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Brasília (DF), 24/10/2024 - Alunos do colégio Galois em sala de aula na preparação dos últimos dias antes da prova do Enem 2024.  Foto: José Cruz/Agência Brasil

A renegociação de dívidas do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), com descontos e condições facilitadas pelo programa Desenrola Fies 2026, pode ser feit,a até a próxima segunda-feira (31), pelos estudantes que foram beneficiados pela política pública.

O prazo considera a vigência da Medida Provisória nº 1.355/2026 que institui o Novo Desenrola Brasil e também o calendário legislativo do Congresso Nacional.

As renegociações das dívidas da graduação devem ser feitas diretamente com a instituição financeira responsável pelo contrato do Fies: o Banco do Brasil ou a Caixa Econômica Federal.

Cada contrato do Fies pode passar por apenas uma renegociação durante a vigência do Desenrola Fies, avisa o Ministério da Educação.

O Fies é o programa federal que oferece financiamento para quem deseja estudar em uma instituição privada de ensino superior. Após a formatura, o estudante precisa devolver o montante financiado pelo governo com juros baixos e condições facilitadas de pagamento, respeitando o limite da renda do ex-estudante.

Quem pode renegociar

O Desenrola Fies 2026 é voltado aos estudantes com contratos do programa firmados até 2017 que estavam, em 4 de maio de 2026, na fase de amortização. Esse é o período em que o estudante começa a pagar o valor principal do financiamento estudantil e os juros acumulados para quitar a dívida após terminar a faculdade.

A renegociação abrange contratos adimplentes e inadimplentes, conforme as condições previstas para cada perfil.

A data de 4 de maio de 2026 é adotada como referência para verificar a situação do contrato e aplicar critérios como o tempo de inadimplência e o enquadramento do estudante no Cadastro Único de Programas Sociais do governo federal (CadÚnico).

Também podem participar do Desenrola Fies 2026 os estudantes com o nome inscrito em cadastros de inadimplentes por atraso nesse financiamento estudantil.

Não estão aptos à renegociação os estudantes que contrataram o Fies a partir de 1º de janeiro de 2018, assim como aqueles com contratos nas fases de uso do financiamento ou de carência.

Descontos na renegociação

As condições oferecidas para renegociação de dívidas do fundo variam de acordo com a situação de cada contrato de financiamento. 

Dependendo do perfil da dívida e da quantidade de dias de inadimplência (atraso no pagamento da parcela), os benefícios podem ser aplicados tanto para quitação à vista quanto para o parcelamento, conforme as regras específicas de cada faixa de renegociação.

Os descontos disponíveis devem ser consultados nos canais oficiais dos agentes oficialmente responsáveis pelo financiamento: Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.

A renegociação somente é efetivada após o pagamento da parcela de entrada. Caso esse pagamento não seja feito, a proposta é cancelada.

Como renegociar

A formalização da renegociação pode ser feita pelos aplicativos oficiais dos agentes financeiros para dispositivos móveis (tablets e smartphones) ou presencialmente, em qualquer agência do banco responsável pelo contrato.

Na Caixa Econômica Federal, a renegociação está disponível também no aplicativo Fies Caixa. Mas, em situações específicas, como parcelamentos mais longos que exigem fiador, o beneficiário do financiamento poderá ser orientado a procurar atendimento presencial nas agências da instituição.

No Banco do Brasil, a adesão está disponível pelo aplicativo ou em agência, conforme a modalidade escolhida. 

Após a formalização da renegociação e o pagamento da parcela de entrada, o nome do estudante e dos fiadores será retirado dos cadastros de inadimplentes, quando aplicável.

(Fonte: Agência Brasil)

Brasília (DF), 29/08/2026 - Mestres da Cultura Popular. Tião Carvalho. Foto: Beatriz Braga/Divulgação

“Alumiar em vida”. A expressão funciona como uma tradução de sentimentos do que significa assumir a coroa de rainha do congado do Maçambique de Osório, manifestação cultural da comunidade quilombola do Morro Alto, no litoral norte do Rio Grande do Sul. 

“Alumiada” há uma década, a rainha e mestra Francisca Dias, de 65 anos de idade, e mais 19 músicos do quilombo, sobem ao palco do Conic, em Brasília, para oEncontro de Mestres da Cultura popular, neste sábado (29), às 20h, com entrada gratuita. 

Francisca Dias, conhecida na comunidade como a Rainha Ginga Preta, explica que o maçambique é uma congada gaúcha, de tradição de matriz africana bantu, mantida na região desde o século XIX. 

“São as mesmas roupas e músicas desde sempre”, diz. 

A manutenção de tradição, arte, fé e memória encanta a comunidade e forma uma aliança de resistência de diferentes faixas etárias participantes. Os artistas vão de crianças a idosos. Tudo do grupo é produzido pela própria comunidade, incluindo os instrumentos. 

Além dos tambores, a comunidade faz a maçacaia, que é um cestinho de taquara com sementes de caetés, que garante o ritmo para o congado do maçambique de Osório. 

“A congada tem música de salão, de rua e de igreja”, explica. 

O elemento da fé católica enaltece a imagem de Nossa Senhora do Rosário. “A bandeira é muito sagrada para a gente”, afirma. 

Além do elemento de fé, a rainha entende que a arte ensina contra preconceitos, incluindo o racismo. “A gente prepara também as nossas crianças para se defenderem com palavras”.

Para a rainha, apresentar a tradição de sua comunidade na capital do país a emociona. “Esse é um momento muito feliz, um sonho de levar a nossa cultura pelo Brasil. É muito triste para a gente, quando falamos da congada, existe quem estranhe a presença das pessoas negras no Rio Grande do Sul”.

Visibilidade

Garantir visibilidade à multiplicidade de manifestações culturais, ir na contramão de preconceitos e formar novos públicos fazem parte dos objetivos do encontro de mestres em Brasília, que começou na quinta-feira (27). 

Segundo o curador e coordenador do evento, Anderson Formiga, há artistas de 11 Estados e do Distrito Federal na programação que se encerra neste sábado.

“A gente tentou formar um mosaico de cultura popular, que é muito negro, mas que também tem um pé nas origens europeias e outras indígenas. Mas isso é parte da nossa musicalidade”, disse. 

Além das apresentações no palco, o evento abrange também oficinas.  

O curador entende que é preciso chamar atenção dos mais jovens para conhecerem as mais variadas manifestações da rica cultura brasileira. “O jovem precisa ser encantado”, acredita. 

Ao mesmo tempo, ele acrescenta que os artistas mais velhos têm conseguido fazer herdeiros dispostos a honrar as tradições dos ancestrais.

Longe das telas 

Respeitar as tradições é a regra que tem sido seguida à risca pela comunidade gaúcha do maçambique.

“Quando eles estão na congada, ninguém nem pensa em pegar o celular”, diz a rainha Preta.

Segundo a rainha, seu maior desejo é honrar os ancestrais. A mãe, Severina Dias, última rainha, morreu em 7 de outubro de 2016, justamente no dia de Rosário, a padroeira. Severina pediu à filha Francisca que lutasse por manter viva a tradição artística. Isso faz também a atual rainha se emocionar em subir ao palco pelo país.

Neste ano, a celebração do maçambique não ocorrerá no dia 7 por causa das eleições, mas no dia 24 de setembro. O quilombo conta hoje com 1.750 famílias.

Valorização 

Cuidar do legado e das futuras gerações também é preocupação do mestre e músico maranhense Tião Carvalho, de 71 anos. Ele contabiliza apresentações frequentes na Europa e mistura ritmos, como samba, coco, bumba meu boi, forró e baião. 

Carvalho, que é professor na educação básica, fundou o grupo Cupuaçu, que se dedica ao estudo e à prática de brincadeiras populares.

“É preciso que o Brasil valorize mais a cultura tradicional. O foco maior é a gente conscientizar e buscar políticas públicas que garantam espaço para nós”, afirmou antes de subir ao palco. 

Ele entende que ainda hoje artistas com mais recursos são mais beneficiados em shows nas cidades brasileiras. “Se você mostrar a cultura para o jovem, ele vai gostar”, considera.

Programação 

  • 19h - Moçambique de Santa Efigênia (DF) 
  • 20h – Maçambique de N.Sra do Rosário de Osório (RS) 
  • 21h – Adiel Luna convida João Arruda e Alexandre 
  • 23h – Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro (DF) 
  • 01h – Carimbó Beija-Flor de Marudá (PA)

Confira a programação no instagram.

(Fonte: Agência Brasil)

Brasília (DF), 19/02/2025 - Programa Pé-de-Meia. Alunos da escola CED619 da Samambaia. Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil

Os beneficiários do programa Pé-de-Meia de 2026 que nasceram em setembro e outubro recebem, nesta sexta-feira (28), mais uma parcela do incentivo à frequência escolar. Para os estudantes do ensino médio regular, é a quinta parcela.

Os estudantes do ensino médio da educação de jovens e adultos (EJA) que são beneficiários do programa também terão depositada a parcela pela aprovação de ciclos de formação e conclusão desta etapa final da educação básica.

Nas duas situações, é preciso atingir, pelo menos, 80% de frequência nas aulas.

Na modalidade da EJA, os pagamentos do incentivo ocorrem de forma diferenciada da dos estudantes do ensino médio regular. 

Enquanto no ensino médio EJA, o estudante recebe até quatro parcelas do incentivo-frequência no valor de R$ 225 cada uma, totalizando até oito parcelas de frequência por ano; no ensino médio regular, os estudantes recebem até nove parcelas de frequência por ano, cada uma delas no valor de R$ 200.

O Pé-de-Meia funciona como uma poupança para incentivar a permanência de jovens nos estudos até a conclusão do ensino médio.

Calendário de pagamentos

De acordo com o calendário de pagamentos do Pé-de-Meia de 2026, também chamado de Poupança do Ensino Médio, a parcela será depositada conforme o mês de nascimento dos estudantes de 14 a 24 anos, que cumprem os requisitos do Pé-de-Meia.

Confira o calendário de pagamento que continuam até 31 de agosto:

· nascidos em janeiro e fevereiro: receberam em 24 de agosto;

· nascidos em março e abril: receberam em 25 de agosto;

· nascidos em maio e junho: receberam em 26 de agosto;

· nascidos em julho e agosto: receberam em 27 de agosto;

· nascidos em setembro e outubro: recebem em 28 de agosto;

· nascidos em novembro e dezembro: receberão em 31 de agosto.

Neste período, também poderão ser liberadas para os estudantes uma ou mais parcelas de matrícula de 2026 e do incentivo-frequência de meses anteriores, caso as redes de ensino corrijam dados que impediam o recebimento dessas.

Quem tem direito

A participação no Pé-de-Meia ocorre de forma automática para os estudantes que cumprem os requisitos estabelecidos. Entre eles, estar matriculado na rede pública de educação e com inscrições ativas no Cadastro Único de Programas Sociais do governo federal (CadÚnico).

Em 2026, é preciso que as famílias dos estudantes tenham cadastro ativo no CadÚnico até a data-base de 7 de agosto de 2026. A atualização do CadÚnico tem validade de 24 meses.  O Ministério da Educação (MEC) é o responsável por verificar se o jovem pode participar do programa federal a partir dos dados do CadÚnico.

Também é preciso que a renda familiar seja de até meio salário mínimo por pessoa.

Além disso,os alunos precisam ter entre 14 e 24 anos no ensino médio regular ou entre 19 e 24 anos na educação de jovens e adultos (EJA).

O estudante deve ter o número do Cadastro de Pessoa Física (CPF) regular e manter frequência em, pelo menos, 80% nas aulas.   

Os beneficiados pela iniciativa federal podem consultar os dados sobre os pagamentos na página eletrônica dedicada ao estudante  dentro do site do programa Pé-de-Meia. É necessário fazer login na conta da plataforma Gov.br

Pé-de-Meia

O Ministério da Educação estima que, desde 2024, o programa alcançou 6 milhões de estudantes em todo o Brasil.

Considerando todas as parcelas de incentivo, os depósitos anuais e o adicional de R$ 200 pela participação no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), os valores do Pé-de-Meia podem chegar a R$ 9,2 mil por aluno.

O estudante pode consultar os status de pagamentos (rejeitados ou aprovados), informações escolares e regras do programa na página eletrônica do Pé-de-Meia, com login da plataforma digital Gov.br. É preciso digitar a senha da conta do estudante.

Dúvidas

 Estudantes, responsáveis e gestores escolares podem tirar dúvidas sobre o programa por meio do link do Pé-de-Meia de Perguntas Frequentes, que reúne orientações detalhadas sobre o funcionamento do programa, incluindo critérios para participar, formas de consultar o benefício, calendário de pagamentos, perguntas frequentes e passo a passo sobre a liberação de movimentação da conta para menores de idade.

Se precisar de ajuda, o estudante ainda conta com outros canais de atendimento, como o Fale Conosco do MEC, no telefone 0800-616161. A ligação é gratuita.

(Fonte: Agência Brasil)

A cidade de São Luís é a casa da ginástica rítmica durante toda esta semana. A capital maranhense é sede do Torneio Regional Nordeste de Ginástica Rítmica, um dos eventos mais importantes do calendário nacional da modalidade, que tem o objetivo de difundir a ginástica rítmica no país e revelar novos talentos. As disputas prosseguem até este sábado (29), no Ginásio Castelinho. E, além de encantar o público com apresentações que unem movimentos corporais a elementos de dança e manuseio de aparelhos manuais, o torneio regional inspira o surgimento de novos talentos.      

Nesta edição, o Torneio Regional Nordeste de Ginástica Rítmica conta com a participação de 402 atletas inscritos nas categorias Pré-Infantil, Infantil, Juvenil e Adulto, além de 22 árbitros de experiência no cenário nacional e internacional da modalidade. Para a presidente Federação Maranhense de Ginástica (Femag), Patrícia Melo, um evento desse porte é muito importante como intercâmbio técnico, estimulando as atletas maranhenses a aprimorarem as suas habilidades em busca de grandes resultados. Além disso, Patrícia exaltou o fortalecimento da modalidade em todo o cenário regional. 

"É um legado que fica para as nossas ginastas do Maranhão. Além da melhora técnica, elas começaram a ter mais inspiração, porque grandes ginastas estão aqui. Isso faz com que elas queiram melhorar a parte técnica, a expressão e o artístico, fazendo com que o nosso nível aumente para que a gente possa alcançar novos resultados de destaque no cenário nacional", celebrou a presidente da Femag. 

As disputas do torneio regional tiveram início na última quarta-feira (26) e já premiaram destaques nas categorias Pré-Infantil e Infantil, em uma competição marcada pela técnica, habilidade e talento das jovens ginastas. Katlyne Freitas, treinadora da KGYM, do Ceará, ressaltou a importância do torneio regional e destacou a organização do evento em São Luís. 

"É uma alegria muito grande poder estar participando do torneio regional, que é uma das nossas principais competições do ano, ainda mais aqui no Maranhão, que é um Estado que gosto tanto. A gente se preparou há alguns meses para conseguir essas classificações para o torneio nacional, que é outra competição muito importante", diz Katlyne. 

Além de servir como inspiração para novos talentos, a competição também significa bastante para os demais profissionais da ginástica rítmica. “Fiquei bastante impressionada com o nível das meninas, que é um nível muito alto. É interessante que a gente esteja aqui porque é um crescimento tanto para as nossas atletas quanto para as técnicas. É de grande importância que estejamos aqui neste momento”, revelou Marília Lima, técnica da Escola de Ginástica Marília Lima. 

Solenidade de abertura 

Apesar da competição ter iniciado na última quarta-feira, a solenidade de abertura do Torneio Regional Nordeste de Ginástica Rítmica ocorreu oficialmente na noite dessa quinta-feira (27), com a presença de autoridades, atletas e representantes de clubes. A atleta da Seleção Brasileira de Ginástica Rítmica e uma das principais representantes da modalidade no país na atualidade, Bárbara Galvão, enviou uma mensagem especial. 

"Estarei aí para prestigiar os dois últimos dias do evento, que eu tenho certeza que está lindo. Aproveito para desejar uma ótima competição para todas as ginastas, que vocês sejam muito felizes e aproveitem demais esse momento dentro de quadra", afirma Bárbara Galvão, que é tricampeã pan-americana, já conquistou título de etapa da Copa do Mundo, em que, também, faturou medalhas de prata e bronze, e chegou a três finais de mundiais. 

Sobre o Torneio Regional Nordeste 

Criado com o objetivo de difundir a ginástica rítmica e revelar novos talentos, o Torneio Regional Nordeste de Ginástica Rítmica tem 402 atletas inscritos nas categorias Pré-Infantil, Infantil, Juvenil e Adulto, além de 22 árbitros de experiência no cenário nacional e internacional da modalidade. Os nove Estados da região estão representados no evento, que é válido como seletiva para o torneio nacional. 

Essa é a segunda vez que o Maranhão recebe o Torneio Regional Nordeste de Ginástica Rítmica. Nesta edição do evento, o Estado está sendo representado pelo Centro de Ginástica Patrícia Mello, pela Escola de Ginástica Marília Lima e pela Aegym Clube.

Programação do Torneio Regional Nordeste de Ginástica Rítmica:

(28/8 – sexta-feira)

9h45 às 10h – Aquecimento na área de competição - Juvenil 1

10h às 12h20 – Juvenil 1

12h20 – Premiação Juvenil 1

13h45 às 14h – Aquecimento na área de competição – Juvenil 2

14h às 17h40 – Juvenil 2

17h40 – Premiação Juvenil 2

18h às 18h25 – Treinamento Escalonado Trios (2 minutos) / Conjunto (3 minutos)

18h25 às 19h – Competição Trios e Conjuntos Adulto

19h – Premiação Trios e Conjuntos

(29/8 – sábado)

9h45 às 10h – Aquecimento na área de competição - Adulto 1

10h às 12h – Adulto 1

12h – Premiação Adulto 1

13h45 às 14h – Aquecimento na área de competição - Adulto 2

14h às 15h40 – Adulto 2

15h40 – Premiação Adulto 2

16h às 16h45 – Treinamento Escalonado Trios (2 minutos) / Conjunto (3 minutos)

16h45 às 17h45 – Competição Trios e Conjuntos Juvenil

17h45 – Premiação Trios e Conjuntos e Geral

(Fonte: Assessoria de imprensa)

Rio de Janeiro (RJ), 27/08/2026 – Quarta edição do Festival Nacional da Matemática reúne estudantes e público no Axia Marina da Glória, no Rio de Janeiro. Promovido pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA), o evento celebra a matemática e a ciência. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

O Festival Nacional da Matemática (FestMat 2026) começou nesta quinta-feira (27), no Rio de Janeiro, apostando em uma linguagem pop para aproximar o público da ciência exata. A quarta edição do evento, promovida pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa), é realizada no Aterro do Flamengo, até o próximo domingo (30). 

Os dois primeiros dias são exclusivos para visitação escolar previamente agendada. No sábado e no domingo, as atrações são abertas ao público em geral, mas é preciso retirar ingressos gratuitos no site.

Com o tema A Matemática é Pop – Descubra os mundos da matemática, o festival utiliza a linguagem das histórias em quadrinhos (HQ) em seis espaços temáticos, cada um dedicado a um mundo da matemática.

São apresentados, por exemplo, o mundo da geometria, que lida com as formas; o da aritmérica, que trabalha com números; e o da dinâmica, que fala dos fenômenos que evoluem no tempo.

O diretor-geral do Impa, Marcelo Viana, contou que a organização buscou representações concretas para a abstração característica da matemática.

“Em cada caso, tem um parceiro que está lá com jogos ligados àquele tema, disponíveis para a garotada brincar. É um sucesso”, disse. 

Rio de Janeiro (RJ), 27/08/2026 – Quarta edição do Festival Nacional da Matemática reúne estudantes e público no Axia Marina da Glória, no Rio de Janeiro. Promovido pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA), o evento celebra a matemática e a ciência. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Também há estandes como o do projeto Meninas Olímpicas do Impa (MOI), que é uma iniciativa da instituição para promover a presença feminina nas áreas de ciências, matemática e engenharia, e o da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep).

Entre as atrações, há, ainda, experiências do No Fluid (Laboratório de Dinâmica de Fluidos) do Impa, que apresenta diversos tipos de turbulência e ruídos do mar.

“A produção está muito caprichada. Foi uma colaboração entre o próprio pesquisador e a nossa equipe. Tem uma espécie de túnel de vento mostrando o fenômeno de turbulência e como ela é importante para a geração de energia a partir de ondas e do som. É quase cinema”, analisou Viana.

Rio de Janeiro (RJ), 27/08/2026 – Quarta edição do Festival Nacional da Matemática reúne estudantes e público no Axia Marina da Glória, no Rio de Janeiro. Promovido pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA), o evento celebra a matemática e a ciência. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Cinema, games e teatro

O público terá oportunidade de assistir ao documentário Counted out – Matemática é poder, lançado em 2024, que narra como os números moldam a sociedade, influenciando desde o orçamento familiar até políticas públicas.

“Hoje em dia, tudo está sendo definido por ferramentas de inteligência artificial (IA), que é matemática na sua base. Então, quem controla o conhecimento matemático adquire um poder que não tem precedente na história. E quem tem o poder o exerce. Se você não tem, vai ser vítima desse poder”, disse Marcelo Viana.

O festival tem, também, teatro, com exibição da peça Constante e Finito, da Trestada Produções. O espetáculo é inspirado em textos da coluna Matematicamente, do professor de matemática da Universidade de Brasília (UnB), Pedro Roitman, publicada na revista Ciência Hoje das Crianças.

Entre as atrações, estão, ainda, a Arena Gamer, com jogos desenvolvidos pelo AfroGames, incluindo um criado especialmente para o FestMat.

Rio de Janeiro (RJ), 27/08/2026 – Quarta edição do Festival Nacional da Matemática reúne estudantes e público no Axia Marina da Glória, no Rio de Janeiro. Promovido pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA), o evento celebra a matemática e a ciência. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

O diretor-geral do Impa definiu que a programação é variada e voltada para todas as idades. 

“De um ano a 99 anos tem alguma coisa para você fazer. E o melhor é que a garotada está muito animada. Este é o nosso público-alvo”.

(Fonte: Agência Brasil)

O maranhense Marlon Silva está confirmado na disputa do Campeonato Brasileiro Júnior de Judô, evento que será realizado na cidade de São José (SC), a partir desta sexta-feira (28) até domingo (30). O judoca, formado pelo projeto social do Fórum Jaracaty, vai representar o Time Maranhão na competição nacional na categoria Leve (-73kg). 

O Campeonato Brasileiro Júnior de Judô é considerado um dos principais eventos nacionais da classe de idade do país promovidos pela Confederação Brasileira de Judô (CBJ). Nesta edição, a expectativa é que mais de 330 atletas de 26 federações estaduais participem da disputa. 

Marlon chega à competição deste fim de semana com chances de brigar por medalhas. No mês de março, o judoca do Fórum Jaracaty, projeto social que conta com os patrocínios do governo do Estado e da Equatorial Maranhão por meio da Lei Estadual de Incentivo ao Esporte, foi o campeão do Brasileiro Regional de Judô (Região I), evento realizado no Ginásio Castelinho, em São Luís. 

“Estou confiante em fazer uma boa competição. Espero fazer o meu melhor e brigar por medalhas no Campeonato Brasileiro Júnior para colocar o Fórum Jaracaty e o Maranhão no pódio. Conto com a torcida de todos”, afirmou Marlon Silva. 

Na ocasião, além da medalha de ouro de Marlon, o Fórum Jaracaty terminou o Brasileiro Regional com outras três medalhas: ouro com Maria Luíza Birino na categoria +78kg; ouro com Marvin Vieira na categoria -66kg; e bronze com Renan Correa Sá na categoria -90kg. 

Fórum Jaracaty  

O Fórum Jaracaty conta com o patrocínio do governo do Estado e da Equatorial Maranhão via Lei Estadual de Incentivo ao Esporte para desenvolver atividades nas áreas esportiva, de informática e brinquedoteca. O projeto existe há mais de duas décadas no Jaracaty, ajudando crianças e jovens da região e bairros adjacentes a terem um futuro digno por meio do esporte e demais atividades.  

Para a comunidade, o Fórum Jaracaty oferece cursos, palestras e demais atendimentos, com apoio dos patrocinadores e parceiros. Todas as atividades do projeto são gratuitas. 

(Fonte: Assessoria de imprensa)

O fóssil, encontrado no município de Alto Garças, em Mato Grosso, está excepcionalmente preservado. Uma nova espécie de peixe pré-histórico, que viveu há cerca de 254 milhões de anos, acaba de ser apresentada em estudo científico com participação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). O fóssil, encontrado no município de Alto Garças, em Mato Grosso, está excepcionalmente preservado e oferece rara oportunidade de conhecer a vida existente no continente sul-americano nos momentos que antecederam uma das maiores transformações da história da Terra. - Foto: Journal of South American Earth Sciences/ Divulgação

Uma nova espécie de peixe pré-histórico, que viveu há cerca de 254 milhões de anos, acaba de ser apresentada em estudo científico com participação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). O fóssil, encontrado no município de Alto Garças, em Mato Grosso, está excepcionalmente preservado e oferece rara oportunidade de conhecer a vida existente no continente sul-americano nos momentos que antecederam uma das maiores transformações da história da Terra.

A nova espécie pertence ao grupo dos peixes de nadadeiras raiadas (actinopterígios), que reúne cerca de 96% dos peixes vertebrados atualmente existentes, incluindo espécies como atum, salmão e bacalhau. O animal tinha, aproximadamente, 15 centímetros de comprimento e apresentava característica marcante: seu corpo era protegido por escamas resistentes formadas por dentina e esmalte, os mesmos itens encontrados nos dentes humanos.

O grau de preservação torna o achado especialmente relevante. Enquanto grande parte dos peixes dessa idade encontrados no Brasil é conhecida apenas por dentes, escamas ou fragmentos ósseos isolados, o exemplar de Leolepis conserva praticamente todo o corpo. O estudo o classifica como o peixe de nadadeiras raiadas do Permiano mais bem preservado já encontrado no Estado de Mato Grosso, além de representar um achado raro em escala mundial.

O peixe viveu durante o Permiano Superior, em grande sistema aquático continental formado a partir de um antigo mar interior existente quando a América do Sul e a África ainda estavam unidas no supercontinente Gondwana.

Pelo tamanho reduzido dos dentes, os pesquisadores estimam que Leolepis se alimentava de pequenos invertebrados e plantas. O fóssil, portanto, ajuda a reconstruir parte de um ecossistema que existia pouco antes da chamada extinção Permo-Triássica, ocorrida há, aproximadamente, 252 milhões de anos. O evento foi o maior episódio de extinção em massa conhecido pela ciência: cerca de 78% da vida terrestre e até 95% das espécies marinhas desapareceram.

Há, ainda, uma coincidência geológica que torna a descoberta particularmente interessante: o fóssil foi encontrado a apenas 50 quilômetros da cratera de impacto de Araguainha, considerada a maior e mais bem preservada estrutura desse tipo na América do Sul.

A descoberta também é importante porque o registro de peixes continentais do Paleozoico na América do Sul ainda é considerado pouco conhecido.

A pesquisadora do Departamento de Zoologia da Uerj, Valéria Gallo, envolvida na descrição do fóssil, afirma que “por estar excepcionalmente preservado, o exemplar pode ajudar os pesquisadores a reconhecer a presença da espécie em outras áreas da Bacia do Paraná e a estabelecer novas correlações entre diferentes formações geológicas”.

O espécime foi coletado, em 2005, pelo geólogo Léo Adriano de Oliveira, que posteriormente o disponibilizou para estudo e o depositou na Coleção Paleontológica da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em Cuiabá.

(Fonte: Agência Brasil)

Eclipse parcial da lua

A partir das 23h34, hora de Brasília, desta quinta-feira (27), um eclipse parcial da Lua poderá ser visto em todo o território brasileiro. O ponto máximo será 1h31, já na madrugada da sexta-feira (28), quando estará na fase mais obscura.

A astrônoma do Observatório Nacional Josina Oliveira do Nascimento disse que esse tipo de eclipse ocorre toda vez que a Lua entra na sombra da Terra, formada pela incidência do Sol. 

“Sempre existe a sombra da Terra no espaço, porque o Sol está sempre iluminando a Terra, mas a Lua nem sempre entra nessa sombra”, explicou à Agência Brasil.

“A Lua vai entrar na sombra da Terra e tudo acontece por conta dessa questão da sombra. Todos os corpos que não são pontuais, recebendo uma fonte de iluminação, têm duas sombras. Uma mais clara, que a gente chama de penumbra, e uma mais escura, que é a umbra”.

“No ano que vem, vamos ter dois eclipses só penumbrais. A Lua vai passar só pela penumbra e vai sair”, adiantou Josina Oliveira.

De acordo com a astrônoma, todos os eclipses ocorrem com Lua cheia e o formato depende do quanto ela vai entrar na sombra da Terra. 

“Se o plano de órbita da Lua em torno da Terra fosse o mesmo do plano de órbita da Terra em torno do Sol, toda Lua cheia teria eclipse, mas acontece que não, porque a Lua faz um plano de órbita que é inclinado em 5 graus em relação ao outro”, explicou.

Para ter uma boa observação do fenômeno, é preciso paciência.

Segundo Josina Oliveira, ao entrar na penumbra, que é a sombra mais clara, ainda não é possível notar qualquer diferença no brilho da Lua.

“A gente sabe que ela está lá, porque às 22h24 vai entrar na penumbra, mas entre 22h24 e 23h34, que é a hora que ela vai começar a entrar na umbra, a gente vai olhar para a Lua e vai ver iluminada igualmente. Não dá para perceber nenhuma diferença olhando para ela. Agora, quando for 23h34, aí começa a perceber a diferença”, explicou, acrescentando que o estudo dos horários em que os eventos ocorrem se baseia unicamente nas posições do Sol, da Terra e da Lua.

“É isso que define a luminosidade. É a mesma coisa de quando a gente sabe exatamente a hora em que a Lua entrou na Lua cheia, no quarto minguante e no quarto crescente. Cada mês tem um horário diferente. O que a gente precisa para saber disso é a posição do Sol, da Terra e da Lua, porque o que a gente está vendo é consequência desse triângulo”, explicou.

Segundo a astrônoma, durante o eclipse, primeiro se vê um pontinho preto, que vai evoluindo até a parte preta ficar em formato de uma “mordidinha”, o que significa que a Lua está entrando cada vez mais na umbra, que é a sombra escura. 

“Quando ela estiver 96,2% tomada, vai começar a sair da umbra e tomar uma tonalidade avermelhada. Logo depois, vai sair”.

Nesse fenômeno de agosto, a fase parcial levará 3h18. Vai começar às 23h34, o máximo vai ser à 1h13, já do dia 28, e o término do eclipse parcial vai ser às 2h52.

Mesmo quem estiver em fuso diferente do horário de Brasília, subtrai a diferença e poderá observar o fenômeno no mesmo instante. 

“Quem estiver no fuso de menos 4 horas, diminui 1 hora dos horários [previstos para os movimentos]. O instante é o mesmo, mas a hora no relógio é diferente”.

Olho nu

Ao contrário do eclipse solar, que, para observar, é preciso usar filtros, equipamentos especiais ou óculos próprios, esse parcial da Lua poderá ser visto a olho nu e de qualquer lugar. 

“No caso desse eclipse, o Brasil todo vai ver e com a Lua bem alta. A única coisa que vai fazer com que você não veja o eclipse é se chover ou ficar nublado”, apontou.

De acordo com o Observatório Nacional, o eclipse desta quinta-feira “pertence ao Saros 138, um ciclo de, aproximadamente, 18 anos que governa a recorrência de eclipses com características semelhantes”.

Admiração

Para a astrônoma, o fenômeno do eclipse envolve as pessoas por causa da admiração pelo céu, o que ajuda muito na divulgação e educação relacionadas a esses eventos.

“A gente tem muita ligação com escolas, projetos de educação de professores, de observação na praça e em várias cidades do Rio e do Brasil, o Ciência Cidadã, envolvendo as pessoas com a ciência através da astronomia, porque o céu é envolvente. Não conheço, em 47 anos de profissão, e nunca ouvi ninguém dizer que não gosta de olhar para o céu”, disse.

Transmissão

O eclipse parcial poderá ser acompanhado, também, pela live que o Observatório Nacional vai fazer no seu canal do YouTube a partir das 23h pelo horário de Brasília, em uma nova edição do programa O Céu em sua Casa: observação remota.

Segundo o Observatório, como ocorreu no eclipse solar no começo do mês, todos os veículos de comunicação poderão retransmitir gratuitamente a cobertura, mas precisam avisar antes pelo e-mail [email protected].

Horários:

  • 23h: Início da transmissão ao vivo pelo YouTube do ON.
  • 23h34 (27/ago): Início do eclipse parcial. A Lua toca a umbra.
  • 1h13 (28/ago): Máximo do eclipse. Momento de maior obscurecimento (96,2%).
  • 2h52 (28/ago): Fim da fase parcial, com a Lua deixando a umbra.
  • 4h02 (28/ago): Fim do eclipse penumbral e encerramento da transmissão.

(Fonte: Agência Brasil)

Brasília - 06/08/2026 - O Agosto Branco, campanha dedicada à conscientização sobre o câncer de pulmão. Foto- Divulgação

Os jovens brasileiros de 16 a 24 anos apresentaram incidência de tabagismo maior que outras faixas etárias em uma pesquisa do Instituto A.C. Camargo Câncer Center em parceria com a empresa Nexus.

Nessa faixa etária, 19% dos entrevistados se declaram fumantes ativos, de cigarros comuns ou eletrônicos, número acima da média nacional (17%) e de todas as outras faixas etárias. A pesquisa entrevistou mais de 2 mil pessoas em todo o país.

A faixa entre 25 e 40 anos, por outro lado, apresenta o menor índice de tabagismo, com 15% dos entrevistados declarando serem fumantes. Em seguida, surge o grupo das pessoas com mais de 60 (16%), e de 41 a 59 anos (17%).

Além disso, os dados apontam que grande parte da população está exposta aos perigos do tabagismo: cerca de um terço da população brasileira (33%) compartilha frequentemente ambientes domésticos ou de trabalho com fumantes. A inalação passiva da fumaça eleva as chances de desenvolvimento de câncer pulmonar, inclusive em indivíduos que jamais fumaram.

Segundo Helano Freitas, líder do Centro de Referência de Tumores de Pulmão e Tórax do A.C.Camargo, a incidência do tabagismo entre os jovens entre 16 a 24 anos exige atenção prioritária. O médico ressalta que, conforme levantado na pesquisa, o primeiro contato com o cigarro ocorre, em média, aos 16 anos.

Por se tratar de um grupo de adolescentes e jovens adultos bastante vulnerável, há um alto risco de iniciação na dependência sem conseguir deixá-la posteriormente, ainda que as demais idades também necessitem de cuidado.

Outras categorias

A população com mais de 60 anos lidera o índice de ex-fumantes, com 32% do total. Em segundo lugar, aparecem pessoas de 41 a 59 anos (15%), de 25 a 40 (10%) e de 16 a 24 anos (8%).

Entre as regiões do país, o consumo de cigarro é superior no Sul (22%), seguido do Sudeste (19%), Nordeste (13%) e Norte/Centro-Oeste (13%).

A pesquisa também demonstra que o consumo de cigarros está atrelado a fatores socioeconômicos. Os entrevistados que possuem renda salarial de até um salário mínimo apresentam a maior taxa de tabagismo, com 19%. Já em relação ao nível de escolaridade, aqueles que concluíram apenas o ensino fundamental também apresentam o maior índice de tabagismo, com 21%. 

O estudo indica, ainda, uma forte relação entre o tabagismo e outros comportamentos de risco: 84% dos fumantes relataram manter até quatro hábitos prejudiciais à saúde no cotidiano, destacando-se o sedentarismo e a ingestão exagerada de frituras e produtos ultraprocessados.

Em contrapartida, 18% das pessoas que nunca fumaram afirmam não ter nenhum hábito prejudicial à saúde, o dobro do índice observado entre os fumantes (9%). Já os ex-fumantes lideram a categoria de apenas um hábito ruim (44%) e apresentam baixas taxas de múltiplos deslizes.

O cenário sugere que abandonar o cigarro costuma vir acompanhado de uma reestruturação ampla do estilo de vida, restando apenas um deslize residual na rotina.

Outro dado do estudo revela que 63% dos fumantes classificam a própria saúde como "ótima" ou "boa". Essa percepção positiva supera inclusive a das pessoas que jamais fumaram (61%), ainda que a diferença esteja contida na margem de erro, demonstrando que os fumantes se consideram tão saudáveis quanto os não fumantes.

(Fonte: Agência Brasil)

Participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2021 fazem, neste domingo (28), segundo dia de avaliação, provas de matemática e de ciência da natureza.

A renegociação de dívidas do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), com descontos e condições facilitadas pelo programa Desenrola Fies 2026 pode ser feita até o dia 16 de setembro.  

A adesão à renegociação de dívidas da graduação deve ser firmada diretamente com a instituição financeira responsável pelo contrato do Fies: o Banco do Brasil ou a Caixa, por meio de seus canais digitais.

As condições de renegociação de dívidas variam de acordo com a situação de cada contrato. 

O Fies oferece financiamento para quem deseja estudar em uma instituição privada de ensino superior. Após a formatura, o estudante precisa devolver o montante financiado pelo governo com juros baixos e condições facilitadas de pagamento, respeitando o limite da renda do ex-estudante.

Quem pode negociar

A iniciativa é voltada para estudantes com contratos do Fies firmados até 2017 que estavam na fase de amortização em 4 de maio de 2026, período em que o estudante começa a pagar o valor principal do financiamento estudantil e os juros acumulados para quitar a dívida após terminar a faculdade. A renegociação contempla contratos adimplentes e inadimplentes.

Também podem participar do Desenrola Fies 2026 os estudantes com o nome inscrito em cadastros de inadimplentes por atraso neste financiamento estudantil. Após a formalização da renegociação e o pagamento da parcela de entrada, ocorre a retirada do nome do estudante e dos fiadores desses cadastros, quando aplicável.

Não estão aptos à renegociação os estudantes que contrataram o Fies a partir de 1º de janeiro de 2018, assim como aqueles com contratos nas fases de uso do financiamento ou de carência.

(Fonte: Agência Brasil)