
– Psicanalista e escritor disse estar “impressionado com todas as informações”, com a “alegria e humor” e “com a profundidade de tudo” na palestra de Edmilson Sanches.
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Realizadas na primeira semana de abril, no Clube Militar e na Academia Pan-americana de Letras e Artes do Rio de Janeiro, as palestras do administrador, jornalista e escritor Edmilson Sanches continuam merecendo repercussão positiva em diversos pontos do país.
A partir do tema-título “MARANHÃO, CAPITAL RIO”, Sanches discorreu por mais de duas horas sobre grandes nomes de maranhenses que, baseados no Sudeste do Brasil, sobretudo Rio de Janeiro e também São Paulo, realizaram feitos que mudaram e melhoraram para sempre a Identidade, a Cidadania e o Desenvolvimento nacionais.
Na Medicina, Odontologia, Farmácia-Bioquímica, na Administração e Economia, no Direito e Leis, nos Esportes e na Espiritualidade, na Literatura e na Música, no Cinema e Teatro, nas Artes e na Cultura em geral, na Agronomia e Botânica, na Antropologia e no Folclore e em diversas outras áreas do Conhecimento homens e mulheres do Maranhão, nos séculos XIX e XX, descobriram e inventaram, escreveram e fundaram, instituíram e criaram, agiram e lutaram pela implementação de inovações técnicas, científicas, jurídicas e culturais que contribuíram para um Brasil melhor.
Avanços na Cardiologia, Hematologia, Medicina Tropical, Oftalmologia, Odontologia, Anestesiologia; redação de Leis pioneiras de proteção à mulher trabalhadora, de liberdade de crença e culto, da separação Igreja-Estado, a Lei do Ventre Livre, a criação do Ministério da Agricultura, do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, da primeira companhia imobiliária do país, do primeiro movimento para criação de instituição financeira no século XVIII, criação ou implantação de diversas “Escolas”, tendências ou movimentos literários (Indianismo, Parnasianismo, Realismo, Tradução, Tradução Criativa, Modernismo, Concretismo, Neoconcretismo, Poesia Práxis etc.) e dezenas, senão centenas de outros feitos põe cientistas e intelectuais, gestores e políticos maranhenses em ações de vanguarda, de protagonismo e de pioneirismo na formação histórico-cultural nacional.

“PROFUNDIDADE”
Para o psicanalista, escritor, músico e acadêmico carioca Frederico Amitrano, que no dia 6 de maio, no Shopping Downtown, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, lança seu livro “A Ciência dos Restos – De que se Ocupa a Psicanálise”, “todas as informações” de Edmilson Sanches deixaram-no “impressionado”. Escreveu Amitrano: “Caro Edmilson, / Precisei sair antecipadamente durante a palestra, pois fui palestrar também, na Cinelândia. Um compromisso maçônico da Ordem da qual presido no Rio de Janeiro. // Mas fiquei muito impressionado com todas as informações, com a maneira alegre, com o humor irônico e com a profundidade de tudo o que falou. // Gostaria de parabenizá-lo. Inclusive, por definir com maestria uma coisa que se observa diariamente na Psicanálise: o invisível move o visível! É isso! Sempre soube disso, mas não havia vestido esse saber numa sentença como você fez e me ensinou. // Obrigado por tudo. Lamento não podermos conversar, mas acredito que a poesia e a arte nos darão outra chance. Forte abraço! (FREDERICO ALEXANDRE DA SILVA AMITRANO, Rio de Janeiro/RJ)”.

“REPENSAR”
“Foi a sua palestra que abriu uma janela que me fez repensar em tudo que eu já escrevi e se perdeu no tempo […]”, escreveu o acadêmico, coreógrafo, dançarino e diretor artístico Stefânio Márcio Coêlho Vieira, referência brasileira em Dança Inclusiva e fundador da Cia. Livre Acesso de Teatro e Dança Inclusivos, no Rio de Janeiro (RJ). Stefânio Vieira escreve e exclama: “Nossa! // Eu não estava com pretensão para tanto, até porque, diante de você, ainda necessito comer muito feijão com farinha, e nem sei por onde começar. // Simplesmente te relatei a minha verdade, algo que o meu coração se sentiu confortável e ao mesmo tempo confiante. // Tudo isso após escutar e me sentir fazendo parte da sua palestra. Veja que incrível! // Acredito que a arte, independente da sua forma de expressão, é capaz fazer… fazer você refletir… e foi ela, a sua palestra, quem abriu uma janela que me fez repensar em tudo que eu já escrevi e se perdeu no tempo… […]” Sobre obra de Edmilson Sanches, disse: “Pelo seu talento literário, eu já esperava um trabalho desse nível […]. Você é uma verdadeira enciclopédia! Parabéns!” (STEFÂNIO VIEIRA, acadêmico, coreógrafo, diretor artístico, Rio de Janeiro/RJ).

“CONHECIMENTO”
De Fortaleza, Ceará, o escritor, empresário e acadêmico Antônio Cruz Gonçalves escreveu: “Caro Amigo e Conterrâneo Sanches. // Você com o seu vasto conhecimento e facilidade em se expressar, arrasou na entrevista no Programa Cultura em Movimento, no Rio de Janeiro. // PARABÉNS! Você enalteceu nossa Caxias, o nosso Maranhão e o Brasil como um todo. // Que Deus o ilumine para continuar sempre bravo e competente.” (ANTÔNIO CRUZ GONÇALVES, Fortaleza/CE).

“ENRIQUECIMENTO”
A professora, escritora, psicopedagoga e compositora musical Graça Coêlho confirma que “é sempre um grande prazer e uma grande oportunidade de enriquecimento ouvir Edmilson Sanches”. Em outra oportunidade, disse Graça Coêlho, que é acadêmica de Instituições culturais de São Paulo e Rio de Janeiro: “Edmilson fala com muita propriedade. Ele tem muita coisa pra gente escutar e aprender.” Escreveu ainda Graça Coêlho: “[…] desde o dia da sua palestra – "Maranhão, Capital Rio" –, em Assembleia da APALA RJ, no dia 2 de abril de 2026, na Federação das Academias de Letras do Brasil, que desejo me expressar por escrito, além da minha fala do momento, quando comuniquei a minha decisão de adiar a minha palestra (‘Suassunas: Madeira que Cupim não Rói’) em prol da sua. // Edmilson Sanches é um maranhense orgulhoso de suas raízes, dedicado à cultura de sua terra e reconhecido estudioso e palestrante de excelência. Ouvir suas explanações é sempre motivo de grande alegria e enriquecimento. // Como nordestina de essência, cultivo profundo amor por minha terra, preservo meu sotaque e faço questão de difundir nossa cultura por onde passo. Minha admiração por você, nasce dessa afinidade: o mesmo zelo, orgulho e compromisso com nossas origens. // Parabenizo-o pela forma exemplar com que valoriza suas raízes e pela capacidade de evidenciar a relevância da contribuição maranhense na construção do nosso país. Pessoas como você mantêm viva a nossa história”. (GRAÇA COÊLHO, Rio de Janeiro/RJ)

“RESPEITO”
De Imperatriz, Maranhão, escreveu Lucinete Cunha Oliveira, técnica em Enfermagem: “Tive o privilégio de participar de uma palestra sua no antigo CEFET [Centro Federal de Educação Tecnológica, atualmente IFMA - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão]. // Foi incrível!!! Parabéns! // Você merece esse respeito!!” (LUCINETE CUNHA OLIVEIRA, Imperatriz/MA)
“BOQUIABERTO”
O jornalista, escritor e ambientalista Domingos Izaías Cézar Ribeiro, presidente da Academia Açailandense de Letras, escreveu: “Meu prezado confrade ao dobro, Edmilson Sanches, eu só tenho a concordar com todas as pessoas entrevistadas nesta matéria. Ouvi o nobre conferencista pela primeira vez em agosto de 1988, no auditório Nereu Ramos, da Câmara Federal, em Brasília, que me deixou boquiaberto, e este testemunho darei antes de sua conferência em Açailândia. Portanto, endosso, assino embaixo, todas as declarações. […]” (DOMINGOS CÉZAR RIBEIRO, Açailândia/MA).
Fotos:
Frederico Amitrano, Stefânio Vieira, Antonio Cruz Gonçalves, Graça Coêlho, Lucinete Cunha Oliveira e Domingos Cézar Ribeiro.