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Rio de Janeiro (RJ), 15/06/2026 – Série série Somnyama Ngonyama.
Foto: Zanele Muholi/série Somnyama Ngonyama

O Museu de Arte do Rio (MAR) traz ao público Beleza valente, primeira mostra individual no Brasil da artista visual sul-africana Zanele Muholi.

Apresentada pelo Instituto Moreira Salles (IMS) em São Paulo, a mostra está agora na capital fluminense, trazendo um panorama da produção de Muholi, com curadoria de Daniele Queiroz, Thyago Nogueira e Ana Paula Vitorio.

O título Beleza valente exalta que a beleza, na obra da artista, representa uma forma de luta e afirmação, em oposição à violência contra pessoas negras LGBTQIA+.

Na exposição, podem ser vistas mais de 100 obras que incluem fotografias e vídeos e traçam um panorama da carreira de Zanele Muholi, de 2002 até agora, documentando a comunidade negra LGBTQIA+ na África do Sul e no mundo.

Rio de Janeiro (RJ), 15/06/2026 – Série série Somnyama Ngonyama.
Foto: Zanele Muholi/série Somnyama Ngonyama

Há, também, obras inéditas feitas no Brasil em 2024, quando Muholi esteve em São Paulo e participou do Festival ZUM, organizado pela revista de fotografia do IMS. Na ocasião, ela conheceu organizações e instituições LGBTQIA+, traçando um paralelo entre a história da luta por direitos no seu país e no Brasil.

Para Muholi, que nasceu em 1972, em Umlazi, Durban, na África do Sul, durante o regime do apartheid no país, "arte e política são inseparáveis".

Uma das séries mais emblemáticas de Muholi é Somnyama Ngonyama que, em português, significa Salve, leoa negra!. Iniciada em 2012, a obra permanece em desenvolvimento constante e presta homenagem à mãe da artista e a seus ancestrais.

Por meio de autorretratos realizados em diferentes cidades ao redor do mundo, a artista se representa utilizando objetos cotidianos, como cobertores e almofadas, que remetem a aspectos sociais e políticos relacionados à história da África do Sul, bem como aos lugares por onde ela passa.

A mostra estará aberta ao público de terça-feira a domingo, das 11h às 18h, sendo que a entrada é gratuita às terças-feiras. Nos demais dias, é cobrado ingresso no valor de R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada). 

(Fonte: Agência Brasil)

professor, sala de aula, ensino médio

O prazo para os candidatos ao Exame Nacional do ensino Médio (Enem) de 2026 pagarem a taxa de inscrição termina nesta quarta-feira (17).

O valor é de R$ 85, e a Guia de Recolhimento da União (GRU Cobrança) para pagamento da taxa de inscrição está disponível na Página do Participante no portal do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). É preciso usar a senha do portal de serviços digitais do governo federal, o Gov.br.

O pagamento pode ser feito em qualquer banco, casa lotérica ou aplicativos bancários, por Pix, cartão de crédito, débito em conta-corrente ou poupança.

Devolução

O Inep avisa que o valor referente à taxa de inscrição não será devolvido, exceto em caso de cancelamento desta edição do Enem, assim como o pagamento em caso de duplicidade.

O edital do exame esclarece que é proibido transferir o valor referente ao pagamento da taxa de inscrição do Enem para outro participante.

A inscrição será confirmada somente após o processamento da taxa pelo Banco do Brasil. 

Isentos

O participante concluinte do ensino médio em escola da rede pública em 2026 é isento da taxa de inscrição e, por isso, não será gerada guia para pagamento.

O mesmo vale para os participantes do programa Pé-de-Meia do Ministério da Educação (MEC) que terminam o ensino médio em 2026.

Também não pagam taxa de inscrição os participantes do Enem 2026 que usarão os resultados das provas para solicitar o certificado de conclusão do ensino médio e que estão inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico).

Enem

O Exame Nacional do Ensino Médio avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica e é considerado a principal forma de entrada na educação superior no Brasil, por meio de programas federais como Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Programa Universidade para Todos (Prouni) e Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

As instituições de ensino públicas e privadas usam os resultados das provas para selecionar os estudantes.

Desde a edição de 2025, o Enem voltou a certificar a conclusão dessa etapa de ensino para os candidatos com 18 anos de idade e que também alcancem a pontuação mínima em cada área do conhecimento nas provas e na redação.

Os resultados individuais do exame também podem ser aproveitados em processos seletivos de instituições portuguesas que tenham convênio com o Inep. Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal.

(Fonte: Agência Brasil)

Rio de Janeiro (RJ), 03/02/2026 – Professora Débora Garofalo ganha prêmio em Dubai.
Foto: Débora Garofalo/Arquivo pessoal

Professora em uma escola pública municipal paulistana, Débora Garofalo começou, em 2015, um projeto de robótica com sucata para alunos do ensino fundamental. O trabalho rendeu diversos prêmios e deixou a profissional entre os dez melhores colocados do Global Teacher Prize, considerado o Nobel da educação, em 2019. Ela foi a primeira brasileira e primeira sul-americana a ser finalista na premiação.

Dez anos depois do início do projeto, Débora foi reconhecida como a professora mais influente do mundo, em nova categoria da premiação. Convidada para a edição 2026, realizada em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, a educadora recebeu o prêmio Global Teacher Influencer of the Year, um reconhecimento por sua trajetória docente que extrapola o cotidiano escolar. Na última quinta-feira (11), a professora voltou a ser homenageada, com o Prêmio Faz Diferença 2025, na categoria Educação, em cerimônia na Casa Firjan, no Rio de Janeiro. 

Além dos resultados como redução da evasão escolar e do trabalho infantil na escola, localizada na periferia da zona sul de São Paulo, o projeto de ensino de robótica com sucata ganhou escala e se tornou política pública estadual, sob orientação de Débora.

Em entrevista à Agência Brasil, Débora Garofalo contou sobre a origem do projeto, os obstáculos e as conquistas decorrentes desse trabalho. Ela compartilhou também sua visão sobre o uso de tecnologia no processo de aprendizagem de crianças e jovens, e como isso não depende necessariamente de telas.

Veja os principais trechos da entrevista.

Agência Brasil: 

Como você começou o projeto de robótica na escola pública em que trabalhava?

Débora Garofalo: 

O projeto de robótica com sucata nasceu no ano de 2015, na EMEF [Escola Municipal de Ensino Fundamental] Almirante Ary Parreiras, que é uma escola concentrada entre quatro grandes favelas da cidade de São Paulo, com alto índice de violência, alto índice de tráfico de drogas. Ali, também enxerguei a oportunidade de sair da minha zona de conforto, como uma professora de língua portuguesa, para me candidatar a uma vaga de tecnologia e inovação que tinha surgido.

Eu fui com esse olhar, de resssignificar aquele território educativo, trabalhando com programação e robótica. A partir disso, fiz uma avaliação com a escola inteira e me surpreendi, porque 70% dos estudantes relataram que o lixo era um problema na vida deles, que impedia essas crianças de chegar à escola e trazia doenças como dengue e leptospirose. Diante daquele cenário, eu falei: “Bom, eu só tenho dois caminhos. ou vou me lamentar ou eu vou pegar esse lixo como objeto de conhecimento. Eu preferi a segunda opção, mesmo sabendo que ia dar muito trabalho.

O primeiro protótipo que nós fizemos virou uma febre na escola. Era um carrinho [feito] com o lixo que a gente retirou da rua, utilizando uma bexiga e a lei da física, a Terceira Lei de Newton. No dia seguinte, uma colega bateu assim no meu ombro e falou: “Débora, eu não sei o que você fez com as crianças ontem, mas ali fora tem um monte de criança com tampinha, com rolinho, com bexiga, falando que quer ter aula com a professora de robótica”. Eu soube que tinha encontrado um caminho, só precisava ser lapidado.

Dia da Mulher,Débora Garofalo/ Arquivo Pessoal

Agência Brasil: 

Como vocês alcançaram o envolvimento dos responsáveis e da comunidade?

Débora Garofalo: 

A gente fazia uma feira de tecnologias, que era uma forma de integrar a comunidade. Nossa última feira, que foi em 2019, tinha mais de 500 pessoas. Para as crianças, foi o máximo. Tinha desde pipoqueira feita com latinha a protótipos incríveis, como filtro de água e sensor para avisar aos moradores que o córrego ia transbordar. Foram coisas fantásticas. Então, as crianças começaram a criar uma cultura diferenciada.

Em três anos e meio de trabalho, a gente saltou no Ideb da escola, nos anos finais, de 4,2 para 5,2, que era a média do país na época. Nós retiramos mais de uma tonelada de lixo das ruas e transformamos em diferentes protótipos. Reduzimos a evasão escolar em 93%, olhando para as crianças com potencial de risco e trazendo para a escola, para que elas ficassem comigo o dia inteiro, ajudando as outras crianças a desenvolverem seus projetos. E, para isso, elas recebiam alimentação e um certificado de voluntariado. 

Nós reduzimos o trabalho infantil, que, para mim, era um ponto essencial, em 95%. Comecei também a fazer um trabalho, trazendo o setor público, trazendo o juiz para dentro da escola, para conscientizar os familiares da importância de não haver esse tipo de situação. Então, foi um trabalho que impactou realmente toda aquela comunidade.

Agência Brasil: 

Como o projeto se tornou política pública em São Paulo?

Débora Garofalo: 

Eu aceitei o convite para ir para a Secretaria Estadual de Educação para tornar esse trabalho currículo do Estado de São Paulo e implementar para 5,4 mil escolas e 3,7 milhões de estudantes. Foi um desafio muito grande, porque eu não queria que os professores recolhessem o lixo nas ruas como eu, mas eu queria que eles trabalhassem com essa questão do material por entender o poder da criatividade, e a importância disso para o processo de ensino-aprendizagem.

Só que, estando ali no estado, a gente entendeu que dava para fazer muito mais coisas. Começamos a criar uma prática que chamamos de Expo Movimento Inova, que reuniu os estudantes de todo o estado. Ali, percebemos que o currículo precisava ter a cara dos estudantes, para que a rede tivesse esse pertencimento.

Criamos uma outra política pública integrada a isso, que é o Centro de Inovação da Educação Básica Paulista. Eram escolas ociosas, com grande risco de fechar por questões demográficas. Transformamos em centros de inovação, para que as crianças também tivessem um local onde elas pudessem pensar coisas diferentes, produzir os seus projetos. Em 2022, eu deixei o estado com 18 dessas unidades, mais uma carreta móvel que circulava pelo estado de São Paulo e um currículo de tecnologia e inovação que foi pioneiro, antes da BNCC [Base Nacional Comum Curricular] da Computação.

Então, eu fui para o Rio de Janeiro, porque eles criaram um projeto muito parecido, mas que faltava estruturar, que são GETs [Ginásios Educacionais Tecnológicos]. Fiquei dois anos e nós lançamos 300 escolas vocacionadas ao uso de tecnologia e inovação. Depois disso, eu comecei a apoiar, através de formação docente e de consultoria, outros estados e municípios.

Agência Brasil: 

E ainda veio uma surpresa do Global Teacher Prize este ano?

Débora Garofalo: 

Eu estava em casa bem quietinha este ano, porque para mim eu já atingi o meu máximo, sabe? Agora, é só continuar a trabalhar, continuar essa militância. Aí, eu recebi uma ligação de madrugada, em um sábado. A pessoa insistiu, 3h da manhã, e eu atendi. Eram os organizadores do prêmio, falando que eu tinha que ir para Dubai. Falei: “Não. Não vou. Não tem nada comprado, este ano não fui convidada”. Disseram: “A gente já comprou a passagem para você, você pega o avião agora uma hora da tarde. Você vai ter um reconhecimento”.

Quando cheguei lá e me deram a programação do prêmio, eu já imaginava. Eles fizeram um jantar muito bonito para reconhecer os professores. No final, começaram a falar do meu trabalho, veio uma luz na minha cabeça, todo mundo olhando para mim. Imagina um auditório, um jantar de 1 mil pessoas, e todo mundo olhando para você. Eles fizeram um júri internacional, era uma categoria nova, o Global Teacher Influencer. Então, eu estava sendo reconhecida pelo impacto do meu trabalho fora da sala de aula, por ter causado todo esse impacto como política pública, e eu fui a primeira a receber esse prêmio. Eu desabei.

Eu estava no mesmo lugar de 2019, mesmo hotel. Eu vou confessar para você que eu estava com a mesma roupa. Passou um filme na minha cabeça, sabe? Naquele momento, eu me senti muito feliz, porque eu não estava ali sozinha. Eu estava com todos os professores brasileiros, com todos os estudantes que diariamente lutam. 

Rio de Janeiro (RJ), 03/02/2026 – Professora Débora Garofalo ganha prêmio em Dubai.
Foto: Débora Garofalo/Arquivo pessoal

Agência Brasil: 

Quais os obstáculos para que as escolas utilizem a tecnologia em favor da educação?

Débora Garofalo: 

Estamos num momento especial no nosso país, em que temos um documento norteador, que é a BNCC e agora a BNCC da Computação. Esse documento foi aprovado em 2022, nós estamos em 2026, com a obrigatoriedade de fazer este ano, e os professores não sabem como fazer. Por quê? Se a gente olha os dados, as secretarias não têm suporte técnico, não têm recursos, não têm infraestrutura, não têm equipe técnica, não têm como fazer formação. Temos que evoluir nesses quesitos.

Por outro lado, a tecnologia chega muito rápido na sala de aula. Esses meninos que estão nascendo, já nascem conectados. O que falta? Trazer esse aporte na educação para a gente falar de criticidade, de ética, de responsabilidade. Não dá mais para deixar a tecnologia do lado de fora da sala de aula, é impossível.

Para mim, só proibir celular na sala de aula é um tiro no pé. A gente proibiu o celular porque era muito mais fácil, mas isso não vai resolver o problema da educação. O que resolveria? Trazer uma educação midiática para dentro da sala de aula, ou seja, formar professores para isso e os professores poderem então formar os estudantes para essa concepção.

A tecnologia por si só não resolve o problema, porque ela precisa vir acompanhada de resoluções de problemas, de amabilidade. O estudante precisa passar por erro, por processo de frustração, e é isso que a educação 5.0 vai falar, que a gente precisa humanizar esse processo, trabalhar essas habilidades e competências socioemocionais.

Agência Brasil: 

O uso de tecnologia na escola não está necessariamente atrelado ao uso de telas em sala de aula, é isso?

Débora Garofalo: 

Eu queria desmistificar. Vou te dar exemplos práticos: São Paulo tem um tablet para cada estudante. Resolveu o problema da educação e melhorou os índices de aprendizagem? Não. Por quê? Porque isso não está atrelado à questão da intencionalidade pedagógica. A crítica que eu faço não é sobre a questão de ter ou não infraestrutura. Eu vou sempre brigar, até como gestora pública, para que a gente tenha infraestrutura. O ponto que eu quero chegar é a intencionalidade que vai chegar na ponta.

Muitas coisas você faz por atitude. Eu comecei a trabalhar com os meus estudantes, eu não tinha conhecimento, eu queria trabalhar programação, robótica, sem ter um kit específico. Onde eu encontrei a solução? No próprio problema que eles trouxeram. O lixo foi uma solução e abriu portas para que a gente pudesse trabalhar de maneira diferenciada. O que a gente precisa muitas vezes é olhar para o lado e entender que o simples funciona.

Agência Brasil: 

Você lançou o livro Robótica com Sucata - Uma aventura pela criatividade, pela editora Moderna. Como foi o processo de construção desse almanaque?

Débora Garofalo: 

O livro foi uma grande alegria, porque muitos professores perguntavam: "como eu aplico o seu projeto em sala de aula?" A ideia foi criar um livro muito “mão na massa”, mas que trouxesse também a questão da leitura e da literatura, para que o estudante pudesse percorrer momentos da história [da ciência].

O livro é uma forma de democratizar um pouco mais esse acesso para meninos e meninas, e entender que eles podem transformar um copo, por exemplo, em um abajur. Essa é a proposta, [mostrar] que a criança pode desmontar um brinquedo e utilizar as peças para criar um robô.

A gente passou muito tempo com uma educação tradicional passiva. E a gente sabe que a aprendizagem, para ser efetiva, ela precisa ser ativa. Para isso, o estudante tem que errar, tem que idealizar, tem que construir, tem que testar, tem que colaborar. Por isso, é tão importante uma educação mão na massa.

O livro traz várias reflexões de como pegar os problemas e transformar em soluções. Deu tão certo, que a gente lançou o primeiro livro Robótica com Sucata e foi um sucesso. Saiu o segundo livro e, vou dar um spoiler, no segundo semestre chega o terceiro.

(Fonte: Agência Brasil)

06/06/2023 - Brasília (DF) -  Cenas da Cidade de Brasília. Esplanada dos Ministérios .  Foto Antônio Cruz/Agência Brasil

O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) autorizou a nomeação de 85 aprovados em concursos públicos para o Ministério do Planejamento e Orçamento (MPO), a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) e a Agência Nacional de Mineração (ANM). 

As três portarias com as autorizações foram publicadas no Diário Oficial da União dessa quarta-feira (10) e desta quinta-feira (11).

Distribuição dos cargos

Entre as 85 nomeações, a portaria MGI nº 4.757/2026 autoriza a nomeação de sete aprovados para o cargo de analista de planejamento e orçamento (APO), de nível superior, no âmbito do Ministério do Planejamento e Orçamento.

Já a portaria MGI nº 4.771/2026  autoriza o preenchimento adicional de 23 vagas para a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), distribuídas entre os cargos de analista em ciência e tecnologia, pesquisador, técnico e tecnologista.

Por fim, a portaria MGI nº 4.774/2026 autoriza a Agência Nacional de Mineração (ANM) a nomear 55 pessoas aprovadas no concurso, sendo 45 para o cargo de especialista em recursos minerais e dez para analista administrativo.

Condições

O preenchimento dos cargos está condicionado à existência de vagas no respectivo órgão federal, na data da nomeação dos candidatos.

O órgão também precisa provar que tem orçamento para pagamento do salário dos futuros servidores públicos.

(Fonte: Agência Brasil)

Rio de Janeiro (RJ), 05/11/2023 - Candidatos deixam local de provas após o primeiro dia do Enem 2023, na Universidade Veiga de Almeida, na Tijuca. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

O prazo prorrogado de inscrição no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 termina às 23 horas e 59 minutos desta sexta-feira (12), no horário de Brasília.

Os interessados em participar do exame devem fazer a inscrição exclusivamente na internet no link da Página do Participante no portal do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

O prazo vale para todos os participantes. Os candidatos isentos da taxa de inscrição também devem se inscrever no exame.

Concluintes em 2026

Para os concluintes do ensino médio de escolas públicas, a inscrição é automática, pela primeira vez. Nesse caso, o estudante precisará apenas confirmar sua participação no sistema de inscrição, fazer a opção de prova de língua estrangeira (inglês ou espanhol) e indicar, se for o caso, a necessidade de recursos de acessibilidade ou se quer ser tratado pelo nome social.

Inclusão e acessibilidade

A solicitação de tratamento pelo nome social em todas as fases do exame também teve o prazo alterado, podendo ser feita até esta sexta-feira (12).

A opção é destinada às pessoas trans, que se identificam e querem ser reconhecidos socialmente pela sua identidade de gênero. A sinalização deve ser marcada no momento da inscrição.

O prazo de 12 de junho vale também para os candidatos que necessitam de atendimento especializado. 

Neste ano do Enem 2026, novas condições de pessoas com fibromialgia e transtornos mentais, como ansiedade, Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC), estão entre as situações possíveis para solicitar atendimento especializado.

Entre outras condições específicas para pedir o atendimento especializado, estão: baixa visão, cegueira, deficiência física, auditiva, intelectual, dislexia, transtorno do espectro autista (TEA), gestantes, lactantes, diabéticos, idosos e estudantes em classe hospitalar, entre outras condições.

A resposta preliminar à solicitação de atendimento especializado e ao tratamento pelo nome social sairá em 26 de junho.

Taxa de inscrição

Após a inscrição, o sistema do Enem vai criar a GRU Cobrança no valor de R$ 85.

O pagamento da taxa de inscrição no exame deve ser feito entre 25 de maio e 17 de junho.

As opções de pagamento são via Pix, cartão de crédito, débito ou boleto. A quitação poderá ser feita em qualquer banco, casa lotérica ou aplicativos bancários.

A inscrição somente será confirmada após o processamento do pagamento desta taxa.

Mais locais de provas

Em 2026, a aplicação das provas do Enem está agenda para os domingos 8 e 15 de novembro.

Nesta edição, o Inep quer ampliar o número de locais de aplicação do exame para cerca de 10 mil, em todo o país.

De acordo com estimativas do Inep, aproximadamente 80% dos concluintes da rede pública devem fazer as provas dos dois dias do Enem na própria escola em que estudam. A medida tem o objetivo de facilitar o acesso ao exame e reduzir deslocamentos.

Para os estudantes que precisarem realizar a prova em outro município, o MEC divulgou que também estuda alternativas de apoio logístico para transporte entre os municípios.

Enem

O Exame Nacional do Ensino Médio, que avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica, é considerado a principal forma de entrada na educação superior no Brasil, por meio de programas federais como Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Programa Universidade para Todos (Prouni) e Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). 

As instituições de ensino públicas e privadas usam os resultados das provas para selecionar os estudantes.

Desde a edição de 2025, o Enem voltou a certificar a conclusão dessa etapa de ensino para os candidatos com 18 anos de idade completos e que também alcancem a pontuação mínima em cada área do conhecimento nas provas e na redação.

Os resultados individuais do exame também podem ser aproveitados em processos seletivos de instituições portuguesas que têm convênio com o Inep. Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal.

(Fonte: Agência Brasil)

A quarta etapa do Campeonato Maranhense Oficial de Beach Tennis 2026, competição organizada pela Federação de Beach Tennis do Maranhão (FBTM), entidade que representa oficialmente a modalidade no Estado, foi realizada entre quinta-feira (4) e domingo (7), na Arena T9, no Bairro Parque Atlântico, em São Luís. O On Time Open de Beach Tennis, evento que deu sequência ao Estadual, premiou duplas em 13 categorias e contou com a participação de mais de 300 atletas, que protagonizaram partidas de alto nível técnico e ressaltaram o crescimento da modalidade no Estado.

As duplas campeãs no On Time Open Beach Tennis 2026 foram as seguintes: Fernanda Alvarenga e Nathalia Maluf (Feminina 40+); Paloma Almeida e Rhayana Agne (Feminina C); Gabyzinha e Taciana Fernandes (Feminina D); Alexandre Gomes e Jhonatan Trindade (Masculina 30+); Antônio Albuquerque e Paulo Cardoso (Masculina 40+); Antonio Paizão e Vinicius Mendes (Masculina B); Pedro Cabral e Pedro Cunha (Masculina C); Heleno Segundo e Lailson Carvalho (Masculina D); André Barreto e Tayara Carvalho (Mista 30+); Joaquim Filho e Laizzi Albuquerque (Mista 40+); Alina Cruz e Eder Araujo (Mista B); Paloma Almeida e Ricardo Costa (Mista C) e; Débora Rodrigues e Valdomiro Oliveira (Mista D).

Em quatro dias de evento, o On Time Open de Beach Tennis teve disputas em categorias de gênero, categorias por idade e categorias mistas, dando sequência ao Maranhense Oficial. Além de contar com uma premiação de mais de R$ 30 mil, a competição valeu 250 pontos no ranking da FBTM e 300 pontos no ranking da Confederação Brasileira de Beach Tennis (CBBT).

De acordo com a FBTM, o ranking estadual foi zerado e, agora, vale para a convocação do Time Maranhão que irá participar do Campeonato Brasileiro de Beach Tennis, marcado para novembro, em Uberlândia-MG. O ranking nacional, por sua vez, definirá os representantes da Seleção Brasileira para o desafio internacional de beach tennis em Aruba, também em novembro.

“Estamos muito felizes com a disputa de mais uma etapa do Campeonato Maranhense Oficial de Beach Tennis, que é uma modalidade que vem crescendo cada vez mais em nosso Estado. Tivemos um aumento de atletas do interior, desde o Sul do Estado até a Baixada, com atletas de Balsas, Caxias, Bacabal, Santa Inês, Santa Helena, Lago da Pedra, Codó e Pinheiro. Hoje também temos o luxo de contar com disputas em todas as categorias, com grandes revelações das categorias Sub-16 e Sub-18. Uma modalidade sem base não vai progredir por muito tempo, e a gente vê que a cada mês, a cada ano, o nosso esporte se fortalece com esses jovens talentos e o aumento do nível técnico. Isso enaltece a modalidade, visto que o beach tennis ganhou uma força maior nacionalmente com a presença no CBI, com circuitos nacionais dentro dos maiores clubes do Brasil. Mais uma vez, agradecemos aos atletas maranhenses e a todos os nossos apoiadores pelo sucesso do Estadual e pelo desenvolvimento do nosso esporte”, afirma Menezes Júnior, presidente da FBTM.

Próximas etapas 

Após as disputas do On Time Open de Beach Tennis, o Campeonato Maranhense Oficial de Beach Tennis 2026 terá a 5ª etapa entre os dias 17 e 19 de julho, na Arena KOA, em Santa Inês. 

Logo em seguida, o Maranhense Oficial de Beach Tennis volta para São Luís, com a realização da 6ª etapa na Arena Lito Beach, entre os dias 13 e 16 de agosto. A cidade de Santo Amaro, por sua vez, sediará a 7ª etapa nos dias 4, 5, 6 e 7 de setembro.

Outras informações sobre o Campeonato Maranhense Oficial de Beach Tennis 2026 estão disponíveis no Instagram oficial da Federação de Beach Tennis do Maranhão (@maranhaobeachtennis).

Time Maranhão na Copa Norte-Nordeste

Antes da 4ª etapa do Maranhense Oficial, o Time Maranhão de Beach Tennis teve uma performance de alto nível na Copa Norte-Nordeste, que foi realizada entre 30 de abril e 3 de maio, na Cidade Beach Tennis, em Fortaleza. Convocado pela FBTM, o Time Maranhão garantiu o quarto lugar na classificação geral do Norte-Nordeste, ficando atrás apenas de Ceará, Pernambuco e Rio Grande do Norte, após conquistar uma medalha de ouro, duas pratas e dois bronzes, resultados que consolidam a seleção maranhense como uma potência da região e reforçam o crescimento da modalidade no Estado.

Contando com 63 atletas em 15 categorias, o Time Maranhão de Beach Tennis foi convocado para a Copa Norte-Nordeste após as três primeiras etapas do Campeonato Maranhense Oficial, que distribuiu pontos para o ranking estadual. Além de conquistarem bons resultados na disputa do Maranhense Oficial, os beachtenistas do Time Maranhão estão filiados na FBTM.

Confira as duplas vencedoras do On Time Open Beach Tennis 2026

Feminina 40+

1º - Fernanda Alvarenga e Nathalia Maluf

2º - Laizzi Albuquerque e Nathalia Couto

Feminina C

1º - Paloma Almeida e Rhayana Agne

2º - Eliza Holanda e Kassia

Feminina D

1º - Gabyzinha e Taciana Fernandes

2º - Isabela Feitosa e Thaysa Rosa

Masculina 30+

1º - Alexandre Gomes e Jhonatan Trindade

2º - André Barreto e Artur Lobão

Masculina 40+

1º - Antônio Albuquerque e Paulo Cardoso

2º - David Caracas e Raphael Duailibe

Masculina B

1º - Antonio Paizão e Vinicius Mendes

2º - Guilherme Lopes e Jemison Silva

Masculina C

1º - Pedro Cabral e Pedro Cunha

2º - Bruno Aquino e Olegário Neto

Masculina D

1º - Heleno Segundo e Lailson Carvalho

2º - Gabriel Marinho e Valdomiro Oliveira

Mista 30+

1º - André Barreto e Tayara Carvalho

2º - Ivan Syrov e Marina Pinho

Mista 40+

1º - Joaquim Filho e Laizzi Albuquerque

2º - Augusto Fonseca e Nathalia Couto

Mista B

1º - Alina Cruz e Eder Araujo

2º - Ellayne Lima e Vinicius Mendes

Mista C

1º - Paloma Almeida e Ricardo Costa

2º - Ana Louzeiro e Laércio Malheiros

Mista D

1º - Débora Rodrigues e Valdomiro Oliveira

2º - Lailson Carvalho e Vanessa Tereza

(Fonte: Assessoria de imprensa)

Rio de Janeiro (RJ), 09/06/2026 - FOTO DE ARQUIVO - Cineasta Orlando Senna. Foto: Evaldo Macedo/Divulgação

Morreu na tarde dessa terça-feira (9), aos 86 anos, o cineasta, roteirista, escritor, jornalista e gestor cultural Orlando Senna, um dos mais importantes nomes do cinema brasileiro e latino-americano. Segundo informações de parentes e outras pessoas próximas, Senna passou mal na noite de domingo (7), após desenvolver um quadro de broncopneumonia que provocou uma inflamação pulmonar.

Na manhã dessa terça, ele foi levado para uma Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) em Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro, onde precisou ser intubado. Apesar dos esforços da equipe médica para reanimá-lo, o cineasta não resistiu.

Orlando Senna enfrentava problemas de saúde que se agravaram nos últimos anos. A morte dele provocou grande comoção entre cineastas, artistas, gestores culturais e admiradores de sua trajetória.

Biografia

Nascido em Lençóis, na Bahia, em 25 de abril de 1940, Orlando Senna construiu uma trajetória decisiva para o cinema brasileiro. Dirigiu, escreveu e produziu obras que marcaram a cinematografia nacional. Entre elas, o clássico Iracema, Uma Transa Amazônica, codirigido com Jorge Bodanzky e reconhecido internacionalmente por sua crítica aos impactos sociais da ocupação da Amazônia durante a ditadura militar.

Além da produção artística, teve papel fundamental na formulação de políticas públicas para o audiovisual. Foi secretário do Audiovisual do Ministério da Cultura entre os anos de 2003 e 2007, durante o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, liderando iniciativas voltadas à democratização do acesso aos recursos públicos para o setor.

Também foi diretor-geral da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e participou da implantação da TV Brasil. A atuação dele foi reconhecida por instituições culturais e profissionais do audiovisual em todo o país.

Ao longo da carreira, Orlando Senna também foi um dos fundadores da Escola Internacional de Cinema e Televisão de San Antonio de los Baños, em Cuba, ao lado de Fernando Birri e do escritor Gabriel García Márquez, tornando-se referência na formação de novas gerações de cineastas latino-americanos.

Nas redes sociais, amigos, críticos e profissionais do cinema manifestaram pesar pela morte do cineasta. A jornalista e crítica de cinema Maria do Rosário Caetano escreveu: “Adeus, amigo querido. Baiano, carioca, cubano. Orlando Senna (1940-2026): cineasta, escritor, roteirista e gestor cultural. Partiu para encontrar sua amada Conceição Senna. Guardaremos sua figura ímpar em nossos corações e em nossas retinas”.

Homenagem em vida

Há pouco mais de um mês, Orlando Senna recebeu uma homenagem em vida durante a mostra retrospectiva Orlando Senna / Cinema, Brasil e América Latina, realizada na Caixa Cultural Rio de Janeiro, entre 21 de abril e 10 de maio. A iniciativa foi organizada pelas curadoras Diana Iliescu e Sol Moraes e reuniu exibições de filmes, debates, exposição e encontros com o público.

Rio de Janeiro (RJ), 09/06/2026 - FOTO DE ARQUIVO - Cineasta Orlando Senna. Foto: Evaldo Macedo/Divulgação

Segundo Diana Iliescu, a homenagem teve um significado ainda mais especial por contar com a participação ativa do cineasta. “Recebemos a notícia do falecimento do Orlando com muita tristeza. Ele já vinha enfrentando problemas de saúde, mas ficamos muito felizes por termos conseguido realizar essa homenagem em vida. A mostra terminou há apenas um mês e ele participou de todos os debates, recebeu inúmeras homenagens e reencontrou muitos amigos. Foi um momento muito bonito e emocionante”, afirmou.

Diana recorda que a abertura da mostra contou com a presença do ator Antônio Pitanga, que emocionou o homenageado. “Eu vi o Orlando chorar durante a fala do Antônio Pitanga. Foi um encontro muito marcante. E agora, recentemente, o Orlando também prestigiou a mostra dedicada ao Pitanga no CCBB do Rio. Houve uma troca de afeto e reconhecimento entre dois grandes nomes da cultura brasileira”, destacou.

A curadora definiu Orlando Senna como um homem de múltiplos talentos e de enorme generosidade intelectual. “Orlando Senna foi um mestre de muitos ofícios: jornalista, diretor de teatro, escritor, roteirista, cineasta, educador e gestor público. Foi pai de muitos ‘filhos cinematográficos’, agregador de amigos e intelectuais, incentivador de novas lideranças, sempre exercendo com excelência cada um dos seus talentos”, afirmou Diana Iliescu.

(Fonte: Agência Brasil)

Rio de Janeiro (RJ), 18/08/2024 - Candidatos chegam para as provas do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU)na UERJ, zona norte da cidade. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Os estudantes interessados em participar do Sisu+ (a etapa complementar e inédita do Sistema de Seleção Unificada) já podem consultar as vagas disponíveis no programa, por meio do Portal Único de Acesso ao Ensino Superior, na parte do Sisu.

A plataforma permite consultar, antecipadamente, as vagas e filtrar cursos, instituições, estados e municípios, além de apresentar detalhes sobre modalidades de concorrência e ações afirmativas próprias das instituições de ensino.

 Ao todo, aderiram ao programa 34 instituições públicas de educação superior.

O Sisu, coordenado pelo Ministério da Educação (MEC), tem como objetivo democratizar o acesso ao ensino superior de instituições públicas que aderiram ao processo seletivo. 

A etapa do Sisu+ oferece eventuais vagas disponíveis para ingresso no segundo semestre.

Inscrições

Os candidatos que participaram de, pelo menos, uma edição do Enem nos últimos três anos precisam ter concorrido a vagas na etapa regular do Sisu 2026 para poderem se inscrever no Sisu+ no período de 15 a 19 de junho.

A inscrição no Sisu+ também ocorre pelo Portal Único de Acesso ao Ensino Superior, na parte do Sisu.

Após concluir essa etapa da inscrição, o candidato poderá escolher até duas opções de curso indicadas como primeira e segunda opção.

Em cada uma delas, o estudante poderá visualizar o curso escolhido, o local de oferta, a instituição de ensino, o turno, o grau, eventuais ações afirmativas próprias da instituição (quando houver) e as modalidades de concorrência nas quais estará inscrito.

Seleção

O MEC explica que será usada a edição do Enem que resulte na melhor média ponderada, de acordo com a opção de curso e com os critérios para inscrição, classificação e seleção dos estudantes.

Para a seleção, o sistema do Sisu considerará diferentes modalidades de concorrência, que levam em conta o perfil socioeconômico dos candidatos, de acordo com a Lei de Cotas (Lei nº 12.711/2012), e também de acordo com as ações afirmativas definidas por cada instituição.

Cronograma do Sisu+

As inscrições ficam abertas de 15 a 19 de junho. No dia 24 de junho, ocorrerá a divulgação da única chamada regular com os nomes dos pré-selecionados, na página eletrônica do Sisu.

Para quem precisar recorrer à lista de espera porque não está entre os pré-selecionados, o prazo para manifestação de interesse será de 24 a 26 de junho.

O processo de matrícula para os selecionados na chamada regular começará a partir de 25 de junho, seguindo o edital de cada instituição pública de ensino.

Por fim, a matrícula dos convocados por meio da lista de espera terá início a partir de 1º de julho.

O que o Sisu+

O Sisu+ foi desenhado pelo MEC para ser uma ferramenta mais eficiente para aperfeiçoar a seleção de candidatos para vagas no ensino superior.

O MEC projeta que o Sisu+ seja usado em cursos tradicionalmente com alta rotatividade, nos quais o estudante é admitido mas desiste da vaga ou muda de curso, o que gera para as universidades públicas a necessidade da organização de sucessivas chamadas para preenchimento de vagas. 

Com o Sisu+, a instituição pode adotar a estrutura automatizada do Sisu para rodar as listas de espera de forma mais rápida, garantindo que a vaga não fique ociosa.

Outra vantagem apontada pelo MEC é a economia. As instituições de ensino que, paralelamente, realizam processos seletivos próprios, como vestibulares, para vagas com ingresso no segundo semestre, podem reduzir os custos administrativos e usar o sistema do Sisu para seleção dos candidatos.

Nos cursos em que sobram vagas, como licenciatura, engenharias e demais áreas estratégicas que o país precisa desenvolver, o Sisu+ pode ampliar o acesso a essas vagas porque centraliza o que antes ficava disperso em dezenas de sites de universidades diferentes.

Dessa forma, o processo seletivo complementar padroniza a disponibilização de vagas pelas instituições e facilita a consulta das oportunidades pelos estudantes.

(Fonte: Agência NBrasil)

Destaque do esporte maranhense e referência da natação paralímpica nas últimas temporadas, Davi Hermes teve um desempenho histórico no Meeting Brasileiro de Natação CBDI 2026, realizado entre sexta-feira (5) e domingo (7), no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro (CTPB), em São Paulo. Davi, que é atleta da Viva Água e conta com os patrocínios do governo do Estado e da Potiguar por meio da Lei Estadual de Incentivo ao Esporte, atingiu a expressiva marca de 350 medalhas em sua vitoriosa carreira após conquistar dois ouros e uma prata na competição nacional.

Na disputa do Meeting Brasileiro de Natação 2026, que é promovido pela Confederação Brasileira de Desportos para Deficientes Intelectuais (CBDI) e tem o apoio do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), Davi Hermes conquistou o ouro nas provas dos 50m borboleta e 100m borboleta. Além disso, Davi faturou a medalha de prata nos 200m borboleta e ficou em quinto lugar na disputa dos 50m nado livre, resultados que reforçam a grande temporada e o alto nível do nadador maranhense.

“Neste lindo mês de junho, que é tão importante para nós, maranhenses, pude representar o nosso Estado no Meeting Brasileiro de Natação CBDI, onde conquistei dois ouros e uma prata. Foram provas bem disputadas, com excelentes adversários. Também fico feliz por chegar à marca de 350 medalhas na carreira. Agradeço à minha família e à minha equipe técnica por todo o apoio. Também sou muito grato ao patrocínio do governo do Estado e da Potiguar, por meio da Lei Estadual de Incentivo ao Esporte, que me permite treinar em alto rendimento e estar presente nas principais competições, dentro e fora do estado”, afirma Davi Hermes.

Temporada de muitas conquistas

Antes dos três pódios no Meeting Brasileiro de Natação 2026, Davi Hermes teve uma grande performance no Torneio Grão-Pará da Amizade Master de Natação, realizado em maio. O nadador da Viva Água faturou quatro medalhas de ouro nas provas dos 50m borboleta, 50m costas, 100m borboleta e revezamento 4x50m livre, além de conquistar o bronze no revezamento 4x50m medley.

Antes disso, em abril, Davi Hermes brilhou na disputa dos Jogos Universitários Maranhenses (JUMs). Representando a Universidade Ceuma, Davi faturou três ouros nos 50m borboleta, 50m costas e 100m borboleta. Já em março, o nadador maranhense sagrou-se campeão dos 50m e 100m borboleta do Campeonato Brasileiro de Natação CBDI, realizado em São Paulo.

Já na abertura da temporada, em fevereiro, Davi Hermes se destacou na disputa do Torneio Início da FMDA – II Troféu Beto Freire, em São Luís. Além de conquistar a medalha de ouro nos 100m borboleta e nos 100m nado livre, Davi fez parte da equipe campeã no revezamento 4x50m livre.

(Fonte: Assessoria de imprensa)

Semana de conquistas importantes para o maranhense Augusto Neto, um dos principais nomes do beach tennis no Estado. O atleta começou muito bem o mês de junho e, formando dupla com o gaúcho Gabriel Lemes, subiu ao pódio em duas etapas do Circuito Nacional CBT Infantojuvenil de Beach Tennis: uma em Feira de Santana (BA) e outra em Salvador (BA). Com esses vice-campeonatos na Bahia, Augusto, que conta com os patrocínios do governo do Estado e do Mateus Supermercados por meio da Lei de Incentivo ao Esporte, além dos apoios da Maniacs, da Adidas e da Arena Premium, mantém a boa fase em  2026 e continua no Top 200 do mundo no ranking ITF. 

Com apenas 17 anos, Augusto Neto é um dos grandes talentos do beach tennis do Maranhão. E bons resultados como esses dois vices obtidos no Circuito Nacional CBT fortalecem a trajetória no beach tennis nacional e internacional. Atualmente, Augusto ocupa a posição 182 no ranling internacional, sendo o maranhense mais bem ranqueado. 

Em grande fase na temporada, o atleta maranhense se prepara para os próximos desafios do ano e que valem pontos preciosos para subir no ranking. Entre os dias 12 e 14 deste mês, Augusto Neto disputará o BT50 Botucatu (SP) e, de 24 a 27 de junho, ele está confirmado no BT400 Marabá (PA). Os dois eventos são organizados pela International Tennis Federation (ITF). 

Boa fase em 2026 

A temporada 2026 tem sido especial para o maranhense Augusto Neto. O atleta tem tido resultados expressivos nos torneios realizados no primeiro semestre do ano. Em abril, fez história ao conquistar o título do ITF BT50 Vitória (ES), competição válida como etapa do Circuito Mundial de Beach Tennis. Na ocasião, foi campeão invicto do torneio ao lado de Gabriel Lemes, tendo perdido apenas dois sets durante toda a campanha vitoriosa. 

Antes da conquista da etapa do Circuito Mundial, Augusto Neto foi vice-campeão do Open Masculino na 2ª etapa do Campeonato Maranhense Oficial de Beach Tennis e chegou até as semifinais de dois torneios ITF: um em Petrolina (PE) e outro em Jericoacoara (CE).

No mês passado, Augusto Neto também se sagrou campeão da 3ª etapa do Campeonato Maranhense FMT. 

(Fonte: Assessoria de imprensa)