% são destinadas aos alunos que têm renda familiar “per capita” de até três salários mínimos. Quem conseguir uma bolsa parcial e não tiver condições financeiras de arcar com a outra metade do valor da mensalidade, pode utilizar o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Aplicativo

Os candidatos podem baixar o aplicativo do Prouni, disponível na Google Play e App Store, para acompanhar o calendário do processo seletivo.

(Fonte: Agência Brasil)

A cidade de Cajari, na Baixada Maranhense, agora possui um novo hospital municipal. Na tarde desse sábado (30), o governo do Estado entregou o hospital, devidamente aparelhado, à população em uma grande festa que reuniu lideranças políticas da região e de todo o Estado. O deputado federal Juscelino Filho (DEM) marcou presença na solenidade, que contou, ainda, com a participação do governador Flávio Dino, da prefeita Camyla Jansen, do deputado federal Weverton Rocha e do secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula, além de outras autoridades.

Com grande atuação no município de Cajari, onde já destinou emendas em diversas áreas, Juscelino Filho disse estar feliz com a entrega do novo hospital da cidade por parte do governo do Estado e afirmou que a obra irá atender às necessidades dos cajarienses.

Em seu discurso, Juscelino elogiou o empenho do governador Flávio Dino em realizar o desejo da população de Cajari, que esperava ansiosa em receber um novo hospital. O parlamentar ainda destacou a gestão da prefeita Camyla Jansen, que tem trabalhado intensamente por investimentos para a cidade.

“O trabalho que o governador Flávio Dino vem fazendo a frente do governo do Estado, em todas as áreas, é impressionante. O novo Hospital Municipal de Cajari vai atender toda a população e tenho certeza de que esta é uma das obras mais importantes do município. É preciso parabenizar a prefeita Camyla, que tem feito uma gestão transparente em Cajari. E o povo de Cajari pode contar sempre com o deputado Juscelino Filho”, disse o parlamentar.

Além de entregar, oficialmente, o novo Hospital Municipal de Cajari, o governo do Estado iniciou o programa Mais Asfalto no município com a pavimentação do Povoado Tamancão.

“Cajari é um município que integra o plano Mais IDH e, por isso, tem recebido, permanentemente, ações do governo do Estado a exemplo da entrega de equipamentos, de máquinas, apoio à agricultura com assistência técnica, mas precisamos intensificar, ainda mais, essas ações. Concluímos o hospital e estamos entregando. O programa Mais Asfalto está na cidade e, com isso, passo a passo vamos melhorando as condições de vida do povo”, comentou o governador Flávio Dino.

(Fonte: Assessoria de comunicação)