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Brasília (DF), 16/11/2025 - Candidatos comparecem a local de prova para realização do segundo dia do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2025. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O prazo para que os candidatos do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026, inscritos automaticamente, selecionem o idioma de preferência para a prova de língua estrangeira terminará neste domingo (18). As opções são inglês ou espanhol.

A escolha do idioma deve ser feita na Página do Participante.

A inscrição automática no Enem 2026 atingiu, pela primeira vez, os estudantes concluintes do ensino médio da rede pública em 2026, com o objetivo de aumentar a participação desse público no exame.

De acordo com a retificação do Edital nº 64/2026 do Enem,se o participante nessas condições perder o prazo, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) aplicará a prova de inglês, e o participante não poderá alterar a opção.

A prova de língua estrangeira possui cinco questões de múltipla escolha, com foco na interpretação e compreensão de textos.

Para reforçar os estudos e adquirir vocabulário, o Ministério da Educação (MEC) disponibiliza, gratuitamente, a plataforma MEC Idiomas. A ferramenta digital oferece aulas gratuitas de inglês e espanhol do nível básico ao avançado.

Questionário socioeconômico

O participante inscrito de forma automática deverá também preencher o Questionário Socioeconômico.

Para preencher o questionário socioeconômico do Enem 2026, o candidato também deve acessar a Página do Participante do exame. É preciso usar a senha da plataforma Gov.br.

O formulário on-line, com cerca de 23 a 25 perguntas obrigatórias, mapeia a realidade social, econômica e educacional dos participantes.

Os dados fornecidos não podem ser alterados.

Somente após preencher o questionário socioeconômico, o candidato terá acesso à informação sobre seu local de prova.

Provas

As provas serão aplicadas em dois domingos de novembro, nos dias 8 e 15, no turno da tarde.

O primeiro dia do Enem terá duração de 5 horas e 30 minutos. Nesse dia, os candidatos farão a redação e os exames de linguagens (língua portuguesa, literatura, língua estrangeira, artes, educação física e tecnologias da informação), códigos e suas tecnologias e ciências humanas (história, geografia, filosofia e sociologia) e suas tecnologias.

No segundo dia, os estudantes farão provas de ciências da natureza e suas tecnologias (biologia, química e física) e matemática. Os participantes terão 5 horas para fazer as provas.

Saiba tudo sobre o exame no Guia do Enem, disponibilizado pelo Ministério da Educação (MEC).

Enem 2026 

Nesta edição, o Ministério da Educação (MEC) registrou mais de 5 milhões de inscrições.

Pela primeira vez, além de promover o acesso ao ensino superior, o Enem também terá como objetivo avaliar o domínio das competências e habilidades esperadas no fim do ensino médio, integrando o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb).

(Fonte: Agência Brasil)

Brasília (DF), 24/10/2024 - Professor do colégio Galois, Samuel Rbeiro Costa, em sala de aula com alunos na preparação nos últimos dias antes da prova do Enem 2024.  Foto: José Cruz/Agência Brasil

A corriqueira pergunta feita a crianças sobre qual carreira desejam seguir incentivou a professora Giovanna Macedo, de Campinas (SP), a usar a inteligência artificial (IA) para mostrar a seus alunos, de 9 e 10 anos, como eles seriam representados, no futuro, desempenhando os ofícios que sonharam.

A aceleração no tempo da infância à fase adulta, com ajuda do ChatGPT, foi gerada por iniciativa da professora a partir das fotos tiradas, em 2025, dos seus 31 alunos do 4º ano do ensino fundamental da Escola Estadual Professor Carlos Cristovam Zink, localizada em um bairro de periferia da cidade do interior paulista.

O vídeo com as reações das crianças emocionadas viralizou nas redes sociais e ganhou o mundo. As respostas foram de jogador de futebol a astronauta, passando por veterinária, bailarina, cantor, artista e outras.

Giovanna explica que a intenção foi permitir que crianças imaginassem uma fase da vida que ainda está distante para elas.

“Para mim, como professora, é muito significativo criar situações em que os alunos se sintam valorizados e vejam que alguém acredita neles, que têm potencial para irem além”.

A professora contou  Agência Brasil que, desde a infância, tinha o desejo de lecionar. Neste 15 de outubro, Dia do Professor, a jovem, de 27 anos, comemorou mais um ano de atuação no magistério, carreira que abraçou há 8 anos, em 2018.

Apesar do tempo na profissão, a docente admite que, ainda, não tem capacitação em inteligência artificial, mas conta que está sempre antenada nas inovações e usa as tecnologias intuitivamente para ter ideias e produzir recursos visuais que tornem suas aulas mais interessantes.

“Mais do que utilizar uma tecnologia nova, nosso papel é encontrar formas de despertar a curiosidade das crianças, fortalecer a autoestima e ampliar os horizontes delas. Quanto mais conseguirmos mostrar o que são capazes de aprender, criar e sonhar, mais sentido terá o nosso trabalho”.

Professora Giovanna Macedo, de Campinas (SP) que usou I.A  em ação com estudantes.  Foto: Giovanna Macedo/ Arquivo pessoal
Giovana Macedo

Após a repercussão da atividade realizada com auxílio de IA generativa, Giovanna confessa ter planos de fazer uma especialização em metodologias e didática para aprimorar seus conhecimentos da nova tecnologia.

“Gostaria que experiências como essa inspirassem outros educadores a explorar novas metodologias e a pensar em maneiras criativas de aproximar os conteúdos escolares da realidade dos alunos”.

Cultura digital

Nesta nova cultura digital, em que quadro negro e giz vêm sendo substituídos por computadores, as escolas precisam acompanhar as mudanças sociais e tecnológicas com responsabilidade, diante de um cenário em que os estudantes já crescem com acesso a informações entregues em segundos, mas que, muitas vezes, não sabem transformar esse conteúdo em conhecimento. 

O posicionamento é de Kassula Correa, diretora-geral da Start Anglo Bilingual School, uma escola privada do Rio de Janeiro.

“Uma criança pode ter facilidade para mexer no celular e, ainda assim, não saber pesquisar com profundidade, identificar uma informação falsa ou compreender os riscos de compartilhar determinados dados”.

Para a educadora, o uso da inteligência artificial ainda deve considerar as diversidades em sala de aula.

“Precisamos oferecer ferramentas, formação e condições para que o professor consiga ensinar a essa geração em que cada criança tem seu ritmo, suas dúvidas e sua maneira de aprender”.

Mesmo em tempos de transformação digital, Kassula defende que a escola preserve o papel de ambiente de desenvolvimento socioemocional.

“Por mais que a tecnologia avance, a escola continua sendo um lugar de relações humanas. É onde a criança aprende a conviver, a lidar com dificuldades, a se conhecer e a descobrir do que é capaz”.

Formação de professores

Brasília (DF), 14/10/2026 - Dia do Professor: realidade e desafios da inclusão digital no ensino público. O professor do Distrito Federal, Marcio Luiz Dias. Atua há 13 anos na formação de professores para utilização das tecnologias educacionais, com ênfase na Inteligência Artificial na Educação. Foto: Marcio Luiz Dias/Arquivo Pessoal
Márcio Luiz Dias

O professor, doutorando e mestre em Educação, Márcio Luiz Dias, atua, há 13 anos, na formação continuada em tecnologias educacionais do corpo docente da rede pública de ensino do Distrito Federal. Seu foco é a inteligência artificial na educação.

Ele compreende que a formação continuada é indispensável tanto para professores com formação analógica quanto para os recém-formados em licenciaturas.

“No campo digital, as mudanças ocorrem em velocidade tão rápida que torna praticamente impossível que o currículo das faculdades esteja sempre atualizado”.

Márcio acha legítimo o receio de alguns colegas professores em utilizar a inteligência artificial na educação, no entanto, avalia que este é um caminho sem volta. “É algo que se popularizou há relativo pouco tempo, mas que tem ampliado sua presença de forma rápida e abrangente”.

Nas capacitações oferecidas pela Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF), a orientação aos docentes é mediar para que a classe supere o uso mecânico das ferramentas digitais. 

“O Currículo em Movimento das Escolas Públicas do DF preconiza que a formação continuada extrapole o uso instrumental das tecnologias e passe para o uso crítico, colaborativo e focado na intencionalidade pedagógica”, relaciona o professor Márcio Luiz.

Já a gestora educacional Kassula Correa defende a importância de valorizar a experiência analógica prévia dos docentes e aproximá-la das novas tecnologias de forma prática, contínua e acolhedora.

“Muitos deles desenvolveram estratégias incríveis de ensino usando quadro, livros, papel e muita criatividade. O que precisamos é aproximar esses profissionais das novas possibilidades, respeitando suas trajetórias”.

Tarefas

A IA também pode contribuir diretamente para automatizar e otimizar rotinas burocráticas e repetitivas, como tarefas administrativas e operacionais e, também, para desenvolver atividades que promovam mais a colaboração e o significativo engajamento estudantil, lista o professor do DF.

Como consequência direta, o professor Márcio Luiz aponta para a liberação de tempo de qualidade para que o professor estude mais, planeje as aulas e se dedique ao acompanhamento individualizado das necessidades dos estudantes.

“Nós professores nos vemos com uma série de rotinas burocráticas, repetitivas, cansativas que, embora essenciais para o andamento da escola, tomam nosso tempo para estudar, planejar aulas, testar formatos e adequações, bem como acompanhar, de maneira mais próxima, nossos estudantes”.

Apesar de a tecnologia trazer agilidade na hora de diversificar exercícios, adaptar níveis de dificuldade, elaborar planos de aula e agilizar correções objetivas, a diretora Kassula ressalta que a escolha da melhor estratégia para a turma depende exclusivamente do julgamento humano do educador.

“A qualidade do ensino continua dependendo da capacidade de transformar os recursos tecnológicos em experiências que ajudem o aluno a aprender. Avaliar o desenvolvimento de uma criança exige compreender seu percurso, suas dificuldades e seus avanços”.

Sala de aula

O professor do Centro de Ensino Médio Integrado à Educação Profissional (CEMI) de Taguatinga, cidade do Distrito Federal, Jaime Guilherme de Oliveira, ensina computação gráfica para estudantes de 14 a 18 anos do ensino médio. Muitos deles sequer têm computador em suas residências.

Vindo do mercado corporativo, na rede pública, o docente passou por capacitações via Escola de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (EAPE) da Secretaria de Educação do DF.

São eles: Cursos de Linguagens Digitais e IA na Prática Docente, além de pós-graduação em Proficiência em Tecnologias Digitais para uma Educação Empreendedora e cursos on-line permanentes.

Como resultado do aprendizado incorporado, Jaime Guilherme coloca a inteligência artificial para trabalhar a seu favor na rotina docente, como na criação de conteúdo para as aulas expositivas que facilitem sua compreensão; no planejamento das atividades de cada turma; na elaboração de avaliações adaptadas às necessidades de alunos com neurodivergências ou necessidades específicas; e no desenvolvimento de jogos educativos para fixação e revisão dos conteúdos.

É de autoria do tutor Jaime, via ChatGPT, o jogo interativo Arena ABNT, com as regras, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) ensinadas de forma lúdica para a escrita de trabalhos acadêmicos.

Nas dinâmicas pedagógicas, Jaime vê a IA como uma oportunidade para aproximar os alunos das transformações do mundo do trabalho.

O docente, no entanto, reflete que mais importante do que saber criar conteúdo é saber por que este está sendo criado, para quem será destinado e quais consequências poderá produzir.

“A ferramenta pode fazer muito por nós, mas a intenção, a sensibilidade, o pensamento crítico e a responsabilidade continuam sendo essencialmente humanas”.

Desafios: da cópia ao aprendizado

Em sua atuação como formador de outros professores, Márcio Luiz Dias enxerga que o acesso a dispositivos móveis e à internet no Distrito Federal é amplo, mas o principal desafio consiste em transformar a conectividade em uso crítico, cidadão e produtivo. E o educador estimula a conectividade para ir além:

“O letramento digital deva atuar fortemente contra riscos, como aplicação de golpes e fake news propagadas pelas redes sociais, bem como de se tornar uma fonte de novos aprendizados dos quais a pessoa necessite no campo pessoal ou da cidadania”.

Tratando especificamente dos estudantes, o professor Márcio estimula que os profissionais da educação tenham autoridade para estabelecer que a IA seja utilizada pelos estudantes como ferramenta de apoio para assimilar, raciocinar, pesquisar, questionar, debater.

“Reconheço que isso não é fácil, mas o caminho do letramento digital, da formação docente, de estipular e cobrar a análise, a síntese e a argumentação do aluno já foram testados com sucesso”, conclui Márcio.

 O combate ao "atalho" exige dos alunos capacidade de análise, síntese e argumentação própria, desenvolvidas via letramento digital.

Dentro do ambiente escolar, o professor Jaime Guilherme de Oliveira ensina aos jovens que a IA deve ser usada com intencionalidade clara; caso contrário, os atalhos da ferramenta produzem entregas vazias. "Quando existe uma intenção clara, a ferramenta amplia o alcance de quem já tem algo a dizer".

Futuro da IA na Educação

O professor de Taguatinga, Jaime Guilherme, projeta a presença crescente da IA no planejamento docente e na personalização da aprendizagem. Ele defende que a tecnologia não substitui o professor, que tem papel insubstituível na mediação pedagógica, orientação ética, checagem de dados e formação crítica dos alunos.

IA e rede pública

O Ministério da Educação (MEC) informou à Agência Brasil que uma nova resolução sobre o uso de inteligência artificial deverá ser publicada em breve, sem precisar uma data.

O documento terá o objetivo de ampliar o uso pedagógico da tecnologia, preservar a autonomia dos professores e garantir a proteção dos estudantes.

Com a futura publicação, a pasta busca estabelecer diretrizes claras e segurança jurídica para que gestores e redes de ensino façam uso das novas tecnologias de forma segura, inclusiva e responsável.

“A partir da resolução, o país passa a contar, de forma inédita, com um parâmetro nacional unificado para orientar a adoção consciente e ética da inteligência artificial em todas as etapas de ensino”, diz a nota do MEC.

Sobre conectividade nas escolas públicas de educação básica em todo o país, o MEC tem a Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (Enec).

Em julho deste ano, 108.658 escolas estavam conectadas dentro dos parâmetros de qualidade adequados, classificadas nos níveis 4 e 5 do Indicador Escolas Conectadas (Inec), o que corresponde a 78,7% das 138.086 escolas monitoradas.

(Fonte: Agência Brasil)

Brasília (DF), 31/03/2026 - FOTO DE ARQUIVO - Prêmio Jabuti 2026. Foto: Prêmio Jabuti/Divulgação

A Câmara Brasileira do Livro (CBL) anunciou, nesta quarta-feira (14), os finalistas de cada categoria da 68ª edição do Prêmio Jabuti.

A cerimônia de entrega dos prêmios será realizada em 27 de outubro, na Sala São Paulo, em evento para convidados na capital paulista, com transmissão ao vivo pelo canal da CBL no YouTube.

Além do Livro do Ano, serão premiadas obras em 23 categorias, distribuídas em quatro eixos: Literatura, Não Ficção, Produção Editorial e Inovação.

A edição deste ano conta com 4.675 obras e projetos inscritos. Clique aqui e confira a lista completa dos finalistas, no site oficial da premiação.

No eixo Literatura, estão Conto, Crônica, Escritor Estreante – Poesia, Escritor Estreante – Romance, Histórias em Quadrinhos, Infantil, Juvenil, Poesia, Romance de Entretenimento e Romance Literário.

No eixo Não Ficção, as categorias são Artes, Biografia e Reportagem, Economia Criativa, Educação, Negócios e Saúde e Bem-estar.

O eixo Produção Editorial reúne Capa, Ilustração, Projeto Gráfico e Tradução.

Já o eixo Inovação abrange Incentivo à Leitura – Cultura Digital, Incentivo à Leitura – Projeto e Livro Brasileiro Publicado no Exterior.

Novidades

A organização também revelou os cinco selecionados da nova categoria Incentivo à Leitura – Cultura Digital, voltada a criadores de conteúdo em plataformas digitais que contribuem para valorizar o livro e estimular a leitura. Os nomes foram definidos após votação popular encerrada em 9 de outubro.

Esta 68ª edição traz, também, uma mudança relevante na disputa pelo Livro do Ano, principal distinção da premiação. A partir deste ano, obras inscritas nas categorias Escritor Estreante – Poesia e Escritor Estreante – Romance passam a concorrer ao título.

A presidente da CBL, Sevani Matos, afirmou que os finalistas desta edição representam a diversidade e a qualidade da produção literária e editorial brasileira:

“O Prêmio Jabuti tem um papel importante nesse reconhecimento e em dar visibilidade aos profissionais que fazem parte de toda a cadeia do livro”.

O curador do prêmio, Hubert Alquéres, destacou o trabalho dos jurados e o grande volume de obras que concorreram neste ano. Segundo ele, isso evidencia a importância e o prestígio do Jabuti.

“O volume também reflete a grande qualidade da produção literária e editorial brasileira. Agradecemos, profundamente, aos jurados pela dedicação e pelo excelente trabalho para selecionar, entre tantas obras, os finalistas desta edição”, acrescentou.

Premiação

Além da estatueta e do prêmio de R$ 70 mil, o vencedor do Livro do Ano poderá participar de uma das principais feiras internacionais do livro: Londres, Bolonha, Frankfurt ou Guadalajara, com despesas custeadas pela CBL e uma programação de palestras e encontros profissionais durante o evento.

Já os vencedores de cada uma das 23 categorias receberão a estatueta do Jabuti e um prêmio de R$ 5 mil.

Confira a lista de finalistas abaixo:

Literatura

  1. Conto
  • Corpo estranho: ferida fechada com a lâmina dentro | Autor(a): Marcos Vinicius de Paula | Editora(s): Viseu
  • Massaranduba | Autor(a): Abáz | Editora(s): Senac Rio
  • Minha estranha loucura | Autor(a): Evandro Luiz da Conceição | Editora(s): Todavia
  • Nego tudo: ficções súbitas | Autor(a): Andréa del Fuego | Editora(s): Companhia das Letras
  • Tranças de meninas: contos | Autor(a): João Anzanello Carrascoza | Editora(s): Alfaguara
  1. Crônica
  • A sangue quente: crônicas cariocas | Autor(a): Hermés Galvão | Editora(s): Labrador
  • Aproveitar a vida e suas dores | Autor(a): Contardo Calligaris "em memória" | Editora(s): Planeta do Brasil
  • Histórias miseráveis | Autor(a): José Castello | Editora(s): Maralto
  • Lugares para chorar no Recife e outros | Autor(a): DJ Dolores | Editora(s): Seja Breve Edições
  • Viagem no país da crônica | Autor(a): Humberto Werneck | Editora(s): Tinta-da-China Brasil
  1. Escritor Estreante - Poesia
  • História a que ninguém deu nome | Autor(a): Juliana Cajives | Editora(s): Mormaço Editorial
  • Lavra mareia | Autor(a): Camila Paoletti | Editora(s): Patuá
  • O silêncio é a música mais antiga do mundo | Autor(a): Kalu Coelho | Editora(s): Patuá
  • Radiografia das árvores | Autor(a): Ivana Fontes | Editora(s): Cachalote
  • Resto | Autor(a): George França | Editora(s): Urutau
  1. Escritor Estreante - Romance
  • Cantagalo | Autor(a): Fernanda Teixeira Ribeiro | Editora(s): Todavia
  • Horas azuis | Autor(a): Bruna Dantas Lobato | Editora(s): Companhia das Letras
  • Índigo | Autor(a): Juca Magalhães | Editora(s): Impressões de Minas
  • Pitangas verdes | Autor(a): Mariana Lobato Botter | Editora(s): Labrador
  • Sutura | Autor(a): Roberta Barbosa | Editora(s): Patuá
  1. Histórias em Quadrinhos
  • Daruma: identidade | Autor(a): Monge Han | Editora(s): Pitaya
  • Ouroboros | Autor(a): Luckas Iohanathan | Editora(s): Comix Zone
  • Reparações | Autor(a): Marcelo Lelis | Editora(s): Figura
  • Segue o baile | Autor(a): Magô Pool | Editora(s): Veneta
  • Você precisa saber de mim | Autor(a): Helena Cunha | Editora(s): nVersos
  1. Infantil
  • A baleia bailarina | Autor(a): Roberta Moysés | Editora(s): Mannú
  • A letra | Autor(a): Leo Cunha, Raquel Matsushita | Editora(s): Maralto
  • Alfabeto atrapalhado | Autor(a): Juliane Bortolucci | Editora(s): Asinha
  • Eletricista | Autor(a): Augusto Massi, Daniel Kondo | Editora(s): Elo
  • Meu | Autor(a): Alexandre Rampazo | Editora(s): Planeta do Brasil
    • Juvenil
  • A descoberta que mudou minha vida | Autor(a): Ingrid Haas | Editora(s): InVerso
  • A escola do fim do mundo | Autor(a): Júlio Emílio Braz | Editora(s): Arte Literária
  • A única da sala | Autor(a): Tathyana Viana | Editora(s): FTD
  • Ana & Artur desvendam a China | Autor(a): Silvana Salerno | Editora(s): Editora do Brasil
  • Uma Maria | Autor(a): Shirley Souza | Editora(s): Xica Editorial
  1. Poesia
  • A dança áspera das raízes | Autor(a): Bárbara Mançanares | Editora(s): Praga
  • Antes de dar nomes ao mundo | Autor(a): Adriana Lisboa | Editora(s): Relicário
  • Boris e Marina | Autor(a): Alberto Martins | Editora(s): Companhia das Letras
  • Diáspora não é lar | Autor(a): Nina Rizzi | Editora(s): Pallas
  • O jardim das oliveiras | Autor(a): Adélia Prado | Editora(s): Record
  1. Romance de Entretenimento
  • Aranha movediça | Autor(a): Moacir Fio | Editora(s): Moinhos
  • Cartografia para caminhos incertos | Autor(a): Ian Fraser | Editora(s): Intrínseca
  • Instruções para desaparecer devagar | Autor(a): Flávia Iriarte | Editora(s): Faria e Silva
  • Moeda de troca | Autor(a): Lucas Mota | Editora(s): Rocco
  • O tesouro de Joaquim Nabuco | Autor(a): Fernando Lomardo | Editora(s): Obra Independente
  1. Romance Literário
  • Coração sem medo | Autor(a): Itamar Vieira Junior | Editora(s): Todavia
  • Dança de enganos | Autor(a): Milton Hatoum | Editora(s): Companhia das Letras
  • Meridiana | Autor(a): Eliana Alves Cruz | Editora(s): Companhia das Letras
  • Uma delicada coleção de ausências | Autor(a): Aline Bei | Editora(s): Companhia das Letras
  • Vez em quando, Billie Holiday | Autor(a): Evandro Affonso Ferreira | Editora(s): Record

Não Ficção

2.1. Artes

  • Abdias, intérprete do Brasil: textos sobre raça e cultura brasileira de 1940 a 1990 | Autor(a): Tulio Custódio (Organizador) | Editora(s): Todavia
  • Expediente | Autor(a): André Sanches | Editora(s): Voar
  • Histórias da ecologia | Autor(a): Adriano Pedrosa, André Mesquita, Isabella Rjeille (Organizadores) | Editora(s): MASP (Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand)
  • O devorador: Zé Celso, vida e arte | Autor(a): Claudio Leal (Organizador) | Editora(s): Edições Sesc São Paulo
  • Vaqueiro de gibão | Autor(a): Pablo Pinheiro | Editora(s): Deu na Telha

2.2. Biografia e Reportagem

  • A audácia dos invertidos: as estratégias de sobrevivência e visibilidade LGBTI+ no Rio de Janeiro e sua importância no Brasil (1950-1990) | Autor(a): Rodrigo Faour | Editora(s): Record
  • Crentes: pequeno manual sobre um grande fenômeno | Autor(a): Guilherme Damasceno, Juliano Spyer, Raphael Khalil | Editora(s): Record
  • João Gilberto e a insurreição Bossa Nova: outros lados da história | Autor(a): Tárik de Souza | Editora(s): L&PM
  • Quem é essa mulher? : uma biografia de Zuzu Angel | Autor(a): Virginia Siqueira Starling | Editora(s): Todavia
  • Trincheira tropical: a Segunda Guerra Mundial no Rio | Autor(a): Ruy Castro | Editora(s): Companhia das Letras

2.3. Economia Criativa

  • A (r)evolução das habilidades para o futuro do trabalho na era da inteligência artificial | Autor(a): Martha Gabriel | Editora(s): Senac São Paulo
  • Economia Azul e cidades: uma introdução | Autor(a): Rinaldo Gama, Tomas Alvim (Organizadores) | Editora(s): BEĨ
  • Fazer cinema no Brasil: mercado, políticas públicas e ecossistema empreendedor cultural | Autor(a): Fernando Antonio Prado Gimenez | Editora(s): Caravana Grupo Editorial
  • Inovação com propósito: negócios com impacto social | Autor(a): Caio Flavio Stettiner, Clayton Alves Cunha, Clayton Pedro Capellari (Organizadores) | Editora(s): Belas Artes
  • Renda Básica Viável: Para o Governo e o Congresso reduzirem a alta desigualdade de renda no Brasil | Autor(a): Walter Barretto Jr. | Editora(s): Obra Independente

2.4. Educação

  • A esperança a gente planta | Autor(a): Alexandre Coimbra | Editora(s): Planeta do Brasil
  • Agora o meu chão são as nuvens: as famílias contemporâneas e os desafios na educação de crianças e adolescentes | Autor(a): Hugo Monteiro Ferreira | Editora(s): Autêntica
  • Atlas da Amazônia brasileira: um retrato abrangente e atual da Amazônia brasileira com mais de 300 mapas e ilustrações | Autor(a): Clovis Luciano Teixeira | Editora(s): Obra Independente
  • Como conversar com crianças sobre racismo e diversidade | Autor(a): Manuel Alves de Sousa Junior | Editora(s): Schreiben
  • Inspiração Griot: por uma educação antirracista | Autor(a): Sinara Rúbia | Editora(s): Malê Edições

2.5. Negócios

  • De volta ao jogo: A história de sucesso, dramas e viradas do BTG Pactual | Autor(a): Ariane Abdallah | Editora(s): Portfolio-Penguin
  • Estado, economia, desafios fiscais e reformas estruturais no Brasil: textos em homenagem a Eduardo Guardia | Autor(a): Ana Carla Abrão, Ana Paula Vescovi, Pedro S. Malan (Organizadores) | Editora(s): História Real
  • Governança regenerativa: uma evolução do sistema de governança para enfrentar os desafios do mundo em transição | Autor(a): Gabriela Blanchet | Editora(s): Bambual
  • Não se esqueça!: 50 memorandos sobre gestão e liderança com propósito, comprometimento e proatividade | Autor(a): Mario Sergio Cortella | Editora(s): Record
  • O manual da empresa antirracista: como transformar a sua empresa em uma potência que luta por todos | Autor(a): Adriana Alves | Editora(s): Planeta do Brasil

2.6. Saúde e Bem-Estar

  • A paixão pela mentira: a família e as tiranias | Autor(a): Paulo Schiller | Editora(s): Todavia
  • A revolução da longevidade: vivemos mais do que nunca. Mas estamos preparados para isso? | Autor(a): Alexandre Kalache | Editora(s): Vestígio
  • As dores da adolescência: como atender, acolher e cuidar | Autor(a): Carolina Delboni | Editora(s): Summus Editorial
  • O dilema das galinhas felizes: diálogos sobre a ciência da felicidade | Autor(a): Gustavo Arns, Leandro Karnal | Editora(s): Record
  • Por que a esquerda morreu?: e o que devemos fazer para ressuscitá-la | Autor(a): Jessé Souza | Editora(s): Civilização Brasileira

Produção Editorial

3.1. Capa

  • Anônimos: móvel moderno brasileiro além dos ícones | Capista: Daniel Brito | Editora(s): Olhares
  • Frans Krajcberg | Capista: Alles Blau | Editora(s): MASP (Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand)
  • Mano a Mano | Capista: Alceu Chiesorin Nunes | Editora(s): Companhia das Letras
  • O devorador: Zé Celso, vida e arte | Capista: Mateus Valadares | Editora(s): Edições Sesc São Paulo
  • Vaqueiro de gibão | Capista: Beatriz Matuck | Editora(s): Deu na Telha

3.2. Ilustração

  • Eletricista | Ilustrador(a): Daniel Kondo | Editora(s): Elo
  • Gran Circo | Ilustrador(a): Nelson Cruz | Editora(s): ÔZé
  • Guernica: a arte em busca da paz | Ilustrador(a): Vinicius Sabbato | Editora(s): Via Lúdica
  • Pantaleão e Serapião | Ilustrador(a): Alexandre Camanho | Editora(s): Passarinho
  • Pinóquio | Ilustrador(a): Gonzalo Ivar Cárcamo Luna | Editora(s): Figura

3.3. Projeto Gráfico

  • Dobra | Responsáveis: Raul Loureiro | Editora(s): Cosac
  • Moscou feliz | Responsáveis: Elaine Ramos | Editora(s): Ubu
  • O capital | Responsáveis: Elaine Ramos | Editora(s): Ubu
  • O Inventor de livros: Aldo Manuzio, Veneza e seu tempo | Responsáveis: Casa Rex | Editora(s): Ateliê Editorial, Mnema
  • Wendy Andrade: eu consigo te ver feliz | Responsáveis: Carlos Bocai, Julia B. Aguiar, Lucas D'Ascenção | Editora(s): Act.

3.4. Tradução

  • O Cantar de Roldão: chanson de Roland | Tradutor(a): Ronald Costa | Editora(s): Ateliê Editorial, EDUFU (Editora da Universidade Federal de Uberlândia)
  • O cavaleiro de bronze e outros contos e versos | Tradutor(a): Rubens Figueiredo | Editora(s): Penguin-Companhia das Letras
  • O retorno do Barão de Wenckheim | Tradutor(a): Zsuzsanna Spiry | Editora(s): Companhia das Letras
  • Os irmãos Karamázov | Tradutor(a): Cecília Rosas, Lucas Simone | Editora(s): Penguin-Companhia das Letras
  • Plotino Enéadas | Tradutor(a): Juvino Alves Maia Junior | Editora(s): Nova Acrópole

Eixo: Inovação

4.1. Incentivo à Leitura - Projeto

  • A cidade da gente | Responsável(eis): Otavio
  • A Feira do Livro 2025 | Responsável(eis): Associação Quatro Cinco Um
  • Cartovivências nas periferias da cidade | Responsável(eis): Ricardo Barbosa da Silva
  • Programa de rádio Universo Literário | Responsável(eis): Fábia Pereira Lima
  • Semana Literária Sesc e Feira do Livro | Responsável(eis): Mayara Elisa de Lima Cirico

4.2. Livro Brasileiro Publicado no Exterior

  • A terra dá, a terra quer | Editora(s): Ubu, Editions Wildproject
  • Água turva | Editora(s): Companhia das Letras, Suhrkamp Verlag
  • O som do rugido da onça | Editora(s): Companhia das Letras, Liveright/ Norton
  • Os substitutos | Editora(s): Companhia das Letras, Métailié
  • Via Ápia | Editora(s): Companhia das Letras, Farrar, Straus & Giroux

(Fonte: Agência Brasil)

Brasília (DF), 25/06/2026 – Alunos do ensino médio do CED 16, na Ceilândia, aproveitam o segundo semestre letivo para intensificar a preparação em sala de aula visando o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), vestibulares, Programa de Avaliação Seriada (PAS/UnB) e outros processos seletivos de ingresso no ensino superior
Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) disponibilizou o Cartão de Confirmação da Inscrição para a reaplicação da Prova Nacional Docente (PND) 2026 aos candidatos que tiveram a solicitação aprovada pelo órgão.

A PND será reaplicada em todo o país no próximo domingo (18), e o novo documento traz as informações sobre data, horário, endereço do local da prova e, também, se o candidato terá direito ao atendimento especializado e ao tratamento pelo nome social, se as respectivas solicitações foram aprovadas pelo Inep.  

O cartão está disponível on-line na Página do Participante dentro do Sistema PND, com login da plataforma Gov.br.

Quem teve direito

A reaplicação é para os candidatos que faltaram à aplicação regular do exame, em 20 de setembro, porque foram comprovadamente afetados por problemas logísticos no dia da prova ou que estavam infectados por uma das doenças contagiosas listas no edital, dentre elas: tuberculose, meningites, varíola,  sarampo, rubéola, catapora ou covid-19.

A prova

A PND é composta por duas partes: formação geral e componente específico.

Os candidatos terão o total de cinco horas e trinta minutos para responder às questões do exame apelidado de CNU dos Professores ou Enem dos professores.

Cronograma

Após a reaplicação, em 18 de outubro, o cronograma da PND 2026 segue a seguinte ordem:

  • divulgação do resultado dos recursos da aplicação regular da prova e correção preliminar da questão discursiva: 10 de novembro de 2026;
  • prazo para recursos da correção da questão discursiva: 10 a 12 de novembro;
  • divulgação do resultado final: 15 de dezembro.

PND

Criada pelo Ministério da Educação em 2025, a Prova Nacional Docente tem o objetivo de promover a realização de concursos públicos ou de outros processos seletivos para a contratação de docentes qualificados pelas redes públicas de ensino.

Os resultados obtidos pelos candidatos podem ser usados por Estados e municípios que fizeram a adesão formal ao programa.  Os entes podem adotá-lo como mecanismo único ou complementar de seleção dos profissionais para trabalhar no magistério público.

A iniciativa federal integra o programa Mais Professores para o Brasil, que reúne ações integradas para valorizar e a qualificar a educação básica pública e incentivar a busca pela carreira da docência no Brasil.

(Fonte: Agência Brasil)

Médica digita no computador, tendo seu estetoscópio ao lado. Foto: National Cancer Institute/Unsplash

Os participantes do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) 2026 que tiveram a solicitação de reaplicação autorizada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) podem consultar o local onde farão a prova, neste domingo (18), em todo o país.

A informação do endereço está no Cartão de Confirmação da reaplicação do exame, disponível na Página do Participante dentro do Sistema Enamed. 

A reaplicação é destinada somente aos candidatos que faltaram à aplicação regular do Enamed 2026, em 13 de setembro, porque foram comprovadamente afetados por problemas logísticos no dia da prova ou que estavam infectados por uma das doenças contagiosas listas no edital.

Cronograma

Após a reaplicação, em 18 de outubro, o gabarito preliminar da reaplicação do exame será divulgado em 20 de outubro.

Os participantes poderão apresentar recursos entre 20 e 22 de outubro.

O resultado dos recursos, o gabarito definitivo e o resultado final do exame estão previstos para 4 de dezembro.

Enamed

Criado pelo Ministério da Educação, o Enamed tem duas funções principais: avaliar a formação dos estudantes de medicina no Brasil e servir de critério para processos seletivos de residência médica de acesso direto, como no processo unificado do Exame Nacional de Residências (Enare).

O exame será aplicado obrigatoriamente a cada seis meses a partir de 2027 a todos os estudantes concluintes de cursos de medicina no Brasil.

Em junho deste ano, o Inep formalizou que o Enamed valerá de instrumento de avaliação da proficiência dos estudantes de medicina e da qualidade dos cursos de graduação.

Com isso, os formados só poderão se inscrever no Conselho Regional de Medicina (CRM) se tiverem rendimento suficiente no exame. O registro no conselho é obrigatório para exercer a profissão de médico no Brasil.

A regra está prevista na nova política integrada para a formação em medicina no país, prevista na Medida Provisória 1370/2026.

(Fonte: Agência Brasil)

Crato (CE), 12/05/2023 - Inauguração da creche em Crato/CE. Foto: Angelo Miguel/MEC

A escolha das obras do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD) para a educação infantil (creche e pré-escola) para o triênio 2026-2029 deve ser feita a partir desta terça-feira (13) até o dia 31 de outubro.

As escolas públicas devem selecionar as obras literárias e informativas para crianças da creche e da pré-escola, assim como o material de apoio pedagógico para professores da educação infantil, pelo sistema PNLD Gestão, do Ministério da Educação (MEC).

O PNDL é gerido pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e pelo MEC e faz a distribuição dos livros às escolas de todo o país gratuitamente, de forma regular.

Quem pode escolher

No PNLD Educação Infantil, serão atendidas as escolas das redes de ensino que tenham feito a adesão prévia ao programa e com alunos registrados na etapa da educação infantil no Censo Escolar de 2025.

Somente os diretores estão autorizados a acessar a plataforma para escolher as obras.

O acesso ao sistema é realizado exclusivamente pela plataforma Gov.br, com o número do Cadastro de Pessoa Física (CPF) e a senha. A Secretaria de Educação responsável deve analisar e aprovar as solicitações de acesso dos diretores.

As escolas devem realizar testes prévios de acesso para identificar eventuais problemas durante o período de escolha.

O sistema permite solicitar cadastros e atualizar acessos ao longo de todo o ano.

O que analisar antes

Para fazer a escolha, o dirigente escolar deve analisar as obras disponíveis em conjunto com os professores e coordenadores para definir qual material está mais alinhado à proposta pedagógica da unidade.

A análise deve considerar a adequação das obras à faixa etária das crianças e, ainda, as características e as necessidades da comunidade escolar local.

Como escolher

Os acervos disponibilizados serão distribuídos às escolas de acordo com o número de alunos. O estabelecimento seleciona o conjunto com todos os livros que o compõem, não sendo possível realizar alterações de livros.

A seleção das obras está organizada em três categorias:

Categoria 1 – Creche (para crianças até 3 anos): obras literárias e informativas. O conjunto desta categoria deve ter de 46 ou 47 obras escolhidas, conforme a quantidade de alunos;


Categoria 2– Pré-escola (para crianças de 4 a 5 anos): obras literárias e informativas. O conjunto deve ter de 50 a 52 obras escolhidas;


Categoria 3– Obras de apoio pedagógico (para professores): obras de apoio pedagógico para docentes da educação infantil. O conjunto deve ter de 50 a 52 obras escolhidas.

Se não escolher

Caso a escola participante opte por não receber os livros literários do PNLD Educação Infantil, deverá registrar a opção “não desejo receber” no sistema.

Esta unidade não deixará de receber as obras, mas isso ocorrerá de acordo com critérios técnicos definidos pelo FNDE.

Guia digital

Para ajudar no processo de escolha dos livros didáticos e de apoio pedagógico, o MEC disponibilizou o Guia do PNLD Educação Infantil – 2026-2029. 

A ferramenta reúne informações sobre as obras aprovadas e inclui resenhas, metodologias propostas para facilitar o planejamento das aulas, estrutura dos conteúdos e a avaliação realizada para aprovação dos livros em alinhamento com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

Em caso de dúvidas, o gestor de educação deve entrar em contato com a equipe do PNLD pelo e-mail: [email protected] .

(Fonte: Agência Brasil)

O Fórum Jaracaty sagrou-se campeão geral da 30ª edição da Copa Monte Branco de Judô, um dos mais tradicionais eventos de judô do Maranhão, que foi realizada no último fim de semana, no Ginásio do Colégio Upaon-Açu, em São Luís. O excelente desempenho dos judocas consolida o projeto social entre as principais potências do judô no Estado. Desta vez, o Fórum terminou a competição com 34 medalhas no total, sendo 17 de ouro, 10 de prata e 7 de bronze. 

Patrocinado pelo governo do Estado e pelo Grupo Equatorial por meio da Lei Estadual de Incentivo ao Esporte, o Fórum Jaracaty desenvolve um trabalho vitorioso há mais de duas décadas, em São Luís. O título na Copa Monte Branco deste ano comprova o quanto o projeto tem crescido e fomentado o surgimento de novos atletas. 

“Os grandes resultados do Fórum Jaracaty são frutos de muita dedicação dos nossos atletas. Ficamos felizes em ver a evolução deles. Os bons resultados na Copa Monte Branco demonstram a renovação de atletas mais novos e a consolidação de judocas mais experientes. Agora, é seguir com o trabalho porque temos muito a crescer ainda e mais desafios ainda estão por vir”, afirmou o sensei Ítalo Nunes.    

Dos resultados positivos do Fórum Jaracaty, destaque para Marlon Vieira, que brilhou na Copa Monte Branco. O jovem judoca foi campeão na categoria Júnior Masculino Leve (-73kg) e, ainda, levou a melhor na disputa do Absoluto Masculino Leve (-73kg) ao vencer o Ítalo Mazzili, um dos judocas mais vitoriosos do Maranhão, na decisão pela medalha de ouro. 

No Sub-13 Feminino Ligeiro (-36kg), Luciany Mendes conquistou a medalha de ouro. Já no Júnior Feminino Meio Médio (-63kg), duas atletas do projeto social subiram ao pódio: Kewelly Sá foi a campeã da categoria, enquanto Nassary ficou na terceira colocação. 

Fórum Jaracaty 

O Fórum Jaracaty conta com o patrocínio do governo do Estado e da Equatorial Maranhão via Lei Estadual de Incentivo ao Esporte para desenvolver atividades nas áreas esportiva, de informática e brinquedoteca. O projeto existe há mais de duas décadas no Jaracaty, ajudando crianças e jovens da região e bairros adjacentes a terem um futuro digno por meio do esporte e demais atividades.  

Para a comunidade, o Fórum Jaracaty oferece cursos, palestras e demais atendimentos, com apoio dos patrocinadores e parceiros. Todas as atividades do projeto são gratuitas.

CLASSIFICAÇÃO FINAL DA COPA MONTE BRANCO

  1. Fórum Jaracaty
  2. Judô Góes
  3. Fitosports
  4. Academia Shiai
  5. Academia Atsui 

RESULTADOS DO FÓRUM JARACATY

34 medalhas conquistas no total (17 de ouro, 10 de prata e 7 de bronze) 

SUB-13 MASCULINO SUPERLIGEIRO (-35kg)

  • Caleb Leandro Pereira Mota
  • Enzo Gabriel Mota Araújo 

SUB-13 FEMININO LIGEIRO (-36kg)

  1. Luciany de Jesus Birino Mendes 

SUB-13 FEMININO MEIO-LEVE (-40kg)

  • Midrya Rachelly Almeida Lima 

SUB-15 MASCULINO SUPERLIGEIRO (-40kg)

  1. Davi Lucas dos Santos Lima 

CADETE MASCULINO MEIO-LEVE (-60kg)

  • Jonathan Pereira Costa 

CADETE MASCULINO LEVE (-66kg)

  • João Gabriel Ferreira Mendes 

CADETE MASCULINO MEIO-PESADO (-90kg)

  1. Renan Correa Sá 

JÚNIOR MASCULINO LEVE (-73kg)

  1. Marlon Silva Vieira 

JÚNIOR FEMININO MEIO-MÉDIO (-63kg)

    1. Kewelly Saraiva Silva Sá

    3. Nassary Kelrem da Silva Sousa 

SÊNIOR MASCULINO MEIO-LEVE (-66kg)

  • Marcos Galvâo Neto 

SÊNIOR MASCULINO LEVE (-73kg)

  • Hilton Ryan Freire de Azevedo
  • Mateus Souza Sodré 

SÊNIOR MASCULINO MEIO-MÉDIO (-81kg)

  1. Jimyclif Dourado Cantanhede
  2. João Victor Ribeiro Barros 

SÊNIOR FEMININO MEIO-MÉDIO (-63kg)

  • Stephane Azevedo Correa 

SUB 21/ SÊNIOR MA - INICIANTE MASCULINO LEVE (-73kg)

  1. Luis Fernando Abreu Ribeiro
  2. Talisson Moreira Martins 

SUB-21/ SÊNIOR MA - INICIANTE FEMININO MEIO-LEVE (-52kg)

  1. Kailane Vitoria Azevedo Alves 

SUB-13 MA - INICIANTE MASCULINO SUPERLIGEIRO (-35kg)

  1. Lucas Leonardo Pavão Soledade 

SUB-13 MA - INICIANTE MASCULINO MEIO-LEVE (-45kg)

  • Levy Roberto Pereira da Costa 

SUB-13 MA - INICIANTE MASCULINO LEVE (-50kg)

  1. Marcos Levy França Farias 

SUB-13 MA - INICIANTE MASCULINO MÉDIO (-60kg)

  • José Icaro Silva Spindola 

SUB-13 MA - INICIANTE FEMININO MEIO-LEVE (-40kg)

  • Ágatha Louise Rodrigues Sousa 

SUB-13 MA - INICIANTE FEMININO MEIO-MÉDIO (-48kg)

  1. Pietra Celina Pavão Moreira 

SUB-13 MA - INICIANTE FEMININO MEIO-PESADO (-57kg)

  1. Any Mikaelly Ferreira de Castro 

SUB-15 MA - INICIANTE MASCULINO PESADO (-81kg)

  1. José Eduardo Amaral Costa
  2. Eric Julian Valentim 

SUB-18 MA - INICIANTE MASCULINO LIGEIRO (-55kg)

  1. Lucas Calebe Borges Fonseca 

SUB 18 MA - INICIANTE MASCULINO MEIO-LEVE (-60kg)

  1. Isaque Emanuel de Sousa Rodrigues
  2. Rafael Roberto Ribeiro Ferreira 

SUB-18 MA - INICIANTE FEMININO MEIO-LEVE (-48kg)

  1. Clara Emanuelly Lima Monteiro 

SUB-18 MA - INICIANTE FEMININO MEIO-PESADO (-70kg)

  1. Livia Laune Silva Gonçalves 

(Fonte: Assessoria de imprensa)

Brasília (DF), 12/10/2026  - A MARGEM DO RIO’ E ‘ELZA’ VENCEM OS PRINCIPAIS PRÊMIOS DO FESTIVAL DO RIO 2026.
Foto: CHRISTIAN RODRIGUES/Divulgação

O cinema brasileiro foi o protagonista da noite de encerramento da 28ª edição do Festival do Rio, que anunciou os vencedores dos Troféus Redentor após dez dias de programação em salas de diferentes regiões da cidade.

A Margem do Rio, de Enock Carvalho e Matheus Farias, recebeu o prêmio de melhor longa-metragem de ficção, enquanto Elza, de Eryk Rocha, foi escolhido como melhor longa-metragem documentário. A organização informou que o festival recebeu mais de 150 mil pessoas nesta edição.

Na cerimônia realizada no tradicional Cine Odeon, no centro do Rio, a premiação reuniu produções que abordam diferentes experiências sociais e culturais brasileiras.

Elza

Filho do cineasta Glauber Rocha, Eryk Rocha recebeu o Redentor pelo documentário, que teve sua estreia mundial no festival.

Em entrevista após a cerimônia, o diretor falou sobre o longo processo de realização do filme, construído em estreita colaboração com Elza Soares, uma das artistas mais marcantes da música brasileira.

“Eu tô muito, muito emocionado, porque foi a estreia mundial do filme. Ele nasceu aqui, no Rio, na cidade da Elza, na minha cidade”, afirmou.

Segundo o diretor, o projeto atravessou anos de trabalho e incluiu oito anos de filmagens com a cantora. A produção acompanha a trajetória de Elza Soares a partir de sua própria voz, articulando memórias pessoais, música e imagens de arquivo.

“É um filme que fala sobre a mulher brasileira, a mulher negra brasileira, fala sobre o Brasil, sobre a luta”, disse Eryk.

O cineasta explicou que a narrativa procura relacionar a história da cantora à trajetória do país e às transformações vividas por diferentes gerações. O documentário também incorpora imagens de filmes latino-americanos, que dialogam com as memórias e o imaginário da artista.

Para Eryk, o cinema tem a capacidade de reunir linguagens e dimensões históricas.

“O cinema é uma linguagem muito potente, muito rica”, afirmou. “Esse filme coloca em confluência o cinema, música e a própria história do Brasil”.

O diretor também destacou a proximidade construída com a família de Elza durante a realização do longa. Segundo ele, o acesso à intimidade da artista representou uma responsabilidade e, ao mesmo tempo, um dos maiores presentes de sua trajetória profissional.

Melhor ator

O prêmio de melhor ator foi para Victor di Marco, por London, filme que teve estreia mundial no Festival de Veneza, em setembro, antes de chegar ao Festival do Rio.

Ator, roteirista e diretor, di Marco aproveitou o discurso de agradecimento para falar sobre capacitismo e as barreiras enfrentadas por artistas com deficiência no mercado audiovisual.

“Eu sou um ator com deficiência e falo isso com muito orgulho”, declarou.

O artista contou que ouviu, no início de sua trajetória, que não poderia atuar por não ter o chamado “corpo de ator”. A experiência, segundo ele, o levou a desenvolver uma técnica própria de interpretação.

“Eu desenvolvi uma técnica minha, porque a deficiência pode ser uma inteligência”, afirmou.

Ao dedicar o prêmio à avó, que assistia a novelas com ele e o incentivava a reproduzir as cenas, Victor ressaltou a importância do apoio recebido durante sua formação. O ator também defendeu a ampliação das possibilidades de representação de pessoas com deficiência nas telas.

“A deficiência é algo sexy, e a deficiência é o futuro”, disse.

Outros prêmios

Na categoria de melhor atriz, o júri concedeu o prêmio ex aequo — quando há vencedoras empatadas — a Isabel Teixeira, por Diário do Fogo, e Grace Passô, por A Professora de Francês.

As duas atrizes têm trajetórias ligadas ao teatro e à construção de personagens em diferentes linguagens. O reconhecimento compartilhado foi um dos destaques da lista de vencedores da Première Brasil.

Pedro Goifman recebeu o prêmio de melhor ator coadjuvante por A Professora de Francês. Já Renna Costa, Artia e Ísis Broken dividiram o prêmio de melhor atriz coadjuvante por A Margem do Rio, que também foi reconhecido em categorias técnicas, incluindo fotografia e som.

Na direção, Gabriel Martins venceu por Vicentina Pede Desculpas, que também recebeu o prêmio de melhor roteiro. Camila Valença foi premiada pela direção de documentário por Cão Sem Plumas.

Além dos resultados artísticos, a cerimônia destacou a importância das condições de formação e financiamento para a realização de filmes brasileiros. Em seus discursos, realizadores ressaltaram os percursos necessários para chegar à produção de uma obra e a contribuição de espaços de exibição e debate para o desenvolvimento do cinema.

Festivais como o do Rio funcionam como plataformas de encontro entre realizadores, profissionais do setor, imprensa e público. Também ajudam a apresentar filmes inéditos, estimular discussões sobre linguagem e representação e aproximar produções brasileiras de programadores e agentes do circuito internacional.

O balanço divulgado pela organização aponta a exibição de 101 filmes brasileiros, entre longas e curtas-metragens. Desse total, 45 participaram das mostras competitivas oficiais.

O público também escolheu seus favoritos em cinco categorias. Fui Olhar Você Dormir, de Anna Azevedo, venceu como melhor longa-metragem documentário pelo voto popular, enquanto Vicentina Pede Desculpas, de Gabriel Martins, foi escolhido como melhor longa-metragem de ficção.

Na Mostra Expectativa, o filme mais votado pelo público recebeu o Prêmio Aquisição TV Globo. Já o vencedor de melhor filme da Première Latina recebeu o Prêmio Aquisição Telecine, que prevê uma janela de distribuição.

Principais premiados do Festival do Rio 2026

Júri Oficial — Première Brasil

  • Melhor longa-metragem de ficção: A Margem do Rio, de Enock Carvalho e Matheus Farias.
  • Melhor longa-metragem documentário: Elza, de Eryk Rocha.
  • Melhor curta-metragem: Santo, de Maria Luísa Alves.
  • Melhor direção de ficção: Gabriel Martins, por Vicentina Pede Desculpas.
  • Melhor direção de documentário: Camila Valença, por Cão Sem Plumas.
  • Melhor ator: Victor di Marco, por London.
  • Melhor atriz: Isabel Teixeira, por Diário do Fogo, e Grace Passô, por A Professora de Francês.
  • Melhor ator coadjuvante: Pedro Goifman, por A Professora de Francês.
  • Melhor atriz coadjuvante: Renna Costa, Artia e Ísis Broken, por A Margem do Rio.
  • Melhor roteiro: Vicentina Pede Desculpas, de Gabriel Martins.
  • Melhor fotografia: Luciana Baseggio, por A Margem do Rio.
  • Melhor direção de arte: Ana Paula Cardoso, por Funk.
  • Melhor figurino: Samy Sill, por London.
  • Melhor som: Moabe Filho, Guma Farias, Daniel Turini e João Victor Coura, por A Margem do Rio.
  • Melhor trilha sonora original: Florencia Di Concilio, por A Professora de Francês.
  • Prêmio Especial do Júri: O Filho da Puta, de Erica Maradona, Tania Anaya, Otto Guerra e Sávio Leite.

Voto popular

  • Melhor longa-metragem de ficção: Vicentina Pede Desculpas, de Gabriel Martins.
  • Melhor longa-metragem documentário: Fui Olhar Você Dormir, de Anna Azevedo.

(Fonte: Agência Brasil)

Biblioteca , Livros . Foto: SKT Studio/ Adobe Stock

Saber interpretar textos é tão importante quanto conhecer os conteúdos na prova de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias, que faz parte do primeiro dia do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), marcado para 8 de novembro. 

Uma das formas de se preparar é resolver questões de edições anteriores, prestando atenção nos comandos e nos contextos que envolvem os assuntos. O professor Eduardo Calbucci explica que as habilidades avaliadas em Linguagens seguem um histórico consolidado.

"O Enem tem uma matriz de referência que é a mesma desde 2009. Então, a prova tem um grau de previsibilidade bastante grande”. 

“A primeira orientação que a gente dá aos alunos é estudar provas anteriores. As habilidades que estão sendo exigidas pelo Enem são as mesmas há 16, 17 anos".

O professor Eli Carlos Guimarães define que a espinha dorsal da prova é a leitura e a interpretação de texto.

"Todo ano, mais de um terço das questões exige análise de gêneros textuais, como charge, artigo de opinião, resenha, canções, postagens digitais, além de variação linguística e funções da linguagem. O texto muda, mas a habilidade cobrada é totalmente previsível".

Como lidar com os textos durante a prova

Para o estudante Pedro Augusto Rocha Rodrigues, de 18 anos, o grande volume de leitura nas questões é um dos desafios da avaliação.

"Como sempre, o Enem tem muito texto, uma coisa muito bruta para ser processada, digerida. Se você não entende o comando, não tem como você resolver a questão de uma forma adequada".

O professor Eli concorda com o Pedro e detalha que a melhor estratégia para a prova é ler primeiro o comando da questão, que fica abaixo do texto. 

“Sabendo exatamente o que a banca está pedindo, você vai para o texto com um olhar focado na informação correta. Dessa forma, você economiza tempo e evita releituras desnecessárias".

Na reta final, o professor recomenda revisar funções da linguagem, variação linguística e coesão textual, com foco em conectores, como "contudo", "portanto" e "embora", entendendo como as palavras se articulam para construir o sentido do texto. 

O que cai em Literatura?

O mais importante é compreender as relações entre o contexto histórico, as ideias de uma época e as características das obras literárias, os temas. O professor exemplifica que o contexto do Modernismo brasileiro e da Semana da Arte Moderna de 22 ajuda a entender a busca por novas formas de expressão que marcaram a época.

Entre os conteúdos e autores que merecem revisão, Eli destaca:

"Modernismo, principalmente a primeira e segunda fases, com Drummond, Graciliano Ramos, Cecília Meirelles, o Realismo de Machado de Assis e o Romantismo. Também ficar atento à literatura contemporânea, porque ela dá voz a pautas sociais, como as obras de Conceição Evaristo, Carolina Maria de Jesus e a literatura indígena".

Língua estrangeira

No Inglês, é preciso ir além da leitura tradicional de textos, como explica o professor Tiago Gentil.

"O Enem tende a empregar não somente textos e interpretação, mas a relação entre imagens, diagramas, situações do dia a dia e documentos. Não é se ater somente ao vocabulário, à gramática, mas se atentar a contextos, à mensagem global do que está sendo dito".

Segundo Gentil, poemas em Inglês têm aparecido nas edições mais recentes do exame.

Em Espanhol, um dos cuidados é com os falsos cognatos: palavras parecidas nos dois idiomas, mas com significados diferentes. Esse é o alerta do professor Júlio Manuel Sanchez Tello.

"Por exemplo: para nós, falantes da língua espanhola, algo esquisito é algo requintado, é algo saboroso, é algo delicioso. Não o esquisito de raro, de raridade e rareza como seria na língua portuguesa".

O professor comenta que a estrutura da prova de Espanhol costuma incluir dois ou três textos em espanhol e cinco questões em português, fundamentalmente para interpretação. 

“Gramática pura aparece pouquíssimo. Sinônimos e antônimos aparecem dentro do contexto do próprio texto. A sintaxe é raríssima".

(Fonte: Agência Brasil)

São Paulo(SP)- 08/10/2026. O Museu da Imagem e do Som (MIS), apresenta a  exposição “Marília Mendonça – Sentimento Louco”, a primeira grande mostra dedicada à trajetória da artista. 
Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil

Reconhecida como uma das maiores vozes da música sertaneja brasileira e considerada a "rainha da sofrência", a artista Marília Mendonça será celebrada com uma exposição em São Paulo. A mostra começa nesta sexta-feira (9) e fica em cartaz até o dia 29 de novembro, no Museu da Imagem e do Som (MIS), localizado na Avenida Europa, na capital paulista.

Chamada de Marília Mendonça – Sentimento Louco, a exposição vai celebrar a carreira e a memória da cantora e compositora, que morreu há quase cinco anos, no dia 5 de novembro de 2021, em um acidente de avião. Esta é a primeira grande mostra dedicada à trajetória da artista, que revolucionou o sertanejo ao escrever canções que davam protagonismo às mulheres.

“Você canta sofrência, né? É o que todos me dizem. Embora muitos não percebam, as histórias de Marília Mendonça sempre terminam com um final feliz para ela: mesmo quando o cara me trai, eu mando ele embora”, dizia a própria artista.

Para a curadora da mostra, Isa Pessoa, ela foi um verdadeiro fenômeno cultural brasileiro. “A Marília Mendonça redefiniu o gênero musical, o sertanejo e o papel das mulheres dentro disso. Então, uma exposição sobre ela era uma necessidade musical”.

A artista

Marília Mendonça nasceu no dia 22 de julho de 1995, na cidade de Cristianópolis (GO). Aos 11 anos, ganhou seu primeiro violão, um presente do avô, para tocar em uma igreja. Um ano depois, já estava compondo a música Minha Herança. “Lembranças vêm e vão. Me aquecem sem querer. São a minha herança do que restou de você”, diziam os versos da canção.

Ainda criança, foi contratada por Wander Oliveira, fundador da WorkShow, como compositora. “A Marília, ainda criança, chegou no meu escritório, me procurando. Ela tinha 13 anos e era ainda muito menina, mas sempre à frente do seu tempo. Era muito fácil de trabalhar com ela, ela era muito criativa. Quando a Marília falava alguma coisa que parecia absurdo, você não podia responder de pronto. Era melhor esperar e pensar no que ela estava falando porque sempre haveria algo muito importante para ser visto ali”, disse ele à reportagem.

São Paulo(SP)- 08/10/2026. O Museu da Imagem e do Som (MIS), apresenta a  exposição “Marília Mendonça – Sentimento Louco”, a primeira grande mostra dedicada à trajetória da artista. Empresário Wander Oliveira.
Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil

Aos 18 anos, as músicas que ela compunha já haviam sido gravadas por diversas duplas e cantores brasileiros como Cristiano Araújo, Wesley Safadão e Henrique e Juliano. E só então ela decidiu cantar suas próprias canções, colocando as mulheres sempre no centro da narrativa.

“O que eu tenho falado é que existe uma música antes e depois da Marília. Ela não era uma cantora sertaneja. Ela era uma cantora de música popular brasileira. Tanto é que, no projeto que estava desenvolvendo [antes de morrer], chamado de Todos os Cantos, ela estava indo em cada Estado do país e gravando uma música [inédita], uma forma de retribuição ao seu público”, afirmou o empresário.

A exposição

A exposição acompanha diferentes momentos da trajetória da artista, contando fatos desde a sua infância até a consagração nos palcos. A mostra propõe uma experiência sensorial e imersiva, apresentando não somente suas músicas, como também objetos pessoais como roupas, sapatos, colares, diários, óculos e violões, além de registros inéditos.

“A exposição veio para materializar todo o conteúdo audiovisual que a gente pesquisou e trabalhou para um documentário [sobre a cantora]”, explicou Nelson Foerster, produtor e diretor artístico da mostra.

Segundo ele, esse documentário será lançado na próxima semana, no streaming, com depoimentos e histórias sobre a cantora.

“A Marília inovou porque ela trouxe sentimento para suas letras. Pesquisadores e roteiristas que contratamos para esse documentário nos diziam: ‘leiam as letras [de suas canções]’. A Marília se tornou tão popular porque as pessoas se identificavam [com as letras das músicas]. Ela cantava para as mulheres, cantava os problemas das mulheres e cantava aquilo que as mulheres queriam ouvir”, disse Foerster. “As letras dela vêm dessas observações, desse olhar para a sociedade e para as pessoas”.

São Paulo(SP)- 08/10/2026. O Museu da Imagem e do Som (MIS), apresenta a  exposição “Marília Mendonça – Sentimento Louco”, a primeira grande mostra dedicada à trajetória da artista. Nelson Foster - Diretor Artístico.
Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil

Cada um dos espaços da exposição foi inspirado em títulos de canções que se tornaram sucesso na voz de Marília Mendonça. Um desses espaços, chamado de Esqueça-me Se For Capaz, por exemplo, apresenta suas memórias pessoais. Já Sentimento Louco, que dá nome à mostra, apresenta uma experiência audiovisual imersiva.

“Uma das coisas que pensei [para a mostra] foi a ideia de reconstituir algum ambiente dela, onde a gente pudesse entrar um pouco [em sua intimidade]. Então, reproduzimos o seu quarto, quase fielmente, com a cama, o cobertor, o edredom e os livros e objetos que ficavam em sua cabeceira. Tudo ali é original, com exceção de um pequeno estojo de maquiagem. O resto, até mesmo os perfumes e óculos, são originais. E nós sabemos que os óculos são importantes porque ela foi a primeira nessa coisa de mulher cantar de óculos”, destacou a curadora.

São Paulo(SP)- 08/10/2026. O Museu da Imagem e do Som (MIS), apresenta a  exposição “Marília Mendonça – Sentimento Louco”, a primeira grande mostra dedicada à trajetória da artista. 
Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil

Na opinião de Wander Oliveira, a exposição faz grande homenagem a Marília Mendonça, embora ela lhe traga sentimentos bastante ambíguos.

“Acho que o tempo é importante. Em um primeiro momento, a gente sofreu muito, a família sofreu muito, mas, hoje, eu acho que a gente já estava mais preparado para ver [a exposição]. Confesso a você que para nós, que convivíamos no dia a dia [com a cantora], que estava muito junto dela, ainda é um negócio que dá uma tristeza e um aperto no coração. Mas estou saindo feliz [da exposição] por ver a grandiosidade dela, a homenagem que foi feita. Mas as lembranças ainda pesam um pouco. Cinco anos ainda é pouco tempo para curar as feridas. Mas também estou feliz porque ela merece isso. E o público também merece essa exposição”..

Mais informações sobre a exposição Marília Mendonça – Sentimento Louco e sobre a compra de ingressos podem ser obtidas no site do MIS. A entrada é gratuita às terças-feiras.

(Fonte: Agência Brasil)