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O meio ambiente é tema de uma exposição que teve início na tarde de hoje (31), no Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia (MuBE), em São Paulo. Chamada de “Ambiental: arte e movimentos”, a mostra apresenta desenhos, pinturas, fotografias, instalações e vídeos que tratam sobre ecologia.

A mostra tem curadoria de Cauê Alves, curador-chefe do MuBE, e Marcia Hirota, diretora-executiva da Fundação SOS Mata Atlântica. Ela foi feita com participação de diversas ONGs, tais como a a Fundação SOS Mata Atlântica, Fundação Tamar, Greenpeace, Instituto Socioambiental (ISA), WWF-Brasil e Save Brasil, que vão também expor seus trabalhos na tradicional feira do MuBE, que ocorre todos os domingos. A exposição reúne trabalhos de 22 artistas.

‘‘A exposição é uma parceria entre o MuBE e a SOS Mata Atlântica e reúne vários movimentos ambientais e ONGs com lutas históricas por causas ambientais, com trabalhos de artistas que também dialogam direta ou indiretamente com questões ambientais“, disse, hoje, Cauê Alves, em entrevista à Agência Brasil.

“Na área externa, temos o encontro de ONGs, com barracas onde eles mostram suas ações e vendem seus produtos. Na área externa, há infláveis que trazem campanhas históricas dos movimentos [como a campanha pela limpeza do Rio Tietê e as réplicas de tartarugas do Projeto Tamar]. E, ao mesmo tempo, [no interior do museu] temos vídeos institucionais que trazem vídeos das queimadas recentes na Amazônia e trabalhos de artistas históricos e contemporâneos“, falou Alves.

“A ideia da exposição é abarcar tanto fotografia, pintura, escultura, arte ambiental e toda manifestação artística que inclua o espectador nessa discussão entre arte e meio ambiente“, disse ele, acrescentando que, além dos trabalhos expostos, o museu também vai sediar palestras e seminários sobre questões ambientais.

O objetivo da exposição, que foi concebida há mais de um ano, é reafirmar a vocação do museu na defesa do meio ambiente. “O MuBE abriu as portas resgatando a agenda ambiental. A SOS Mata Atlântica foi convidada para promover essa exposição e essa mostra em conjunto. Convidamos as ONGs parceiras. Os artistas têm todo um trabalho relacionado ao trabalho ambiental, à questão ecológica, seja de lixo, seja uma agenda marinha, seja as árvores representadas nas esculturas“, disse Marcia Hirota.

“Estamos fazendo uma relação da arte e da cultura com o meio ambiente. Para nós, quanto mais ações integradas, quanto mais conexão a gente fizer com arte, educação e ciência, melhor“, disse ela. “É uma forma de sensibilizar as pessoas para a causa ambiental“, acrescentou.

Museu

O museu nasceu em 1986, após a concessão de terreno na Avenida Europa para a Prefeitura de São Paulo. “O MuBE nasceu de uma mobilização da sociedade civil em prol de áreas verdes na cidade. Aqui, era um bosque de uma residência. E todas as árvores foram derrubadas e anunciaram aqui a construção de um ‘shopping center’. De algum modo, a sociedade se reuniu para impedir esse ‘shopping center’ e conseguiram com que a prefeitura desapropriasse o terreno para construir um centro de escultura e ecologia“, falou o curador do museu.

A exposição é gratuita e fica em cartaz até o dia 3 de novembro.

(Fonte: Agência Brasil)

A 19ª Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, aberta ontem (30), no Riocentro, na Barra da Tijuca, zona oeste do município, oferece, pela primeira vez, visitas guiadas no Pavilhão Infantil para pessoas com deficiência visual.

Dois guias acompanham crianças e adultos no passeio pelo espaço, que retrata uma floresta e que conhecerão por meio de audiodescrição e experiência sensorial. Na toca de leitura, a Bienal vai disponibilizar, para esses visitantes, livros em ‘braille’ (sistema de escrita tátil utilizado por pessoas cegas ou com baixa visão).

As visitas prosseguirão em 1º, 4, 5, 6, 7 e 8 de setembro, às 9h, durante a semana, e às 10h, nos fins de semana. Os grupos são limitados a 20 pessoas. A inscrição pode ser realizada no “site” da Bienal (www.bienaldolivro.com.br). O ponto de encontro será no balcão de informações do Pavilhão das Artes, na entrada do festival literário.

Os dias 2 e 3 de setembro estão reservados para 40 crianças com deficiência visual, alunas do Instituto Benjamin Constant, que receberam convites para visitar a Bienal.

Considerada a Bienal mais acessível da história, a feira do livro do Rio tem nesta edição, também pela primeira vez, todas as sessões da programação oficial com tradução em libras, para atender às necessidades de comunicação de deficientes auditivos.

(Fonte: Agência Brasil)

A reconstrução do Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista, zona norte da cidade, entrou hoje (31), em uma nova fase. A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) assinou na Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco), no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e na Fundação Vale, um protocolo de intenções para estabelecer um novo modelo de governança para o projeto Museu Nacional Vive, de reconstrução do espaço cultural, que, antes do incêndio no dia 2 de setembro de 2018, era um dos maiores museus de história natural e antropologia das Américas.

O diretor do Museu Nacional, Alexander Kellner, disse que o novo modelo vai permitir um ambiente adequado de conformidade para atração de investimentos privados. “Certamente, quando você traz transparência, consegue melhorar este processo. Nós teremos também mais agilidade. A sociedade quer o seu Museu Nacional de volta, as crianças querem o museu de volta. Cabe a nós fazer isso acontecer”, contou.

O coordenador-geral de Planejamento e Orçamento das Instituições Federais de Ensino do Ministério da Educação, Weber Gomes de Sousa, disse que, para o MEC, a reconstrução do museu é uma ação prioritária do Estado brasileiro. “Esta instituição que está representada nesse palácio ao nosso lado conta a história da nossa humanidade. A reação da comunidade interna, após a trágica ocorrência, mostra a importância que o museu tem para o mundo, não só para o Brasil. O MEC enxerga como prioridade e tem atuado de forma altiva apoiando o museu”, informou, acrescentando que o MEC já repassou do seu próprio orçamento mais de R$ 16 milhões para o início da recuperação do museu, como estabilização do prédio e a construção da cobertura.

Assinatura

A assinatura ocorreu em uma cerimônia dentro do que sobrou do Palácio São Cristóvão, sede do Museu Nacional, onde já foram realizadas obras de escoramento do prédio e de cobertura para garantir a qualidade do acervo que ficou em meio aos escombros. A reitora da UFRJ, Denise Pires de Carvalho, disse que a expectativa é que, entre o fim desse ano e o início do próximo, comecem as obras da fachada do prédio e do telhado. Para 2022, ano do bicentenário da Independência, ela planeja a inauguração de, pelo menos, uma ala do novo museu.

Recursos

Conforme o protocolo, a Fundação Vale vai liberar R$ 50 milhões para emprego no novo modelo de governança para a reconstrução do museu. “O modelo de governança, sustentabilidade, velocidade para uma obra que é muito importante. Senhores, nós não podemos perder tempo. A sociedade nos cobra, hoje, transparência, velocidade e entrega”, observou o diretor-executivo de Relações Institucionais da Vale e presidente do Conselho de Curadores da Fundação Vale, Luiz Eduardo Osório.

O museu conta ainda com R$ 21 milhões referentes a um projeto com o BNDES, para a reforma do espaço cultural. Negociado antes do incêndio, ele teve o escopo alterado para permitir que os recursos sejam aplicados na reconstrução. O superintendente de Gestão Pública e Socioambiental do BNDES, Júlio Costa Leite, que representou o banco na cerimônia, disse que o valor de R$ 21 milhões foi mantido. “Não adianta a gente só reformar e construir, mas tem que pensar na sustentabilidade dos museus, como dialogam com a sociedade, e o banco está desenvolvendo muitas coisas em relação a isso”, revelou.

Os recursos do BNDES, de acordo com a reitora da UFRJ, foram liberados para a Associação dos Museus. “Assim que o projeto executivo da fachada ficar pronto, vamos licitar as obras usando uma parte dos recursos de emendas de bancada e uma parte do BNDES”, disse.

Bancada

Parlamentares da bancada federal do Rio de Janeiro estiveram presentes à cerimônia. Dois dias após o incêndio do museu, em 2 de setembro de 2018, os deputados se comprometeram em destinar emendas impositivas no valor de R$ 55 milhões, referentes ao Estado do ano passado com liberação prevista em 2019.

O coordenador da bancada fluminense em Brasília, deputado Hugo Leal (PSD/RJ), que falou em nome dos seus colegas, disse que a decisão foi tomada, apesar das outras responsabilidades que a bancada tinha para a aplicação dos recursos, como a área de saúde. Mas, diante da falta de recursos para cumprir o orçamento da União, houve um contingenciamento linear de 21,65% no valor das emendas. Hugo Leal garantiu que, ainda assim, a bancada permanece com o compromisso de apoiar a recuperação do museu. “Cada um de nós é responsável por essa reconstrução também. A bancada do Rio de Janeiro não vai ceder em hipótese nenhuma e nem abrir mão de um espaço que seja para poder recompor a história do Brasil e parte da história da humanidade”, disse.

A coordenadora de Cultura da Unesco, Isabel de Paula, destacou a importância do novo modelo de governança do nuseu, que, segundo ela, é um patrimônio histórico e científico comprovado pela comunidade internacional. “Mais do que olhar para trás, agora é hora de olhar com muito entusiasmo para frente, porque temos aqui uma grande união de esforços”, pontuou.

O documentário “Resgates”, produzido pela Coordenadoria de Comunicação Social da UFRJ, e exibido, em primeira mão na cerimônia, emocinou os presentes. O trabalho mostra depoimentos de técnicos que atuaram nas obras emergenciais do Museu Nacional. O documentário está disponível a partir do dia 19 de setembro, no “link” youtube.com/webtvufrj.

Do lado de fora do museu, no pátio em frente, os visitantes da Quinta da Boa Vista podem, neste fim de semana, aproveitar o Festival Museu Nacional Vive. O público vai poder se divertir com oficinas, mostras e exposições abertas com entrada franca.

(Fonte: Agência Brasil)

A primeira edição da Copa Arari de Futebol e Futsal, competição patrocinada pelo governo do Estado e pelo El Camiño Supermercados por meio da Lei de Incentivo ao Esporte, terá duas partidas, neste fim de semana, pela categoria Futebol Adulto Masculino. Os duelos ocorrerão tanto no sábado (31) quanto no domingo (1º), a partir das 15h45, no Estádio Municipal Santo Figueredo, e podem definir os primeiros classificados para as quartas de final do torneio antecipadamente.

Neste sábado, a bola rola para o duelo entre Operário e Mearim, partida válida pelo Grupo B. Enquanto o Operário entra em campo para manter os 100% e, praticamente, garantir um lugar nos mata-matas, o Mearim precisa da vitória para se recuperar da derrota sofrida na estreia por 2 a 1 para o EC Arari e continuar com chances de classificação.

Já no domingo, tem Nacional contra o Florence pelo Grupo A. Nessa chave, o Florence lidera com 3 pontos e, caso vença mais um jogo, chega aos 6 pontos e se classifica para as quartas de final. No entanto, o Nacional não vai ser um adversário fácil de ser batido. Vindo de um empate por 1 a 1 diante do Real Brasil, vencer o jogo deste domingo é vital para as pretensões da equipe.

Todos os detalhes sobre a primeira edição da Copa Arari de Futebol e Futsal estão disponíveis nas redes sociais oficiais do evento (@copaararima).

Copa Arari 2019

A primeira edição da Copa Arari de Futebol e Futsal é um torneio que reúne quase 600 atletas que estarão distribuídos em quatro categorias: Futebol Adulto Masculino, Futebol Sub-17 Masculino, Futsal Master e Futsal Feminino. Das quatro categorias envolvidas na copa, apenas as disputas do Futebol Adulto Masculino já tiveram início.

Nessa categoria, doze equipes estão participando. Os times foram divididos em três chaves: Nacional, Real Brasil, Florence e Portuguesa formam o Grupo A; Operário, Malvinas, Mearim e E.C. Arari estão no Grupo B; enquanto que Xeleleu, Morada Nova, Borussia e JM compõem o C.

Na primeira fase, eles jogam entre si dentro de seus grupos. Oito equipes se classificarão para a fase de quartas de final. Nesta edição, o campeonato é válido pelo Campeonato Arariense de Futebol.

(Fonte: Assessoria de comunicação)

A primeira edição dos Jogos de Verão Ludovicenses vai voltar a movimentar o Círculo Militar neste fim de semana. No sábado (31/8) e no domingo (1º/9), o evento traz à capital maranhense muito lazer, esporte e música de forma completamente gratuita. Produzido pela OCTOP Entretenimento, os Jogos de Verão Ludovicenses têm os patrocínios da Glacial e do governo do Estado por meio da Lei de Incentivo ao Esporte, e as atividades são destinadas a todo tipo de público: de crianças a pessoas da melhor idade, sempre a partir das 9h.

Neste último fim de semana dos Jogos de Verão, destaque para as disputas esportivas. No sábado, terão início as competições de futevôlei e de futmesa. Haverá, ainda, a continuação dos torneios de futebol de travinha, basquete 3x3 e futebol society, que começaram na semana passada.

O sábado também vai ser dia de aulões de ritbox e fitdance. Essas atividades terão início a partir das 15h e são gratuitas. Basta ir ao Círculo Militar e participar dos aulões.

No domingo, ocorrerão as finais de todas as modalidades e, posteriormente, haverá a solenidade de premiação de todos os campeões desta edição dos Jogos de Verão Ludovicenses. A entrega das medalhas está marcada para começar às 16h30. A programação completa está disponível nas redes sociais do evento (@jogosdeveraoslz).

“É um momento de convivência, de lazer, de práticas esportivas, de práticas saudáveis. Precisamos proporcionar momentos como esse para que a sociedade tenha opções de lazer e, dessa maneira, possa se ocupar com momentos prazerosos. O lazer é também importante para que a gente tenha uma sociedade mais igualitária, equilibrada, com menos violência. Tudo isso é necessário para a formação das nossas famílias e da nossa sociedade”, afirmou o secretário de Esporte e Lazer, Rogério Cafeteira.

Programação esportiva // Sábado (31/8)
Futevôlei (categoria aberta)
Futmesa
Futebol de travinha
Futebol Society
Basquete 3x3
Ritbox
Fitdance

Programação esportiva // Domingo (1º/9)
Futvôlei (categoria intermediário)
Futmesa
Futebol de travinha
Futebol Society
Basquete 3x3
Premiações

(Fonte: Assessoria de comunicação)

Samba da melhor qualidade para comemorar os 407 anos de São Luís. É dessa forma que, em setembro, a capital maranhense se transformará na “capital do samba”, graças à realização do Projeto Samba Que Roda, uma grande festa aberta ao público que entrará para a história da cidade. Com os patrocínios da Glacial e do governo do Estado por meio da Lei de Incentivo à Cultura, o Samba Que Roda é uma realização do Grupo Oito e da OCTOP Entretenimento. Em 2019, o evento ocorrerá no dia 7 de setembro, a partir das 19h, no Ceprama, sob o comando de três grandes sambistas locais: Serrinha do Maranhão, Nivaldo Santos e Boscotô.

A maior roda de samba que o Maranhão já viu vai ter entrada gratuita. Para quem curte uma boa música, é o evento perfeito. No repertório dos sambistas, estão composições de artistas da terra e também de grandes nomes do cenário nacional.

Tradicionais nomes do samba no Estado, Serrinha do Maranhão, Nivaldo Santos e Boscotô prometem mais de seis horas seguidas de “shows”. Para isso, os artistas levarão ao palco do Ceprama alguns convidados para abrilhantar ainda mais a festa. Inácio Pinheiro, Marlon Chico, Macaé, Adão Camilo e Dadá Maravilha já estão confirmados no Samba Que Roda.

“Vai ser uma autêntica roda de samba com parte dos representantes desse gênero que, há, pelo menos, mais de 30 anos, já fazem o samba acontecer em São Luís e no Maranhão. Vamos curtir uma roda de samba como nunca se fez na capital e em um local escolhido de forma especial. Vai comparecer um público que gosta do bom samba, daqueles sambas que são imortais e que ficaram marcados ao longo dos tempos. Vamos fazer um passeio por todas essas músicas. Vamos proporcionar um ambiente muito bem organizado, com cerveja gelada, com espaço para se divertir, dançar, sambar. Expectativa é muito positiva para uma noite que será memorável”, afirmou Boscotô, um dos nomes que comandará a noite.

Idealizadora do Samba Que Roda, a produtora-executiva do projeto, Cássia Melo, explica que a intenção é levar o samba de raiz para outras localidades de São Luís e, posteriormente, para outras cidades. Para ela, é importante oferecer a toda a população a oportunidade de conhecer e aproveitar o que há de melhor na música maranhense.

“O projeto nasceu de uma ideia de fazer uma itinerância do samba de raiz do Maranhão para outros municípios, outros bairros. Por isso que o nome é Samba Que Roda. Ele abre este ano no Ceprama, no aniversário de São Luís, e a ideia é dar a sequência dessa festa em outros bairros com entrada framca e acesso a um lazer genuinamente maranhense para toda a população, ocupando os espaços públicos”, revelou.

Perfis

Serrinha do Maranhão não é apenas uma voz que canta samba. É o próprio samba se expressando em “sua mais perfeita” tradição. Não é apenas mais um cantor de samba, mas a “cara e a alma” desse gênero musical tipicamente brasileiro. Em seu currículo, já tocou com nomes como Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz, Beth Carvalho, Jorge Aragão, dentre outros bambas do samba. Atualmente, seu trabalho de maior destaque está no projeto Samba de Iaiá, onde divide o palco com Chico Chinês.

Nivaldo Santos já tocou em parceria com César Teixeira, Nanina da Vila, Mestre Joca, dentre outros. Em 2014, venceu o Festival de Música Carnavalesca na categoria Melhor Música e Intérprete. Entre os anos de 2014 e 2016, foi homenageado com o prêmio Melhores do Samba.

Boscotô é músico percussionista, Intérprete, compositor e produtor cultural atuante do tradicional reduto cultural de São Luís, o Bairro da Madre Deus. É membro-fundador de diversos grupos, como o Regional Trezentos e Dez, do bloco carnavalesco Máquina de Descascar’alho, da Companhia Barrica de Teatro de Rua, do Conjunto Madrilenus, dentre outros. Como músico, já participou de “shows” com artistas locais e nacionais, como Naninha da Vila Maria, Alcione, Martinho da Vila, Arlindo Cruz, Paulinho da Viola, entre muitos outros.

SERVIÇO
O quê: Projeto Samba Que Roda
Quando: 7 de setembro, às 19h
Onde: Ceprama
ENTRADA GRATUITA

Patrocínios: Glacial e governo do Estado
Realização: Grupo Oito e OCTOP Entretenimento

(Fonte: Assessoria de comunicação)

O Campeonato Maranhense Sub-13 de Futebol 7, competição promovida pela Federação Maranhense de Futebol 7 (FMF7), chega ao seu fim de semana decisivo. No domingo (1º/9), o campeão desta edição do torneio será conhecido. A final está marcada para as 16h, no campo da A&D Eventos, no Turu.

Mas, antes de a bola rolar para a decisão do Estadual deste ano, será preciso definir primeiro os finalistas. No sábado (31/8) pela manhã, ocorrem as disputas das oitavas de final. Os jogos ocorrerão em dois locais: A&D Eventos e no Club da Bola, ambos no Turu, a partir das 7h45.

No A&D Eventos, terá Grêmio Maranhense x Palmeirinha, Chute Certo x Meninos de Ouro/Santa Rita, RAF 07 x Santos/Balsas e Titans/Itapecuru x Grêmio Maranhense C. Já no Club da Bola, mais quatro partidas movimentarão as oitavas de final: Grupama A x Elmo, Cruzeiro/Araçagy x Cruzeiro/APCEF, Ponte Preta x Amafut A e CT Sports/Alemanha x Cruzeiro/Chapadinha.

Os vencedores dessa fase de mata-matas avançam às quartas de final, que ocorrerá no sábado à tarde. No domingo pela manhã, estão previstos os jogos semifinais e, a grande final, ocorrerá às 16h.

No “site” (www.fut7ma.com.br) e nas redes sociais oficiais da federação (@fmf7ma) estão disponíveis todas as informações da competição estadual. O Campeonato Maranhense de Futebol 7 é uma realização da Federação Maranhense de Futebol 7 (FMF7) e conta com os apoios da A&D Eventos e AP Assessoria de Imprensa.

(Fonte: Assessoria de comunicação)

Neste sábado (31), a garotada do Projeto Educação e Esporte – Escolinha de Futebol participa de mais um torneio esportivo. O evento marcará o encerramento desta etapa do projeto que, com os patrocínios do governo do Estado, do El Camiño Supermercados e das Drogarias Globo, tem sido uma oportunidade de aliar a prática esportiva para meninos de 8 a 12 anos ao aprendizado pedagógico no Bairro da Vila Conceição, em São Luís. A competição será realizada na Associação dos Médicos, no Altos do Calhau, a partir das 8h.

A disputa do Campeonato de Futebol Educação e Esporte contará com a participação de todos os 40 garotos que integram o projeto e de outras escolinhas convidadas. Os atletas participantes do Campeonato de Futebol Educação e Esporte serão premiados com medalhas, e as equipes campeãs receberão troféus.

“Problemas sociais, não só os de origem financeira, podem ser menores para aqueles que praticam uma atividade física regularmente. Levando em conta esse aspecto, o esporte é um grande aliado para a formação de cidadãos capazes de interagir com a sociedade. Acreditamos que este torneio chega em uma boa hora para essa garotada, que tem se dedicado nos treinos e na escola”, explicou o coordenador do projeto, Kléber Muniz.

Haverá, ainda, premiações individuais de Melhor Jogador, Melhor Goleiro e Artilheiro. Durante a disputa do campeonato será oferecido aos presentes um “coffee break”.

Projeto Educação e Esporte

Atualmente, o Projeto Educação e Esporte – Escolinha de Futebol atende cerca de 40 crianças entre 8 e 12 anos que moram na Vila Conceição e Adjacências. Semanalmente, os treinos ocorrem na Associação dos Médicos e, paralelamente ao trabalho em campo, a garotada recebe acompanhamento educacional.

As aulas ministradas às crianças servem como uma espécie de reforço escolar, o que ajuda os meninos a conseguirem melhorar o rendimento na escola. Este é o grande diferencial do projeto, que consegue oportunizar benefícios para a formação de cidadãos melhores por meio da união do esporte com a educação.

As atividades são realizadas sempre duas vezes por semana: às segundas e quartas-feiras no turno vespertino. Nos dias dos treinos, sempre há o acompanhamento de uma pedagoga e um lanche para as crianças.

(Fonte: Assessoria de comunicação)

Termina, nesta sexta-feira (30), o prazo para recursos de quem participou do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja). A prova foi aplicada no último domingo (25), com 1,1 milhão de participantes dentro de um universo de 3 milhões de inscritos.

Os recursos são um instrumento para quem fez o teste poder questionar determinado item ou requerer a revisão do desempenho em alguma parte das perguntas, caso se sinta prejudicado de alguma maneira pelo conteúdo das tarefas. Quem desejar fazer a contestação deve apresentá-la por meio do “site” do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep).

Os mais de 1,1 milhão de participantes representaram um aumento de 45% em relação à última edição do Encceja, um recorde histórico segundo o ministro da Educação, Abraham Weintraub. No total, inscreveram-se pessoas de 613 municípios de todas as regiões do país.

Os gabaritos devem ser divulgados no dia 6 de setembro. Já os resultados estão previstos para dezembro, em dia ainda não divulgado pelo Ministério da Educação.

O Encceja é voltado para pessoas que não terminaram os estudos na idade adequada e desejam obter a certificação de conclusão do ensino fundamental ou médio. Para o certificado de ensino fundamental, a idade mínima é de 15 anos. Já para o de ensino médio, o exigido é, pelo menos. 18 anos.

Encceja Exterior

Já quem vai fazer o Encceja Exterior, para brasileiros residentes em outros países, já pode conferir os locais de prova. Eles podem ser conhecidos por meio do cartão de confirmação de inscrição, que pode ser acessado pela página do candidato.

O exame será aplicado em 18 cidades em 12 países: Bruxelas (Bélgica); Barcelona e Madri (Espanha); Boston, Houston, Nova Iorque e Miami (Estados Unidos); Paris (França); Caiena (Guiana Francesa); Amsterdã (Holanda); Roma (Itália); Nagoia, Hamamatsu e Tóquio (Japão); Lisboa (Portugal); Londres (Reino Unido), Genebra (Suíça) e Paramaribo (Suriname) .

(Fonte: Agência Brasil)

O número de vagas de estágio e aprendizagem cresceu 6,1% nos sete primeiros meses de 2019 em relação a igual período do ano anterior. Os dados, divulgados hoje (29), são do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), entidade filantrópica sem fins lucrativos.

Segundo o levantamento, a região Centro-Oeste foi onde houve maior aumento do número de vagas no período: 7,1%, seguido pela região Nordeste (6,6%), e a região Norte (4,5%). Entre os Estados, São Paulo foi o que abriu mais vagas, com elevação de 5,6%.

A pesquisa apontou, ainda, que, entre as áreas mais buscadas para estágio, continuam sendo as ligadas a graduações tradicionais: direito, pedagogia e administração. Também aparecem, com destaque, ciências contábeis e engenharia civil.

(Fonte: Agência Brasil)