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São Paulo (SP), 08/10/2026 - Exposição no SESC. Foto: SESC/Divulgação

Como bem pontua Darcy Ribeiro, o Brasil é resultado de um processo complexo e, muitas vezes, violento de mistura cultural e racial envolvendo povos indígenas, africanos escravizados e colonizadores europeus.

Essa miscigenação de diferentes povos criou um senso de identidade único no território. Além disso, a enorme extensão geográfica do país culminou em características culturais e sociais distintas pelas diversas regiões do Brasil.

Foi a partir dessas complexas relações que o artista visual e curador Claudinei Roberto Silva projetou a exposição Margem de Dentro: Não Vi o Bastante que Pensei Ter Visto Demais, que abriu na última quarta-feira (7), no Sesc Ipiranga, na cidade de São Paulo.

Com entrada gratuita, a mostra reúne trabalhos de 26 artistas de diferentes regiões do país. São mais de 50 obras que exploram múltiplas linguagens visuais, como pintura, escultura, gravura, fotografia, arte têxtil, luteria e muralismo.

Para o curador, a exposição fala da necessidade de aprofundar a experiência da democracia no Brasil, porque só esse aprofundamento é capaz de trazer à tona as muitas vozes que compõem a diversidade social do país.

Margem de Dentro busca lançar luz sobre narrativas historicamente invisibilizadas.

“A ideia é pensar naquela produção que foi menosprezada porque foi feita, por exemplo, por mulheres unidas nas periferias das grandes cidades vizinhas da capital”, diz Claudinei.

O curador cita o mural produzido por Soberana Ziza como um exemplo. A obra promove um diálogo entre o interior e a cidade de São Paulo, abordando a migração histórica de famílias. A produção também faz referência à Madrinha Eunice, a primeira presidenta de escola de samba de São Paulo.

Outro aspecto central da exposição é a valorização da manualidade, ou seja, obras que são criadas e manipuladas com as mãos, a partir de cimento, cerâmica, madeira e tecidos. Essas produções, como aponta Claudinei, resgatam técnicas ancestrais da África.

A exposição faz uma espécie de revisão de saberes tradicionais, como a ferramentaria, a marcenaria e a tecelagem, criando diálogos entre sabedorias populares e a linguagem da arte contemporânea.

 (Fonte: Agência Brasil)

Brasília (DF), 16/11/2025 - Candidatos comparecem a local de prova para realização do segundo dia do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2025. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Na reta final de preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio, o Ministério da Educação (MEC) vai atualizar o aplicativo MEC Enem com mais questões, provas e simulados. 

A atualização, segundo o ministro da Educação, Leonardo Barchini, deve ocorrer na próxima terça-feira (13) e o objetivo é incentivar os estudantes a estudarem. 

"A gente vai colocar mais simulados, mais provas e algumas questões para o estudante fazer essa preparação final nessas semanas que estão faltando para prova", disse o ministro em entrevista à Agência Brasil. 

O MEC Enem é um aplicativo de estudos com simulados de questões alternativas, correção automatizada de redação, material de reforço e assistente virtual, com inteligência artificial. O aplicativo foi lançado em 2025 e pode ser acessado gratuitamente. 

"Os outros aplicativos que tinham sobre o Enem eram todos pagos. Então, muitos dos estudantes não tinham acesso e, agora, com esse aplicativo também mais de 1 milhão de estudantes podem acessar para se prepararem da melhor forma para o Enem", disse Barchini.

As provas do Enem serão aplicadas nos dias 8 e 15 de novembro. Mais de 5 milhões de estudantes estão inscritos para participar do exame. 

Os resultados do Enem podem ser usados para ingressar em universidades públicas e privadas em todo o país e, também, em instituições de ensino no exterior. 

Além do MEC Enem, a pasta também investiu no preparo de estudantes de baixa renda em cursinhos populares, pela Rede Nacional de Cursinhos Populares (CPOP), que tem mais de 1,5 mil cursinhos populares no país.

(Fonte: Agência Brasil)

Brasília (DF), 25/05/2026 - O ministro da Educação, Leonardo Barchini, participa da cerimônia de abertura do 1º Fórum de Reitores Brasil-África.
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Ministério da Educação (MEC) irá acionar a Diretoria de Combate a Crimes Cibernéticos da Polícia Federal após ameaças denunciadas por universidades federais. Em entrevista à Agência Brasil, o ministro da Educação, Leonardo Barchini, disse que a pasta tem "uma preocupação grande de que essa violência escale".

O ministro conversou com a Agência Brasil após visitar a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), que sofreu um incêndio de grandes proporções, com prejuízo estimado em R$ 100 milhões.

A PF foi acionada para investigar as causas do incêndio. No entanto, como há também denúncias de ameaças feitas nas redes sociais, o ministro pedirá uma investigação específica.

"Nós acionamos a Polícia Federal, que já instaurou inquérito sobre o incêndio em Pernambuco. Mas, após as ameaças verificadas nas redes sociais, nós vamos acionar agora a Diretoria de Crimes Cibernéticos da Polícia Federal, que atua em conjunto com o Ministério da Educação para vários eventos de ameaças na rede escolar e também ameaça de universidades", ressaltou. 

Além das ameaças na UFPE, nessa quinta-feira (8), a Universidade Federal Fluminense (UFF) também informou em nota que recebeu denúncias de ameaças à instituição.

A universidade informou que se trata de conteúdos compartilhados em aplicativos de mensagens e redes sociais. As mensagens falam, por exemplo, em incendiar a universidade e agredir estudantes em atos políticos. A PF também foi acionada para esse caso. 

"Toda vez que a gente tem uma situação de risco, a gente aciona a Diretoria de Crimes Cibernéticos da PF e, dessa vez também, tendo em vista o que a gente encontrou no monitoramento das redes sociais e naquilo que a gente tem recebido de estudantes, reitores e professores", disse, Barchini.

"A universidade é um ambiente plural, um ambiente de manifestação política também", acrescentou. 

(Fonte: Agência Brasil)

São Paulo (SP), 07/10/2026 - Caixa Cultural celebra os 90 Anos de Tom Zé com exposição interativa. Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil

Para celebrar os 90 anos de vida do cantor e compositor baiano Tom Zé, a Caixa Cultural de São Paulo preparou uma exposição sensorial e interativa que convida o público a percorrer a trajetória, as referências e as invenções do artista.

“Ah, eu fiquei criança”, brincou Tom Zé ao visitar a exposição na noite dessa terça-feira (6), no centro da capital paulista. “Eu fiquei criança de alegria, Deus seja louvado. E abençoado seja quem tomou todo esse tempo de trabalho, com cada detalhe e cada coisa funcionando”, disse o artista, que completa nove décadas de vida no próximo domingo (11).

Chamada de Tom Zé – 90 Anos do Inquieto Jardineiro de Sons, a mostra reúne memórias, músicas e elementos que ajudam a contar um pouco sobre a vida e a obra do cantor e compositor, que nasceu na cidade de Irará (BA), no dia 11 de outubro de 1936.

“Esta não é uma exposição apenas para você olhar, mas para você vivenciar também. Então, você tem vários ambientes que fazem referência a momentos da vida do Tom Zé”, destacou a curadora da exposição, Neuseli Martins.

São Paulo (SP), 07/10/2026 - Caixa Cultural celebra os 90 Anos de Tom Zé com exposição interativa. Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil

A mostra

A exposição tem início em um espaço dedicado às lembranças e referências musicais e literárias que contribuíram para a formação do repertório musical de Tom Zé. Mas também há espaços que relembram a vitória do artista no 4º Festival de Música Popular Brasileira, em 1968, com a canção São Paulo, Meu Amor, e ambientes que trazem registros de shows e até um quiz sobre a trajetória do artista.

“A gente tem um ambiente que é a casa dele, outro dedicado aos festivais aqui em São Paulo e, depois, a gente tem outro ambiente que é um momento em que ele começa a criar os instrumentos e trazer muitas diferentes alternativas para a música, porque ele achava que tinha mais coisa para ser explorada, não somente aquilo que ele já ouvia. Ele queria novos sons”, explicou a curadora.

Os visitantes da exposição poderão ainda tocar uma réplica do buzinório, instrumento musical criado por Tom Zé, e escrever mensagens ao artista.

São Paulo (SP), 07/10/2026 - Caixa Cultural celebra os 90 Anos de Tom Zé com exposição interativa. Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil

Um dos primeiros visitantes da mostra foi o músico e instrumentista Jarbas Mariz, que integrou a banda de Tom Zé por 32 anos. Em entrevista à Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Jarbas contou que conheceu Tom Zé em 1988, apresentado por um amigo.

“O Tom Zé chegou assim: ‘Ah, meu querido’, como se já me conhecesse há um tempo”, disse. “Ele chegou e disse: ‘Você topa ceder dois anos e meio da sua carreira para trabalhar comigo?’. Eu digo: ‘Claro’. E aí esses dois anos e meio viraram 32”.

O músico e instrumentista disse que, nesse período, aprendeu muita coisa com Tom Zé, desde a avaliação da qualidade dinâmica da música popular até o uso de itens não convencionais, passando pela pontualidade com horários.

“Tom Zé é assim, ele marca um horário para ensaiar às 9h. Mas, se você chegar às 9h, está atrasado”, brincou. “Então, tem muita coisa que a gente aprende [com ele] como a trabalhar com instrumentos não convencionais. Aprendi muito com ele como pegar qualquer instrumento e transformar aquilo ali em som e colocar na sua música também”.

Jarbas foi um grande parceiro de Tom Zé também nos arranjos de composições. “O Tom Zé, você sabe como ele é, ele é muito criativo. Ele geralmente bola o esquema em casa com as coisas e daí a gente chega, junta e dá umas opiniões e tal. E aí a gente fecha os arranjos e tudo, mas a primeira cabeça é a dele”, contou.

São Paulo (SP), 07/10/2026 - Caixa Cultural celebra os 90 Anos de Tom Zé com exposição interativa. Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil

Inspiração

Tom Zé tem a carreira marcada pela experimentação e pela criatividade. Foi um dos principais nomes do Tropicalismo, um movimento cultural vanguardista, de contestação política e de ressignificação do Brasil, que marcou diferentes setores culturais, como a música e a literatura. É também um artista de grande projeção internacional. Desde 2022, ele ocupa um lugar na Academia Paulista de Letras.

Perto de completar 90 anos, Tom Zé continua criando e produzindo. “De manhã, faço práticas [orientais] que têm a ver com todo o funcionamento humano. E, enquanto eu fizer isso, eu vou estar vivo, se Deus quiser”, disse o artista. “Então, eu estou a fim de chegar aos 100”.

Para a curadora da exposição, Tom Zé é não somente uma pessoa criativa, mas também uma grande inspiração.

São Paulo (SP), 07/10/2026 - Caixa Cultural celebra os 90 Anos de Tom Zé com exposição interativa. Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil

“Ele inspira pessoas dos 10 aos 100 anos. Estamos vendo ele ainda em atividade, criando, gravando e, principalmente, dialogando com várias gerações. Eu acho isso uma característica muito incrível. Ele é uma pessoa que está sempre buscando descobrir alguma coisa nova ou ver as coisas de uma forma diferente. Então, isso é uma inspiração para nós e é uma honra poder fazer essa homenagem”.

A mostra, que é gratuita, fica em cartaz até o dia 13 de dezembro, na Caixa Cultural São Paulo, localizada na Praça da Sé. Mais informações podem ser obtidas neste link ou nas redes sociais da Caixa Cultural.

(Fonte: Agência Brasil)

Foco total na disputa da 30ª edição do Campeonato Brasileiro de Karate Shotokan. É com essa mentalidade que o carateca maranhense Vítor Moraes intensifica sua preparação para mais um importante desafio na temporada 2026. O jovem atleta está confirmado no torneio nacional que será realizado entre os dias 30 de outubro e 1º de novembro, na cidade de Governador Valadares, em Minas Gerais. 

Com conquistas expressivas nos últimos anos, Vítor Moraes chega ao Brasileiro com chances de colocar o Maranhão entre os melhores do país mais uma vez e garantir vaga para o Pan-Americano de Karate Shotokan do ano que vem. 

“A preparação para este Brasileiro está sendo bem intensa para que a gente consiga fazer o nosso melhor. A gente sabe que a competição vai ser muito difícil porque atletas de todo o país vão estar presentes em busca do pódio e, consequentemente, das vagas para o Pan-Americano de 2027. Por isso, estamos nos fortalecendo ainda mais nesses dias que antecedem o Brasileiro para estarmos 100% quando a competição começar”, destacou Vítor Moraes. 

Nesta edição do Campeonato Brasileiro de Karate Shotokan, Vítor Moraes estará em ação em quatro categorias: Kumite Individual, Kata Individual, Koten Kata e Kumite por Equipe (Categoria 20+). Na disputa por equipes, ele formará trio ao lado do seu sensei Marco Aurélio Mota (5º Dan) e de Fábio Aguiar (1º Dan). 

Trajetória de destaque 

Um dos principais talentos do Estado no karate shotokan, Vítor Moraes tem tido uma trajetória de destaque dentro da modalidade, o que já lhe rendeu três convocações para a Seleção Brasileira de Karate Shotokan (JKS Brasil). A última delas foi em agosto deste ano, quando representou o Brasil no 7º Campeonato Mundial, competição realizada em Vitória (ES). Na ocasião, o carateca do Maranhão ajudou a equipe brasileira a conquistar o 5º lugar. 

O atleta acumula, ainda, o título de bicampeão brasileiro e campeão pan-americano. Aos 16 anos, ainda como faixa verde, alcançou a 10ª posição no ranking mundial da modalidade. 

Vitor Moraes conta com os apoios da Clínica da Ilha, Mais Sorrisos, Heal Clinic, Academia Castelo Branco e Duna Sports. 

(Fonte: Assessoria de imprensa)

Brasília (DF) 07/10/2026 Sala de aula preparatória para o Enem  Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

A um mês do primeiro dia de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), candidatos e professores do ensino médio e cursinhos preparatórios adotam estratégias que migram do estudo intensivo de conteúdos inéditos para a consolidação do que já foi estudado.

Essa tem sido a tática da Rafaela de Araújo Caldas, de 17 anos, estudante do 3º ano de uma escola pública do Gama, cidade do Distrito Federal distante 35km do centro de Brasília.

Brasília (DF) 07/10/2026 A estudante do Ensino Médio, Rafaela  Araujo, fala com a Agência Brasil sobre suas expectativas com o Enem  Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
Rafaela Araújo

Rafaela fará o Enem pela primeira vez e quer conquistar a vaga em um curso superior na área de computação. Com apoio dos pais, ela concilia o turno regular da escola com as aulas on-line de um cursinho preparatório para o exame até a noite, mas diz que respeita os limites físicos e o cansaço.

“Dou foco em ver como funciona a prova, vendo os padrões das questões e o que vai ser mais importante estudar, agora, nessa reta final”.

O foco da jovem também está na prova de redação. “Conheço alguns repertórios que o cursinho disponibilizou em uma lista. Mas, preciso ver o que usar e o que vai se encaixar no tema da prova”.

A redação do Enem exige a produção de um texto dissertativo-argumentativo de até 30 limhas em modalidade escrita formal da língua portuguesa. O participante deve estar preparado para escrever em defesa de seu ponto de vista a respeito do tema proposto que pode ser de ordem social, científica, cultural ou política. 

Para ajudar os participantes, o Ministério da Educação (MEC) disponibiliza aos participantes uma cartilha específica que explica como é a prova de redação e os critérios de correção.

Escola parceira

Diogo Andrade é professor de língua portuguesa e espanhola da escola onde Rafaela estuda, o Centro de Ensino Médio 1 do Gama, apelidado de CG (Colégio do Gama).

Brasília (DF) 07/10/2026 O professor Diogo de Andrade em sala de aula preparatória para o Enem  Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
Diogo de Andrade

Com a experiência de quem leciona há 14 anos, o docente considera ainda ser possível se preparar para o Enem nos 30 dias restantes.

“Mesmo com acúmulo enorme de conteúdos não vistos, agora, o importante é pegar firme nos simulados de provas, trabalhar na resolução de questões de edições passadas do Enem e, a partir de possíveis dificuldades, deve-se buscar os conteúdos de maior recorrência histórica na prova”, destacou.

O professor relata que diante da amplitude, complexidade e concorrência nacional do Enem, a escola tem preparado os estudantes por meio de provas multidisciplinares bimestrais que simulam as regras e a logística real do dia do exame.

“Criamos um ambiente que simula o dia da avaliação, misturamos os alunos, os alocamos em uma sala distinta da que eles estão habituados a estudar. Depois, eles preenchem o gabarito das questões objetivas com caneta preta, e a prova de redação também será corrigida e comentada pelos professores de língua portuguesa, com os critérios do Enem”.

Uma inovação da unidade é a gravação de podcasts educativos em série sobre temas do exame.

“Produzimos conteúdos sobre filosofia nos exames de seleção. O próximo episódio está sendo gravado para focar na redação. E já temos em vista um episódio sobre a questão racial e sobre a latinidade”.

Palavra do professor

Especificamente sobre a prova de redação, Diogo estimula os alunos a dominarem o tema e os alerta para evitar a facilidade das "fórmulas prontas" da internet por funcionarem apenas como atalhos e que podem virar uma armadilha porque não enganam os avaliadores do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Brasília (DF) 07/10/2026 O estudante do Ensino Médio, Diogo de Andrade, fala com a Agência Brasil sobre suas expectativas com o Enem  Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
Gabriel

“O corretor da banca está atento a esse tipo de manobra e, por isso, sabe quando o candidato, de fato, domina o tema e não está, simplesmente, repetindo uma fórmula ou algo pronto que já encontrou feito na internet”.

Nas provas objetivas, diante de questões que o estudante não sabe a resposta, Diogo Andrade desaconselha deixá-las em branco, mas, também, reprova os planos de chutar.

O professor lembra que o Enem adota a Teoria de Resposta ao Item (T.R.I), metodologia de cálculo da nota das provas objetivas que analisa cada pergunta do exame conforme seu grau de dificuldade e a coerência entre as respostas dos candidatos.

A instituição de ensino ainda prevê a realização de aulões de revisão entre o fim de outubro e o início de novembro.

Treino, foco e meta

O estudante Gabriel Queiroz, de 18 anos, fez o Enem no ano passado na condição de treineiro apenas para testar conhecimentos e ganhar experiência. “Ajudou a compreender a logística e a gestão de tempo por questão”.

Agora, o aluno quer aproveitar o que o Centro de Ensino Médio 1 do Gama tem oferecido para se preparar melhor para edição deste ano que vale uma vaga no ensino superior, se for bem nas provas. Na visão dele, matemática é a área do conhecimento que representa o maior desafio.

Gabriel dedica cerca de 8 a 9 horas diárias aos estudos, utilizando videoaulas no YouTube e resolvendo questões de edições anteriores. Nos fins de semana que antecedem a prova, ele planeja intensificar a carga horária. Mas sem descuidar do seu emocional.

“A prova é extensa e preciso ter controle emocional. Mas também na questão de conteúdo é importante prestar atenção às aulas e colocar em prática as matérias aprendidas para almejar uma nota maior”.

O jovem sabe o que quer com o bom desempenho: ingressar no curso de licenciatura em língua portuguesa. Ele conta o que o motiva. “A literatura é uma paixão minha desde criança. Há, ainda, a questão de querer contribuir para o aprendizado de outras pessoas”.

Guia

Os inscritos no Enem podem conferir todas as orientações oficiais sobre as provas, tutoriais de preparação para o exame e cronogramas de todo o processo em um único site – o Guia do Enem – lançado pelo Ministério da Educação (MEC).

(Fonte: Agência Brasil)

Brasília (DF), 07/10/2026  - 4° Festival de Cinema Colombiano. Fotograma do filme: Garras de oro (1926).
Arte 4° Festival de Cinema Colombiano/Divulgação

Começa, na noite desta quarta-feira (7), a 4ª edição do Festival de Cinema Colombiano, na Biblioteca Mário de Andrade, na capital paulista. Até o próximo sábado (21), serão exibidas sete obras contemporâneas. A entrada é gratuita, com distribuição de ingressos 1 hora antes do filme.

A primeira sessão, às 19h, será dupla, do curta-metragem La Virtualla (2023), de Santiago Posada, e o longa Los Silencios (2019), de Beatriz Seigner. Brasileira, Seigner rodou o filme em uma coprodução Brasil-França-Colômbia e estará presente para conversar com o público.

Os filmes selecionados são produções de 2018 a 2026. O mais antigo deles, Pájaros de Verano, que encerrará a mostra, é uma realização de Ciro Guerra e Cristina Gallego.

Dois anos antes, em 2016, a dupla já havia trabalhado junta em O Abraço da Serpente. O longa-metragem, sobre a relação de um colonizador europeu que depende da ajuda de um xamã para obter uma flor de cura, levou inúmeros prêmios ao redor do mundo e representou a Colômbia e a América Latina e Caribe no Oscar.

Em Pájaros de Verano, o que existe é a tensão e a contradição próprias de um cenário em que poder e dinheiro modificam as pessoas. Nesse caso, uma família indígena wayuu, cujas peças elaboradas meticulosamente por tecelãs são seu cartão de visita, em geral, a quem não é das comunidades, organizadas em clãs.

Os wayuu vivem na Colômbia e na Venezuela, e o filme foi apelidado de O Poderoso Chefão Indígena, à época do lançamento. 

Clique aqui e acesse a programação completa

Serviço

4ª edição do Festival de Cinema Colombiano

De 7 a 10 de outubro

Quarta-feira e quinta-feira, das 19h às 21h

Sexta-feira, das 16h às 18h30

Sábado, das 16h às 18h

Biblioteca Mário de Andrade | Rua da Consolação, 94, Centro – São Paulo

Auditório Rubens Borba de Moraes (1º andar)

Classificação: 12 anos

Acesso livre, com distribuição de ingressos 1h antes.

(Fonte: Agência Brasil)

Brasília (DF), 25/06/2026 – Alunos do ensino médio do CED 16, na Ceilândia, aproveitam o segundo semestre letivo para intensificar a preparação em sala de aula visando o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), vestibulares, Programa de Avaliação Seriada (PAS/UnB) e outros processos seletivos de ingresso no ensino superior
Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

As instituições de educação superior interessadas em ofertar vagas remanescentes do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) no segundo semestre podem formalizar a adesão ao processo seletivo até esta quarta (7).

O novo edital que estabelece o cronograma e as regras para o processo do Fies 2026/2 foi publicado, na última quarta-feira (30), pelo Ministério da Educação (MEC).

O programa oferece financiamento para estudantes que desejam cursar o ensino superior em faculdades privadas bem avaliadas pelo MEC. O Fies cobre as mensalidades do curso e permite que o estudante pague, com condições facilitadas, o valor financiado após a conclusão da graduação.

Termo de adesão

O termo de adesão deverá ser assinado, eletronicamente, pelo representante legal da mantenedora. Todos os procedimentos necessários, desde a assinatura até a emissão do termo de participação, deverão ser realizados, exclusivamente, por meio do Sistema Informatizado do Fies, o Sisfies. O acesso exige o login único do portal Gov.br.

Entre as informações que devem ser prestadas pelas mantenedoras de instituições neste documento, estão a quantidade de vagas para cada curso e seus respectivos turnos, além dos valores das semestralidades escolares de cada um dos períodos/semestres que compõem o curso.

As mantenedoras participantes deverão oferecer, no mínimo, seis vagas por curso, turno e local. As informações devem estar descritas no termo de participação formalizado pela faculdade.

Além do termo de adesão ao Fies, as mantenedoras devem ter o termo de adesão válido ao Fundo Garantidor do Fies (FG-Fies), destinado à concessão de financiamento aos estudantes.

De 8 a 14 de outubro (no horário de Brasília), as mantenedoras das instituições de educação superior poderão fazer a retificação dos termos de participação no Fies.

A partir das informações prestadas pelas mantenedoras, a seleção de vagas será realizada pelo Ministério da Educação (MEC).

Por fim, entre 4 e 6 de novembro, as faculdades deverão fazer o registro de aproveitamento acadêmico dos universitários inscritos.

Inscrições de estudantes

Para os estudantes, as inscrições são gratuitas e ocorrerão entre os dias 26 de outubro e 3 de novembro, exclusivamente pelo Portal Único de Acesso ao Ensino Superior, na parte do Fies. O acesso ao sistema é feito com o login da conta Gov.br.

Vale destacar que a oferta de vagas remanescentes do Fies será destinada, exclusivamente, aos candidatos em condições de atingir a frequência mínima exigida.

Os demais critérios para inscrição são:

· ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir de 2010, com média igual ou superior a 450 pontos nas cinco provas e nota acima de zero na redação;

· ter renda familiar mensal bruta por pessoas de até três salários mínimos.

O candidato deve preencher os dados solicitados e escolher até três opções de curso superior, instituição e turno, conforme a oferta disponível.

As vagas remanescentes destinam-se, exclusivamente, à contratação do financiamento no segundo semestre letivo deste ano, sem possibilidade de extensão do prazo.

A divulgação do resultado da chamada única dos pré-selecionados está prevista para 16 de novembro.

(Fonte: Agência Brasil)

Brasília (DF), 06/10/2026  - Mostra Internacional de Cinema de SP abriu as portas para o cinema mundial.
Foto: JoaoPinto@wondermaria2/Divulgação

Em 1992, o jornalista Ubiratan Brasil, o Bira, foi até o Museu de Arte de São Paulo (Masp), na Avenida Paulista, para acompanhar uma sessão da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. Era uma produção estadunidense, e o diretor do filme estava na sessão, acompanhando a exibição, mas pouquíssimas pessoas estavam na sala para assistir.

Naquele ano, a mostra de cinema chegava à 16ª edição. “Eu fui em uma sessão em um sábado de manhã, ao meio-dia, lá no Masp. Se tinha 16 pessoas era muito. E o diretor do filme estava lá. Antes de começar o filme, ele elogiou a gente e disse: ‘Obrigado. Lá fora está um sol, é sábado e vocês estão aqui dentro vendo o meu filme’”.

Na saída da sessão, o diretor ainda conversou com o público e trocou impressões sobre seu filme, embora ele ainda fosse bastante desconhecido pelas pessoas. “Ninguém tinha ouvido falar dele”, contou Bira à Agência Brasil.

O filme era Cães de Aluguel e o diretor, até então um desconhecido, era Quentin Tarantino. “Naquele dia, a gente conheceu Quentin Tarantino que jamais voltará a ter um filme [exibido] com apenas 16 pessoas presentes em uma sala. A mostra trazia isso, essas boas surpresas que, depois, se confirmariam no futuro”, disse ele.

Neste ano, a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo chega aos 50 anos de existência. Durante este tempo, ela conseguiu exibir 11.692 filmes de 8.474 cineastas de diversos países do mundo. Nomes como Wim Wenders, Pedro Almodóvar, Manoel de Oliveira, Amos Gitai e Jafar Panahi chegaram a São Paulo para participar do festival e apresentar seus filmes.

“Como muitas pessoas falam, a mostra abriu as portas do cinema mundial para nós, paulistas principalmente. Os cinemas aqui passavam só blockbusters, só os americanos. Você nunca tinha a chance de ver um filme chinês, um filme coreano, um filme cubano. E a mostra era realmente uma aventura porque hoje é muito mais fácil, tudo é legendado. Naquela época, você entrava pra ver um filme indiano com legendas em italiano. Eu não falo italiano. Então, eu ficava mais observando as imagens e tentando entender um pouco da história. Tinha um pouco esse grau de aventura e de descobertas, que era muito gostoso”, disse Bira.

História

A primeira Mostra Internacional de Cinema em São Paulo ocorreu em outubro de 1977. Organizada pelo crítico Leon Cakoff, então diretor do Departamento de Cinema do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp), a iniciativa integrou as comemorações dos 30 anos de fundação do museu.

Apesar da divulgação limitada e da cobertura discreta da imprensa, os 11 dias de exibição atraíram mais de 15 mil espectadores. Naquela edição, foram exibidos 23 filmes de 17 países. Entre eles, Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia, de Hector Babenco, cuja sessão foi amplamente ovacionada.

Bira passou a acompanhar a mostra quando ela entrava em sua 4ª edição. Naquela oportunidade, viu apenas dois filmes, Cidade das Mulheres, de Fellini, e O Tambor, de Volker Schlöndorff. Desde então, ela se tornou parte de sua vida cultural, ininterruptamente.

“Aí, comecei a entrar nesse ritmo de, todos os anos tirar férias [durante o evento, para aproveitá-lo], como muita gente faz até hoje”.

A aposentada Vanda Sanae Hamanaka Serizawa acompanha a mostra desde sua primeira edição. “Apesar de poucos filmes, comparado ao que ela agora se tornou, esta foi uma janela extraordinária para o mundo que não conhecíamos. Aquele era um período de ditadura e tudo era censurado. O Cakoff contornou aquela situação magistralmente e foi aprimorando a mostra a cada ano”, disse ela à reportagem. “Era um portal de alumbramento. Quem experimentava aquela vivência, via de regra, retornava nos próximos anos. Nos primórdios, os filmes eram de graça”, recordou.

Para ela, que já chegou a assistir a sete filmes em um mesmo dia durante o evento, a mostra é também “uma usina de ideias”, contribuindo para a formação de profissionais do cinema.

“Vários ‘mostreiros’ [como são chamados os frequentadores do festival] se profissionalizaram como diretores ou críticos de cinema. Até o ano 2000, quase não tínhamos acesso à internet. Isso era algo restrito para a área de tecnologia. Então, o diferencial da mostra sempre foram os filmes fora do mainstream [da corrente predominante]. Ela era um canal para a gente ter contato com imagens, linguagens e comportamentos de outras paragens e, sobretudo, ter a percepção crítica além da tela”, disse ela.

Além disso, destacou Vanda, a mostra ajudou a formar novos públicos por meio de suas sessões gratuitas ou que acontecem em periferias e também se transformou em uma grande confraternização, possibilitando o encontro com outros cinéfilos. “Todo ano, eu faço questão de fazer um jantar ou almoço [para os amigos cinéfilos]. Mas isso sempre depois da mostra porque durante ninguém quer saber, todo mundo prioriza o cinema. Virou uma confraria de afetos”, falou.

Para Bira, outra grande qualidade desse festival é poder assistir a um filme no cinema. “As pessoas estão habituadas a ficar em casa e ver [filme] em televisão, celular ou tablet. A experiência de ir ao cinema está ficando um pouco rara, as pessoas tão abrindo mão disso. Mas, na mostra, você tem a chance de conhecer um filme novo, um cineasta diferente e tudo isso numa sala de cinema”, destacou.

Sem interrupções

Desde que surgiu, a mostra nunca deixou de ser realizada. Nem mesmo entre os anos de pandemia e de fechamentos de salas de cinema, quando ela se reinventou e adotou o modo de exibição on-line ou de exibição em cinemas drive-in.

Renata de Almeita, diretora da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. Foto: Mario Miranda Filho
Renata de Almeida

Teve anos em que ela foi grandiosa, exibindo mais de 460 filmes em uma única edição. E teve ano em que ela aconteceu em formato menor, por dificuldades de patrocínio. Mesmo assim, jamais deixou de existir. “Acho que o segredo da mostra é que ela é elástica, ela pode ser mega ou enorme, como neste ano em que estamos comemorando 50 anos, como ela também pode ser pequenininha. Eu acho que a gente tem que saber dançar conforme a música”, disse Renata de Almeida, diretora da Mostra, em entrevista à Agência Brasil.

Neste ano em que completa 50 edições, a mostra vai exibir 380 filmes de 93 países. E como forma de celebração, ela ainda apresentará exposições, shows, debates e lançamentos de uma plataforma de acervo e de livros. Entre eles, Antes Que Eu Me Esqueça: Um Ensaio de Lembranças para os 50 Anos da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, escrito por Renata de Almeida. “É um livro sobre as histórias da mostra, mas também sobre a minha vida e sobre as minhas histórias dentro da mostra. É um livro de encontros. Foi também um retrospecto de entender várias coisas que aconteceram com a vida e me revisitar em outras épocas e outras idades”.

Esta sua história com o evento, relembra Renata, teve início em 1989, em sua 13ª edição. “Estou há 37 anos fazendo isso”, diz. “Primeiro, começou como um trabalho, teve o divertimento e, agora, é um pouco da minha vida. Tudo junto e misturado, não dá mais nem pra saber o que é uma coisa ou outra”, ressaltou.

(Fonte: Agência Brasil)

A display screen shows Francis Halzen is announced as the recipient of the 2026 Nobel Prize in Physics during a press conference at the Royal Swedish Academy of Sciences in Stockholm, Sweden, October 6, 2026. TT News Agency/Christine Olsson/via REUTERS      ATTENTION EDITORS - THIS IMAGE WAS PROVIDED BY A THIRD PARTY. SWEDEN OUT. NO COMMERCIAL OR EDITORIAL SALES IN SWEDEN. NO RESALES. NO ARCHIVES.

O Prêmio Nobel da Física de 2026 foi atribuído, nesta terça-feira (6), ao belga Francis Halzen. O físico foi distinguido "pelas suas contribuições decisivas para o observatório de neutrinos IceCube e para a descoberta de neutrinos de alta energia de origem astrofísica", explicou o Comitê Nobel, reunido em Estocolmo. 

"Na década de 1980, Francis Halzen percebeu que o gelo da Antártida poderia ser ideal para capturar uma quantidade suficiente destes neutrinos indescritíveis, para que os investigadores pudessem aprender mais sobre as suas origens", informou o comitê.

Os neutrinos são partículas subatômicas conhecidos como "partículas-fantasma" devido à forma como atravessam a matéria sem deixar rastro e interagem com a matéria apenas em casos extremamente raros.

Halzen é professor da Universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos. "É uma grande surpresa, não estava esperando", reagiu o laureado de 82 anos ao ser contatado pela Fundação Nobel.

Eva Olsson, integrante do comitê, afirmou que "este Prêmio Nobel diz respeito a um gigantesco cubo de gelo situado no Polo Sul do nosso planeta". O Observatório de Neutrinos IceCube está instalado no coração da Antártida.

"Os neutrinos trazem informação do cosmos", acrescentou em conferência de imprensa. "Eles abrem a porta para galáxias distantes e nos contam sobre os processos de explosão das estrelas".

Nova era na astronomia

As interações de neutrinos registradas pelo observatório IceCube proporcionam aos investigadores conhecimento sobre como essas partículas de alta energia são criadas, podendo até revelar fenômenos cósmicos até então desconhecidos.

O presidente do Comitê Nobel de Física disse, em comunicado, que "Francis Halzen liderou uma equipe internacional de investigadores e engenheiros que nos proporcionou um instrumento fantástico".

"A sua tenacidade e visão científica abriram caminho para um novo tipo de astronomia", acrescentou.

Ainda em 2014, a revista norte-americana Smithsonian apelidou Halzen de Homem do Neutrino ao lhe atribuir um de seus prêmios, elogiando-o por uma "experiência espantosa que anuncia o início de uma nova era na astronomia".

A revista chegou a publicar uma história em quadrinhos ilustrando sua vida: “Como a busca de um físico pelo cosmos decolou na Antártida”.

Nobel

O prêmio Nobel foi anunciado no Instituto Karolinska, em Estocolmo, e é o segundo a ser anunciado, depois do de Medicina, que, nessa segunda-feira (5), foi atribuído ao norte-americano Karl Deisseroth e aos alemães Peter Hegemann e Georg Nagel pela sua investigação sobre canais iônicos sensíveis à luz e optogenética.

Os vencedores do Nobel de Física são selecionados pela Academia Real Sueca de Ciências e recebem um prêmio no valor total de 12 milhões de coroas suecas (US$ 1,2 milhão), que é dividido entre os vencedores caso haja mais de um.

Os prêmios Nobel foram criados pelo inventor e empresário sueco Alfred Nobel, cuja fortuna foi construída, em parte, com a invenção da dinamite.

Concedidos pela primeira vez em 1901, os prêmios homenageiam realizações nas áreas de ciência, literatura e paz, tendo o prêmio de economia sido adicionado posteriormente pelo Banco Central da Suécia.

(Fonte: Agência Brasil)